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Q3422620 Espanhol

Lea las siguientes citas y responda lo que se pregunta.


Fragmento I:


“La globalización mata la noción de solidaridad, devuelve el hombre a la condición primitiva de cada uno por sí, como si volviéramos a ser animales de selva, reduce las nociones de moralidad pública y particular a casi nada.” (Milton Santos, 2007, p. 148).


Fragmento II:


“Los humanistas quieren convencernos de que la globalización es una convivencia amplia, cuando de hecho no lo es. En vez de comprender el globo de manera diversal, con varios ecosistemas, varios idiomas, varias especies y varios reinos, como dicen, cuando ellos hablan en “globalizar”, lo que está diciendo es “unificar”. Están diciendo moneda única, lengua única, mentes pocas. La globalización para los humanos no existe, lo que existe para ellos es la historia del eurocentrismo - de la centralidad, de la unicidad.” (Santos, Antônio Bispo, 2023, p. 31).


Relacionando los fragmentos anteriores, se entiende que la inclusión del conocimiento local en la clase de español ocurre, EXCEPTO al:

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Q3422619 Espanhol
Con respecto a los géneros orales y escritos en la escuela, es correcto afirmar que: 
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Q3422618 Espanhol
Lea la siguiente cita y responda lo que se pregunta.
“La presencia de la literatura en las escuelas se asocia al lugar que ocupa la literatura en las sociedades contemporáneas, en especial tras el relevante avance de las nuevas tecnologías digitales. Si acaso la escuela refleja la sociedad, vale preguntar: ¿quién lee hoy y qué se lee? Si respondidas, esas preguntas pueden explicar la ausencia, la negligencia o incluso la inadecuación de los estudios literarios en la enseñanza de lenguas extranjeras en la educación básica.” (Paraquett, 2018, p. 6).
Según Paraquett (2018), se configuran como estrategias de aprendizaje intercultural con textos literarios:
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Q3422617 Espanhol
La literacidad (Street, 2014) se entiende por:
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Q3422229 Sociologia

Segundo Nelson Piletti, "é através da educação que nos submetemos às regras, hierarquias e padrões sociais para viver em grupo". 

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Para o autor, a contribuição da Sociologia para a Educação abrange ao menos dois pontos

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Q3422226 Pedagogia
O movimento renovador do ensino no Brasil que, entre os anos 60 e o início dos anos 80, ganhou uma vertente especial e se tornou um ideário educacional próprio é:
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Q3422221 História

Texto I


Planificação econômica atingindo todos os setores e visando, por meio da orientação, intervenção ou gestão do Estado, que a produção do País atenda a todas as necessidades internas, assegurando a baixo custo as utilidades essenciais a todos os trabalhadores.


Texto II


Apelar para o capital estrangeiro, necessário para os empreendimentos da reconstrução nacional e, sobretudo, para o aproveitamento das nossas reservas inexploradas, dando-lhe um tratamento equitativo e liberdade para a saída dos juros.


Texto III


É indispensável manter clima propício à entrada de capitais estrangeiros. A manutenção desse clima recomenda a adoção de normas disciplinadoras dos investimentos e suas rendas, visando a reter no País a maior parcela possível dos lucros auferidos.


CHACON, Vamireh. História dos partidos brasileiros: discurso e práxis dos seus programas. Brasília: UNB, 1981, p. 413, 419, 440. Adaptado.


Os excertos acima, que constam nos programas dos três principais partidos políticos legalizados do Período Democrático (1946-1964), se referem às diretrizes econômicas das seguintes agremiações políticas, respectivamente: 

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Q3422220 História
Na época, em pleno regime militar, discutia-se uma promessa do presidente Ernesto Geisel de iniciar a transição, em que o regime seria aberto gradualmente e os governadores seriam eleitos pelo voto direto dali a dois anos. Como a oposição duvidou da promessa, Francelino Pereira perguntou: “Que país é este em que o povo não acredita no calendário eleitoral estabelecido pelo próprio presidente?”. Mas, no ano seguinte, Geisel fechou o Congresso, aumentou o mandato dos presidentes para seis anos e decidiu que um terço dos senadores seria indicado pelo presidente.
De Francelino Pereira para Renato Russo: a origem de ‘Que país é este?’. O Globo, 2015. Disponível em: . Acesso em: 03 jan. 2024. (Adaptado)
A frase “Que país é este?”, tornada famosa em canção homônima de Renato Russo, líder da banda Legião Urbana, originou-se de uma fala do então presidente da Arena, o deputado federal Francelino Pereira, proferida em uma reunião com outros políticos. Impostas pelo presidente Ernesto Geisel (1974-1979), as medidas conhecidas como Pacote de Abril, que confirmaram que a oposição emedebista tinha razão ao desconfiar do então presidente, determinaram, entre outras medidas,
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Q3422219 História
“Falavam em fuzilamentos, em gente que era embarcada nos aviões militares e atirada em alto-mar. Havia muita confusão. Sempre que há mudança violenta de poder, a regra dos entendidos é sumir, evaporar-se, não se expor, nos primeiros momentos da rebordosa, um sargento qualquer pode decidir sobre um fuzilamento. Depois as coisas se organizam, até mesmo a violência é estruturada, até mesmo o arbítrio. Mas quem, no meio tempo, foi fuzilado, fuzilado fica.”
CONY, Carlos Heitor. Quase memória: quase romance. Rio de Janeiro: O Globo; São Paulo: Folha de S. Paulo, 2003, p. 183.
No excerto da obra em destaque, baseada em fatos ocorridos durante a Ditadura Militar (1964-1985), observa-se que, se nos primeiros momentos após o golpe de Estado houve certa desarticulação quanto às ações violentas dos golpistas sobre os opositores, posteriormente ocorreu 
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Q3422218 História
“As pessoas fogem do trabalho para o domingo. No final da sexta-feira começa uma contagem regressiva em direção à festa, ao descanso, ao tédio e à gargalhada fácil, que é o desafogo de um país em que o povo e a economia vão mal [Aparecem trabalhadores tomando ônibus ou trem]. Domingo é o dia de se abandonar a cidade, esquecer as preocupações da escola e do escritório. Na falta de pão e de biscoitos, há o parque de diversões em São Gonçalo [Mostra uma criança negra, aparentemente pobre, em um parque], a linha de passes na Pavuna [Aparecem crianças descalças, aparentemente pobres, jogando futebol], a praia em Copacabana ou Ipanema, onde para uns poucos a vida é um domingo interminável [Mostra o mar e prédios daqueles bairros]. Dia do Flamengo, do Corinthians, da televisão...”
O MUNDO Mágico dos Trapalhões. Direção: Silvio Tendler. Narração: Chico Anysio. Rio de Janeiro: RA Produções, 1981. 1 DVD. [trecho]
Exibido nos anos finais da Ditadura Militar (1964-1985), O Mundo Mágico dos Trapalhões levou 2,5 milhões de espectadores aos cinemas em 1981, fato comum nos filmes do quarteto formado por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias. No referido trecho, a narração na voz do humorista Chico Anysio, combinada com as imagens (cuja descrição está entre colchetes), serve como crítica a um dos aspectos mais característicos do Brasil naquele ano: 
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Q3422217 Sociologia
“Eu queria que com a nova República não houvesse diferença entre o rico e o pobre na sociedade. (...) na parte em que eu disse que quero que haja a igualdade entre o pobres e os ricos, porque muitas vezes isso causa morte, se num hospital tem um pobre muito doente, e chega um rico que não tem doença nenhuma, muitas vezes atendem primeiro o que tem dinheiro que é o rico, isso quer dizer que há desigualdade social. E que a reforma agrária fosse bem feita. Que dividissem as terras igualmente porque o nosso país tem muitas terras.”
Carta de Síntia Socorro G. de Castro à Assembleia Nacional Constituinte. Sugestões da população para a Assembleia Nacional Constituinte de 1988. ORIGEM: L018 DATA: 24/02/86 FORMUL: 447 DV: 7 TIPO: 14 19/11/86. Disponível em: http://www.senado.gov.br/legislacao/basesHist/asp/consulta.asp . Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
“Que seja decretada uma lei em que todo cidadão da classe alta divida parte da terra que tem com os pobres, é o que acontece na minha cidade e em todo o Brasil, gente rica com terra boa e de sobra, e gente humilde que convive com esgotos e que não pode aproveitar o chão que tem, pois este está contaminado.”
Carta de Jan Clésio Sousa Pires à Assembleia Nacional Constituinte. Sugestões da população para a Assembleia Nacional Constituinte de 1988. ORIGEM: L208 DATA: 03/03/86 FORMUL: 176 DV: 6 TIPO: 10 02/12/86. Disponível em: http://www.senado.gov.br/legislacao/basesHist/asp/consulta.asp Acesso em: 03 jan. 2024.
Mais de 70 mil brasileiros encaminharam cartas aos constituintes entre 1986 e 1987. Tais cartas continham sugestões, reivindicações e queixas que expressavam sonhos e desilusões da população naqueles anos da chamada Nova República. As cartas acima, respectivamente de uma moradora de Parintins (AM) e de um morador de Itanhém (BA), são representativas do seguinte sentimento popular existente nos anos da transição da ditadura para a democracia:
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Q3422216 História

“A historiografia sobre os processos de independência da América e de formação dos Estados americanos tem sido renovada com significativas contribuições de vários autores, que tendem a enfatizar as dinâmicas locais e as atuações dos povos americanos para uma compreensão mais ampla e complexa do tema.”


ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Populações indígenas e Estados nacionais latino-americanos: novas abordagens historiográficas. In: AZEVEDO, Cecília; RAMINELLI, Ronald (Orgs.) História da América: novas perspectivas. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2011, p. 111.


Entre as contribuições para a historiografia da América, há a obra de François-Xavier Guerra, para quem, apesar das diferenças étnicas e sociais e de suas múltiplas identidades, os vários habitantes da América hispânica – espanhóis, crioulos, mestiços, indígenas e africanos – chegaram à primeira década do século XIX compartilhando entre si 

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Q3422215 História
“Contaram-me depois que a multidão desceu pela Rua do Comércio e foi quebrando pelo caminho as janelas de todas as casas pertencentes a famílias de origem alemã. Nem os Spielvogel nem os Kunz – que são reconhecidamente antinazistas – foram poupados. Alguém sugeriu que empastelassem a Confeitaria Schnitzler. Ouviu-se uma voz: Não! Schnitzler é dos nossos! – Qual nada! – berrou outro. – É alemão e basta. A multidão começou a cantar o Hino Nacional e dar morras ao nazismo.”
VERÍSSIMO, Érico. O tempo e o vento: o arquipélago. Vol. III. 2. ed. rev. São Paulo: Editora Globo, 2002, p. 344-345. Adaptado.

Em O tempo e o vento, sua obra mais consagrada, o escritor Érico Veríssimo reconstituiu, entre outros, diversos acontecimentos existentes durante a Era Vargas (1930-1945).
A análise do excerto remete às revoltas populares ocorridas imediatamente após
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Q3422214 História
“Quanto aos trabalhadores, após a guerra o ‘pleno emprego’, ou seja, a eliminação do desemprego em massa, tornou-se a pedra fundamental da política econômica nos países de capitalismo democrático reformado, cujo mais famoso profeta e pioneiro, embora não o único, foi o economista britânico John Maynard Keynes (1883-1946). O argumento keynesiano em favor dos benefícios da eliminação permanente do desemprego em massa era tão econômico quanto político. Os keynesianos afirmavam, corretamente, que a demanda a ser gerada pela renda de trabalhadores com pleno emprego teria o mais estimulante efeito nas economias em recessão.”
HOBSBAWM, Eric John. Era dos extremos: o breve século XX 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 99-100. 
De acordo com Hobsbawm, a Grande Depressão, tendo sido o mais trágico episódio da história do capitalismo, teve como sua mais significativa implicação de longo prazo
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Q3422213 História
Em 1955, reuniu-se em Bandung, na Indonésia, uma conferência convocada pelo grupo de Colombo, congregando os cinco países recém-independentes – Índia, Paquistão, Ceilão, Birmânia e Indonésia – e, pela primeira vez, os chefes de Estado de 29 países da Ásia e da África (18 a 24 de abril), que se apresentavam como um terceiro mundo.
LINHARES, Maria Yedda Leite. Descolonização e lutas de libertação nacional. In: REIS FILHO, Daniel Aarão; FERREIRA, Jorge; ZENHA, Celeste (Orgs.). O Século XX. v. 3. O tempo das dúvidas: do declínio das utopias às globalizações. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 57.

No que se refere aos pontos em comum da Conferência de Bandung, houve pronunciamento
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Q3422212 História

“[...] O vasto aumento na produção, que capacitou as atividades agrícolas britânicas na década de 1830 a fornecer 98% dos cereais consumidos por uma população duas a três vezes maior que a de meados do século XVIII, foi obtido pela adoção geral de métodos descobertos no início do século XVIII, pela racionalização e pela expansão da área cultivada.”


HOBSBAWM, Eric John. A era das revoluções: 1789-1848. 25ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2012, p. 89. 


A “revolução agrícola” ocorrida na Grã-Bretanha, responsável pelo formidável aumento na produção, trouxe, por outro lado, custos sociais muito elevados para grande parte da classe trabalhadora rural, prejudicada pela “expansão da área cultivada” oriunda 

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Q3422211 História
Durante o período regencial, o padre Diogo Antônio Feijó, de tendência liberal, foi eleito regente em 1835. Sua vitória foi apertada, ganhando com pouco mais da metade dos votos. Ele sabia que enfrentaria oposição em seu governo – e não se enganou. Revoltas explodiram por toda a parte do Império, envolvendo grupos diferentes e com objetivos variados. As revoltas envolveram os mais diferentes grupos sociais. Algumas revoltas pretendiam conseguir maior liberdade para suas províncias em relação ao poder centralizado no Rio de Janeiro; outras, a separação do Brasil e a criação de um novo país; outras, ainda, não tinham objetivo definido, mas demonstravam a insatisfação com a política que existia. Nenhuma delas, entretanto, pretendia mudar profundamente a estrutura da sociedade. E nenhuma propôs realmente acabar com a escravidão. Parecia que o Brasil estava a ponto de se dividir em vários países, como havia acontecido com a América espanhola na época das independências. Era preciso muita cautela para enfrentar tantos problemas políticos. E o governo do padre Feijó não conseguiu resolvê-los. Doente e desprestigiado, renunciou em 1837.
VAINFAS, Ronaldo et al. História.doc: 8 anos. São Paulo: Saraiva, 2018. p. 120-121.

Assinale a opção que indica corretamente os movimentos que fizeram parte das Revoltas Regenciais.
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Q3422210 Pedagogia
Desde o final do século XIV, o Congo era um reino grande e centralizado, rico e muito poderoso. Dominava uma vasta região litorânea, estendendo-se da foz do rio Zaire ao sul da ilha de Luanda, e expandia-se para o interior. Além disso, exigia tributos de outros três grandes reinos: Dembo, Matamba e Ndongo. O rei do Congo controlava a distribuição de uma moeda obtida na ilha de Luanda, então parte de seu território era utilizada em todo o reino: o zimbo. A principal atividade econômica do Congo era a agricultura, embora a extração de sal marinho fosse muito importante para o comércio com as regiões do interior. O sal era trocado por marfim e por produtos da floresta coletados por grupos nômades, como os pigmeus. Os tecidos confeccionados de ráfia e o cobre extraído das minas também eram produtos muito apreciados para a troca comercial com outros povos.

VAINFAS, Ronaldo et al. História.doc: 7 ano. São Paulo: Saraiva, 2018. (Adaptado)
Estudar a história do Reino do Congo, entre outros conteúdos, é necessário para se compreender os sujeitos e as sociedades que foram apagados, durante muito tempo, dos currículos escolares de História e para se resgatar a ancestralidade, contribuindo, assim, na luta contra o racismo estrutural.
Com relação à Lei nº 11.645/2008, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3422209 História
Com o fim da Monarquia e o início da República, no começo do século VI a.C., a vida política romana apresentou grandes transformações. A República foi um tipo de governo marcado pela criação de vários cargos políticos. Nesse contexto, assinale a opção que descreve corretamente o papel do Senado na República romana.
Alternativas
Q3422208 História
O açúcar foi o produto escolhido pelos portugueses para viabilizar a ocupação do Brasil. Eles já tinham grande experiência com a lavoura canavieira, implantada com sucesso nas ilhas da Madeira e dos Açores, localizadas no oceano Atlântico. Além disso, o açúcar era uma mercadoria rara e cara no século XVI. Com a produção de açúcar, o Brasil deixou de ser apenas um ponto de parada na rota para o Oriente ou um lugar para recolher o pau-brasil. No início da colonização portuguesa, o valor produzido pelos negócios do Brasil representava uma pequena proporção no conjunto das rendas arrecadadas pela Coroa. Já no final do século XVI, podia-se dizer que o açúcar do Brasil era mais lucrativo do que todas as especiarias, louças e demais produtos negociados no Oriente. A colônia produtora de açúcar havia se transformado na “galinha dos ovos de ouro” da economia portuguesa, estimulando o investimento do governo e de comerciantes portugueses.
VAINFAS, Ronaldo et al. História.doc: 7 ano. São Paulo: Saraiva, 2018, p. 195. Adaptado.

Em relação à produção do açúcar no Brasil Colônia, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
1241: C
1242: A
1243: E
1244: C
1245: A
1246: B
1247: C
1248: A
1249: B
1250: D
1251: B
1252: C
1253: B
1254: D
1255: A
1256: E
1257: E
1258: C
1259: C
1260: A