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Para fadesp
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A história da arte no Brasil é fundamental para a formação de nossa identidade cultural. Nessa história, um elemento social foi importante para a solidificação dos saberes artísticos e para o ensino das artes visuais pintura, desenho, escultura, instalação, performance, fotografia e cinema), tendo colocado o Brasil no roteiro das grandes ações mundiais em artes visuais. Trata-se do (da)
Para ler e interpretar a obra de arte, é preciso perceber sua distribuição espacial – a chamada "composição artística" –, ou seja, a maneira como o autor utiliza os elementos da sintaxe visual, distribuindo-os no espaço bidimensional. A composição artística pode ser
Os elementos constitutivos da obra de arte que nos permitem compreendê-la foram definidos por Ostrower como "os conceitos mundializados sobre mensagem visual". Esses elementos são:
No que diz respeito ao ensino das artes visuais, ainda hoje se discute no Brasil se "o que importa para a criança é o processo ou o produto". Os objetivos, os métodos e os conteúdos do ensino das artes visuais podem estar ligados à função da arte na sociedade e à função da arte na escola. Duas categorias de justificativas para o ensino de arte têm determinado a função educacional das artes visuais o
Os objetivos de uma verdadeira educação artística na escola podem ser definidos, segundo Porcher, por meio da democratização do acesso à arte. Assim, o autor indica três princípios para a educação artística:
Revendo a nomenclatura do ensino de arte no Brasil nas últimas décadas, encontramos expressões que remetem a abordagens epistemológicas e a concepções teóricas que foram apoiadas por filósofos, educadores, psicólogos e artistas. Assim, é correto afirmar que a
No processo de (re)organização do espaço geográfico mundial, o modelo de apropriação capitalista, com elevados índices de consumo e de desperdício de recursos, tem ocasionado sérios impactos ambientais em diferentes ecossistemas terrestres. Sobre o assunto, é correto afirmar que
. Leia a citação abaixo:
“A intensificação das migrações [...] leva ao mesmo tempo a uma proliferação de microespaços de identidade, segregados/segregadores, e a um entrecruzamento de traços culturais que produzem espaços híbridos, virtuais articuladores de novas identificações territoriais”
HAESBAERT, Rogério. Identidades territoriais. In: ROSENDAHL, Zeny; CORRÊA, Roberto. (Org.). Manifestações da cultura no espaço. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999, p. 187.
Considerando-se a relação entre migrações e difusão cultural no espaço, abordada por Haesbaert,
pode-se afirmar que, entre os atores que caracterizam o atual espaço amazônico, estão os
Leia o poema de Elomar:
Essa é a terra de ninguém
Guarda na lembrança
Ela é a esperança
Dos filhos da terra
Que a terra não têm.
Elomar
Como se pode observar nos versos acima, a questão da terra no Brasil envolve entre outros problemas,
os conflitos agrários, que adquirem nuances diferenciadas em cada um dos complexos regionais do
país. Quanto a esses conflitos, é verdadeiro afirmar que
A nova forma de gestão de território implantada na Amazônia nas décadas mais recentes gerou inúmeros protestos das sociedades atingidas, algumas ruidosas, como passeatas, ocupação de instalações, e algumas silenciosas e poéticas, como o poema abaixo, de autoria do geógrafo Edir Augusto Dias Pereira, morador da cidade de Tucuruí.
Tocantins (fragmentos)
Barraram esse rio
Tocantins menino!
Determinaram meu destino
Sem me consultar
Não me perguntaram o que eu queria!
Não quiseram saber do que eu necessitava!
Não consideraram o que eu vivia!
Trouxeram-me a modernidade!
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Afogaram tuas tribos
Submergiram teus filhos
Barraram teu caminho!
................................................
Sem me consultar!
Vejo uma cidade pobre
Eu choro
................................................
O rio levará tuas lágrimas!
Outro rio, o rio de asfalto
Trará o que te falta!
................................................
Abro os braços
E te recebo peregrino
Barraram o meu destino,
E seduziu-te a eletricidade
Vieste em busca do trabalho
Encontraste a necessidade
................................................
Ó cidade ribeirinha
As luzes dessa usina
Que consomem o teu rio.
Chora Tocantins,
................................................
Um trem que aqui passou
Um rio que aqui passou
................................................
Um futuro que não veio,
Como nos prometeram
Edir Augusto
Com base na leitura do poema e em conhecimentos geográficos sobre a reordenação socioespacial da
área de implantação da hidrelétrica de Tucuruí, pode-se afirmar que
Observe o mapa abaixo:

No mapa são apresentadas as áreas mais devastadas da Amazônia até o final da década de 90, em
conseqüência das ações e/ou intervenções antrópicas. Em cada umas dessas áreas, as ações foram
diferenciadas. Nesse sentido, é verdadeiro afirmar que
Leia o fragmento de texto abaixo:
“A produção do espaço urbano na Amazônia nas últimas três décadas vincula-se estreitamente às políticas de modernização, de ocupação e de povoamento regional. Tais políticas induziram o surgimento de cidades com espaços e tempos diferentes da realidade até então vivida na região. A cidade teve um papel fundamental no processo de estruturação e de ordenamento territorial regional recente.”
ROCHA, Gilberto de Miranda. Gestão local do território: a cidade e o reordenamento político-territorial na área de influência de Tucuruí. In: TRINDADE JÚNIOR, S. C.; ROCHA, G.M. (Org.). Cidade e empresa na Amazônia. Belém: Paka-tatu, 2002, p. 83.
Sobre o assunto abordado no texto acima, é verdadeiro afirmar que
Leia o fragmento de texto abaixo:
“As transformações vivenciadas pela Amazônia nas últimas décadas estabeleceram uma diversidade de formas espaciais e de conteúdos que evidenciam a complexidade das relações responsáveis pela nova dinâmica regional, revelando o espaço como uma acumulação de tempos e de técnicas diferentes.”
TRINDADE JÚNIOR, S. C.; ROCHA, G. M.. Cidade e empresa na Amazônia: uma apresentação do tema. In: TRINDADE JÚNIOR, S. C.; ROCHA, G.M. (Org.) Cidade e empresa na Amazônia. Belém: Paka-tatu, 2002, p. 13.
Com base no pensamento de Trindade e Rocha, pode-se afirmar que
Leia o texto abaixo:
“Chega-se às pequenas cidades amazônicas pelo rio quando o barco em que navegamos se aproxima. Se for dia, antes víamos a torre da igreja e hoje a torre telefônica, como sinal da modernidade; se for noite, é o clarão da cidade a que se achega vagarosamente sem pressa, com tempo para os aconteceres [...]. Chega-se ao porto [...], é o intermediário entre o rio, a floresta e a cidade como lugar privilegiado dos enigmas da Amazônia [...] onde estão os mais poderosos arquivos culturais [...], os igapós simbólicos da nossa cultura, as raízes submersas de um povo.”
OLIVEIRA, Jose Aldemir. A cultura nas(das) pequenas cidades da Amazônia brasileira. Disponível em: . Acesso em: 15 jan. 2008.
Sobre as cidades da Amazônia acima descritas, é correto afirmar que
Leia o texto abaixo:
“Durante muito tempo sonhei conhecer a Amazônia, terra dos meus antepassados.(...). Imaginava um paraíso, com florestas virgens, rios caudalosos, um clima quente mas com chuvas freqüentes para ameniza-lo, tal como contava minha avó. Era o mês de setembro(...),inicio minha viagem por via fluvial em Benjamin Constant (Amazônia Ocidental) no estado do Amazonas(...) que beleza ! Matas imensas, igapós, rios gigantescos e muitas palafitas. (...) Chego a Manaus, que tristeza ! Poluição, favelas flutuantes e em seu entorno muita pobreza. (...). Sigo viagem pelo grandioso rio amazonas e encontro lugares com muita seca, estiagem mesmo, parece até que não estou na Amazônia. (...) Mais adiante, já na porção ocidental do Pará deparo com enormes clareiras na floresta, grandes extensões de pastos e ainda vários caminhões carregados de toras de madeira. (...) Viajo dias pela Br 163 e não vejo chuvas, só calor e muita devastação.(...) Parece que o paraíso virou “inferno”(...) Nossa floresta está sumindo e com elas as chuvas, os rios e igarapés, com drástica diminuição da grande biodiversidade amazônica.”
Adaptado do depoimento da geógrafa Liz Santos ao Jornal Folha de São Paulo ( caderno 2) 12/2005
Com base nas idéias expressas no texto acima e na realidade atual do espaço geográfico amazônico, é correto afirmar que
Inseridos em um grande esquema de reorganização do território, os grandes projetos agropecuários implantados na Amazônia, beneficiando-se dos incentivos oficiais, provocaram um intenso reordenamento no espaço rural regional com a incorporação de novas áreas destinadas à pecuária. Hoje essas áreas constituem-se basicamente de novas pastagens que ainda proliferam na região. Dentre os fatores que contribuíram para o crescimento recente da pecuária na Amazônia, destacam-se
Ariovaldo Umbelino de Oliveira, em seu livro Amazônia: monopólio, expropriação e conflitos (1987, p. 96), afirma que "o estado do Pará conhece a ação de órgãos oficiais de colonização [...] desde a década de 40; no entanto, foi com o PIN (Plano de Integração Nacional) e a Transamazônica que esta ação se intensificou". A respeito do assunto, é correto afirmar que