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A abdicação de D. Pedro I gerou um clima de euforia entre políticos brasileiros. Muitos acreditavam que era possível iniciar uma série de mudanças na vida política do país. Era a verdadeira comemoração da independência. Por outro lado, era necessário tomar cuidado para que a ausência de um poder central forte não determinasse uma onda de revoltas. Nas províncias de um modo geral havia um profundo descontentamento em relação ao centralismo político-administrativo do Império, no Rio de Janeiro. Tal descontentamento foi motivo para várias revoltas, algumas de caráter social, pelo abandono a que estavam relegadas as populações das regiões mais distantes dos centros decisórios da nação. Dentre as revoltas, podemos destacar a Sabinada.
Sobre ela podemos afirmar que:
O governo de João Figueiredo na Presidência da República foi o último do regime militar. Este presidente deu continuidade ao projeto iniciado no governo anterior de abertura do regime, designado pelos militares como sendo de maneira “lenta, gradual e segura”.
No que se refere a esse governo, pode se afirmar que:
As bandeiras marcaram o período colonial do Brasil desde o século XVI. Movimentou-se da capitania de São Vicente rumo ao interior desconhecido pelos portugueses.
Além da prospecção de metais preciosos, as bandeiras tinham como objetivo:
Em 1968 foi instituído o Ato Institucional Número Cinco (AI-5), o mais rigoroso decreto presidencial da ditadura brasileira. Entre seus principais efeitos estavam:
I. A possibilidade de o poder executivo suspender as atividades do poder legislativo em todo o país;
II. Presunção de legitimidade dos atos emitidos pelo presidente, independente de qualquer tipo de revisão judicial;
III. Legislação por meio de decretos-lei editados pelo executivo e intervenção federal arbitrária em nível estadual e municipal.
Das afirmações acima,
Do ponto de vista político, observamos que o processo de independência brasileiro não se desenvolveu por um amplo consenso da população. A natureza elitista da nossa emancipação política ainda foi ponto de partida para que diversas outras crises acontecessem no Primeiro Reinado. Além disso, vemos que a consolidação da independência custou a realização de gastos que já colocavam nossa combalida economia em situação ainda mais delicada.
Sobre esse processo, podemos afirmar que
Do ponto de vista econômico, podemos dividir a história do Brasil em ciclos, de acordo com a atividade econômica, principalmente, de determinados períodos. Vale ressaltar que o nome do ciclo está relacionado à atividade ou produto e isso não significa que em determinados ciclos não houvesse outros tipos de atividades.
Qual desses produtos ou atividades promoveu a mudança econômica do Nordeste para o Centro-Sul no século XVIII?
O Almirante negro
Em 1910, uma revolta eclodiu.
Contra o flagelo das chibatas
Nas belonaves e nas fragatas
Pelos oficiais da Marinha do Brasil
Insurgiram-se os marinheiros
Liderados pelo negro João Candido
Bravo gaúcho de função timoneiro
Quando exaltaram-se os ânimos.
No encouraçado Minas Gerais
O marinheiro Marcelino Menezes
Foi condenado pelos seus oficiais
A receber chibatadas 250 vezes
Diante dos marinheiros demais
(...)
...........................................................
O "ALMIRANTE NEGRO" (homenagem a João Cândido); O "ALMIRANTE NEGRO" Autor: Jorge Linhaça
Partindo da leitura do trecho do poema “O
Almirante Negro”, destaca-se uma revolta
ocorrida no Brasil, denominada revolta
Durante os séculos XVI e XVII, a economia brasileira, praticamente sustentou-se na produção do açúcar, sendo o Brasil principal produtor mundial.
Sobre a sociedade açucareira, podemos afirmar:
I. A atividade açucareira criou um tipo de sociedade que concentrou a autoridade nas mãos dos senhores de engenho. Este grupo formava uma aristocracia, mas não uma nobreza hereditária, como a existente em Portugal.
II. Uma sociedade rígida e patriarcal era forjada tendo como base a produção de açúcar. A massa de escravos à disposição do senhor de engenho era um indicador de seu poder, marcado também pelos seus domínios territoriais.
III. Havia também uma camada intermediária de pessoas que serviam aos interesses dos senhores, como: trabalhadores assalariados (feitores, mestres de açúcar, purgadores etc.); agregados (moradores do engenho que prestavam serviços em troca de proteção e auxílio); padres; alguns funcionários do rei; alguns raros profissionais liberais (médicos, advogados, engenheiros).
Dessas afirmações,
A partir da década de 1930, vislumbrou-se no mundo, especialmente, na Europa,um novo cenário político no qual a relação dos cidadãos e as instituições de controle político sofreram uma sensível mudança. As populações camponesas deixaram de representar a maioria dos cidadãos,os processos de industrialização e urbanização foram de fundamental importância.Essa possibilidade de articulação e mobilização da população pode ser observada na ascensão dos sindicatos, greves e partidos de oposição que se mobilizaram frente ao governo. No entanto, aqui no Brasil, o Governo de Getúlio Vargas foi de fundamental importância para que essa mobilização se desarticulasse por meio de dois elementos fundamentais: a propaganda e o controle.
Sobre as leis trabalhistas do Governo Vargas, podemos caracterizar.
I. Ao assumir o poder, em 26 de novembro de 1930, cria o Ministério do Trabalho Indústria e Comércio e em março de 1931, é promulgada a primeira lei sindical brasileira. Seu objetivo era tornar as organizações sindicais de empresários e de trabalhadores órgãos de colaboração do Estado. As regulamentações buscavam disciplinar, reconhecer e, ao mesmo tempo, controlar as reivindicações trabalhistas.
II. Em 1933, Vargas aprova a concessão de férias anuais aos trabalhadores de comércio e bancos, estendida, mais tarde, a outras categorias. Inicia-se a montagem da previdência social e proíbe-se o trabalho para crianças menores de doze anos.
III. Em 1935, nova lei garantia a estabilidade no emprego, estipulando indenização aos assalariados demitidos sem justa causa.
Dessas afirmações,
Em julho de 2011, faleceu o ex-presidente Itamar Franco, que assumiu o comando da nação brasileira com uma herança de problemas sociais e econômico. Sobre o governo do presidente Itamar Franco, considere as seguintes afirmações:
I. Realizou um plebiscito previsto pela Constituição de 1988. Na votação, a população iria decidir que forma de governo deveria ser adotada no país. Ao fim da contagem, a República presidencialista acabou sendo preservada com mais da metade dos votos válidos.
II. No final de 1993, uma nova equipe econômica foi formada sob a liderança de Fernando Henrique Cardoso, sociólogo que então assumia o Ministério da Fazenda. No dia 28 de fevereiro de 1994, o governo anunciou o Plano Real.
III. Com o impeachment de Collor, assume o mandato entre 1993 e 1994. Em um momento especialmente delicado para a vida política do País, conseguiu conduzir os ânimos no plano político. Alcançou índices tão altos de popularidade e aprovação, que seu apoio foi imprescindível para a eleição de seu Ministro e sucessor, Fernando Henrique Cardoso, nas eleições presidenciais de 1994.
Dessas afirmações,
O bichinho afirmou que o amigo usou “poesia” porque
TEXTO 8
Explicação da eternidade
devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo, o amor
transforma-se em tempo, a dor transforma-se
em tempo.
os assuntos que julgamos mais profundos,
mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis,
transformam-se devagar em tempo.
por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.
foste eterna até ao fim.
José Luís Peixoto. In: A Casa, a Escuridão. Editora: Livros Quetzal, 2002.
TEXTO 8
Explicação da eternidade
devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo, o amor
transforma-se em tempo, a dor transforma-se
em tempo.
os assuntos que julgamos mais profundos,
mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis,
transformam-se devagar em tempo.
por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.
foste eterna até ao fim.
José Luís Peixoto. In: A Casa, a Escuridão. Editora: Livros Quetzal, 2002.
TEXTO 8
Explicação da eternidade
devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo, o amor
transforma-se em tempo, a dor transforma-se
em tempo.
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mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis,
transformam-se devagar em tempo.
por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.
foste eterna até ao fim.
José Luís Peixoto. In: A Casa, a Escuridão. Editora: Livros Quetzal, 2002.
TEXTO 8
Explicação da eternidade
devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo, o amor
transforma-se em tempo, a dor transforma-se
em tempo.
os assuntos que julgamos mais profundos,
mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis,
transformam-se devagar em tempo.
por si só, o tempo não é nada.
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a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
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os instantes do teu corpo de luz eram eternos.
foste eterna até ao fim.
José Luís Peixoto. In: A Casa, a Escuridão. Editora: Livros Quetzal, 2002.
