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Q3579744 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


    Manter a ética profissional nas relações de trabalho é importante para promover um ambiente justo, motivador e com base na honestidade para todos, desde colaboradores até a alta gestão.

    A ética profissional representa um conjunto de ações, princípios, valores e comportamentos no trabalho. Eles são, geralmente, transformados em “normas” que devem ser seguidas pelos colaboradores para cultivar um ambiente seguro e íntegro.

   A importância da ética profissional pode ser vista tanto do lado da companhia quanto dos colaboradores. É uma via de mão dupla — com ela é possível construir relações valiosas e com base na confiança, formando uma cultura organizacional forte, capaz de inspirar os colaboradores e trazer mais propósito para o grupo.

    A ética profissional serve para melhorar diversos indicadores da empresa, sejam eles tangíveis ou subjetivos, percebidos pelo público e comunidade.

   O processo de construção de um ambiente de trabalho ético requer esforço e dedicação por parte de todos. Uma das maneiras de promover a ética de forma prática e executável nos mais diferentes nichos de negócio inclui, por exemplo, contratar novos talentos alinhados com os pilares éticos da companhia, desde o início da jornada dos colaboradores.

   Assim, reduzem-se os riscos de descobrir que algum profissional reproduz comportamentos não adequados após meses — ou até anos — de atuação. O efeito de colaboradores desalinhados com a cultura pode ser bem negativo, gerando uma “contaminação” de grupos e aumento nos níveis de desmotivação.

  Outra maneira de promover a ética de forma prática é treinando líderes. Já é bem conhecida a crença de que “o exemplo vem de cima”. No mundo corporativo, esse ensinamento tem muito valor. Líderes com comportamentos duvidosos, que fujam das práticas éticas da empresa, tendem a desencorajar os colaboradores ou influenciá-los negativamente, levando-os a fazerem o mesmo.


https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/como-promover-a-eticaprofissional-no-trabalho-veja-exemplos. Acesso em 05/03/2024. Adaptado. 
De acordo com o texto, um possível desafio envolvido no processo de implantação de um ambiente de trabalho ético inclui 
Alternativas
Q3558727 Pedagogia
Boyer (1974) relata, no seu livro, que Nicolas Bourbaki 
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Q3558723 Pedagogia
Machado (1990) reitera a necessidade de repensarmos o currículo de matemática e trata da importância do ensino de Cálculo Diferencial e Integral no ensino médio. De que maneira Machado (1990) propõe sobre a inserção desse conteúdo no currículo de matemática? 
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Q3558722 Pedagogia
O ensino da matemática no Brasil nem sempre buscou abordar a Álgebra e a Geometria com a mesma relevância para a formação do cidadão. Atualmente, a BNCC (2018) considera a Geometria como uma das Unidades Temáticas a serem tratadas na educação básica. A BNCC (2018) aponta que é possível desenvolver no estudante a percepção de figuras geométricas em objetos que fazem parte do seu cotidiano, como também aguçar sua observação do mundo real e suas relações com os objetos matemáticos. Essa proposta de ensino está de acordo com as ideias de Machado (1990) quando estabelece que: 
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Q3558720 Pedagogia
Hans Freudenthal (1975), no seu livro “Perspectivas da Matemática”, apresenta vários temas e conceitos da matemática e os relaciona com as aplicações desses conceitos na vida real. Na introdução deste livro, ele mesmo diz que é um livro que tenta abordar temas da matemática e da matemática aplicada para todos os interessados, inclusive, para os não matemáticos. Freudenthal (1975) escreveu esse livro para leigos em matemática devido as suas concepções de ensino. Assinale a alternativa que apresenta as ideias desse autor. 
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Q3558719 Pedagogia
As tecnologias de informação e comunicação estão presentes em muitas aulas de matemática (Machado, 1995). Para além da discussão sobre sua importância para o ensino da matemática, pesquisas se debruçam em analisar propostas didáticas de utilização das tecnologias nas aulas. Machado (1995) é um crítico reflexivo do uso dessas tecnologias no ensino. Assinale a alternativa que mais se aproxima das reflexões de Machado (1995). 
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Q3558716 Pedagogia
Um professor de matemática, nas suas vastas leituras para preparar as suas aulas, ficou entretido com o livro de Caraça (1998). Em especial, gostou da maneira como o livro faz um percurso pela história da matemática, iniciando na necessidade da contagem, estendendo pelo conceito de conjuntos numéricos e, naturalmente, começando a apresentar as ideias dos conjuntos infinitos e se debruçando, ao longo do livro, sobre os conceitos de infinito e de infinitésimos.  
A partir dessa leitura e encantado com os conceitos de infinito e infinitésimos, o professor decide ler o livro de Lima et al. (1999) e descobre que a maior contribuição de Cantor não foi a adoção da linguagem e da notação de conjuntos. Qual alternativa melhor descreve a contribuição de Cantor?
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Q3558715 Pedagogia
Machado (1995) levanta a discussão do papel do professor no ato de avaliar, inquirindo, em particular, qual o significado desse momento e quais os valores que devem ser levados em conta para o desenvolvimento do ser humano. Assinale a alternativa que mais se aproxima dessa preocupação de Machado (1995). 
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Q3558714 Pedagogia
Para o senso comum, a matemática é responsável por desenvolver no cidadão o seu raciocínio lógico mesmo sem que se saiba muito bem o que isso significa. Machado (1990) ressalta que, muitas vezes, o professor não compreende o que significa esse raciocínio lógico. Por sua vez, o autor reforça que o desenvolvimento da lógica é um processo da inter-relação entre a matemática com a língua materna. Assinale a alternativa que corrobora a ideia defendida por Machado (1990). 
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Q3558703 Pedagogia

“O problemático na disciplinaridade é que ela se exerce desde um espaço-tempo privilegiado – a modernidade europeia – que, assim, se institui como norma, como referência e fonte de esclarecimento destinada a ordenar tanto o mundo natural como o social. Tudo o mais que possa existir entre o céu e a Terra são “outros”, em geral, tidos com exóticos, incompletos, anormais, deficitários e necessitando de coordenação, controle, correção e suprimento. A contribuição desse tipo de análise para a escolarização, o currículo e a pedagogia é inestimável, uma vez que nos alerta para a necessidade de conceber os campos como territórios de disputa, como arenas sociais em que estão em jogo as próprias identidades. É nesse espaço que se afirmam e se fortalecem as diferenças utilizadas como argumentos lógicos, naturais, que têm funcionado como justificativa para a desigualdade e a exclusão.”


COSTA, Marisa Vorraber. Poder, discurso e política cultural: contribuições dos Estudos Culturais ao campo do currículo. In: LOPES, A. C.; MACEDO, E. (org.). Currículo: debates contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002, p. 142 143 

A definição de uma pedagogia cultural no âmbito dos Estudos Culturais compreende que
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Q3558698 Pedagogia

“Os cursos de formação para o magistério são globalmente idealizados segundo um modelo aplicacionista do conhecimento: os alunos passam um certo número de anos a assistir a aulas baseadas em disciplinas e constituídas de conhecimentos proposicionais. Em seguida, ou durante essas aulas, eles vão estagiar para ‘aplicarem’ esses conhecimentos. Enfim, quando a formação termina, eles começam a trabalhar sozinhos, aprendendo seu ofício na prática e constatando, na maioria das vezes, que esses conhecimentos proposicionais não se aplicam bem na ação cotidiana. [...] Esse modelo aplicacionista comporta um certo número de problemas fundamentais bastante conhecidos e documentados hoje — lembremos somente dois dentre os mais importantes. Primeiro problema: ele é idealizado segundo uma lógica disciplinar e não segundo uma lógica profissional centrada no estudo das tarefas e realidades do trabalho dos professores. [...] Segundo problema: esse modelo trata os alunos como espíritos virgens e não leva em consideração suas crenças e representações anteriores a respeito do ensino.”


TARDIF, Maurice. Saberes profissionais dos professores e conhecimentos universitários: elementos para uma epistemologia da prática profissional dos professores e suas consequências com relação à formação do magistério. Revista Brasileira de Educação, jan-mar/2000, nº 13, p. 18-19



Qual alternativa expressa adequadamente a tensão entre teoria e prática? 

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Q3558671 Inglês
    Among my fellow punctuation nerds, I have a reputation as someone who does not see any use for semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has written a whole book about them: “Semicolon: The Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark.”
    
    Watson, a historian and philosopher of science and a teacher of writing and the humanities—in other words, a Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking book that turns out to be a scholarly treatise on a sophisticated device that has contributed eloquence and mystery to Western civilization.
    
    The semicolon itself was a Renaissance invention. It first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus Manutius. “De Aetna,” Watson explains, was “an essay, written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose was to prolong a pause or create a more distinct separation between parts of a sentence.
    
    The problem with the semicolon is not how it looks but what it does and how that has changed over time. In the old days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon: semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors came along and made themselves indispensable by punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses properly, such that punctuation served syntax.” That is, commas, semicolons, and colons were included in a sentence in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its elements, connecting them syntactically. One of the rules is that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed to be followed by a complete clause, capable of standing on its own. The semicolon can take the place of a conjunction, like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.


https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-thesemicolon. July 15, 2019. Adaptado. 
Na opinião do narrador do texto, o sinal de ponto e vírgula 
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Q3558664 Português
    Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades.
    

    Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos.
    

    Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural.
    

    A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.


Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado. 
No texto, as expressões “unidade na diversidade”, “harmonia na heterogeneidade” e “equilíbrio nas diferenças”, em relação à arte e à cultura, 
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Q3548988 Libras
O trabalho do tradutor intérprete de Libras tem se inserido em um contexto tenso, marcado pela lógica logofonocentrista. Tendo em vista esse aspecto, é correto afirmar que os tradutores intérpretes de Libras 
Alternativas
Q3548987 Libras
Alguns autores, como Pagura (2003 apud Lacerda, 2009), fazem clara distinção entre os termos tradução e interpretação. Tomando esses termos como diferentes, qual alternativa apresenta a principal distinção entre eles? 
Alternativas
Q3548986 Pedagogia
No livro “Intérprete de Libras em atuação na Educação Infantil e no Ensino Fundamental” (Lacerda, 2009), há o relato de um estudo sobre a presença de dois educadores em sala de aula em escola inclusiva bilíngue para surdos. Considerando o contexto em que uma criança surda se encontra em sala de escola inclusiva bilíngue para surdos, com a presença de um professor regente de classe e o intérprete de Libras, é correto afirmar que a presença desses dois profissionais em sala de aula
Alternativas
Q3548985 Libras
Em seu estudo pragmático sobre os pedidos em Libras, Ferreira-Brito (1995) observou especificidades na língua. Assinale a alternativa que apresenta uma das especificidades relatadas pela autora. 
Alternativas
Q3548984 Libras
De acordo com Quadros e Karnopp (2004), é correto afirmar sobre a ordem das frases na Libras: 
Alternativas
Q3548983 Libras
A incorporação de numeral é um processo morfológico produtivo na Libras. Ao realizar esse processo, o indivíduo que está sinalizando faz alterações em qual parâmetro fonológico? 
Alternativas
Q3548982 Libras
São mecanismos espaciais usados no estabelecimento nominal e na utilização do sistema pronominal da Libras: 
Alternativas
Respostas
1501: E
1502: E
1503: A
1504: B
1505: B
1506: A
1507: E
1508: D
1509: B
1510: E
1511: C
1512: B
1513: E
1514: C
1515: B
1516: E
1517: A
1518: D
1519: A
1520: D