Foram encontradas 2.232 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3688337 Banco de Dados
Assinale a alternativa INCORRETA sobre a utilização das operações definidas na linguagem SQL (Structured Query Language) nas consultas a seguir. Considere que as consultas “c1” e “c2” sejam comparáveis, representando, por exemplo, consultas que selecionam dados nas mesmas colunas das mesmas tabelas.
Alternativas
Q3688335 Banco de Dados
Um modelo de dados em uma base de dados define uma coleção de ferramentas conceituais para descrição, relacionamentos e semântica dos dados, além de restrições de consistência. Com relação aos modelos de dados, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3688333 Redes de Computadores
As características de transmissão de uma fibra óptica podem ser descritas, essencialmente, pelas suas propriedades quanto à atenuação e dispersão dos sinais. Considerando as causas mais importantes de interferências em sistemas ópticos, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3688332 Redes de Computadores
Os projetos de redes de computadores têm adotado, em larga escala, cabeamento de par trançado. Dentre as principais razões para essa ampla adoção, temos custo e facilidade de implantação e de manutenção. Considerando as diferentes definições relativas aos cabos de par trançado, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3688331 Redes de Computadores
Considerando as classes de endereçamento IPv4, assinale a alternativa que representa a classe correta do endereço IPv4 15.12.2.7.
Alternativas
Q3688330 Redes de Computadores
Considerando o endereço IPv4 223.1.3.171 e a máscara de rede 255.255.255.0, assinale a alternativa que representa corretamente a sub-rede IP a qual este IPv4 pertence e o respectivo endereço broadcast
Alternativas
Q3688329 Segurança da Informação
Um fator essencial para o gerenciamento de usuários em ambientes institucionais está relacionado ao nível de segurança das senhas adotadas por eles. Considerando o uso do Linux-PAM no OpenSuSE 15.3 para exigir senhas com: no mínimo 8 caracteres de tamanho, no mínimo uma letra minúscula, no mínimo uma letra maiúscula e no mínimo um número, assinale a alternativa que apresenta os corretos parâmetros de configuração.
Alternativas
Q3688325 Sistemas Operacionais
O NFS (Network File System) permite o compartilhamento de pastas e arquivos em uma rede de computadores. Considerando exemplos de comandos realizados nas etapas dos processos de instalação e de configuração de servidores e clientes NFS no Ubuntu 22.04, assinale a altenativa INCORRETA.
Alternativas
Q3688310 Português
        A palavra “sertão” é curiosa. A sonoridade sugere o verbo “ser” numa dimensão empolada. Ser tão, existir tanto. Os portugueses levaram a palavra para África e tentaram nomear assim a paisagem da savana. Não resultou. A palavra não ganhou raiz. Apenas nos escritos coloniais antigos se pode encontrar o termo “sertão”. Quase ninguém hoje, em Moçambique e Angola, reconhece o seu significado.

        João Guimarães Rosa criou este lugar fantástico, e fez dele uma espécie de lugar de todos os lugares. O sertão e as veredas de que ele fala não são da ordem da geografia. O sertão é um mundo construído na linguagem. “O sertão”, diz ele, “está dentro de nós”. Guimarães Rosa não escreve sobre o sertão. Ele escreve como se ele fosse o sertão.

        Em Moçambique nós vivíamos e vivemos ainda o momento épico de criar um espaço que seja nosso, não por tomada de posse, mas porque nele podemos encenar a ficção de nós mesmos, enquanto criaturas portadoras de História e fazedoras de futuro. Era isso a independência nacional, era isso a utopia de um mundo sonhado.

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 11 set. 2023. [Fragmento]
Conforme o texto, a expressão “A palavra não ganhou raiz” indica que a palavra
Alternativas
Q3688309 Português
        A palavra “sertão” é curiosa. A sonoridade sugere o verbo “ser” numa dimensão empolada. Ser tão, existir tanto. Os portugueses levaram a palavra para África e tentaram nomear assim a paisagem da savana. Não resultou. A palavra não ganhou raiz. Apenas nos escritos coloniais antigos se pode encontrar o termo “sertão”. Quase ninguém hoje, em Moçambique e Angola, reconhece o seu significado.

        João Guimarães Rosa criou este lugar fantástico, e fez dele uma espécie de lugar de todos os lugares. O sertão e as veredas de que ele fala não são da ordem da geografia. O sertão é um mundo construído na linguagem. “O sertão”, diz ele, “está dentro de nós”. Guimarães Rosa não escreve sobre o sertão. Ele escreve como se ele fosse o sertão.

        Em Moçambique nós vivíamos e vivemos ainda o momento épico de criar um espaço que seja nosso, não por tomada de posse, mas porque nele podemos encenar a ficção de nós mesmos, enquanto criaturas portadoras de História e fazedoras de futuro. Era isso a independência nacional, era isso a utopia de um mundo sonhado.

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 11 set. 2023. [Fragmento]
No texto, o termo “sertão” só NÃO foi referenciado por
Alternativas
Q3688161 Segurança e Saúde no Trabalho
Conforme Seripierri (2005), considera-se que os equipamentos de proteção individual (EPI)
Alternativas
Q3688135 Noções de Informática
As unidades de entrada e/ou saída, I/O, são responsáveis pela comunicação do computador com seu ambiente externo e permitem que dados e programas sejam fornecidos ao computador como também que informações processadas ou armazenadas em um computador sejam disponibilizadas. Considerando as unidades e dispositivos de entrada/saída, analise as afirmativas a seguir e assinale a INCORRETA. 
Alternativas
Q3688127 Português
        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado] 
No trecho “Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação?”, os questionamentos têm por função
Alternativas
Q3688126 Português
        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado] 
Assinale a alternativa que NÃO se constitui argumento para a defesa da tese apresentada no texto.
Alternativas
Q3688125 Português
        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado] 
Nesse fragmento textual, o autor defende a ideia de que os planos feitos para o Brasil 
Alternativas
Q3684533 Medicina
Todas as células corporais precisam de nutrientes para se manterem, regenerarem ou serem substituídas. O sistema responsável por levar o aporte necessário de nutrientes a todo o corpo é o circulatório, cujo principal órgão que impulsiona o sangue bombeando-o as mais distantes e profundas regiões corporais é o coração. Considerando a dinâmica de funcionamento do coração, é correto afirmar que
Alternativas
Q3684532 Medicina
Com o objetivo de se conseguir uma melhor hematose, o ar que chega aos pulmões deve estar aquecido e úmido. Enquanto a umidade do ar é conseguida pelas gotículas de água dispersas no ambiente, sendo o ideal acima de 60%, a temperatura ideal para hematose comumente é alcançada quando o ar inspirado entra em contato com as paredes da cavidade nasal. Considerando a necessidade de se ter o ideal aquecimento do ar inspirado, algumas alternativas morfofuncionais foram utilizadas pelo corpo humano. Uma delas é o(a)
Alternativas
Q3684513 Português
        ______________ a internet tenha possibilitado que as pessoas seguissem suas atividades e interagissem umas com as outras, essa imersão profunda no mundo digital gerou consequências irreversíveis para a sociedade. Estar o tempo todo conectado com o mundo digital provocou um cansaço excessivo e, com isso, uma série de distúrbios de saúde, como sedentarismo, miopia, transtorno de desvio de atenção, depressão, dismorfia corporal e ansiedade.
        ______________, esse contato constante com as redes sociais promove cada vez mais a “sociedade do igual” que tenta se homogeneizar, seja pela comparação nas mídias, seja pela tentativa (bem sucedida) capitalista de vender sempre os mesmos produtos.
Disponível em: https://jornalistaslivres.org/. Acesso em 03 set. 2023. [Fragmento adaptado]
Conforme a leitura do texto, os operadores discursivos que completarão corretamente os tracejados apresentam, respectivamente, sentido
Alternativas
Q3684512 Português

Leia o texto seguinte e responda à questão.


        A palavra “sertão” é curiosa. A sonoridade sugere o verbo “ser” numa dimensão empolada. Ser tão, existir tanto. Os portugueses levaram a palavra para África e tentaram nomear assim a paisagem da savana. Não resultou. A palavra não ganhou raiz. Apenas nos escritos coloniais antigos se pode encontrar o termo “sertão”. Quase ninguém hoje, em Moçambique e Angola, reconhece o seu significado.


        João Guimarães Rosa criou este lugar fantástico, e fez dele uma espécie de lugar de todos os lugares. O sertão e as veredas de que ele fala não são da ordem da geografia. O sertão é um mundo construído na linguagem. “O sertão”, diz ele, “está dentro de nós”. Guimarães Rosa não escreve sobre o sertão. Ele escreve como se ele fosse o sertão.


        Em Moçambique nós vivíamos e vivemos ainda o momento épico de criar um espaço que seja nosso, não por tomada de posse, mas porque nele podemos encenar a ficção de nós mesmos, enquanto criaturas portadoras de História e fazedoras de futuro. Era isso a independência nacional, era isso a utopia de um mundo sonhado.


Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 11 set. 2023. [Fragmento]

O fragmento de texto evidencia uso de linguagem
Alternativas
Q3684508 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão. 


        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.


        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]


        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.


        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]


        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. (...)


Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado]

No trecho “Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação?”, os questionamentos têm por função 
Alternativas
Respostas
621: C
622: A
623: D
624: D
625: A
626: D
627: B
628: C
629: C
630: B
631: C
632: A
633: C
634: B
635: A
636: C
637: D
638: D
639: A
640: B