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Observe a imagem abaixo.

Na imagem, o curso fluvial é afetado pelo seguinte problema ambiental:
De alguma forma, territorializar-se, hoje, implica a ação de controlar fluxos, de estabelecer e comandar redes. Elas jamais são completamente desmaterializadas, estão sempre, de uma forma ou de outra, desenhando materialmente territórios, mas nem sempre por isso “não-territoriais”.
HAESBAERT, R. O Mito da Desterritorialização. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004, p. 301. Adaptado.
No texto, evidencia-se a concepção do seguinte conceito geográfico:
Observe a imagem a seguir.

Na imagem, observa-se uma paisagem caracterizada majoritariamente pelo processo socioespacial:
Urbicídio é o conceito que se propôs nas Ciências Humanas para pensar a destruição de uma cidade. Recentemente, se depreendem duas vias para entender os danos causados às cidades como urbicídio. Por um lado, o urbicídio como prática relacionada aos efeitos devastadores que produzem as guerras e os conflitos nas cidades e, por outro, o impacto que gera a gentrificação, as práticas de regeneração urbana e a refuncionalização das cidades.
MORENO, A. et al. Urbicidio. Buenos Aires: Biblos, 2021, p. 30-31. Adaptado.
Nesse contexto do urbicídio, o impacto específico da gentrificação implica:
Durante toda a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX, por quase um século, o pensamento geográfico girou em torno de duas matrizes: a escola francesa e a escola alemã. A francesa define a geografia como o estudo das regiões e a outra como o estudo da diferenciação de áreas. No início do século XX, nos Estados Unidos, propõe-se o estudo das paisagens humanizadas, nascendo o que veio a se chamar de geografia cultural, talvez pretendendo fugir à dicotomia homem-meio ou vendo na cultura a resposta.
MOREIRA, R. Pensar e Ser em Geografia. São Paulo: Contexto, 2007, p. 64. Adaptado.
A escola alemã referida ao estudo da diferenciação de áreas tem como geógrafo principal:
Regiões são subdivisões do espaço total, do espaço nacional e mesmo do espaço local, porque as cidades maiores também são passíveis de regionalização. As regiões são um espaço de conveniência, meros lugares funcionais do todo, pois, além dos lugares, não há outra forma para a existência do todo social que não seja a forma regional. A região fora, no passado, um sinônimo de territorialidade absoluta de um grupo, através de suas características de identidade, de exclusividade e de limites. Hoje, o número de interações é muito grande.
SANTOS, M. Técnica Espaço Tempo. São Paulo: Hucitec, 1994, p. 98.
No texto acima, o conceito regional é abordado diretamente na perspectiva:
TEXTO I
A palavra “topofilia” é um neologismo útil quando pode ser definida em sentido mais amplo, incluindo todos os laços afetivos dos seres humanos com o meio ambiente material. Estes diferem profundamente em intensidade, sutileza e modo de expressão. A resposta ao meio ambiente pode ser basicamente estética: em seguida pode variar do efêmero prazer que se tem de uma vista, até a sensação de beleza, igualmente fugaz, mas muito mais intensa, que é subitamente revelada. A resposta pode ser tátil: o deleite ao sentir o ar, a água, a terra.
TUAN, Yi-F. Topofilia. São Paulo: Difel, 1980, p. 107
TEXTO II
Temos a capacidade de começarmos a nos apaixonar por um edifício ou por um lugar como começamos a nos apaixonar por uma pessoa. Um amor duradouro desenvolve-se com o tempo com experiências positivas repetidas. A história das interações com outra pessoa alimenta sensações de confiança, abertura e afeto. De um modo muito semelhante, o nosso historial de visitas a um lugar, o tempo lá passado e as experiências que vivemos podem levar a uma forte sensação de ligação.
ELLARD, C. A Alma dos Lugares. Lisboa: Contraponto, 2019, p. 95.
A leitura comparada entre os Textos I e II leva à seguinte conclusão:
Para Eric Dardel, a geografia não tem por finalidade descrever a Terra, mas mostrar como o homem nela inscreve a sua existência (inventa, para o exprimir, o termo geograficidade) e lhe dá um sentido, modelando territórios a que atribui valores. A geografia sai do domínio das ciências exatas. Deixa de ser uma ciência social, no sentido habitual do termo. É uma meditação sobre o destino dos indivíduos e dos grupos.
CLAVAL, P. História da Geografia. Lisboa: Edições 70, 2006, p. 116.
O texto remete-se a aspectos teóricos e epistemológicos que fundamentam a Geografia:
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/05/24/jovem-descobre-que-tem-sindrome-dedown-aos-22-anos-aceitei-numa-boa.htm. Acesso em: 19 nov. 2022. Adaptado.
Uma população encontra-se em equilíbrio de Hardy-Weinberg quando
Analise o heredograma abaixo e indique o padrão de herança que ele melhor representa.

Identifique a opção que nomeia, respectivamente, as etapas I, II e III apresentadas na figura.
Disponível em: https://www.ecycle.com.br/muito-alem-da-exploracao-animal-criacao-gado-promove-gastos-recursosnaturais-danos-ambientais-em-escala-estratosferica-emissoes-gases-uso-agua-terra-alimento-desmatamentopastagem-residuos-contaminac. Acesso em: 19 nov. 2022. Adaptado.
O texto acima está se referindo ao gás:
I Indivíduos da mesma espécie cooperam entre si e estabelecem divisão de trabalho. Nessa relação ecológica, não há união física entre os indivíduos.
II Os indivíduos estão anatomicamente unidos, podendo ocorrer ou não divisão do trabalho.
III Um indivíduo mata e alimenta-se de outro da mesma espécie.
IV Indivíduos da mesma espécie lutam por recursos, tais como alimento, área e parceiros.
Assinale a opção que associa cada frase a sua classificação correta quanto ao tipo derelação ecológica.
Disponível em: <http://www.quiadoestudante.abril.com.br. Acesso em: 13 nov. 2022.