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O transtorno de personalidade bordeline (TPB) pode ser caracterizado pela notável instabilidade em muitos, senão em todos, aspectos de funcionamento da pessoa, incluindo relacionamentos, autoimagem, afeto e comportamento. O TPB é um transtorno relativamente comum (1,1 a 2,5% da população adulta em geral) com enormes custos sociais, comparáveis à esquizofrenia, alto risco de suicídio e considerável prejuízo para a vida adulta. Assim, pode-se afirmar que:
Sobre inteligência na idade avançada, considere:
I as pessoas de idade perdem a capacidade de trabalhar eficientemente em tarefas que solicitam rapidez e coordenação mãos-olhos. A aprendizagem decorada (memorização de fatos novos) torna-se mais fácil. A rapidez e a exatidão em recuperar matérias das memórias a curto prazo e a longo prazo aumentam.
II após os setenta anos de idade, muitas vezes surgem perdas na inteligência medida. No entanto, durante estes anos tardios, os QI podem permanecer constantes ou até aumentar. As perdas intelectuais na idade avançada não parecem ser inevitáveis, universais e irremediáveis. Um QI declinante na idade avançada associa-se à saúde fraca e inatividade.
III certas capacidades declinam de um a seis anos antes que os adultos morram, embora estas pessoas pareçam saudáveis quando são examinadas.
Segundo Davidoff:
Segundo Davidoff, emoções (ou afetos) são estados internos caracterizados por:
Sobre linguagem, considere as afirmações:
I a comunicação reflexiva consiste em padrões estereotipados, tais como reflexos, gestos expressivos e sinais de emoção que muitas vezes transmitem informação, mas NÃO foram produzidos expressamente para esse propósito.
II a comunicação intencional ou propositada visa deliberadamente a afetar o receptor da informação, e seu curso futuro depende da resposta do receptor.
III uma linguagem relaciona símbolos (sons, letras ou sinais) para significados e proporciona regras para combinar e recombinar os símbolos de tal modo que as pessoas possam expor suas mentes de um modo original, apropriado e coerente.
De acordo com Davidoff:
Sobre o pensamento, considere:
I Raciocínio, solução de problemas e aprendizagem de conceitos são exemplos de pensamento dirigido.
II Pensamentos NÃO dirigidos e pensamentos dirigidos têm os mesmos objetivos, mas dependem de processos básicos diferentes.
III Pessoas falam a si mesmas enquanto pensam; inclusive pessoas surdas, que são proficientes em linguagem de sinais, apresentam atividade muscular em suas mãos ao resolver problemas.
Segundo Davidoff:
Considerando as memórias sensorial, a curto prazo e a longo prazo, afirma-se que o tempo que o material pode ser armazenado é:
I Memória sensorial: geralmente 0,25 de segundo (icônica).
II Memória a curto prazo: cerca de 15 segundos (minutos, se repetido).
III Memória a longo prazo: 18 horas (dias, se repetido).
Dentre os itens apresentados:
Embora o uso do termo comportamento instintivo seja relativamente raro atualmente, os cientistas do comportamento usam um conceito semelhante, qual seja, padrões fixos de atuação, que incluem reações com certas características. Afirma-se que tais reações se caracterizam por serem:
I altamente estereotipadas (semelhante cada vez que executado).
II amplamente inaprendidas (independentemente de treinamento específico).
III desencadeada frequentemente por um estímulo ambiental muito específico.
Dentre as afirmações:
“Hoje, temos um marco que nos permite trazer essas discussões para o ensino da Geografia, que é a Lei n° 10.639. Essa Lei é tratada na Parte 1, ‘A Lei n° 10.639 e o ensino de Geografia’. Ela coloca na ordem do dia – de diferentes maneiras – que o mundo da educação tem que refletir sobre essas questões, tem que refletir sobre a forma como as relações raciais são tratadas dentro de conteúdos programáticos e, também, de práticas pedagógicas. Ela nos provoca, portanto, a inserir novos conteúdos, mas, sobretudo, a rever conteúdos e práticas pedagógicas.”
(SANTOS, R. E. dos (org.). Diversidade, espaço e relações étnicoraciais: o negro na geografia do Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. p. 115-136.)
Uma forma de estabelecer novos e necessários olhares consiste na ruptura com as estigmatizações socioespaciais, que instituem papeis sociais restritos aos negros e limitadas visões sobre seus lugares, e na explicitação da diversidade de ocupações e funções que são e podem ser exercidas na sociedade por eles.
A partir do que foi explicitado, uma prática pedagógica afinada com a revisão de conteúdos e formas de apresentar a África consiste em:
“Os geógrafos têm majoritariamente se apropriado das imagens ‘para contar’, exercendo um tipo de performance em que as representações mostradas normalmente corroboram a narrativa do expositor. Ao mostrar uma foto ou um mapa de uma determinada região, o professor geralmente ‘sugere sua presença’ na sala de aula, contando como ‘é’ o Nordeste, a China ou o Oriente Médio. Dificilmente essas imagens são utilizadas ‘para descobrir’ as seletividades existentes na sua produção ou na sua recepção pelos alunos.” (NOVAES, A. R. Uma Geografia Visual? Contribuições para o uso de imagens na difusão do conhecimento geográfico. In: Espaço e Cultua, UERJ. Rio de Janeiro, n° 30, p. 6-22, jul/dez 2011.)
A partir da crítica acima apontada, uma maneira renovada de trabalhar a Geografia em sala de aula através de imagens é encontrada em:
Leia os gráficos a seguir:

A linguagem visual tem grande impacto na capacidade de aprendizagem de crianças e jovens. A partir da interpretação dos gráficos acima, pode-se constatar que:
I Mulheres e homens negros são menos absorvidos no mercado de trabalho do que mulheres e homens brancos.
II As mulheres no geral, sobretudo as negras, apresentam-se em situação de maior vulnerabilidade, tanto no que tange à taxa de desemprego, quanto às remunerações inferiores às dos homens.
III As desigualdades de gênero e raça são estruturantes da desigualdade social brasileira e podem ser ainda mais problematizadas a partir de aspectos qualitativos a respeito da ocupação por setor da economia e dos tipos de trabalho realizados por cada grupo.
IV O estudo geográfico pode contribuir para a espacialização das informações sobre o território brasileiro, visualizando discrepâncias inter-regionais na distribuição de renda e absorção no mercado de trabalho por gênero e raça.
V A situação de maior absorção de homens tanto brancos quanto negros no mercado de trabalho pode relativizar as lutas e bandeiras de movimentos negros e feministas.
Dos itens acima, estão corretos, apenas:
Os deslocamentos populacionais e a mobilidade espacial são temas fundamentais para o estudo da Geografia na atualidade. As afirmativas a seguir apresentam justificativas a essa relevância:
I Migração não é apenas deslocamento humano, mas também irradiação geográfica de um dado sistema econômico e de uma dada estrutura social.
II Migrações são respostas e representam, em grande parte dos casos, o abandono não desejado da rede tradicional de relações longamente tecidas através de gerações, ainda que haja esforços para mantê-las.
III Migrações forçadas são respostas e representam, em grande parte dos casos, a entrada já como perdedor em outra arena de competições cujas regras ainda têm de se aprender.
IV Migrações são respostas e representam, em grande parte dos casos, uma ruptura cultural com todas as suas sequelas e todos os seus reflexos.
Das afirmativas consideradas:
“Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: ‘Veja!’ - e, ao falar, aponta.
O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu.
Seu mundo se expande.
Ele fica mais rico interiormente
E, ficando mais rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.”
“Já li muitos livros sobre psicologia da educação,
sociologia da educação, filosofia da educação – mas, por
mais que me esforce, não consigo me lembrar de
qualquer referência à educação do olhar ou à
importância do olhar na educação, em qualquer deles.”
“A primeira tarefa da educação é ensinar a ver...
“É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo.”
“Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente.”
"As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver um mundo melhor"
" Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem...
O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido”
(Rubem Alves)
A respeito da riqueza do trabalho de campo como prática pedagógica na Geografia, afirma-se que:
I Há uma pedagogia no olhar que se basta a partir do empirismo do local e das abstrações realizadas pelos alunos, não carecendo de articulação a uma formação teórica e conceitual.
II O trabalho de campo deve ser entendido como um objetivo em si mesmo e não como um meio.
III Revela as diversas posssibilidades de recortar, analisar e conceituar o espaço, de acordo com as questões, metas e objetivos definidos.
IV Deve basear-se na totalidade do espaço, enquanto dinâmica e processo, sem esquecer os arranjos específicos que tornam cada lugar, cidade, bairro ou região uma articulação particular de fatores físicos e humanos em um mundo fragmentado, porém cada vez mais articulado.
As práticas e compreensões adequadas a respeito das finalidades didáticas através do trabalho de campo em Geografia correspondem apenas às afirmativas:
Partindo do consenso de que o nível escalar é sempre pensado em termos de lógica zonal de organização do espaço, enfatizam-se recortes em termos de superfícies ou áreas, que podem gerar diversas maneiras de regionalizar o espaço. Superando as visões tradicionais, Rogério Haesbaert (2010) propõe que, no atual estágio do processo de globalização e de mundialização da economia capitalista, o estudo regional deve ser vinculado:
Trabalhar com o lúdico em sala de aula proporciona ganhos significativos na relação ensino/aprendizagem. Alguns jogos fazem parte das novas tecnologias que podem ser aplicadas ao ensino de Geografia na era da informação, como por exemplo aqueles que proporcionam a experiência de cada aluno ser prefeito por um dia e construir sua própria cidade. É claro que algumas questões são fundamentais de serem pensadas, como por exemplo: Quem produz e habita as cidades? Como pensá-las e planejá-las a partir de visões de mundo divergentes?
Partindo da realidade da escola pública municipal e do ponto de vista de alunos com deficiência física, suas principais urgências e prioridades de escolhas, articuladas em um jogo em que se podem tomar decisões políticas, tendem a ser:
Para João Rua et al. (1993), o estudo da natureza dentro da Geografia, compreendida como ciência social, é de fundamental importância, pois ressalta o jogo de influências que se desenvolve entre a sociedade e a natureza no processo de estruturação do espaço. Assim, uma perspectiva que vem sendo conhecida como Geografia Ambiental emerge comprometida com uma busca de reconstrução de novos nexos entre as Geografias “Humana” e “Física”.
A afirmativa que revela uma problematização importante na esfera do ensino de uma Geografia Ambiental, sob uma nova base de compreensão da relação homem/meio ou sociedade/natureza encontra-se em:
“O paladar, o olfato, a sensibilidade da pele e a audição não podem individualmente (nem sequer talvez juntos) tornar-nos cientes de um mundo exterior habitado por objetos. No entanto, em combinação com as faculdades “espacializantes” da visão e do tato, esses sentidos essencialmente não distanciadores enriquecem muito a nossa apreensão do caráter espacial e geométrico do mundo.”
(TUAN, Y. F. Espaço e Lugar: a perspectiva da experiência. São Paulo: Difel,1983.)
Um dos desafios para o professor da rede regular de ensino é pensar em estratégias docentes inclusivas, que contemplem alunos com deficiência, que tenham impedimentos ou limitações de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas. Na tentativa de transpô-las, são propostos os seguintes trabalhos:
I Construir pirâmides etárias a partir de blocos de montar, possibilitando a percepção tátil do aumento ou redução da base, corpo ou topo.
II Utilizar argila em potes plásticos para moldar formas de relevo, a fim de que o aluno possa distinguir o que é uma ilha, uma baía, uma lagoa, um golfo e uma península, por exemplo.
III A transmissão de conteúdos pela Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), possibilitando uma comunicação eficaz na relação ensino-aprendizagem que gere uma aproximação com o mundo do aluno e seus espaços vividos, evocando o sentido de “lugar”.
IV O estímulo à visualização de paisagens sonoras e olfativas, seja através de maquetes multissensoriais ou de trabalhos de campo.
Em Geografia, para o trabalho com alunos cegos ou com baixa visão, as práticas possíveis de serem realizadas encontram-se em:
Para Milton Santos (1996), “o espaço é formado por um conjunto indissociável, solidário e, também, contraditório, de sistemas de objetos e sistemas de ações, não considerados isoladamente, mas como o quadro único no qual a história se dá”. A partir dessa definição, uma postura coerente e fundamentada para o Ensino de Geografia, pautada na função da educação segundo os PCNs, é encontrada no(a):
A figura a seguir consta em um material publicitário de um empreendimento imobiliário em Maricá.

A opção que melhor representa uma análise fundamentada
à luz do olhar geográfico e a identificação de um problema
de inconsistência técnica, respectivamente, é:
Analise o climograma a seguir.

A formação vegetal associada ao tipo climático
representado no gráfico é:
A respeito das fontes e da questão energética, é correto afirmar que: