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Q3661805 Sociologia
Considerando o texto de Anthony Giddens, da questão anterior, identifique a alternativa abaixo que traz a relação CORRETA entre a Revolução Industrial e o surgimento da Sociologia como ciência:
Alternativas
Q3661804 Sociologia
“O surgimento da indústria conduziu a uma migração em grande escala de camponeses, que deixaram as suas terras e se transformaram em trabalhadores industriais em fábricas, o que causou uma rápida expansão das áreas urbanas e introduziu novas formas de relacionamento social. A Revolução Industrial mudou de forma dramática a face do mundo social, incluindo muitos dos nossos hábitos pessoais. A maior parte da comida que ingerimos e das bebidas que tomamos - o café, por exemplo - são hoje em dia produzidos através de meios industriais.”

(GIDDENS, Anthony. Sociologia. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2012, Cap.1, p.7.)

De acordo com o texto de Anthony Giddens, sobre o impacto da Revolução Industrial, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3661803 Sociologia
“A maior parte de nós vê o mundo em termos das características das nossas próprias vidas, com as quais estamos familiarizados. A Sociologia mostra que é necessário adotar uma perspectiva mais abrangente do modo como somos e das razões pelas quais agimos. Ensina-nos que o que consideramos natural, inevitável, bom ou verdadeiro pode não o ser, e que o que tomamos como dado nas nossas vidas é fortemente influenciado por forças históricas e sociais”.

(GIDDENS, Anthony. Sociologia. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2012, Cap.1, p.2.)

Pode-se inferir do texto que a mensagem principal acerca da visão do mundo e da Sociologia consiste em que:
Alternativas
Q3661802 Filosofia
“Wittgenstein explica, porém, que na linguagem se revela aquilo que ele denomina ‘o elemento místico’, a saber, o fato de haver um mundo ou ainda, as condições que fazem com que possa haver um mundo. A linguagem descreve o mundo, exprime o ‘como’ do mundo; mas, através da linguagem, manifesta-se aquilo que faz o mundo como mundo, aquilo que coloca o mundo”.
(Ladrière, J. A articulação do sentido. São Paulo: Edusp, 1977, p. 69)

“A expressão ‘jogo de linguagem’ deve salientar aqui que falar uma língua é parte de uma atividade ou de uma forma de vida”.
(Wittgenstein, L. Investigações filosóficas. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 27)

Avalie as seguintes afirmações:

I. Wittgenstein compreende a linguagem como caixa de ferramentas.
II. Wittgenstein relaciona linguagem e mundo a partir do preenchimento de sentidos, a partir da falta de sentidos.
III. O significado de uma linguagem é dado pelo seu uso, enquanto jogo.
IV. Aprendemos os nomes das coisas, mas não tem relação com o modo de usos.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas. 
Alternativas
Q3661801 Filosofia
“Devemos tentar determinar mais exatamente a questão. Desta maneira, levaremos o diálogo para direção segura. Procedendo assim, o diálogo é conduzido a um caminho. Digo: a um caminho. Assim, concedemos que este não é o único caminho. Deve ficar mesmo em aberto se o caminho para o qual desejaria chamar a atenção, no que segue, é na verdade um caminho que nos permite levantar a questão e respondê-la”.

(Heidegger, M.Conferências e escritos filosóficos. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 211).



“Nas últimas décadas, assistiu-se a uma multiplicidade de produções técnic s e bibliográficas sobre/em Ensino de Filosofia. Produções estas que direta ou indiretamente incidem sobre a questão da formação de professores. Embora reconheça a singularidade da experiência filosófica representada (e vivenciada) por cada pesquisador/a da área, assim como a riqueza teórica advinda dos divergentes fundamentos epistemológicos que embasam cada pesquisa. (...) Entende-se que ao dar voz àqueles e àquelas que pensam filosoficamente sobre o ensino e a aprendizagem de/em Filosofia, as linhas que se seguem compreendem, igualmente, um ato político”.

(Velasco, P. O que pensamos nós, formadores/as de professores/as, sobre formação docente em filosofia?Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação, 2(34), 2020, p. 12. https://doi.org/10.26512/resafe.v2i34.35127

O papel do diálogo na formação em filosofia, do ponto de vista do processo de ensino e aprendizagem, encontra na comunidade filosófica um lugar privilegiado.
Alternativas
Q3661800 Filosofia
Para Gianni Vattimo, a filosofia contemporânea e suas diversas correntes caracteriza-se como uma arena de discussões, na qual a hermenêutica tem o papel de koinè, ou seja, de um modo comum de pensar, enquanto processo de leitura de textos e discussão de questões. Ao mesmo tempo, Hans-Georg Gadamer, na esteira de Martin Heidegger, pensa a hermenêutica de modo ontológico, ou seja, como um modo de se comportar. Em tempo, Paul Ricoeur também entende a hermenêutica do texto como um horizonte central no qual as narrativas ainda são possíveis. Tendo em vista esses modos de pensar a hermenêutica, qual a importância da mesma para a filosofia contemporânea?
Alternativas
Q3661799 Filosofia
“Diz Schopenhauer que há homens que se tornam filósofos por causa do mundo. Há outros que se tornam filósofos por causa de livros. Fichte é um destes casos: virou filósofo porque leu a Crítica da Razão Pura”.
(Domingues, I. O continente e a ilha. São Paulo: Loyola, 2009, p. 91).

“É bem sabido que Kant, em citadíssima passagem, afirma que não se pode ensinar filosofia, mas apenas ensinar a filosofar. O filósofo de Königsberg quer dizer outra coisa que geralmente lhe atribui; assim, por exemplo, ele jamais entenderia por filosofia ‘história da filosofia’. A oposição que lhe interessa é entre uma ciência constituída como um conjunto de verdades e uma atividade da razão”.
(Porta, M. A filosofia a partir de seus problemas. São Paulo: Loyola, 2002, p. 21).

Avalie as seguintes afirmações:

I. Aprender filosofia significa decorar as ideias principais da história da filosofia e repeti-las de acordo com as necessidades.

II. A tensão entre ensinar filosofia e ensinar a filosofar está relacionada ao método a ser utilizado na formação dos filósofos profissionais.

III. Filosofar é uma atividade da razão. E não se caracteriza por fazer somente repetições de ideias do passado, mas articulá-las com as questões do presente.

IV. Não há uma única forma consagrada de filosofar. Basta observarmos a história da filosofia ocidental, com sua pluralidade de modos de pensar filosoficamente.


Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas. 
Alternativas
Q3661798 Filosofia
“Três questões podem ser formuladas sobre a existência de Deus: 1. A existência de Deus é uma verdade evidente? 2. A existência de Deus pode ser demonstrada? 3. Deus existe?”.
(Aquino, Santo Tomás. Suma Teológica, I, questão 2, art.1).
A questão da existência de Deus é central na filosofia cristã, no tocante às provas da existência de Deus pela razão.
Alternativas
Q3661797 Filosofia
David Hume (1711-1776) é um dos principais autores da tradição empirista. A publicação do Tratado sobre a natureza humana, em 1739, traz os traços fundamentais de sua filosofia, levando o empirismo às últimas consequências. Como se caracteriza o empirismo de Hume?
Alternativas
Q3661796 Filosofia
“O primeiro que, tendo cercado um terreno, ousou dizer isto é meu e encontrou pessoas suficientemente simplórias para lhe dar crédito foi o verdadeiro fundador da sociedade civil”.
(Rousseau. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade humana. São Paulo: Martins Fontes, parte II).
“O texto do Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade, publicado em 1755, é uma resposta à questão formulada em 1753 pela Academia de Dijon, ‘qual a origem da desigualdade entre os homens; ela é resultado da lei natural?’ Tais concursos eram comuns no século XVIII, sobretudo na França e na Alemanha, e, embora o texto de Rousseau não tenha obtido o primeiro lugar, tornou-se um clássico do pensamento político”.

(Marcondes, D. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 1999, p. 95)

Avalie as seguintes afirmações:
I. Rousseau analisa as origens do mal na sociedade por uma crítica da organização social.
II. A natureza humana originalmente é má, e se caracteriza pela falta de liberdade e instinto de sobrevivência.
III. O ‘bom selvagem’ é o instrumento de Rousseau para criticar o homem civilizado.
IV. O instinto de sobrevivência e o sentimento de piedade são próprios da corrupção da natureza humana.


Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas. 
Alternativas
Q3661795 Filosofia
“Há alguns anos, em relato sobre o julgamento de Eichmann em Jerusalém, mencionei a “banalidade do mal”. Não quis, com a expressão, referir-me a teoria ou doutrina de qualquer espécie, mas antes a algo bastante factual, o fenômeno dos atos maus, cometidos em proporções gigantescas – atos cuja raiz não iremos encontrar em uma especial maldade, patologia ou convicção ideológica do agente; sua personalidade destacava-se unicamente por uma extraordinária superficialidade.
(Arendt, H. A dignidade da política: ensaios e conferências. Rio de Janeiro: RelumeDumará, 1993, p. 145)

Para Hannah Arendt, a banalidade do mal é uma noção fundamental no horizonte contemporâneo da filosofia política.
Alternativas
Q3661794 Filosofia
“O que aprendemos sobre a velocidade e possível irreversibilidade das mudanças climáticas iminentes instaura uma nova situação. O “Homem”, nos damos conta, não foi apenas abusivo, mas também bancou o aprendiz de feiticeiro e pode muito bem provocar a reação assombrosa de algo que não pode mais ser pensado como uma “vítima”, algo que dá um novo sentido ao poderoso ser que Lovelock e Margulis chamaram de Gaia”.
(Stengers, I. “Accepting the reality of Gaia: a fundamental shift?” In: Hamilton, C.; Gemenne, F.; Bonneuil, C. (orgs.). The Anthropocene and the Global Environmental Crisis: Rethinking modernity in a new epoch. 2015, p. 135.

“Considerando muitos outros impactos importantes e ainda crescentes das atividades humanas na Terra e na atmosfera, e em todas as escalas, incluindo a global, parece-nos mais do que apropriado enfatizar o papel central da humanidade na geologia e ecologia, propondo o uso do termo “antropoceno” para a época geológica atual. Os impactos das atividades humanas atuais continuarão por longos períodos”.

(RUTZEN, P.; STOERMER, E. “The ‘Anthropocene’”. Global Change Newsletter, n. 41, p. 17-18, mai. 2000. Disponível em: <http://www.igbp.net/download/18.316f18321323470177580001401/1376383088452/NL41.pdf>. Acesso em: 30 mar. 2021.)


Avalie as seguintes afirmações:

I. A questão ambiental, na perspectiva da filosofia, não figura entre os principais problemas da atualidade. E a filosofia também se interessa parcialmente pela questão, buscando tratá-la tanto do ponto de vista epistemológico quanto ético-político, ainda que não consiga lidar com a mesma metafisicamente. É o que vemos em torno da reflexão sobre a noção de antropoceno.

II. Mesmo tendo sua origem na geologia, o termo antropoceno foi ressignificado pelas ciências humanas, a partir da necessidade de explicar e atuar no meio ambiente, denunciando os grandes problemas e os negacionismos climáticos.

III. Uma das principais características do momento do antropoceno é a reversibilidade da ação humana no ambiente. Basta a observação das diversas iniciativas que buscam mitigar os impactos do problema ambiental.

IV. A filosofia ambiental também está comprometida a pensar as ondas de negacionismos que permeiam a sociedade atual; mas não abre mão de ressignificar os próprios conceitos históricos-ontológicos que possam contribuir para a reflexão.


Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas. 
Alternativas
Q3661793 Filosofia
Thomas Kuhn é conhecido por sua filosofia da ciência que considera a estrutura das revoluções científicas, com grande destaque para o conceito de paradigma. Assim, o que significa paradigma para o autor?
Alternativas
Q3661792 Filosofia
“A virtude é, pois, uma disposição de caráter relacionada com a escolha e consistente numa mediania, isto é, a mediania relativa a nós, a qual é determinada por um princípio racional próprio do homem dotado de sabedoria prática. E é um meio-termo entre dois vícios, um por excesso e outro por falta; pois que, enquanto os vícios ou vão muito longe ou ficam aquém do que é conveniente no tocante às ações e paixões, a virtude encontra e escolhe o meio-termo. E assim, no que toca à sua substância e à definição que lhe estabelece a essência, a virtude é uma mediania; com referência ao sumo bem e ao mais justo, é, porém, um extremo.
(Aristóteles. Ética a Nicômaco. São Paulo, Abril, 1989, 1107ª).

Aristóteles contribui com a reflexão ética a partir da consideração da virtude como um elemento próprio da vida prática.
Assim, a partir da passagem acima, o que poderíamos afirmar sobre a virtude?
Alternativas
Q3661791 Filosofia
“Precisamos, no entanto, distinguir entre Estética e Filosofia da Arte. A rigor, o domínio dos fenômenos estéticos não está circunscrito à Arte, embora encontre nesta a sua manifestação mais adequada. Sob esse prisma, o domínio do estético abrange o da arte, não só por ser muito mais dilatado, como também porque é nele que devemos ir buscar os critérios gerais que permitem distinguir, nas manifestações artísticas, as autênticas das inautênticas, as valiosas das desvaliosas, as esteticamente boas das esteticamente más”.

Nunes, Benedito. Introdução à filosofia da arte. São Paulo: Ática, 1989, p. 15).

“Assis Brasil faz uma distinção que vale a pena enfatizar. O fato de Alexander Baumgarten (1714-1762) ser considerado o criador da Estética como disciplina científica, pois cunhou a palavra com base nos termos gregos aisthetikós (‘que possui a faculdade de sentir’) e aisthésis (‘sensação’), evidentemente não invalida a reflexão estética feita ao longo dos séculos anteriores nem a que se fazia no seu tempo (...), com suas reflexões sobre a origem da ideia de beleza”.
(Perissé, Gabriel. Estética & Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2009, p. 10-11).

Avalie as seguintes afirmações:

I - Estética e filosofia da arte são a mesma coisa.
II - Enquanto a estética lida especificamente com o caráter formal da arte, a filosofia da arte dedica-se a pensar a arte de modo ampliado, considerando outras experiências que vão além da estética.
III - A beleza é um tema comum à estética e à filosofia da arte. Ou seja, é um momento comum às duas áreas.
IV - A filosofia da arte pode ser também uma crítica da estética.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
Alternativas
Q3661790 Filosofia
“Mediante essa experiência se põem uma pura consciência-de-si e uma consciência que não é puramente para si, mas para um outro.(...) São essenciais ambos os momentos; porém, como de início são desiguais e opostos, e ainda não resultou sua reflexão na unidade, assim os dois momentos soam como duas figuras opostas da consciência: uma, a consciência independente, para a qual o ser-para-si é a essência; outra, a consciência dependente, para a qual a essência é a vida, ou o ser para um Outro. Uma é o senhor, outra é o escravo”.
(Hegel. Fenomenologia do Espírito,§ 189)

Hegel compreende a dialética do senhor e escravo como o modelo pelo qual a consciência se manifesta na história,
Alternativas
Q3661789 Filosofia
“A ciência não é um sistema de enunciados certos ou bem estabelecidos, nem um sistema que avança constantemente em direção a um estado final. Nossa ciência não é conhecimento (episteme)”.
Popper, K. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1965, p. 278.

Como Karl Popper entende a ciência?
Alternativas
Q3661788 Filosofia
“Fotografias são onipresentes: coladas em álbuns, reproduzidas em jornais, expostas em vitrines, paredes de escritórios, afixadas contra muros sob forma de cartazes, impressas em livros, latas de conservas, camisetas. O que significam tais fotografias?”
(Flusser, V.Filosofia da Caixa Preta. São Paulo: Annablume, 2011, p. 51).

“Com a fotografia, o valor de culto começa a recuar, em todas as frentes, diante do valor de exposição. Mas o valor de culto não se entrega sem oferecer resistência. Sua última trincheira é o rosto humano. Não é por acaso que o retrato era o principal tema das primeiras fotografias”.
(Benjamin, W. A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica. In Benjamin, W. Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1994, p. 174)

Avalie as seguintes afirmações:

I. Ao tratar da noção de aura como um elemento também próprio da fotografia, Benjamin vê com otimismo essa nova forma de obra de arte, pois ainda está munida de aura.

II. Benjamin pensa o valor de  culto e o valor de exposição das imagens técnicas. Flusser, em sua perspectiva, considera a fotografia como produções automáticas, mediada por aparelhos codificadores.

III. Flusser analisa positivamente a mediação técnica da fotografia, ao contrário de Benjamin, que considera tal mediação decadente.

IV. Vilém Flusser, ao pensar a fotografia como imagem produzida e distribuída por aparelho, evidencia a influência do pensamento de Walter Benjamin, ao considerar a imagem fotográfica como a primeira imagem técnica.


Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
Alternativas
Q3661787 Filosofia
“Esclarecimento é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outros indivíduos”. (Kant, Resposta à pergunta: que é “Esclarecimento”?. In Kant, I. Textos seletos. Petrópolis: Vozes, 2010, p. 63.)
Para Kant, a relação entre a menoridade e a maioridade da razão, no contexto do Esclarecimento,
Alternativas
Q3661786 Filosofia
“Ao chegar à cidade mais próxima, encontrou Zaratustra grande quantidade de povo reunido na praça do mercado; pois lhe fora prometido que iriam ver um funâmbulo. E Zaratustra assim falou ao povo: ‘Eu vos ensino o super-homem. O homem é algo que deve ser superado. Que fizestes para superá-lo?’”
(Nietzsche, Assim falou Zaratustra, 3).

Tendo em vista a passagem acima, que afirma Nietzsche sobre o super-homem?
Alternativas
Respostas
761: E
762: C
763: B
764: B
765: A
766: C
767: E
768: B
769: B
770: D
771: A
772: E
773: E
774: B
775: C
776: B
777: B
778: E
779: D
780: C