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HARTOG, François. Evidência da história: o que os historiadores veem. Belo Horizonte: Autêntica, 2011, p. 64.
O pequeno texto retirado do livro de François Hartog dá ideia de sua visão sobre o modo de ver do historiador. Para ver claro, segundo Hartog, é preciso examinar os testemunhos que temos diante de nós, sejam eles das testemunhas/ dos historiadores ou só das testemunhas, como no caso daquelas que viveram o Holocausto. Pode-se afirmar, então, que:
ORTEGA Y GASSET, José. Velásquez. São Paulo: WMFMartins Fontes, 2016, p. 8.
A afirmação acima estabelece como padrão do historiador, na década de 1940, a busca incessante de dados. Isso revela umas das maneiras que define o trabalho do historiador no período da Segunda Guerra Mundial, ou seja a história produzida através de formas lineares e genéticas. Assinale a opção que indica a forma de história apresentada por Ortega y Gasset na década de 1940:
O frio se transformou no principal aliado do presidente russo, Vladimir Putin, em sua ofensiva na Ucrânia, de acordo com reportagens publicadas pelas revistas semanais francesas. Os bombardeios contínuos efetuados por Moscou contra infraestruturas de energia, segundo as publicações, são militarmente estratégicos e psicologicamente desgastantes. Em cidades como Odessa e Kiev, com a chegada do inverno, os cortes constantes de eletricidade são cada vez mais angustiantes. Desde o começo dos ataques russos à rede de eletricidade, aplica-se um rodízio de cortes de eletricidade para que toda a população possa ser atendida, sem que o sistema de produção, muito avariado, seja sobrecarregado. De acordo com especialistas entrevistados, os alvos são fáceis.
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/ucrania-russia/noticia/2022/12/17/ucrania-com-bombardeio-deinfraestruturas-eletricas-inverno-e-o-maior-aliado-de-putin.ghtml. Acesso em: 15 dez. 2022.
Esses alvos são considerados fáceis pela Rússia devido ao seguinte fator:
De alguma forma, territorializar-se, hoje, implica a ação de controlar fluxos, de estabelecer e comandar redes. Elas jamais são completamente desmaterializadas, estão sempre, de uma forma ou de outra, desenhando materialmente territórios, mas nem sempre por isso “não-territoriais”.
HAESBAERT, R. O Mito da Desterritorialização. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004, p. 301. Adaptado.
No texto, evidencia-se a concepção do seguinte conceito geográfico:
Urbicídio é o conceito que se propôs nas Ciências Humanas para pensar a destruição de uma cidade. Recentemente, se depreendem duas vias para entender os danos causados às cidades como urbicídio. Por um lado, o urbicídio como prática relacionada aos efeitos devastadores que produzem as guerras e os conflitos nas cidades e, por outro, o impacto que gera a gentrificação, as práticas de regeneração urbana e a refuncionalização das cidades.
MORENO, A. et al. Urbicidio. Buenos Aires: Biblos, 2021, p. 30-31. Adaptado.
Nesse contexto do urbicídio, o impacto específico da gentrificação implica: