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Q666402 Educação Artística
Keith Swanwick analisa e reflete sobre importantes questões no que se refere à temática “música como cultura: o espaço intermediário”. Dentre suas análises e reflexões pode-se afirmar que:
Alternativas
Q666401 Português

Texto: Patíbulos virtuais

     Ainda não tinha doze anos quando assisti a um linchamento. Vi um rapaz a fugir de bicicleta. Um homem começou a persegui-lo, a pé, e de repente já eram cinco, dez, uma turba exaltada, correndo, gritando, jogando pedras. Lembro-me de estar inteiro, de coração, numa angústia enorme, com o rapaz que fugia. Não havia nada que pudesse fazer para o ajudar. Minutos antes eu lia, ao sol, numa varanda. Logo a seguir o rapaz pedalava para salvar a vida, lá embaixo, entre uma estradinha de terra vermelha e um vasto descampado coberto de capim.

     Desde então estou sempre do lado de quem, sozinho, se vê perseguido por uma multidão. Pouco me importa o que fez o rapaz que corre; o homem que ergue a mão para se proteger da pancada; a mulher que enfrenta, chorando, os insultos de um bando de predadores cobardes.

     O surgimento das redes sociais marcou a emergência de um novo patíbulo para os linchadores. Bem sei que a comparação será sempre abusiva. Palavras, por muito aguçadas, por muito duras e pesadas, não racham cabeças. Palavras, por muito venenosas, não são capazes de matar. Em contrapartida, este novo palco tem o poder de juntar em poucos minutos largos milhares de pessoas, todas aos gritos. A estupidez das multidões virtuais é tão concreta quanto a das multidões reais.

    Praticamente todas as semanas há alguma figura pública a sofrer perseguição nas redes sociais. [...]

    Há alguns anos, em Luanda, afirmei, durante uma entrevista, não entender por que o governo insistia em promover a poesia de Agostinho Neto, primeiro presidente angolano, que a mim sempre me pareceu bastante medíocre. Um conhecido jurista e comentador político, João Pinto, deputado do partido no poder, assinou um artigo defendendo a minha prisão. Foi além: defendeu o restabelecimento da pena de morte e o meu fuzilamento. Segundo ele, eu ofendera não apenas um antigo presidente e herói nacional mas também uma divindade, visto que Agostinho Neto seria um quilamba — ou seja, um intérprete de sereias. Nas semanas seguintes foram publicados muitos outros textos de ódio. Recebi telefonemas com ameaças. Contaram-me que havia pessoas queimando os meus livros. Na altura foi bastante assustador. Hoje olho para trás e rio-me. Recordo o quanto era difícil explicar a jornalistas europeus a acusação de que teria ofendido um intérprete de sereias. Naturalmente, acabei transformando o episódio em literatura. Os europeus e norte-americanos leem aquilo e chamam-lhe realismo mágico.

    Os queimadores de livros têm receio não das ideias que os mesmos defendem, mas da sua própria incapacidade para lhes dar resposta. Aqueles que se juntam a multidões virtuais para ameaçar ou troçar de alguém são quase tão perigosos quanto os que correm pelas ruas, jogando pedras — e ainda mais cobardes.

    Fecho os olhos e volto a ver o rapaz na bicicleta. Uma pedra atingiu-o na cabeça e ele caiu. A multidão mergulhou sobre ele. Naquele dia deixei de ser criança.

José Eduardo Agualusa. O Globo, Segundo Caderno, 07/03/2016. Disponível em http://oglobo.globo.com/cultura/patibulos-virtuais-18817824#ixzz43ah8BwFY 

“Ainda não tinha doze anos quando assisti a um linchamento.” (primeiro parágrafo). Assim como nessa frase, o uso da preposição a é necessário e correto, tendo em vista as normas estabelecidas para a língua padrão quanto à regência verbal, na seguinte frase:
Alternativas
Q666400 Português

Texto: Patíbulos virtuais

     Ainda não tinha doze anos quando assisti a um linchamento. Vi um rapaz a fugir de bicicleta. Um homem começou a persegui-lo, a pé, e de repente já eram cinco, dez, uma turba exaltada, correndo, gritando, jogando pedras. Lembro-me de estar inteiro, de coração, numa angústia enorme, com o rapaz que fugia. Não havia nada que pudesse fazer para o ajudar. Minutos antes eu lia, ao sol, numa varanda. Logo a seguir o rapaz pedalava para salvar a vida, lá embaixo, entre uma estradinha de terra vermelha e um vasto descampado coberto de capim.

     Desde então estou sempre do lado de quem, sozinho, se vê perseguido por uma multidão. Pouco me importa o que fez o rapaz que corre; o homem que ergue a mão para se proteger da pancada; a mulher que enfrenta, chorando, os insultos de um bando de predadores cobardes.

     O surgimento das redes sociais marcou a emergência de um novo patíbulo para os linchadores. Bem sei que a comparação será sempre abusiva. Palavras, por muito aguçadas, por muito duras e pesadas, não racham cabeças. Palavras, por muito venenosas, não são capazes de matar. Em contrapartida, este novo palco tem o poder de juntar em poucos minutos largos milhares de pessoas, todas aos gritos. A estupidez das multidões virtuais é tão concreta quanto a das multidões reais.

    Praticamente todas as semanas há alguma figura pública a sofrer perseguição nas redes sociais. [...]

    Há alguns anos, em Luanda, afirmei, durante uma entrevista, não entender por que o governo insistia em promover a poesia de Agostinho Neto, primeiro presidente angolano, que a mim sempre me pareceu bastante medíocre. Um conhecido jurista e comentador político, João Pinto, deputado do partido no poder, assinou um artigo defendendo a minha prisão. Foi além: defendeu o restabelecimento da pena de morte e o meu fuzilamento. Segundo ele, eu ofendera não apenas um antigo presidente e herói nacional mas também uma divindade, visto que Agostinho Neto seria um quilamba — ou seja, um intérprete de sereias. Nas semanas seguintes foram publicados muitos outros textos de ódio. Recebi telefonemas com ameaças. Contaram-me que havia pessoas queimando os meus livros. Na altura foi bastante assustador. Hoje olho para trás e rio-me. Recordo o quanto era difícil explicar a jornalistas europeus a acusação de que teria ofendido um intérprete de sereias. Naturalmente, acabei transformando o episódio em literatura. Os europeus e norte-americanos leem aquilo e chamam-lhe realismo mágico.

    Os queimadores de livros têm receio não das ideias que os mesmos defendem, mas da sua própria incapacidade para lhes dar resposta. Aqueles que se juntam a multidões virtuais para ameaçar ou troçar de alguém são quase tão perigosos quanto os que correm pelas ruas, jogando pedras — e ainda mais cobardes.

    Fecho os olhos e volto a ver o rapaz na bicicleta. Uma pedra atingiu-o na cabeça e ele caiu. A multidão mergulhou sobre ele. Naquele dia deixei de ser criança.

José Eduardo Agualusa. O Globo, Segundo Caderno, 07/03/2016. Disponível em http://oglobo.globo.com/cultura/patibulos-virtuais-18817824#ixzz43ah8BwFY 

“Palavras (...) não racham cabeças, (...) não são capazes de matar. Em contrapartida, este novo palco tem o poder” (terceiro parágrafo). Os verbos em destaque estão flexionados no presente do modo indicativo. Considerando o contexto, é correto afirmar que esse tempo verbal foi empregado para:
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Q666394 Português

Texto: Patíbulos virtuais

     Ainda não tinha doze anos quando assisti a um linchamento. Vi um rapaz a fugir de bicicleta. Um homem começou a persegui-lo, a pé, e de repente já eram cinco, dez, uma turba exaltada, correndo, gritando, jogando pedras. Lembro-me de estar inteiro, de coração, numa angústia enorme, com o rapaz que fugia. Não havia nada que pudesse fazer para o ajudar. Minutos antes eu lia, ao sol, numa varanda. Logo a seguir o rapaz pedalava para salvar a vida, lá embaixo, entre uma estradinha de terra vermelha e um vasto descampado coberto de capim.

     Desde então estou sempre do lado de quem, sozinho, se vê perseguido por uma multidão. Pouco me importa o que fez o rapaz que corre; o homem que ergue a mão para se proteger da pancada; a mulher que enfrenta, chorando, os insultos de um bando de predadores cobardes.

     O surgimento das redes sociais marcou a emergência de um novo patíbulo para os linchadores. Bem sei que a comparação será sempre abusiva. Palavras, por muito aguçadas, por muito duras e pesadas, não racham cabeças. Palavras, por muito venenosas, não são capazes de matar. Em contrapartida, este novo palco tem o poder de juntar em poucos minutos largos milhares de pessoas, todas aos gritos. A estupidez das multidões virtuais é tão concreta quanto a das multidões reais.

    Praticamente todas as semanas há alguma figura pública a sofrer perseguição nas redes sociais. [...]

    Há alguns anos, em Luanda, afirmei, durante uma entrevista, não entender por que o governo insistia em promover a poesia de Agostinho Neto, primeiro presidente angolano, que a mim sempre me pareceu bastante medíocre. Um conhecido jurista e comentador político, João Pinto, deputado do partido no poder, assinou um artigo defendendo a minha prisão. Foi além: defendeu o restabelecimento da pena de morte e o meu fuzilamento. Segundo ele, eu ofendera não apenas um antigo presidente e herói nacional mas também uma divindade, visto que Agostinho Neto seria um quilamba — ou seja, um intérprete de sereias. Nas semanas seguintes foram publicados muitos outros textos de ódio. Recebi telefonemas com ameaças. Contaram-me que havia pessoas queimando os meus livros. Na altura foi bastante assustador. Hoje olho para trás e rio-me. Recordo o quanto era difícil explicar a jornalistas europeus a acusação de que teria ofendido um intérprete de sereias. Naturalmente, acabei transformando o episódio em literatura. Os europeus e norte-americanos leem aquilo e chamam-lhe realismo mágico.

    Os queimadores de livros têm receio não das ideias que os mesmos defendem, mas da sua própria incapacidade para lhes dar resposta. Aqueles que se juntam a multidões virtuais para ameaçar ou troçar de alguém são quase tão perigosos quanto os que correm pelas ruas, jogando pedras — e ainda mais cobardes.

    Fecho os olhos e volto a ver o rapaz na bicicleta. Uma pedra atingiu-o na cabeça e ele caiu. A multidão mergulhou sobre ele. Naquele dia deixei de ser criança.

José Eduardo Agualusa. O Globo, Segundo Caderno, 07/03/2016. Disponível em http://oglobo.globo.com/cultura/patibulos-virtuais-18817824#ixzz43ah8BwFY 

“Palavras, por muito venenosas, não são capazes de matar.” (terceiro parágrafo). O autor, nessa frase, estabelece uma relação de sentido diferente da que se produz na seguinte reescrita:
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Q666389 Português

Texto: Patíbulos virtuais

     Ainda não tinha doze anos quando assisti a um linchamento. Vi um rapaz a fugir de bicicleta. Um homem começou a persegui-lo, a pé, e de repente já eram cinco, dez, uma turba exaltada, correndo, gritando, jogando pedras. Lembro-me de estar inteiro, de coração, numa angústia enorme, com o rapaz que fugia. Não havia nada que pudesse fazer para o ajudar. Minutos antes eu lia, ao sol, numa varanda. Logo a seguir o rapaz pedalava para salvar a vida, lá embaixo, entre uma estradinha de terra vermelha e um vasto descampado coberto de capim.

     Desde então estou sempre do lado de quem, sozinho, se vê perseguido por uma multidão. Pouco me importa o que fez o rapaz que corre; o homem que ergue a mão para se proteger da pancada; a mulher que enfrenta, chorando, os insultos de um bando de predadores cobardes.

     O surgimento das redes sociais marcou a emergência de um novo patíbulo para os linchadores. Bem sei que a comparação será sempre abusiva. Palavras, por muito aguçadas, por muito duras e pesadas, não racham cabeças. Palavras, por muito venenosas, não são capazes de matar. Em contrapartida, este novo palco tem o poder de juntar em poucos minutos largos milhares de pessoas, todas aos gritos. A estupidez das multidões virtuais é tão concreta quanto a das multidões reais.

    Praticamente todas as semanas há alguma figura pública a sofrer perseguição nas redes sociais. [...]

    Há alguns anos, em Luanda, afirmei, durante uma entrevista, não entender por que o governo insistia em promover a poesia de Agostinho Neto, primeiro presidente angolano, que a mim sempre me pareceu bastante medíocre. Um conhecido jurista e comentador político, João Pinto, deputado do partido no poder, assinou um artigo defendendo a minha prisão. Foi além: defendeu o restabelecimento da pena de morte e o meu fuzilamento. Segundo ele, eu ofendera não apenas um antigo presidente e herói nacional mas também uma divindade, visto que Agostinho Neto seria um quilamba — ou seja, um intérprete de sereias. Nas semanas seguintes foram publicados muitos outros textos de ódio. Recebi telefonemas com ameaças. Contaram-me que havia pessoas queimando os meus livros. Na altura foi bastante assustador. Hoje olho para trás e rio-me. Recordo o quanto era difícil explicar a jornalistas europeus a acusação de que teria ofendido um intérprete de sereias. Naturalmente, acabei transformando o episódio em literatura. Os europeus e norte-americanos leem aquilo e chamam-lhe realismo mágico.

    Os queimadores de livros têm receio não das ideias que os mesmos defendem, mas da sua própria incapacidade para lhes dar resposta. Aqueles que se juntam a multidões virtuais para ameaçar ou troçar de alguém são quase tão perigosos quanto os que correm pelas ruas, jogando pedras — e ainda mais cobardes.

    Fecho os olhos e volto a ver o rapaz na bicicleta. Uma pedra atingiu-o na cabeça e ele caiu. A multidão mergulhou sobre ele. Naquele dia deixei de ser criança.

José Eduardo Agualusa. O Globo, Segundo Caderno, 07/03/2016. Disponível em http://oglobo.globo.com/cultura/patibulos-virtuais-18817824#ixzz43ah8BwFY 

“Não havia nada que pudesse fazer para o ajudar.” (primeiro parágrafo). Essa frase inicia-se por uma oração desprovida de sujeito, e o verbo em destaque é denominado de impessoal. Também é impessoal o verbo da frase:
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Q662199 Pedagogia
A turma do 4º ano da Professora Raquel possui, aproximadamente, 40% de estudantes que foram retidos nesse ano de escolaridade. Buscando desenvolver as potencialidades de cada aluno e valorizando os saberes de todos, Raquel percebeu, a partir de uma diagnose inicial, os conhecimentos que cada estudante da turma já tinha consolidado e os que estavam prestes a se consolidar. Decidiu então, adotar o agrupamento por dupla, na qual um poderia mediar os novos conhecimentos na relação com o outro. Segundo Martha Kohl (1993), ao fazer essa escolha, Raquel assumiu uma posição teórica que se alinha com:
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Q662198 Pedagogia
André, professor de uma turma de 5º ano de escolaridade da Rede Municipal de Ensino da Cidade do Rio de Janeiro, iniciou o ano letivo propondo aos estudantes um projeto pedagógico, cujo tema seria os Jogos Olímpicos que ocorrerão na cidade. Os estudantes ficaram muito animados e o professor planejou seu trabalho de modo que as atividades programadas, a realização delas e a análise de desempenho de cada estudante compartilhassem o mesmo tema e grau de dificuldade. Segundo o sistema avaliativo de Cipriano Luckesi (2011), o professor articula nesse trabalho:
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Q662197 Pedagogia
Seu Joaquim se descuidou do prazo de matrícula de seu filho, Rafael, que completou seis anos em 03/03/2016. Mesmo sendo permitida a matrícula após o início das aulas, Seu Joaquim não se preocupou muito, já que acredita que a obrigatoriedade escolar se inicia aos sete anos de idade. De acordo com a Resolução nº 07 de 14 de dezembro de 2010, Seu Joaquim está:
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Q662196 Pedagogia
Dominique, menina de olhos brilhantes e ávidos por saber, estudante de seis anos da turma do primeiro ano, chega à escola entusiasmada com um texto sobre a origem das Olimpíadas. Logo na fila de sua turma, mostra-o aos colegas, que ficam muito interessados sobre o tema. Ao chegar à sala de aula, mostra também o texto à professora e pede para estudar aquele assunto. A professora, muito dedicada e preocupada com o processo de alfabetização dos pequenos, acha muito interessante, contudo explica aos estudantes que talvez não possam trabalhar aquele texto ainda, pois faltam muitas letrinhas a serem estudadas antes da leitura de um texto tão grande. Segundo Magda Soares, em seu texto A reinvenção da alfabetização, a professora não conseguiu aproveitar essa oportunidade de ensino/aprendizagem, pois entende que:
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Q662195 Pedagogia
Em 2016, a Cidade do Rio de Janeiro sediará os Jogos Olímpicos. A Cidade Olímpica precisou realizar diversos ajustes para receber um evento desse porte. Uma das adequações é a do calendário escolar da Rede Municipal de Ensino, cujo período de recesso foi transferido para o mês de agosto. A respeito desse assunto, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n° 9.394), de 20 de novembro de 1996, estabelece que:
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Q662193 Química
O átomo é a unidade básica da matéria, ou seja, forma todo material existente no universo. Muitos modelos foram criados ao longo da história na tentativa de explicar a estrutura atômica. Segundo o modelo atômico atual, um átomo apresenta a seguinte estrutura:
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Q662192 Biologia

“O Aedes aegypti é o mosquito transmissor da dengue e da febre amarela urbana. Menor que os mosquitos comuns, o Aedes aegypti é preto com pequenos riscos brancos no dorso, na cabeça e nas pernas. O macho, como os de qualquer espécie, alimenta-se exclusivamente de frutas. A fêmea, no entanto, necessita de sangue para o amadurecimento dos ovos que são depositados separadamente nas paredes internas de objetos, próximos a extensas superfícies de água limpa, local que lhes oferece melhores condições de sobrevivência.”

Fonte: http://drauziovarella.com.br/letras/a/aedes-aegypti/ (grifo nosso)

Considerando os conceitos básicos de ecologia e a estrutura dos ecossistemas, o trecho em destaque se refere ao:

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Q662191 Química
A maior parte das substâncias existentes na natureza pode se apresentar em três estados físicos: sólido, líquido e gasoso. Dependendo de fatores como temperatura e pressão, uma substância como a água, por exemplo, pode mudar de um estado físico para o outro. Estas mudanças recebem denominações específicas, assim é correto afirmar que:
Alternativas
Q662190 Biologia
Quanto ao padrão básico de organização, existem dois tipos de células: procarióticas (típicas de bactérias) e eucarióticas (formam todos os grupos de seres vivos, exceto as bactérias). A alternativa que descreve uma característica exclusiva das células procarióticas é:
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Q662189 Geografia
O estudo do universo das profissões contribui para que o aluno reconheça os diferentes papéis que um indivíduo pode exercer na sociedade. Espacialmente, verifica-se que o agrário e o urbano são complementares no sistema socioeconômico vigente. Embora não haja, atualmente, uma fronteira totalmente definida entre os dois, em função da modernização dos processos produtivos e das relações de trabalho, as atividades econômicas presentes nesses dois espaços, ainda, podem ser setorizadas para fins estatísticos e de compreensão da economia de um país. Dentre as diversas atividades econômicas existentes, pode-se inferir que o agricultor e o operário de uma indústria, participam, respectivamente, dos setores:
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Q662188 Geografia
Rafael Straforini afirma que no “lugar de convivência da criança (a realidade concreta) há o todo, ou seja, o global e vice-versa” (STRAFORINI, 2008: 22), ou seja, “esse lugar tem que ser entendido como o ponto de encontro de lógicas locais e globais, próximas e longínquas” (STRAFORINI, 2008: 23), onde a totalidade do mundo se faz sentir. Nas séries iniciais, essa forma de trabalhar o lugar deve levar em conta:
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Q662187 Geografia

Observe a sequência de imagens a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: http://portalgeo.rio.rj.gov.br/EOUrbana/PracaXV_txt.htm (acesso 19/03/2016)

Antes de levar os alunos para um passeio pedagógico pela cidade, é importante promover uma atividade em sala de aula, a fim de prepará-los e motivá-los para o processo de observação da paisagem. A leitura das imagens acima constitui uma proposta que, do ponto de vista do ensino da Geografia, permite ao aluno:

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Q662186 Geografia
É bastante importante trabalhar no cotidiano escolar a habilidade corporal da lateralidade, juntos aos alunos, como forma de buscar pontos de referência e, assim, orientar-se espacialmente. Os pontos cardeais, por exemplo, foram criados a partir do movimento aparente do sol ao longo do dia. Tendo este fenômeno como base, o aluno deverá posicionar-se em pé e abrindo os braços numa área bastante aberta e ensolarada. Ele encontrará a direção oeste:
Alternativas
Q662185 Geografia
Lana Cavalcanti é uma autora brasileira dedicada à formação de educadores em Geografia. Ela costuma afirmar que, nas séries iniciais do ensino fundamental, é importante desenvolver no aluno habilidades que o torne capaz de fazer sua própria “leitura da espacialidade do real” (CAVALCANTI, 2013: 146). O processo de construção dessa habilidade deve levar em conta que:
Alternativas
Q662184 História

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Joaqu%C3%ADn_Torres_Garc%C3%ADa_- _América_Invertida.jpg

Em uma aula para o 5º ano, o professor apresenta a obra do artista uruguaio Joaquín Torres García (1874-1949), produzida em 1941, e sua explicação: “a ponta da América, desde agora, prolongando-se, assinala insistentemente o Sul, nosso norte” (Joaquín Torres García. Universalismo construtivo).

Após a aula, os alunos devem perceber a crítica que o artista faz:

Alternativas
Respostas
921: B
922: D
923: A
924: C
925: A
926: D
927: A
928: B
929: C
930: B
931: B
932: C
933: D
934: A
935: C
936: D
937: A
938: D
939: B
940: D