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Para ieses
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Segundo a lei 5.517/68, na prática profissional da medicina veterinária, é da competência privativa do médico veterinário o exercício das seguintes atividades e funções a cargo da União, dos Estados, dos Municípios, dos Territórios Federais, entidades autárquicas, paraestatais e de economia mista e particulares:
I. A prática da clínica em todas as suas modalidades e a direção dos hospitais para animais;
II. A inspeção e a fiscalização sob o ponto-de-vista sanitário, higiênico, tecnológico e administrativo dos matadouros, frigoríficos, fábricas de conservas de carne e de pescado, fábricas de banha e gorduras em que se empregam produtos de origem animal, usinas e fábricas de lacticínios, entrepostos de carne, leite peixe, ovos, mel, cêra e demais derivados da indústria pecuária e, de um modo geral, quando possível e de todos os produtos de origem vegetal e mineral nos locais de produção, manipulação, armazenagem e comercialização;
III. A peritagem sobre animais, identificação, defeitos, vícios, doenças, acidentes, e exames técnicos em questões judiciais e as perícias, os exames e as pesquisas reveladores de fraudes ou operação dolosa nos animais inscritos nas competições desportivas ou nas exposições pecuárias;
IV. A direção técnica sanitária dos estabelecimentos industriais e, sempre que possível, dos comerciais ou de finalidades recreativas, desportivas ou de proteção onde estejam, permanentemente, em exposição, em serviço ou para qualquer outro fim animais ou produtos de sua origem.
A sequência correta é:
Quando se fala ao telefone, somos julgados pela pela dicção, pela forma como tratamos as pessoas e pela nossa capacidade de articular pensamentos. Portanto, quando falarmos ao telefone devemos:
I. Chamar o interlocutor pelo nome.
II. Pedir para a pessoa aguardar na linha quando não se tiver uma resposta para lhe dar, jamais pedindo, se possível, seu número de telefone para que possa retornar-lhe mais tarde.
III. Evitar utilizar termos técnicos durante a conversa, de forma a facilitar a compreensão das informações por parte do interlocutor.
IV. Não use expressões como obrigada, às ordens, desculpe-me ou por favor, pois estes são jargões que devem ser suprimidos do diálogo.
Pode-se afirmar que:
Atenção: Nesta prova, considera-se uso correto da Língua Portuguesa o que está de acordo com a norma padrão escrita.
Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.
COMO A ABSTENÇÃO PODE MUDAR O RESULTADO
DAS ELEIÇÕES NA FRANÇA
Por Julia Braun. 07 maio 2017. Disponível em: http://veja.abril.com.br/mundo/como-a-abstencao-pode-mudar-o-resultado-das-eleicoes-na-franca/ Acesso em 07 mai 2017
Os franceses vão às urnas neste domingo, 7, para decidir sobre o futuro político de sua nação. As estações de voto começaram a receber os quase 47 milhões de eleitores inscritos às 8 horas da manhã do horário local e devem ficar abertas até as 19h nas cidades menores e até as 20h nos grandes centros urbanos, como Paris. Após quatro meses de campanha, o mundo todo aguarda ansioso pelo resultado destas presidenciais.
Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Odoxa na última sexta-feira apontou que um quarto do eleitorado da França deve se abster neste segundo turno. Os números são extremamente altos para a história do país e se forem provados verdadeiros podem ter um impacto potente no resultado da votação.
Baixas taxas de comparecimento normalmente significam resultados mais distantes daquilo que era previsto pelas pesquisas de boca de urna. E, neste caso, a abstenção tem tudo para beneficiar a candidata de extrema-direita Marine Le Pen. “Altas taxas de abstenção sempre beneficiam os partidos e os candidatos menores”, diz o especialista inglês em política francesa da Universidade de Warwick, David Lee.
Os eleitores de Le Pen são mais fiéis, tem menos
chances de mudar seu voto na última hora, e não devem
deixar de comparecer às urnas. São os eleitores de centro,
que costumavam votar nos grandes partidos e que estão
descrentes na política francesa, que tem mais chances de
desistir de votar. Nesta equação, o independente
Emmanuel Macron tem tudo a perder, já que os cidadãos
mais moderados são essenciais para sua vitória. “É muito
mais provável que os eleitores de Le Pen saiam de casa
para dar seu voto para ela do que os de Macron”, diz o
americano David A. Bell, historiador especialista
em França e professor da Universidade de Princeton.
Atenção: Nesta prova, considera-se uso correto da Língua Portuguesa o que está de acordo com a norma padrão escrita.
Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.
COMO A ABSTENÇÃO PODE MUDAR O RESULTADO
DAS ELEIÇÕES NA FRANÇA
Por Julia Braun. 07 maio 2017. Disponível em: http://veja.abril.com.br/mundo/como-a-abstencao-pode-mudar-o-resultado-das-eleicoes-na-franca/ Acesso em 07 mai 2017
Os franceses vão às urnas neste domingo, 7, para decidir sobre o futuro político de sua nação. As estações de voto começaram a receber os quase 47 milhões de eleitores inscritos às 8 horas da manhã do horário local e devem ficar abertas até as 19h nas cidades menores e até as 20h nos grandes centros urbanos, como Paris. Após quatro meses de campanha, o mundo todo aguarda ansioso pelo resultado destas presidenciais.
Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Odoxa na última sexta-feira apontou que um quarto do eleitorado da França deve se abster neste segundo turno. Os números são extremamente altos para a história do país e se forem provados verdadeiros podem ter um impacto potente no resultado da votação.
Baixas taxas de comparecimento normalmente significam resultados mais distantes daquilo que era previsto pelas pesquisas de boca de urna. E, neste caso, a abstenção tem tudo para beneficiar a candidata de extrema-direita Marine Le Pen. “Altas taxas de abstenção sempre beneficiam os partidos e os candidatos menores”, diz o especialista inglês em política francesa da Universidade de Warwick, David Lee.
Os eleitores de Le Pen são mais fiéis, tem menos
chances de mudar seu voto na última hora, e não devem
deixar de comparecer às urnas. São os eleitores de centro,
que costumavam votar nos grandes partidos e que estão
descrentes na política francesa, que tem mais chances de
desistir de votar. Nesta equação, o independente
Emmanuel Macron tem tudo a perder, já que os cidadãos
mais moderados são essenciais para sua vitória. “É muito
mais provável que os eleitores de Le Pen saiam de casa
para dar seu voto para ela do que os de Macron”, diz o
americano David A. Bell, historiador especialista
em França e professor da Universidade de Princeton.
Atenção: Nesta prova, considera-se uso correto da Língua Portuguesa o que está de acordo com a norma padrão escrita.
Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.
COMO A ABSTENÇÃO PODE MUDAR O RESULTADO
DAS ELEIÇÕES NA FRANÇA
Por Julia Braun. 07 maio 2017. Disponível em: http://veja.abril.com.br/mundo/como-a-abstencao-pode-mudar-o-resultado-das-eleicoes-na-franca/ Acesso em 07 mai 2017
Os franceses vão às urnas neste domingo, 7, para decidir sobre o futuro político de sua nação. As estações de voto começaram a receber os quase 47 milhões de eleitores inscritos às 8 horas da manhã do horário local e devem ficar abertas até as 19h nas cidades menores e até as 20h nos grandes centros urbanos, como Paris. Após quatro meses de campanha, o mundo todo aguarda ansioso pelo resultado destas presidenciais.
Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Odoxa na última sexta-feira apontou que um quarto do eleitorado da França deve se abster neste segundo turno. Os números são extremamente altos para a história do país e se forem provados verdadeiros podem ter um impacto potente no resultado da votação.
Baixas taxas de comparecimento normalmente significam resultados mais distantes daquilo que era previsto pelas pesquisas de boca de urna. E, neste caso, a abstenção tem tudo para beneficiar a candidata de extrema-direita Marine Le Pen. “Altas taxas de abstenção sempre beneficiam os partidos e os candidatos menores”, diz o especialista inglês em política francesa da Universidade de Warwick, David Lee.
Os eleitores de Le Pen são mais fiéis, tem menos
chances de mudar seu voto na última hora, e não devem
deixar de comparecer às urnas. São os eleitores de centro,
que costumavam votar nos grandes partidos e que estão
descrentes na política francesa, que tem mais chances de
desistir de votar. Nesta equação, o independente
Emmanuel Macron tem tudo a perder, já que os cidadãos
mais moderados são essenciais para sua vitória. “É muito
mais provável que os eleitores de Le Pen saiam de casa
para dar seu voto para ela do que os de Macron”, diz o
americano David A. Bell, historiador especialista
em França e professor da Universidade de Princeton.