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No Diário de Classe de uma turma do 7º ano, encontram-se as seguintes anotações feitas pelo professor, relativas à primeira quinzena do quarto bimestre:
02/10 – América Espanhola: a conquista e as experiências colonizadoras; o trabalho compulsório. Aula expositiva com utilização de recurso multimídia (PPS).
04/10 – América Espanhola Colonial: sociedade e poder – pesquisa, elaboração e dramatização, em grupo, de pequenas cenas acerca do tema abordado na aula.
09/10 – América Inglesa: apresentação de vídeo e discussão em torno das diferentes formas e características da colonização inglesa na América do Norte.
11/10 – América Inglesa Colonial: sociedade e poder – aula expositiva comparando as colonizações: espanhola e inglesa. Correção de exercícios do livro adotado e revisão da matéria para prova.
16/10 – Prova de História: as Américas: espanhola e inglesa no período colonial.
No Diário de Classe de uma turma do 7º ano, encontram-se as seguintes anotações feitas pelo professor, relativas à primeira quinzena do quarto bimestre:
02/10 – América Espanhola: a conquista e as experiências colonizadoras; o trabalho compulsório. Aula expositiva com utilização de recurso multimídia (PPS).
04/10 – América Espanhola Colonial: sociedade e poder – pesquisa, elaboração e dramatização, em grupo, de pequenas cenas acerca do tema abordado na aula.
09/10 – América Inglesa: apresentação de vídeo e discussão em torno das diferentes formas e características da colonização inglesa na América do Norte.
11/10 – América Inglesa Colonial: sociedade e poder – aula expositiva comparando as colonizações: espanhola e inglesa. Correção de exercícios do livro adotado e revisão da matéria para prova.
16/10 – Prova de História: as Américas: espanhola e inglesa no período colonial.
No Diário de Classe de uma turma do 7º ano, encontram-se as seguintes anotações feitas pelo professor, relativas à primeira quinzena do quarto bimestre:
02/10 – América Espanhola: a conquista e as experiências colonizadoras; o trabalho compulsório. Aula expositiva com utilização de recurso multimídia (PPS).
04/10 – América Espanhola Colonial: sociedade e poder – pesquisa, elaboração e dramatização, em grupo, de pequenas cenas acerca do tema abordado na aula.
09/10 – América Inglesa: apresentação de vídeo e discussão em torno das diferentes formas e características da colonização inglesa na América do Norte.
11/10 – América Inglesa Colonial: sociedade e poder – aula expositiva comparando as colonizações: espanhola e inglesa. Correção de exercícios do livro adotado e revisão da matéria para prova.
16/10 – Prova de História: as Américas: espanhola e inglesa no período colonial.
“Raramente os livros didáticos de História registram fatos relacionados com a História da África Negra e, quando o fazem, é quase sempre no prisma da desqualificação e do preconceito. Uma das lacunas mais notórias é a relacionada com os grandes impérios negros que surgiram na faixa do Sahel. A palavra Sahel é proveniente do árabe, significa borda do deserto, que no caso é a do Saara. [Nesta região] o Mali tornou-se um poderoso Estado, configurando um respeitável arranjo territorial, alcançando o Atlântico e o curso médio do Níger no sentido Leste-Oeste, e o Saara e a Floresta Equatorial no sentido Norte-Sul. As realizações do reinado de Sundjata (1230/1255 d.C) foram preservadas graças ao trabalho dos contadores de histórias que imemorialmente percorrem a savana, na tarefa de transmitir ao povo os dados fundamentais da sua história”.
[SERRANO, Carlos; WALDMAN. Mauricio. Memória d’África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2007, p.311]
O professor do 7º ano, durante o segundo bimestre, apresenta aos alunos o texto acima e propõe uma pesquisa acerca desses guardiões da memória nas sociedades africanas, denominados:
“A divisão da sociedade feudal em três ordens, cada qual com suas funções específicas, era justificada por um modelo ideológico criado pelos pensadores da Igreja. De acordo com esse modelo, desde que o mundo foi criado por Deus, foram distribuídas tarefas diferentes para cada grupo humano. [...] os oratores (...), os bellatores (...) e os laboratores [...]. Esse modelo ideológico procurava legitimar a desigualdade social que havia entre as ordens, já que as diferentes condições sociais eram encaradas como desígnios divinos”.
[PELLEGRINI, MARCO, et alii. Coleção Novo Olhar História, vol. 1, São Paulo: FTD, 2010, p. 194]
Ao solicitar aos alunos do 7º ano que eles apontem, no contexto histórico descrito, a função que cabia à ordem dos bellatores, o professor obterá como resposta correta:
“Os romanos distinguiam o direito público (publicum jus) do direito privado (privatum jus).[...] O segundo, por sua vez, era usado para regular as relações entre as pessoas e seus interesses individuais. No âmbito do direito privado, havia subdivisões”.
[PELLEGRINI, MARCO, et alii. Coleção Novo Olhar História, vol. 1, São Paulo: FTD, 2010, p. 158]
Ao pesquisar essas subdivisões no contexto citado, o aluno do 6º ano registrará que o direito privado que orientava a vida jurídica dos cidadãos romanos era o:
Ao preparar o plano de curso para o ano letivo, o professor consulta os marcos legais atuais para o ensino de História na educação básica, onde encontra a seguinte redação, que alterou o Art. 26-A, da atual LDB:
Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. (Redação dada pela Lei nº 11.645, de 2008).
§ 1° O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil. (Redação dada pela Lei nº 11.645, de 2008).
§ 2° Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.
(Redação dada pela Lei nº 11.645, de 2008).
O motivo para esta alteração, que resultou na
redação dada pela Lei nº 11.645/08, foi a exclusão, na redação do Artigo 26-A, proposta pela Lei
10.639/03, do estudo:
Ilmar Rohloff recomenda, nas “Novas Orientações de História”, que professores criem em suas aulas “narrativas que, ao proporcionarem a descoberta do outro, propiciam também a progressiva descentração daquele que é educado, criando a oportunidade de refletir a respeito do desafio do convívio na diversidade”.
[RIO DE JANEIRO, Orientações Curriculares. Rio de Janeiro: SMERJ, 2012]
Nesse sentido, o autor objetiva o repúdio às
desigualdades de toda e qualquer natureza como
fundamental para narrar histórias que garantam aos
cidadãos e aos povos, respectivamente, os direitos à:
“No âmbito dos historiadores profissionais julgamos que o movimento de ideias mais influentes no sentido da construção da História como ciência foi chamado grupo dos Annales, principalmente entre 1929 e 1969. Durante estas quatro décadas, mesmo sendo os membros de tal grupo bastante heterogêneos, é possível perceber entre eles certas concepções fundamentais comuns, desenvolvidas em debate com os historiadores mais tradicionais”.
[CARDOSO, Ciro F. Uma Introdução à História. 9ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1992, p.42]
Entre essas concepções comuns, destaca-se a:
“A história do garfo, da lavagem da roupa, das formas de fazer amor (que podem dar origem a belos estudos) pode ser tão comezinha e tão pouco história – embora enfeite com ouropéis que dão uma certa cor local – como a história das batalhas, dos congressos diplomáticos e dos debates parlamentares, tal como a descreveu uma certa historiografia, que desejaríamos completamente ultrapassada”.
[Le GOFF, J. A História do Cotidiano. In: DUBY, G, et alii. História e Nova História. Porto: Teorema, s/d., 92]
Reconhecendo a existência de diferentes formas
de se produzir e escrever o conhecimento histórico,
é possível afirmar que o autor faz crítica e gostaria
de ver ultrapassada a concepção:
Quando um internauta utiliza o Internet Explorer 8 BR, ele pode definir um site como página inicial. Para isso, deve acessar o site de interesse e clicar numa das opções do menu Ferramentas. A opção escolhida irá abrir uma janela que apresenta a figura abaixo, para que esse internauta possa definir o site de interesse, como por exemplo, http://multirio.rio.rj.gov.br/portal/

Após o procedimento descrito, o internauta, toda vez que acessa o Internet Explorer 8 BR, o software irá
exibir o site configurado na janela acima indicada. Se ele estiver acessando um outro site, como o do Google,
poderá acessar o site configurado, clicando, por meio do mouse, no ícone
. A opção do menu
Ferramentas é:
A planilha abaixo, criada no Excel 2007 BR, possui as características listadas a seguir.
I - Os dados das colunas A, B, C e D foram digitados.
II - O valor em E4 foi obtido como resultado da soma de todos os valores dentre B4 e D4. A partir de E4 e, mediante os comandos de copiar e colar, foram obtidos os valores em E5 e E6.
III - O valor em E7 representa a soma das células E4, E5 e E6.
IV - O valor em E8 foi obtido por uma expressão que representa 10% do valor de E7.
V - O valor de E9 representa a soma das células E7 e E8.

As expressões inseridas em E5 e E8 são, respectivamente:
Um arquivo denominado ESTOQUE.XLS foi criado no Calc do pacote BrOffice.org 3.3.2 com as planilhas MULTI1 e MULTI2, mostradas abaixo.

e

Na planilha MULTI1 foram inseridos os números
indicados em A3, B3, C3 e D3 e uma fórmula que
mostra a média aritmética entre os números
contidos em A3 e D3. Na MULTI2 foi inserida uma
expressão em E2 que transporta o valor de E5 da
planilha MULTI1. Nessas condições, as
expressões inseridas nas células E5 de MULTI1
e E2 de MULTI2 são, respectivamente: