Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura do rio de janeiro - rj
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Carregamos dentro de nós, latente mas sempre atuante, o impulso de morte. A religião, a moral, a educação, o trabalho civilizatório foram os meios que desenvolvemos para pôr sob controle esses demônios que nos habitam. Mas essas instâncias não detêm aquela força que possa submeter tais impulsos às regras de uma civilização que procura resolver os problemas humanos com acordos e não com o recurso da violência.Cumpre reconhecer que vigora em nós ainda muita barbárie. Não diria animalidade, pois os animais se regem por impulsos instintivos de preservação da vida e da espécie. Em nós esses impulsos perduram mas temos condições de conscientizá-los, canalizá-los para tarefas dignas, através de sublimações não destrutivas, como Freud e, recentemente, o filósofo René Girard com seu “desejo mimético" positivo tanto insistiram. Mas ambos se dão conta do caráter misterioso e desafiante da persistência desse lado sombrio (pulsão de morte em dialética com a pulsão de vida) que dramatiza a condição humana e pode levar a fatos irracionais e criminosos como o linchamento de uma pessoa inocente.
Leonardo Boff. 19/05/2014. Fragmento.Disponível em http://
leonardoboff.wordpress.com/2014/05/19/quanto-de-barbarie-existe-aindadentro-de-nos/
Clarisse, cidade gloriosa, tem uma história atribulada. Diversas vezes decaiu e refloresceu, mantendo sempre a primeira Clarisse como inigualável modelo de todos os esplendores, a qual comparada com o atual estado da cidade, não deixa de suscitar suspiros a cada giro de estrelas. Nos séculos de degradação, a cidade, esvaziada por causa das pestilências, reduzida em estatura por causa do desabamento de traves e cornijas e do desmoronamento de terras, repovoava-se lentamente com hordas de sobreviventes emersos de sótãos e covas como férvidos ratos movidos pelo afã de revolver e roer e que ao mesmo tempo se reuniam e se ajeitavam como passarinhos num ninho. Agarravam-se a tudo o que podia ser retirado de onde estava e colocado em outro lugar com outra utilidade [...] Montada com os pedaços avulsos da Clarisse imprestável, tomava forma uma Clarisse da sobrevivência, repleta de covis e casebres, córregos infectados, gaiolas de coelhos. Todavia não se perdera quase nada do antigo esplendor de Clarisse, estava tudo ali apenas disposto de maneira diversa mas não menos adequada às exigências dos seus habitantes.Os tempos de indigência eram sucedidos por épocas mais alegres: uma suntuosa Clarisse-borboleta saía da mísera Clarisse-crisálida...
Ítalo Calvino. “As cidades e o nome 4" In: As cidades invisíveis. RJ:
O Globo, 2003. Páginas 102-103. Fragmento.
Clarisse, cidade gloriosa, tem uma história atribulada. Diversas vezes decaiu e refloresceu, mantendo sempre a primeira Clarisse como inigualável modelo de todos os esplendores, a qual comparada com o atual estado da cidade, não deixa de suscitar suspiros a cada giro de estrelas. Nos séculos de degradação, a cidade, esvaziada por causa das pestilências, reduzida em estatura por causa do desabamento de traves e cornijas e do desmoronamento de terras, repovoava-se lentamente com hordas de sobreviventes emersos de sótãos e covas como férvidos ratos movidos pelo afã de revolver e roer e que ao mesmo tempo se reuniam e se ajeitavam como passarinhos num ninho. Agarravam-se a tudo o que podia ser retirado de onde estava e colocado em outro lugar com outra utilidade [...] Montada com os pedaços avulsos da Clarisse imprestável, tomava forma uma Clarisse da sobrevivência, repleta de covis e casebres, córregos infectados, gaiolas de coelhos. Todavia não se perdera quase nada do antigo esplendor de Clarisse, estava tudo ali apenas disposto de maneira diversa mas não menos adequada às exigências dos seus habitantes.Os tempos de indigência eram sucedidos por épocas mais alegres: uma suntuosa Clarisse-borboleta saía da mísera Clarisse-crisálida...
Ítalo Calvino. “As cidades e o nome 4" In: As cidades invisíveis. RJ:
O Globo, 2003. Páginas 102-103. Fragmento.
No que diz respeito ao design na web existem quatro princípios que devem ser empregados na montagem de páginas. Dois deles são caracterizados a seguir.
I. É o princípio mais importante e funciona na atração visual de um leitor. Tem por objetivo evitar a inserção de elementos semelhantes em uma página. Se elementos como tipo, cor, tamanho, espessura da linha, forma e espaço não forem os mesmos, deve-se diferenciá-los completamente.
II. É o princípio que ajuda a organizar as informações, reduzir a desordem e oferecer uma estrutura clara ao leitor. Tem por objetivo agrupar itens relacionados entre si. Quando isso acontece, passa ao leitor uma unidade visual integrada e não várias unidades individualizadas.
Os princípios I e II são denominados, respectivamente:
No contexto da interface Homem-Máquina, três conceitos estão relacionados diretamente à construção de sites para a web. A saber:
I. É o parâmetro que trata dos meios postos à disposição dos utilizadores que lhe permitem o acesso à informação, independentemente de suas limitações físicas.
II. É o parâmetro que define a forma de um site e tem por função estabelecer hierarquias visuais, em que a ênfase é dada às partes mais importantes, de forma que o público compreenda a mensagem por meio de uma organização consistente da informação.
III. É o parâmetro que trata das questões que envolvem a facilidade de uso e a qualidade da interação com o utilizador de determinado site, associado à facilidade com que os usuários conseguem chegar ao objetivo no acesso a um site.
Os conceitos em I, II e III são, respectivamente:
Observe as figuras abaixo, que permitem que o designer desenhe em softwares adequados ao trabalho gráfico, como o GIMP, com a mesma facilidade e agilidade com que o faz numa folha de papel.

Esse dispositivo é uma espécie de subcategoria
de tablets, com a diferença de possuir quase que
obrigatoriamente uma espécie de caneta, usada
junto com o dispositivo. Quando um designer pressiona
a caneta na tela, o dispositivo identifica a
pressão que está sendo feita e ocorre, em
consequência, o envio das informações para o
GIMP, permitindo que se façam traços mais naturais
e suaves. Esse dispositivo é conhecido por:
Dois dos componentes de hardware que são integrados à configuração dos microcomputadores utilizados por um web designer, são caracterizados abaixo.
• Um destina-se a imprimir desenhos em grandes dimensões, com alta qualidade, como projetos de engenharia, plantas arquitetônicas e mapas cartográficos.
• Outro destina-se à digitalização de documentos impressos como fotografias, revistas ou livros, convertendo-os em imagens no formato digital.
Esses componentes de hardware são denominados,
respectivamente: