Questões de Concurso Para idesg

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Q3445236 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo

    Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais 300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate 80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.

    Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.

    Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.

    Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos, as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude que é importante.

    Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada, em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.

    White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico. Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável. Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?

    Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.

    Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Associe os elementos mencionados no texto às sensações ou conceitos que eles representam para a autora:

(1) WhatsApp
(2) Exercícios físicos
(3) Trânsito
(4) Chocolate 80% cacau

(a) Metáfora para pequenos prazeres e indulgências pessoais.
(b) Símbolo de estresse e frustração diária.
(c) Representação de conexão constante e, por vezes, invasiva.
(d) Tentativa de manter a saúde física e mental em meio à rotina exaustiva.

Qual alternativa apresenta a correta associação entre as colunas acima?
Alternativas
Q3445235 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo

    Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais 300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate 80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.

    Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.

    Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.

    Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos, as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude que é importante.

    Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada, em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.

    White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico. Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável. Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?

    Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.

    Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Qual alternativa apresenta uma correta reescrita das orações a seguir, mantendo o mesmo sentido, mas utilizando uma conjunção?

"Acordo cansada. Me deito cansada":
Alternativas
Q3445234 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo

    Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais 300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate 80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.

    Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.

    Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.

    Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos, as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude que é importante.

    Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada, em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.

    White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico. Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável. Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?

    Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.

    Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Considerando o texto, como a autora parece perceber a onipresença da tecnologia em sua vida? 
Alternativas
Q3445233 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo

    Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais 300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate 80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.

    Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.

    Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.

    Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos, as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude que é importante.

    Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada, em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.

    White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico. Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável. Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?

    Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.

    Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Analise as assertivas a seguir, com base nas ideias do texto:

I. A autora valoriza o contato frequente e direto com diversas esferas de seu círculo social por meio do WhatsApp.
II. A rotina descrita pela autora inclui momentos de atividade física e escolhas alimentares conscientes.
III. A experiência de dirigir no trânsito é descrita como relaxante e prazerosa, graças à escolha de músicas adequadas.
IV. A autora reflete sobre seus privilégios em comparação com as dificuldades enfrentadas por outras pessoas.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3445232 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo

    Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais 300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate 80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.

    Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.

    Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.

    Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos, as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude que é importante.

    Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada, em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.

    White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico. Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável. Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?

    Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.

    Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
No texto de Martha Medeiros, a autora descreve uma rotina intensa marcada pela constante presença do WhatsApp. Qual é o principal sentimento expresso pela autora em relação à tecnologia e à conexão constante proporcionada pelo aplicativo?
Alternativas
Q3413140 Segurança e Saúde no Trabalho
O equipamento de segurança que o Coveiro deverá utilizar para prevenir-se da humidade e de perfurações é:
Alternativas
Q3413139 Conhecimentos de Serviços Gerais
Julgue se as afirmações abaixo são verdadeiras e em seguida assinale a alternativa correta:

I. As sepulturas de cemitérios horizontais devem ser construídas e revestidas de modo que dificultem a entrada das águas de chuva ou as provenientes da lavagem externa dos túmulos, bem como o acesso de animais sinantrópicos.
II. Jazigo é uma construção onde corpos são sepultados dentro dela — inclusive existe a possibilidade de sepultar mais de um corpo em um mesmo jazigo. No caso do túmulo, trata-se de uma homenagem para a pessoa que faleceu. Ou seja, é um monumento feito e colocado acima da sepultura onde está o corpo enterrado ou acima do jazigo.
III. O jazigo especial funciona em forma de aluguel, onde você paga pelo espaço por um período determinado. Esse período pode ser de 3 a cinco anos, dependendo do cemitério. Durante esse tempo, o corpo que foi sepultado deve ser exumado para ser armazenado no caixão, e então ser transferido para o ossuário. Com isso, o cemitério pode alugar esse local outra vez. 
Alternativas
Q3413138 Engenharia Civil
Para fazer manualmente a massa de concreto, os materiais devem ser colocados na seguinte ordem, do início para o final:
Alternativas
Q3413137 Conhecimentos de Serviços Gerais

Observe a seguinte ferramenta:


Imagem associada para resolução da questão


Ela é comumente utilizada para:

Alternativas
Q3413136 Medicina Legal
O poder judiciário pode determinar a abertura de uma sepultura e caixão no qual encontra-se um cadáver. O Coveiro deverá executar tal procedimento, que é chamado de:
Alternativas
Q3413135 Conhecimentos de Serviços Gerais
As atividades listadas a seguir indicam algumas das tarefas a serem executadas por um servidor Coveiro, EXCETO: 
Alternativas
Q3413134 Engenharia Civil
O revestimento de uma parede pode ser feito em uma ou mais camadas de argamassa tornando a mesma mais resistente e com uma superfície plana. Nesse sentido, está correta a seguinte afirmação: 
Alternativas
Q3413133 Engenharia Civil
Para abrir valas, é essencial a utilização da seguinte ferramenta: 
Alternativas
Q3413132 Engenharia Civil
Os diferentes tipos de brita estão entre os materiais mais importantes para a construção civil. Inclusive, são a principal matéria-prima para a produção de concreto. Na formação do concreto bruto, um tipo mais resistente utilizado em fundações e pisos de maior espessura, é utilizada a:
Alternativas
Q3413131 Engenharia Ambiental e Sanitária
Cada cor utilizada na coleta seletiva possui um significado específico. Entender o que cada cor representa é fundamental para realizar a separação correta dos resíduos. A cor marrom é reservada para: 
Alternativas
Q3413072 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Sobre os principais tipos de sistemas de irrigação, julgue as afirmações abaixo e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas:

(_) A irrigação por aspersão faz a simulação de uma chuva.
(_) A irrigação por microaspersão faz a rega de forma mais suave, uniforme e econômica.
(_) A irrigação por gotejamento tem perda de água por evaporação reduzida em relação a outras formas de irrigação.

A alternativa que apresenta a sequência correta é:
Alternativas
Q3413071 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise as afirmações a seguir acerca dos riscos da profissão de jardineiro:

I. O jardineiro pode contaminar-se com produtos químicos.
II. O jardineiro pode sofrer ataques de insetos e animais peçonhentos.
III. O jardineiro pode ter que trabalhar em alturas elevadas.

Está correto o que se diz em:
Alternativas
Q3413070 Segurança e Saúde no Trabalho
Dos itens abaixo, o jardineiro deve utilizar para sua proteção durante a sua atividade, EXCETO: 
Alternativas
Q3413069 Conhecimentos de Serviços Gerais
Ao fazer a manutenção de um canteiro, o Jardineiro deve atentar-se para, EXCETO:
Alternativas
Q3413068 Conhecimentos de Serviços Gerais
Observe as imagens das ferramentas abaixo e assinale a que é adequada para realização de podas:
Alternativas
Respostas
2561: B
2562: A
2563: D
2564: B
2565: C
2566: C
2567: A
2568: B
2569: D
2570: C
2571: A
2572: A
2573: C
2574: B
2575: C
2576: B
2577: D
2578: A
2579: D
2580: A