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Q3424305 Francês
Utilisez le Texte suivant pour répondre aux question. 

CONDÉ, Maryse. Liaison dangereuse in Michel Le Bris et Jean
Rouaud (dir.). Pour une littérature monde. Paris : Éditions Gallimard, 2007, p. 205-207.

«J’aime à répéter que je n’écris ni en français ni en créole.» (lignes 1-2) Dans cet extrait, les mots soulignés mènent à l’idée de/d’: 
Alternativas
Q3422658 Legislação Municipal
São requisitos para a posse, segundo o disposto no Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Niterói: 
Alternativas
Q3422657 Legislação Municipal
O Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Niterói dispõe sobre o Acesso. É a elevação do funcionário da classe final de uma série de classes à classe inicial de outra do mesmo grupamento ocupacional, ou diferente, observando o interstício na classe, reservadas Assinale a opção correta.
Alternativas
Q3422652 Português

“Ser professora é um estilo de vida”

(Wallace Cardozo, Rede Galápagos, Salvador)


No Recife, professora diz ter encontrado propósito de vida depois de começar a atuar com educação infantil: “Vou alfabetizar quantas crianças eu puder”



    O período de isolamento acabou sendo uma oportunidade para que nós, educadores, buscássemos novas soluções para a sala de aula. Na Internet, encontrei o Polo e resolvi fazer a formação Experiência e Protagonismo: a BNCC na Educação Infantil. Entendi que é preciso envolver a família para garantir o direito à aprendizagem das crianças pequenas. Pensando nisso, desenvolvi um podcast, o Educação & Família. Eu gravava em casa e enviava aos pais e responsáveis. Dessa forma, por menor que fosse seu nível de alfabetização, era possível estimular as crianças em casa.


    Enquanto estive fazendo o podcast, ainda não havia conhecido a minha turma pessoalmente. Quando finalmente retornamos à modalidade presencial, fiquei surpresa ao perceber que algumas das crianças já liam. O comprometimento da família é fundamental para a aprendizagem, e eu pude perceber isso também dentro de casa. Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo.


    Além de professora sou gestora do Instituto Mucambo, cuja sede fica no quintal de minha casa. A organização surgiu para formalizar um projeto que outros educadores e eu já realizávamos, chamado Leituras Brincantes. Com crianças em situação de vulnerabilidade, realizamos atividades como mediação de leitura, contação de histórias e distribuição de livros, além de arrecadação e doação de alimentos. No mesmo intuito de envolver as famílias, fazemos periodicamente rodas de leitura com as mães.


    Inscrevemos o Instituto Mucambo no programa Leia com uma criança e recebemos caixas de livros. Nesse processo, fiz mais uma formação no Polo, dessa vez voltada à mediação de leitura para o público infantil. Gosto dos cursos da plataforma porque são objetivos e práticos. Esse tipo de abordagem é muito importante para professores porque geralmente temos muita vontade de aprender, mas pouco tempo. Usei os livros na escola, no instituto e também em casa. Por aqui, o maior sucesso foi o Meu crespo é de rainha. Ao final da leitura, meus filhos perguntaram se o cabelo deles é crespo. Quando eu disse que não, disseram que queriam ter o cabelo crespo.


    Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil. 


    Antes disso, atuei com o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Formada em letras, dava aulas de inglês e de língua portuguesa, até começar a lecionar na rede municipal, em 2016. Eu já entendia que a alfabetização era uma questão delicada, mesmo sem saber como funciona esse processo. Tive alunos do terceiro ano do ensino médio que não tinham autonomia para escrever.


    A educação infantil me fez entender vulnerabilidades, como a pobreza e outras violações de direito. Esses contextos também existiam na realidade dos outros públicos com quem eu trabalhava antes, mas as crianças não mentem. Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso. Alfabetizar crianças expostas a situações de vulnerabilidade ocasionadas pela pobreza é um desafio enorme.


    Desde que tive esse choque de realidade pela primeira vez, busco entender o impacto da pobreza no desenvolvimento cognitivo da criança. Durante a pandemia, por exemplo, enviamos fichas de atividades. Não funcionavam muito bem porque as fichas devem ser a finalização de todo um processo lúdico de ensino e aprendizagem, e os pais não são (nem têm que ocupar o papel de) professores. Uma parcela relevante deles tem um grau de escolaridade muito básico, o que aumentava o desafio.


    Ser professora é mais do que uma profissão. É um estilo de vida. Nós pensamos e falamos em educação 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Instituto Mucambo, espaço onde posso experimentar, tem me ajudado muito nesse processo. Levo para a escola o que aprendo lá, e vice-versa. Trabalhar com crianças em vulnerabilidade é aprender todos os dias que não dá pra atuar só com um livro na mão numa realidade de insegurança alimentar. Como diz a letra da canção, “a gente quer comida, diversão e arte”. 


Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/serprofessora-e-um-estilo-devida/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiAp5qsBhAPEiwAP0qeJjaA Tmxip8Xd_91FihDufStbSH1dmUZORUMHWGygoZiMKDVDyE6 bdBoCQvUQAvD_BwE. Acesso em 23 dez.2023.

No período “Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso”, observa-se a presença da palavra “que” no papel de conjunção integrante. Tendo ciência disso, marque o trecho em que o “que” destacado tem a mesma classificação.
Alternativas
Q3422636 Espanhol
A continuación, analice la imagen y responda la pregunta.




Imagen: https://tiduscoop.wordpress.com/2016/06/26/buen-viviro-vivir-mejor/ accedido en el 21/01/2024
Respecto a la interpretación de la imagen, es posible afirmar que: 
Alternativas
Q3422635 Espanhol
A continuación, analice la imagen y responda la pregunta.




Imagen: https://tiduscoop.wordpress.com/2016/06/26/buen-viviro-vivir-mejor/ accedido en el 21/01/2024
La imagen de arriba ilustra los principales valores del Buen Vivir o Vivir Bien, la filosofía de los pueblos andinos. Comprendiendo la importancia del enfoque interdisciplinario e intercultural en las clases de español, la relevancia didáctica de la imagen se da principalmente por:
Alternativas
Q3422634 Espanhol
Lea el siguiente texto y responda la pregunta. 

Exigencias de un cimarrón

[...]

¿Recuerdas Quisqueya?
Te lIamaban Hispaniola en aquel tiempo
eras un orgullo
eras española
eras nada y yo te trabajaba
eras nada y te me daba
eras
[...]
¡Carajo Quisqueya!
ni una calle para mí
ni un mármol para mí
ni un recuerdo para mí
Yo que llegué a ti atado
Yo que te di mi voz
yo que te di mi sudor
yo que te di mi cultura
yo que esculpí tus rocas
yo que labré tus tierras
yo que lavé tus minas
yo que hice tus templos
yo que corté tus cañas yo que
¿yo qué Quisqueya?

Adaptado de https://hoy.com.do/un-poema-de-blas-rjimenez/.Accedido en el 24/01/2024.
Según el poema, se puede afirmar que: 
Alternativas
Q3422633 Espanhol
Lea el siguiente texto y responda la pregunta. 

Exigencias de un cimarrón

[...]

¿Recuerdas Quisqueya?
Te lIamaban Hispaniola en aquel tiempo
eras un orgullo
eras española
eras nada y yo te trabajaba
eras nada y te me daba
eras
[...]
¡Carajo Quisqueya!
ni una calle para mí
ni un mármol para mí
ni un recuerdo para mí
Yo que llegué a ti atado
Yo que te di mi voz
yo que te di mi sudor
yo que te di mi cultura
yo que esculpí tus rocas
yo que labré tus tierras
yo que lavé tus minas
yo que hice tus templos
yo que corté tus cañas yo que
¿yo qué Quisqueya?

Adaptado de https://hoy.com.do/un-poema-de-blas-rjimenez/.Accedido en el 24/01/2024.
Luego de leer el poema Exigencias de un cimarrón escrito por el escritor afrodominicano Blas Jiménez, que trata del proceso de colonización en Quisqueya, hoy República Dominicana, se entiende que en el verso "Yo que te di mi voz" el yo lírico se refiere más precisamente a(l): 
Alternativas
Q3422632 Espanhol
Lea la historieta a continuación y responda la pregunta.


Fuente: https://twitter.com/gstreger/status/1257350745017536514 Accedido en el 28/12/2023
Según la historieta, el conector PERO establece una relación de: 
Alternativas
Q3422631 Espanhol
Lea la historieta a continuación y responda la pregunta.


Fuente: https://twitter.com/gstreger/status/1257350745017536514 Accedido en el 28/12/2023
Se comprende como una interpretación lingüístico-discursiva de la historieta anterior, EXCEPTO:
Alternativas
Q3422630 Espanhol
Lea el poema a continuación y responda la pregunta.

Vivir en la Frontera

Vivir en la Frontera significa que tú
no eres ni hispana india negra española
ni gabacha, eres mestiza, mulata, híbrida
atrapada en el fuego cruzado entre los bandos
mientras llevas las cinco razas sobre tu espalda
sin saber para qué lado volverte, de cuál correr;
Vivir en la Frontera significa saber
que la india en ti, traicionada por 500 años,
ya no te está hablando,
que las mexicanas te llaman rajetas,
que negar a lo Anglo dentro tuyo
es tan malo como haber negado a la India o a la
Negra;

Cuando vives en la frontera l
a gente camina a través tuyo, el viento roba tu voz,
eres una burra, buey, un chivo expiatorio,
anunciadora de una nueva raza,
mitad y mitad - tanto mujer como hombre, ningunoun
nuevo género;

Vivir en la Frontera significa poner chile en el borscht,
comer tortillas de maíz integral,
hablar Tex-Mex con acento de Brooklyn;
ser detenida por la migra en los puntos de control
fronterizos;

Vivir en la Frontera significa que luchas diaramente para
resistir al elixir de oro que te llama desde la botella,
el tirón del cañón de la pistola,
la soga aplastando el hueco de tu garganta;
En la Frontera
tú eres el campo de batalla
donde los enemigos están emparentados entre sí;
tú estás en casa, una extraña,
las disputas de límites han sido dirimidas
el estampido de los disparos ha hecho trizas la tregua
estás herida, perdida en acción
muerta, resistiendo;

Vivir en la Frontera significa
el molino con los blancos dientes de navaja quiere
arrancar en tiras
tu piel rojo-oliva, exprimir la pulpa, tu corazón
pulverizarte apretarte alisarte
oliendo como pan blanco pero muerta; 

Para sobrevivir en la Frontera
debes vivir sin fronteras
ser un cruce de caminos.

Fuente: https://madameho.wordpress.com/2016/08/18/ borderlandsla-frontera-the-new-mestiza-1987-by-gloriaanzaldua/. Accedido en el: 28/12/2023
Según el poema, se puede afirmar que: 
Alternativas
Q3422629 Espanhol
Lea el poema a continuación y responda la pregunta.

Vivir en la Frontera

Vivir en la Frontera significa que tú
no eres ni hispana india negra española
ni gabacha, eres mestiza, mulata, híbrida
atrapada en el fuego cruzado entre los bandos
mientras llevas las cinco razas sobre tu espalda
sin saber para qué lado volverte, de cuál correr;
Vivir en la Frontera significa saber
que la india en ti, traicionada por 500 años,
ya no te está hablando,
que las mexicanas te llaman rajetas,
que negar a lo Anglo dentro tuyo
es tan malo como haber negado a la India o a la
Negra;

Cuando vives en la frontera l
a gente camina a través tuyo, el viento roba tu voz,
eres una burra, buey, un chivo expiatorio,
anunciadora de una nueva raza,
mitad y mitad - tanto mujer como hombre, ningunoun
nuevo género;

Vivir en la Frontera significa poner chile en el borscht,
comer tortillas de maíz integral,
hablar Tex-Mex con acento de Brooklyn;
ser detenida por la migra en los puntos de control
fronterizos;

Vivir en la Frontera significa que luchas diaramente para
resistir al elixir de oro que te llama desde la botella,
el tirón del cañón de la pistola,
la soga aplastando el hueco de tu garganta;
En la Frontera
tú eres el campo de batalla
donde los enemigos están emparentados entre sí;
tú estás en casa, una extraña,
las disputas de límites han sido dirimidas
el estampido de los disparos ha hecho trizas la tregua
estás herida, perdida en acción
muerta, resistiendo;

Vivir en la Frontera significa
el molino con los blancos dientes de navaja quiere
arrancar en tiras
tu piel rojo-oliva, exprimir la pulpa, tu corazón
pulverizarte apretarte alisarte
oliendo como pan blanco pero muerta; 

Para sobrevivir en la Frontera
debes vivir sin fronteras
ser un cruce de caminos.

Fuente: https://madameho.wordpress.com/2016/08/18/ borderlandsla-frontera-the-new-mestiza-1987-by-gloriaanzaldua/. Accedido en el: 28/12/2023
En el poema anterior, la escritora y activista chicana Gloria Anzaldúa (1942-2004) reivindica la frontera como territorio:
Alternativas
Q3422628 Espanhol
Lea el poema a continuación y responda lo que se pregunta.
XIV
Ninguna palabra nunca ningún discurso -ni Freud, ni Martí- sirvió para detener la mano la máquina del torturador. Pero cuando una palabra escrita en el margen en la página en la pared sirve para aliviar el dolor de un torturado, la literatura tiene sentido.
(Cristina Peri Rossi) Adaptado de https://pontesoutras.wordpress.com/2019/03/01/6- poemas-da-uruguaia-cristina-peri-rossi-por-leticia-pilger/ Accedido en el 28/12/2023

Según el poema de la uruguaya Cristina Peri Rosi, la literatura tiene la función de:
Alternativas
Q3422627 Espanhol

Lea los siguientes textos y responda lo que se pregunta.


Texto I

Imagem associada para resolução da questão

Fuente: Revista chilena Análisis, 1975


Texto II


Imagem associada para resolução da questão

Fuente: https://www.pinterest.com.mx/pin/ 25614229753084


Con respecto a la función del lenguaje y su relación con el papel del idioma español en la educación básica, es correcto decir, EXCEPTO

Alternativas
Q3422626 Espanhol
Lea el siguiente texto y responda lo que se pregunta.
Los nadies
Sueñan las pulgas con comprarse un perro y sueñan los nadies con salir de pobres, que algún mágico día llueva de pronto la buena suerte, que llueva a cántaros la buena suerte; pero la buena suerte no llueve ayer, ni hoy, ni mañana, ni nunca, ni en lloviznita cae del cielo la buena suerte, por mucho que los nadies la llamen y aunque les pique la mano izquierda, o se levanten con el pie derecho, o empiecen el año cambiando de escoba.
Los nadies: los hijos de nadie, los dueños de nada. Los nadies: los ningunos, los ninguneados, corriendo la liebre, muriendo la vida, jodidos, rejodidos:
Que no son, aunque sean. Que no hablan idiomas, sino dialectos. Que no hacen arte, sino artesanía. Que no practican cultura, sino folklore. Que no son seres humanos, sino recursos humanos. Que no tienen cara, sino brazos. Que no tienen nombre, sino número. Que no figuran en la historia universal, sino en la crónica roja de la prensa local. Los nadies, que cuestan menos que la bala que los mata.
Fuente: Galeano, E. El libro de los abrazos. Montevideo, Uruguay: Ediciones del Chanchito, 1999.
A partir de la interpretación del poema de Galeano, se infiere que el uso repetido de la partícula sino indica:
Alternativas
Q3422625 Espanhol
Lea los siguiente textos y responda lo que se pregunta.

Imagem associada para resolução da questão
Historieta 2024. Disponible en https://elpais.com/ideas/2024-01-26/epifanias-migrantes-por-daniella-marti.html Accedido en el 28/01/2024
Imagem associada para resolução da questão
Historieta 2023. Disponible en https://elpais.com/ideas/2023-11-03/realidades-paralelas-por-daniella-marti.html. Accedido en el: 28/01/2024
Al comparar las historietas, se verifica la existencia de una relación dialógica entre los dos textos, pues:
Alternativas
Q3422624 Espanhol

Lea el siguiente texto y responda lo que se pregunta.


Manifiesto (Hablo por mi diferencia)


No soy Pasolini pidiendo explicaciones

No soy Ginsberg expulsado de Cuba

No soy un marica disfrazado de poeta

No necesito disfraz

Aquí está mi cara

Hablo por mi diferencia

Defiendo lo que soy

Y no soy tan raro

Me apesta la injusticia

Y sospecho de esta cueca democrática

Pero no me hable del proletariado

Porque ser pobre y maricón es peor

Hay que ser ácido para soportarlo

Es darle un rodeo a los machitos de la esquina

Es un padre que te odia

Porque al hijo se le dobla la patita

Es tener una madre de manos tajeadas por el cloro

Envejecidas de limpieza

Acunándote de enfermo

Por malas costumbres

Por mala suerte

Como la dictadura

Peor que la dictadura

Porque la dictadura pasa

Y viene la democracia

Y detrasito el socialismo

¿Y entonces?

¿Qué harán con nosotros compañero?


El escritor y activista chileno, Pedro Lemebel, en un fragmento de su manifiesto, desarrolla como crítica principal:

(Pedro Lemebel)

LEMEBEL, Pedro. Loco Afán: crónicas de sidario, Santiago: Lom Ediciones, 1997, p. 83-90. (N. del E.) El escritor y activista chileno, Pedro Lemebel, en un fragmento de su manifiesto, desarrolla como crítica principal


El escritor y activista chileno, Pedro Lemebel, en un fragmento de su manifiesto, desarrolla como crítica principal:

Alternativas
Q3422623 Espanhol

Lea los siguientes textos y responda lo que se pregunta.


Texto I 

Imagem associada para resolução da questão


América Invertida, dibujo de Joaquín Torres García, hecho en 1943. Fuente: https://semiedu2013.blogspot.com/2013/04/nuestro-norte-es-elsur.html. Accedido en: 27/12/2023.


Texto II


La función del arte/1


Diego no conocía la mar. El padre, Santiago Kovadloff, lo llevó a descubrirla.


Viajaron al sur.


Ella, la mar, estaba más allá de los altos médanos, esperando.


Cuando el niño y su padre alcanzaron por fin

aquellas cumbres de arena, después

de mucho caminar, la mar estalló ante

sus ojos. Y fue tanta la

inmensidad de la mar, y tanto su fulgor, que el

niño quedó mudo de hermosura.


Y cuando por fin consiguió hablar, temblando, tartamudeando, pidió a su padre:


¡Ayúdame a mirar!


Eduardo Galeano

Fuente: Galeano, E. El libro de los abrazos. Montevideo, Uruguay: Ediciones del Chanchito, 1999.


Los uruguayos Eduardo Galeano y Joaquín Torres García expresaron a través del arte el entendimiento de que la mirada está impregnada por perspectivas y un punto de partida.


Basado en la interpretación de los textos, y en una educación lingüística en español que se centra en el Sur Global, la alternativa que NO representa prácticas potencialmente decoloniales es:

Alternativas
Q3422622 Espanhol

Lea la siguiente cita y responda lo que se pregunta.


“En Ecuador, en Colombia, en algunas de estas regiones de los Andes, usted encuentra lugares donde las montañas forman parejas. Tienen madre, hijo, tienen una familia de montañas que intercambian afecto, hacen intercambios. Y la gente que vive en esos valles hacen fiestas para esas montañas, dan de comer, dan regalos, ganan regalos de las montañas. ¿Por qué esas narrativas no nos entusiasman? ¿Por qué ellas van siendo olvidadas y borradas a favor de una narrativa globalizante, superficial, que quiere contar la misma historia a nosotros?” (Krenak, 2020, p. 18-19).


Según el fragmento, es posible comprender la función de la educación lingüística intercultural pues ésta: 

Alternativas
Q3422621 Espanhol
Se entiende por Educación Lingüística en lengua española: 
Alternativas
Respostas
1221: E
1222: A
1223: X
1224: X
1225: D
1226: D
1227: D
1228: B
1229: A
1230: C
1231: E
1232: E
1233: C
1234: A
1235: E
1236: B
1237: D
1238: A
1239: B
1240: B