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Q3556749 Administração Pública

A próxima geração de governo e o futuro do trabalho no serviço público: utopia?


Por Ana Paula Bertolin



   Estamos em uma era digital acelerada pela pandemia e a força motriz dessa engrenagem necessita de um novo uso para a tecnologia onde dados e análises avançadas possam suportar as tomadas de decisão auxiliando na validação de soluções e suas implantações. Nesse contexto, um novo perfil de servidor se desenha. Para os que estão na ativa, um processo de upskilling e reskilling1 , além da captura de conhecimento tácito, é fundamental para a próxima geração de talentos que virão a compor o quadro do governo.


   O serviço público não pode fugir à regra. Mas ao contrário das organizações do setor privado, que vem evoluindo nessa questão a passos largos, esse setor não mudou a sua forma de trabalhar em quase nada nas últimas décadas. Continua sendo um setor atrasado em inovação e baseado em políticas retrógradas, fortalecidas em um modelo de produção de linha de montagem e que preza por práticas antigas de liderança e resultados. Como atrair esta nova geração para compor um novo governo?


   Em recente pesquisa do Center Digital Government com trabalhadores americanos em início de carreira, a nova norma é a flexibilidade. A Price Waterhouse Coopers revelou que 61% dos CEOs estão focados em proporcionar o bem-estar de suas equipes para que possam reter talentos. Portanto, governos terão que reinventar sua abordagem de trabalho, expandindo a visão de como e onde o trabalho é feito para que possam atrair e reter talentos para seu quadro de servidores.

  Estabilidade já não é mais o que chama a atenção dessa nova geração, muito menos carreiras de governo – a menos que haja envolvimento político! A busca é por propósito, compreensão do seu papel, qual a causa pela qual trabalha além do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, a motivação para o trabalho e a possibilidade de aplicar e desenvolver o pensamento criativo. Esse novo perfil também espera encontrar soluções promovidas pela tecnologia, tendo ela como facilitadora de serviços e experiências de qualidade e igualitariamente a essa força de trabalho.


   Formar uma próxima geração de governo necessita de políticas de retenção de talentos efetivas, que observam habilidades e como elas podem fazer parte do todo, compondo equipes de alta performance olhando para o ser humano como centro. Novas políticas devem ser construídas, expandindo a visão de onde e como o trabalho é e pode ser feito.


   Dexter Docherty em recente publicação afirma que um incrível futuro do trabalho no serviço público, pós-Covid, nos aguarda se tomarmos decisões políticas inteligentes e promotoras de flexibilidade agora! Afirma que, neste mundo cada vez mais digital e globalizado, o governo pode trabalhar com diferentes perspectivas de trabalho, abrindo oportunidade para novos talentos. Continua afirmando que o problema reside na compreensão limitada que os governos têm de onde um funcionário precisa morar para se tornar um servidor público. É uma nova visão onde o potencial para o trabalho seja determinado por tarefas e atividades e não por ocupações. E que seja visto pelas lentes da ética, confiança e da responsabilidade originando uma nova cultura de trabalho positiva, motivada e satisfeita.


   Outro ponto importante para o contexto é publicado em recentes estudos sobre a parada forçada neste período pandêmico. Segundo dados do Governo Federal Brasileiro, foram economizados 3 bilhões em 2020 com o home office de servidores públicos. Conforme entrevista do Secretário Nacional de Gestão e Desempenho de Pessoal, é uma economia oriunda da área meio, áreas administrativas, para que se possa investir em áreas fim. Uma economia significativa para um país que necessita se reequilibrar. Outros dados já apurados mostram que o teletrabalho facilita a entrega de resultados e aumenta a eficiência dos servidores públicos. É um novo conceito baseado na confiança e autonomia.


  As decisões políticas inteligentes neste momento, citadas por Docherty, irão promover mudanças significativas para alguns pontos obscuros na gestão de talentos dos servidores municipais, que poderão promover uma modernização na forma de trabalho podendo gerar equipes mais curiosas para a experimentação, mais engajamento pela promoção da autonomia, lideranças mais ágeis e mais confiantes em suas equipes resultando em um melhor desempenho e entrega de resultados além de uma economia significativa nos gastos públicos – elementos estes estratégicos de longo prazo.


   Diversos modelos podem ser adotados para um trabalho híbrido que combina trabalho remoto com tempo no escritório. Alguns governos, como o de São Paulo, já estão implantando essa modalidade como permanente para algumas funções que se adequam a esse modelo. A Deloitte afirma "o local de trabalho pós-covid mudará de onde as pessoas trabalham para um local onde as equipes se encontram, socializam e se conectam." The Enterprisers Project completa: "as organizações se concentrarão cada vez mais no que é mais importante: trabalho realizado em vez de horas trabalhadas e missões realizadas em vez de tarefas concluídas."


   Mas será que o modelo que perpetua nas instituições públicas está preparado para entender este novo momento? Urge movimentos e atitudes que acompanhem a evolução, hoje lenta e atrasada. É necessário que gestores públicos tomem decisões rápidas nesta área, promovendo uma mudança de cultura onde as novas necessidades do mundo do trabalho possam ser observadas. A forma como o setor público cria valor – o trabalho, a força de trabalho e o local de trabalho – está mudando. O governo não pode enfrentar os desafios complexos de hoje com modelos antigos. Novas regras para a gestão pública são necessárias. Será uma utopia?


   O potencial retido entre o corpo funcional do serviço público é enorme! Precisa ser percebido que se tem o poder de mudar para melhor. Novas ideias são necessárias para abordar a questão de como o setor público gera e agrega valor. Abraçar o poder da tecnologia para ampliar as capacidades humanas pode promover conexões sem limites geográficos. "Não podemos prever o futuro, mas podemos nos preparar para ele" – é o que o relatório de previsão estratégica da OECD (Organisation for Economic Cooperation and Development) – Exploring Implications for the Future of Global Collaboration aponta. Cita que mudanças sociais, tecnológicas, econômicas, ambientais, políticas e geopolíticas estão ocorrendo mais rápido do que nunca e que a sociedade e os governos não podem se fechar à interconexão e à possibilidade de serem globais.


   O desafio é ser produtivo e incitar o talento desse corpo funcional revertido em prestação de serviço de qualidade para o maior cliente: o cidadão, além de vislumbrar um futuro do trabalho mais brilhante para quem trabalha em nome do governo. O futuro é aqui e agora. Será que conseguimos trabalhar com a ideia de que a nova geração de governo será "móvel" nos próximos anos? Já pensou em como essa experiência poderia agregar valor para esse futuro do trabalho? Como novos modelos, boas práticas, novos conhecimentos e vivências poderiam ser compartilhadas? Como a tecnologia irá conectar e disseminar? É um novo mundo que se abre.... quem sairá na frente dessa experiência? Utopia?



1 Upskilling visa ensinar a um trabalhador novas competências para otimizar seu desempenho; o reskilling (também conhecido como reciclagem profissional) procura dar treinamento a um funcionário para realojá-lo num novo posto na empresa. 

 


 Disponível em: https://www.estadao.com.br/politica/blogdo-mlg/a-proxima-geracao-de-governo-e-o-futuro-do-trabalhono-servico-publico-utopia/. Acesso em: 30 ago.2023. Adaptado.





De acordo com o texto, pode-se afirmar que 
Alternativas
Q3556748 Português

A próxima geração de governo e o futuro do trabalho no serviço público: utopia?


Por Ana Paula Bertolin



   Estamos em uma era digital acelerada pela pandemia e a força motriz dessa engrenagem necessita de um novo uso para a tecnologia onde dados e análises avançadas possam suportar as tomadas de decisão auxiliando na validação de soluções e suas implantações. Nesse contexto, um novo perfil de servidor se desenha. Para os que estão na ativa, um processo de upskilling e reskilling1 , além da captura de conhecimento tácito, é fundamental para a próxima geração de talentos que virão a compor o quadro do governo.


   O serviço público não pode fugir à regra. Mas ao contrário das organizações do setor privado, que vem evoluindo nessa questão a passos largos, esse setor não mudou a sua forma de trabalhar em quase nada nas últimas décadas. Continua sendo um setor atrasado em inovação e baseado em políticas retrógradas, fortalecidas em um modelo de produção de linha de montagem e que preza por práticas antigas de liderança e resultados. Como atrair esta nova geração para compor um novo governo?


   Em recente pesquisa do Center Digital Government com trabalhadores americanos em início de carreira, a nova norma é a flexibilidade. A Price Waterhouse Coopers revelou que 61% dos CEOs estão focados em proporcionar o bem-estar de suas equipes para que possam reter talentos. Portanto, governos terão que reinventar sua abordagem de trabalho, expandindo a visão de como e onde o trabalho é feito para que possam atrair e reter talentos para seu quadro de servidores.

  Estabilidade já não é mais o que chama a atenção dessa nova geração, muito menos carreiras de governo – a menos que haja envolvimento político! A busca é por propósito, compreensão do seu papel, qual a causa pela qual trabalha além do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, a motivação para o trabalho e a possibilidade de aplicar e desenvolver o pensamento criativo. Esse novo perfil também espera encontrar soluções promovidas pela tecnologia, tendo ela como facilitadora de serviços e experiências de qualidade e igualitariamente a essa força de trabalho.


   Formar uma próxima geração de governo necessita de políticas de retenção de talentos efetivas, que observam habilidades e como elas podem fazer parte do todo, compondo equipes de alta performance olhando para o ser humano como centro. Novas políticas devem ser construídas, expandindo a visão de onde e como o trabalho é e pode ser feito.


   Dexter Docherty em recente publicação afirma que um incrível futuro do trabalho no serviço público, pós-Covid, nos aguarda se tomarmos decisões políticas inteligentes e promotoras de flexibilidade agora! Afirma que, neste mundo cada vez mais digital e globalizado, o governo pode trabalhar com diferentes perspectivas de trabalho, abrindo oportunidade para novos talentos. Continua afirmando que o problema reside na compreensão limitada que os governos têm de onde um funcionário precisa morar para se tornar um servidor público. É uma nova visão onde o potencial para o trabalho seja determinado por tarefas e atividades e não por ocupações. E que seja visto pelas lentes da ética, confiança e da responsabilidade originando uma nova cultura de trabalho positiva, motivada e satisfeita.


   Outro ponto importante para o contexto é publicado em recentes estudos sobre a parada forçada neste período pandêmico. Segundo dados do Governo Federal Brasileiro, foram economizados 3 bilhões em 2020 com o home office de servidores públicos. Conforme entrevista do Secretário Nacional de Gestão e Desempenho de Pessoal, é uma economia oriunda da área meio, áreas administrativas, para que se possa investir em áreas fim. Uma economia significativa para um país que necessita se reequilibrar. Outros dados já apurados mostram que o teletrabalho facilita a entrega de resultados e aumenta a eficiência dos servidores públicos. É um novo conceito baseado na confiança e autonomia.


  As decisões políticas inteligentes neste momento, citadas por Docherty, irão promover mudanças significativas para alguns pontos obscuros na gestão de talentos dos servidores municipais, que poderão promover uma modernização na forma de trabalho podendo gerar equipes mais curiosas para a experimentação, mais engajamento pela promoção da autonomia, lideranças mais ágeis e mais confiantes em suas equipes resultando em um melhor desempenho e entrega de resultados além de uma economia significativa nos gastos públicos – elementos estes estratégicos de longo prazo.


   Diversos modelos podem ser adotados para um trabalho híbrido que combina trabalho remoto com tempo no escritório. Alguns governos, como o de São Paulo, já estão implantando essa modalidade como permanente para algumas funções que se adequam a esse modelo. A Deloitte afirma "o local de trabalho pós-covid mudará de onde as pessoas trabalham para um local onde as equipes se encontram, socializam e se conectam." The Enterprisers Project completa: "as organizações se concentrarão cada vez mais no que é mais importante: trabalho realizado em vez de horas trabalhadas e missões realizadas em vez de tarefas concluídas."


   Mas será que o modelo que perpetua nas instituições públicas está preparado para entender este novo momento? Urge movimentos e atitudes que acompanhem a evolução, hoje lenta e atrasada. É necessário que gestores públicos tomem decisões rápidas nesta área, promovendo uma mudança de cultura onde as novas necessidades do mundo do trabalho possam ser observadas. A forma como o setor público cria valor – o trabalho, a força de trabalho e o local de trabalho – está mudando. O governo não pode enfrentar os desafios complexos de hoje com modelos antigos. Novas regras para a gestão pública são necessárias. Será uma utopia?


   O potencial retido entre o corpo funcional do serviço público é enorme! Precisa ser percebido que se tem o poder de mudar para melhor. Novas ideias são necessárias para abordar a questão de como o setor público gera e agrega valor. Abraçar o poder da tecnologia para ampliar as capacidades humanas pode promover conexões sem limites geográficos. "Não podemos prever o futuro, mas podemos nos preparar para ele" – é o que o relatório de previsão estratégica da OECD (Organisation for Economic Cooperation and Development) – Exploring Implications for the Future of Global Collaboration aponta. Cita que mudanças sociais, tecnológicas, econômicas, ambientais, políticas e geopolíticas estão ocorrendo mais rápido do que nunca e que a sociedade e os governos não podem se fechar à interconexão e à possibilidade de serem globais.


   O desafio é ser produtivo e incitar o talento desse corpo funcional revertido em prestação de serviço de qualidade para o maior cliente: o cidadão, além de vislumbrar um futuro do trabalho mais brilhante para quem trabalha em nome do governo. O futuro é aqui e agora. Será que conseguimos trabalhar com a ideia de que a nova geração de governo será "móvel" nos próximos anos? Já pensou em como essa experiência poderia agregar valor para esse futuro do trabalho? Como novos modelos, boas práticas, novos conhecimentos e vivências poderiam ser compartilhadas? Como a tecnologia irá conectar e disseminar? É um novo mundo que se abre.... quem sairá na frente dessa experiência? Utopia?



1 Upskilling visa ensinar a um trabalhador novas competências para otimizar seu desempenho; o reskilling (também conhecido como reciclagem profissional) procura dar treinamento a um funcionário para realojá-lo num novo posto na empresa. 

 


 Disponível em: https://www.estadao.com.br/politica/blogdo-mlg/a-proxima-geracao-de-governo-e-o-futuro-do-trabalhono-servico-publico-utopia/. Acesso em: 30 ago.2023. Adaptado.





Assinale a opção em que todas as palavras sofreram o mesmo processo de formação.
Alternativas
Q3380176 Geografia
Considere o texto sobre a agricultura no Brasil.

Ao longo da história, o setor da agricultura no Brasil passou por diversos ciclos e transformações, indo desde a economia canavieira, pautada principalmente na produção de cana-de-açúcar durante o período colonial, até as recentes transformações e a expansão do café e da soja. Atualmente, essas transformações ainda ocorrem, sobretudo garantindo um ritmo de sequência às transformações técnicas ocorridas a partir do século XX, como a mecanização da produção e a modernização das atividades. Podemos dizer que a principal marca da agricultura no Brasil atual – e, por extensão, da pecuária – é a formação dos complexos agrícolas. Nesse contexto, destacam-se a produção de soja, da carne para exportação e da cana-de-açúcar para a produção de biomassa e etanol.

Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/agricultura-no-brasil-atual.htm. Acesso em: 15 dez. 2022. Adaptado.


No contexto atual, a maior produção sucroalcooleira do País situa-se no seguinte estado:
Alternativas
Q3380175 Geografia
Considere o texto sobre os BRICS.

Em 2001, Jim O'Neill, então economista-chefe do banco de investimentos Goldman Sachs, descreveu pela primeira vez uma nova divisão de trabalho na economia mundial: Building better global economic BRICs. Em português, seria algo como "o mundo precisa de melhores tijolos econômicos", num trocadilho entre a palavra em inglês para tijolos (brick) e o acrônimo BRIC: Brasil, Rússia, Índia e China. As previsões sobre esse bloco de países tinham como base uma nova divisão de trabalho, segundo a qual esses países fortaleceriam sua posição na economia mundial. Assim, o Brasil se tornaria o "armazém das matérias-primas" ou "cesta de pão" para a economia global; a Rússia, "posto de abastecimento do mundo", por causa de suas reservas energéticas; a Índia, o "think tank", devido a sua indústria de tecnologia da informação; e a China viraria a grande "fábrica" global. Em 2006, uniram-se para formar uma comunidade que se encontrou formalmente pela primeira vez em 2009. A África do Sul aderiu em 2011. Desde então, o clube das economias emergentes tem sido chamado de BRICS.

Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2021/08/05/vinte-anos-depois-brasil-virou-segundo-escalao-dos-brics-economia-dopais-perdeu-o-prumo. Acesso em: 15 dez. 2022.

No momento de sua formação, os quatro países que compõem esse bloco tinham em comum o fato de constituírem:

Alternativas
Q3380174 Atualidades
Considere o texto sobre conflito geopolítico regional.

Em 2006, o mundo presenciou mais um conflito armado, desta vez entre o Líbano e Israel. Em uma ação desafiadora, o grupo xiita libanês provocou um ataque em Israel. No ataque, morreram oito soldados e dois foram presos. Após o ataque, Israel tomou uma atitude ofensiva militar contra os libaneses, com uma ação destruidora. No dia seguinte aos ataques recebidos, Israel, temendo ser bombardeado, teve uma ação defensiva frente aos ataques libaneses.

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/guerras/guerra-entre-libano-israel.htm. Acesso em: 15 dez. 2022.

O grupo islâmico que assume os ataques libaneses a Israel é o:
Alternativas
Q3380172 Geografia
Considere o texto sobre o conflito geopolítico na Eurásia.

No final de setembro, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou a anexação de quatro regiões ucranianas, depois de ter realizado “referendos” locais denunciados como fictícios por Kiev e pelo Ocidente. Putin admitiu que a situação está "extremamente difícil" nas regiões de Donetsk e Luhansk. Ele elogiou o trabalho dos membros desses serviços que operam nas "novas regiões da Rússia", garantindo que "as pessoas que lá vivem, cidadãos russos", dependam da "proteção" desses serviços.

Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/putin-reconhece-situacao-extremamente-dificil-nos-territorios-sob-controlerusso/. Acesso em: 15 dez. 2022.


Essas duas regiões pretendidas pela Rússia localizam-se na seguinte porção do território ucraniano: 
Alternativas
Q3380171 Meio Ambiente
Considere o texto sobre cidade sustentável.

O principal objetivo da cidade sustentável é evitar o esgotamento do meio ambiente e garantir sua permanência para gerações futuras. Por isso, as políticas públicas devem pensar sempre no futuro. Como a maior parte da população mundial vive em zonas urbanas, as cidades se tornaram o epicentro de problemas como a poluição e o desperdício de recursos naturais. Por esta razão, são os centros urbanos que devem se reinventar a fim de que o futuro das próximas gerações esteja garantido e seja melhor do que o mundo em que vivemos hoje.

Disponível em: https://www.todamateria.com.br/cidade-sustentavel/. Acesso em: 15 dez. 2022.


A prática social concebida como diretriz de gestão das cidades sustentáveis é:
Alternativas
Q3380169 Geografia
Considere o texto sobre as cidades globais.

As cidades globais representam as metrópoles mundiais que possuem uma estrutura complexa e grande importância e influência no mundo e, por isso, também são chamadas de cidades mundiais. O termo foi utilizado pela primeira vez pela socióloga Saskia Sassen, com o intuito de as distinguir das megacidades na classificação de hierarquia urbana. Segundo a hierarquia urbana, as cidades globais estão no topo hierárquico. Elas sofreram mudanças significativas em sua estrutura decorrentes do processo de globalização. Correspondem, assim, aos centros mundiais urbanos, culturais, financeiros, econômicos, políticos e industriais de maior desenvolvimento do mundo. No total, cerca de 60 cidades no mundo são consideradas cidades globais, sendo que a maioria delas está concentrada no continente europeu. Segundo o nível de influência que exercem, as cidades globais são divididas hierarquicamente em três tipos: alfa, beta e gama.

Disponível em: https://www.todamateria.com.br/o-que-sao-cidades-globais/. Acesso em: 15 dez. 2022.


Identifica-se como cidade global do tipo alfa: 
Alternativas
Q3380168 Geografia
Considere o texto sobre a demografia brasileira. A direção da população brasileira, na primeira metade deste século, tanto pelo seu calibre quanto pela sua estrutura etária, já está delineada. A pirâmide etária brasileira, que possuía uma base larga e o topo estreito, apregoando a superioridade de crianças e jovens, recentemente, apresenta características de equilíbrio. Conforme projeções da ONU, de 3,1%, em 1970, a população idosa brasileira passará a aproximadamente 19% até 2050.

Disponível em: https://www.todamateria.com.br/populacao-brasileira/. Acesso em: 15 dez. 2022. Adaptado.

A pirâmide etária que se delineia atualmente no País resulta do seguinte fator:
Alternativas
Q3380166 Geografia
Considere o texto sobre tipos de agricultura.

Tipos de agricultura correspondem a diferentes maneiras de produção agrícola, as quais se adequam às características do ambiente no qual serão realizadas. Um tipo de agricultura corresponde à monocultura cuja produção é feita em grandes extensões de terra e sua produção é voltada para o abastecimento do mercado externo geralmente. Em virtude da intensa mecanização, esse tipo de agricultura possui altos índices de produtividade. Nele, empregam-se máquinas e tecnologias para aumentar o rendimento do cultivo.

Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/tipos-agricultura.htm. Acesso em: 15 dez. 2022. Adaptado.

O tipo de agricultura mencionado acima é denominado:
Alternativas
Q3380163 Atualidades
Considere o texto sobre fluxos populacionais no Brasil.

Segundo dados divulgados na 7ª edição do relatório “Refúgio em Números”, apenas em 2021, foram feitas 29.107 solicitações da condição de refugiado, sendo que o Conare reconheceu 3.086 pessoas de diversas nacionalidades como refugiadas. Tanto os homens (55,2%) como as mulheres (44,8%) reconhecidos como refugiados encontravam-se, predominantemente, na faixa de 5 a 14 anos de idade (50,4%).

Disponível em: https://www.acnur.org/portugues/dados-sobre-refugio/dados-sobre-refugio-no-brasil/. Acesso em: 15 dez. 2022.


Nesse contexto, o maior número de refugiados reconhecidos no período é da nacionalidade: 
Alternativas
Q3380162 Geografia
Considere o texto sobre a hierarquia urbana brasileira.

Dentro da rede urbana, as cidades são os nós dos sistemas de produção e distribuição de mercadorias e de prestação de serviços diversos, que organizam segundo níveis hierárquicos distribuídos de forma desigual pelo território. Por exemplo, o Centro-Sul do país possui uma rede urbana com grande número de metrópoles, capitais regionais e centros sub-regionais, bastante articulados entre si.

MOREIRA, J.; SENE, E. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2017, p. 222-223. Adaptado.

No Centro-Sul, identifica-se como centro sub-regional a seguinte cidade: 
Alternativas
Q3380160 Geografia
Considere o texto sobre os tecnopolos no Brasil.

Ainda que não seja considerado um país de ponta nos quesitos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico no mundo, o Brasil tem uma extensa história de inovação em diversas áreas da ciência. O país originou diversos avanços nos campos da agricultura, dos biocombustíveis, da medicina e da computação, que foram atingidos principalmente por causa da presença de universidades e institutos mundialmente respeitados. Há algum tempo, os governos federal, estaduais e municipais têm investido pesado na criação de novos polos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologia, conhecidos como tecnopolos, devido à alta rentabilidade que essas iniciativas oferecem a longo prazo. Isso pode significar que a tradicional concentração desses centros nas prósperas regiões do Sudeste e Sul não será mais mantida, de modo que outras regiões também poderão oferecer as condições necessárias para a criação de grandes centros de pesquisa.

Disponível em: https://techinbrazil.com.br/tecnopolos-no-brasil. Acesso em: 15 dez. 2022.

A maioria dos tecnopolos encontra-se na seguinte porção do território nacional:
Alternativas
Q3380159 Geografia
Considere o texto sobre a problemática urbana no Brasil. Durante muito tempo e à luz de teorias espaciais consagradas, as grandes cidades eram consideradas os lugares de crescimento, enquanto o resto do país teria dificuldades para decolar. Hoje, porém, apreciando a evolução de numerosos indicadores econômicos e sociais das diversas áreas metropolitanas brasileiras, em relação ao que se passa com o resto do país tomado como um todo e, particularmente, em confronto com aquelas regiões do interior constata-se que, agora, estas últimas conhecem um processo de modernização distinto que seria um resultado de difusão no território daquilo a que chamamos de meio técnico-científico, por sua vez, consequência da difusão à escala mundial das variáveis que caracterizam o presente período histórico,

Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/cpg/article/view/7226. Acesso em: 15 dez. 2022.

No texto, descreve-se um aspecto recente do processo de urbanização brasileiro denominado:
Alternativas
Q3379513 Filosofia
No que diz respeito ao pensamento filosófico contemporâneo (a partir do século XX), indique a opção que melhor caracteriza esse período após a leitura do excerto que segue.

"É frequente histórias da filosofia não incluírem um capítulo sobre o pensamento contemporâneo, como se considerassem que, de certa forma, a contemporaneidade não fizesse ainda parte da história. Isso é, sob muitos aspectos, compreensível, pois nos faltam ainda o distanciamento e a perspectiva temporal que nos permitem analisar os filósofos contemporâneos, avaliar aqueles cuja obra e influência serão duradouras. Encontramo-nos próximos demais deles, e, paradoxalmente, isso nos impede de vê-los melhor. Por outro lado, há algo de incompleto em uma história da filosofia que não busque ao menos relacionar os pensadores e correntes contemporâneos com a tradição, interpretá-los como parte dessa história, dessa formação e desse desenvolvimento que chegam até nós.”

MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia. p. 284, Rio de Janeiro, Zahar: 2015, 13a. ed.. 
Alternativas
Q3379511 Filosofia
No século XIX, ocorrem diversas mudanças no pensamento filosófico. Tais mudanças de paradigma em relação aos sistemas filosóficos da Modernidade (sobretudo nos sécs. XVII-XVIII) se deveram em grande parte à influência de Georg Wilhelm Hegel, ilustre filósofo alemão. Assinale a opção que contém a principal influência desse filósofo sobre os sistemas filosóficos subsequentes a sua obra.
Alternativas
Q3379510 Ciência Política
Em relação ao Liberalismo "Clássico", pensamento político, econômico e filosófico surgido na Europa no início da época moderna, assinale a opção que apresenta corretamente os principais fundamentos de tal corrente de pensamento.
Alternativas
Q3379509 Filosofia
Uma das correntes filosóficas de grande relevo surgida na idade moderna e que se contrapunha à tradição racionalista foi o Empirismo (assim denominado por diversos filósofos e historiadores). Sobre o Empirismo, assinale a opção que melhor apresenta seus principais fundamentos.
Alternativas
Q3379507 Filosofia
Considerando o período da modernidade (séc. XV-XVII), assinale a opção que contém SOMENTE características do pensamento científico moderno. 
Alternativas
Q3379506 Ciência Política
A época do renascimento (séculos XV-XVI), além de representar uma mudança de paradigma importante nas artes plásticas e na literatura (do Teocentrismo ao Antropocentrismo), apresentou diversas ideias políticas inspiradoras, assim como obras que se tornaram muito conhecidas nesse período. Dentre as opções a seguir, marque a que se refere a autor e obra renascentista de grande destaque e influência. 
Alternativas
Respostas
3001: B
3002: E
3003: C
3004: D
3005: B
3006: C
3007: B
3008: A
3009: B
3010: C
3011: D
3012: D
3013: D
3014: D
3015: B
3016: A
3017: B
3018: D
3019: A
3020: C