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Ano: 2017 Banca: FADESP Órgão: COSANPA Prova: FADESP - 2017 - COSANPA - Encanador |
Q2726986 Mecânica

O registro ideal a ser usado em equipamentos em que a vazão da água precisa ser controlada, como, por exemplo, o chuveiro, é o de

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FADESP Órgão: COSANPA Prova: FADESP - 2017 - COSANPA - Encanador |
Q2726985 Segurança e Saúde no Trabalho

Os EPI utilizados na instalação e em reparos nas redes de água e esgoto são

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Ano: 2017 Banca: FADESP Órgão: COSANPA Prova: FADESP - 2017 - COSANPA - Encanador |
Q2726984 Engenharia Civil

Considere verdadeiras (V) as ferramentas utilizadas na execução de sistemas hidráulicos de água e falsas (F) as que não o são:


( ) trena

( ) lira

( ) prumo de centro

( ) arco de serra

( ) válvula de gaveta


A sequência correta é

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FADESP Órgão: COSANPA Prova: FADESP - 2017 - COSANPA - Encanador |
Q2726983 Engenharia Civil

Uma conexão utilizada na manutenção e em reparos das redes coletoras de esgoto feitas em PVC rígido é

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FADESP Órgão: COSANPA Prova: FADESP - 2017 - COSANPA - Encanador |
Q2726982 Mecânica

Nos sistemas públicos de abastecimento de água, um dos benefícios da utilização de tubos PBA é/são a/o(s)

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Q2726970 Português

LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 10.


O substituto da vida


1 Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me

2 sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de

3 escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, aplicava a caneta sobre os

4 xxxxxxxx ou fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo.

5 Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria

6 e ia à vida.

7 Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da

8 editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à

9 esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema à tarde – em 1968,

10 escapei do "Correio da Manhã", na Lapa, para assistir à primeira sessão de

11 "2001" no dia da estreia, em Copacabana, e voltei maravilhado à Redação para

12 contar a José Lino Grünewald.

13 Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a

14 máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia

15 ao Centro da cidade varejar sebos ou fazia uma matinê com uma namorada. Só

16 reabria a máquina no dia seguinte.

17 Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de

18 mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo

19 às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em

20 jornais e revistas online, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma

21 a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

22 Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a

23 agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos,

24 a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de

25 pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a

26 vida. É por isto que nem lhe chego perto – temo que ele me substitua também.


Ruy Castro
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016


Léxico:

“2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968.

José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.

Na passagem “É por isto que nem lhe chego perto” (l. 26), a locução sublinhada indica

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Q2726969 Português

LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 1 A 10.


O substituto da vida


1 Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me

2 sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de

3 escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, aplicava a caneta sobre os

4 xxxxxxxx ou fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo.

5 Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria

6 e ia à vida.

7 Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da

8 editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à

9 esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema à tarde – em 1968,

10 escapei do "Correio da Manhã", na Lapa, para assistir à primeira sessão de

11 "2001" no dia da estreia, em Copacabana, e voltei maravilhado à Redação para

12 contar a José Lino Grünewald.

13 Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a

14 máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia

15 ao Centro da cidade varejar sebos ou fazia uma matinê com uma namorada. Só

16 reabria a máquina no dia seguinte.

17 Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de

18 mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo

19 às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em

20 jornais e revistas online, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma

21 a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

22 Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a

23 agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos,

24 a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de

25 pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a

26 vida. É por isto que nem lhe chego perto – temo que ele me substitua também.


Ruy Castro
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016


Léxico:

“2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968.

José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.

O vocábulo que ilustra o processo de formação de palavras por meio de empréstimo é

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Q2726968 Português

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O substituto da vida


1 Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me

2 sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de

3 escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, aplicava a caneta sobre os

4 xxxxxxxx ou fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo.

5 Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria

6 e ia à vida.

7 Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da

8 editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à

9 esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema à tarde – em 1968,

10 escapei do "Correio da Manhã", na Lapa, para assistir à primeira sessão de

11 "2001" no dia da estreia, em Copacabana, e voltei maravilhado à Redação para

12 contar a José Lino Grünewald.

13 Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a

14 máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia

15 ao Centro da cidade varejar sebos ou fazia uma matinê com uma namorada. Só

16 reabria a máquina no dia seguinte.

17 Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de

18 mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo

19 às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em

20 jornais e revistas online, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma

21 a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

22 Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a

23 agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos,

24 a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de

25 pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a

26 vida. É por isto que nem lhe chego perto – temo que ele me substitua também.


Ruy Castro
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016


Léxico:

“2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968.

José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.

No enunciado “e voltei maravilhado à Redação” (l. 11), o termo sublinhado tem a função sintática de

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Q2726967 Português

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O substituto da vida


1 Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me

2 sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de

3 escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, aplicava a caneta sobre os

4 xxxxxxxx ou fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo.

5 Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria

6 e ia à vida.

7 Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da

8 editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à

9 esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema à tarde – em 1968,

10 escapei do "Correio da Manhã", na Lapa, para assistir à primeira sessão de

11 "2001" no dia da estreia, em Copacabana, e voltei maravilhado à Redação para

12 contar a José Lino Grünewald.

13 Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a

14 máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia

15 ao Centro da cidade varejar sebos ou fazia uma matinê com uma namorada. Só

16 reabria a máquina no dia seguinte.

17 Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de

18 mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo

19 às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em

20 jornais e revistas online, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma

21 a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

22 Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a

23 agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos,

24 a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de

25 pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a

26 vida. É por isto que nem lhe chego perto – temo que ele me substitua também.


Ruy Castro
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016


Léxico:

“2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968.

José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.

No primeiro parágrafo do texto (l. 1 a 6), predominam verbos flexionados no modo indicativo e no tempo

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Q2726965 Português

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O substituto da vida


1 Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me

2 sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de

3 escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, aplicava a caneta sobre os

4 xxxxxxxx ou fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo.

5 Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria

6 e ia à vida.

7 Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da

8 editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à

9 esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema à tarde – em 1968,

10 escapei do "Correio da Manhã", na Lapa, para assistir à primeira sessão de

11 "2001" no dia da estreia, em Copacabana, e voltei maravilhado à Redação para

12 contar a José Lino Grünewald.

13 Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a

14 máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia

15 ao Centro da cidade varejar sebos ou fazia uma matinê com uma namorada. Só

16 reabria a máquina no dia seguinte.

17 Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de

18 mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo

19 às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em

20 jornais e revistas online, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma

21 a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

22 Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a

23 agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos,

24 a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de

25 pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a

26 vida. É por isto que nem lhe chego perto – temo que ele me substitua também.


Ruy Castro
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016


Léxico:

“2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968.

José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.

O enunciado em que a substituição proposta altera o sentido original da palavra/expressão destacada no texto é

Alternativas
Q2726964 Português

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O substituto da vida


1 Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me

2 sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de

3 escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, aplicava a caneta sobre os

4 xxxxxxxx ou fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo.

5 Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria

6 e ia à vida.

7 Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da

8 editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à

9 esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema à tarde – em 1968,

10 escapei do "Correio da Manhã", na Lapa, para assistir à primeira sessão de

11 "2001" no dia da estreia, em Copacabana, e voltei maravilhado à Redação para

12 contar a José Lino Grünewald.

13 Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a

14 máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia

15 ao Centro da cidade varejar sebos ou fazia uma matinê com uma namorada. Só

16 reabria a máquina no dia seguinte.

17 Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de

18 mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo

19 às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em

20 jornais e revistas online, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma

21 a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

22 Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a

23 agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos,

24 a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de

25 pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a

26 vida. É por isto que nem lhe chego perto – temo que ele me substitua também.


Ruy Castro
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016


Léxico:

“2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968.

José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.

No trecho “isso incluiria discutir futebol” (l. 7), o pronome destacado refere-se a

Alternativas
Q2726963 Português

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O substituto da vida


1 Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me

2 sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de

3 escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, aplicava a caneta sobre os

4 xxxxxxxx ou fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo.

5 Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria

6 e ia à vida.

7 Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da

8 editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à

9 esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema à tarde – em 1968,

10 escapei do "Correio da Manhã", na Lapa, para assistir à primeira sessão de

11 "2001" no dia da estreia, em Copacabana, e voltei maravilhado à Redação para

12 contar a José Lino Grünewald.

13 Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a

14 máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia

15 ao Centro da cidade varejar sebos ou fazia uma matinê com uma namorada. Só

16 reabria a máquina no dia seguinte.

17 Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de

18 mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo

19 às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em

20 jornais e revistas online, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma

21 a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

22 Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a

23 agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos,

24 a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de

25 pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a

26 vida. É por isto que nem lhe chego perto – temo que ele me substitua também.


Ruy Castro
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016


Léxico:

“2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968.

José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.

No final do texto, Ruy Castro dá a entender que as novas tecnologias

Alternativas
Q2726961 Português

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O substituto da vida


1 Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me

2 sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de

3 escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, aplicava a caneta sobre os

4 xxxxxxxx ou fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo.

5 Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria

6 e ia à vida.

7 Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da

8 editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à

9 esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema à tarde – em 1968,

10 escapei do "Correio da Manhã", na Lapa, para assistir à primeira sessão de

11 "2001" no dia da estreia, em Copacabana, e voltei maravilhado à Redação para

12 contar a José Lino Grünewald.

13 Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a

14 máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia

15 ao Centro da cidade varejar sebos ou fazia uma matinê com uma namorada. Só

16 reabria a máquina no dia seguinte.

17 Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de

18 mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo

19 às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em

20 jornais e revistas online, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma

21 a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

22 Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a

23 agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos,

24 a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de

25 pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a

26 vida. É por isto que nem lhe chego perto – temo que ele me substitua também.


Ruy Castro
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016


Léxico:

“2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968.

José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.

No texto, Ruy Castro, jornalista e escritor, compara dois momentos de sua vida. Os conectores que estabelecem essa comparação são, pela ordem,

Alternativas
Q2726960 Português

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O substituto da vida


1 Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me

2 sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de

3 escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, aplicava a caneta sobre os

4 xxxxxxxx ou fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo.

5 Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria

6 e ia à vida.

7 Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da

8 editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à

9 esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema à tarde – em 1968,

10 escapei do "Correio da Manhã", na Lapa, para assistir à primeira sessão de

11 "2001" no dia da estreia, em Copacabana, e voltei maravilhado à Redação para

12 contar a José Lino Grünewald.

13 Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a

14 máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia

15 ao Centro da cidade varejar sebos ou fazia uma matinê com uma namorada. Só

16 reabria a máquina no dia seguinte.

17 Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de

18 mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo

19 às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em

20 jornais e revistas online, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma

21 a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

22 Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a

23 agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos,

24 a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de

25 pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a

26 vida. É por isto que nem lhe chego perto – temo que ele me substitua também.


Ruy Castro
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016


Léxico:

“2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968.

José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.

Com o título do texto, Ruy Castro refere-se

Alternativas
Q2726959 Português

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O substituto da vida


1 Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me

2 sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de

3 escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, aplicava a caneta sobre os

4 xxxxxxxx ou fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo.

5 Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria

6 e ia à vida.

7 Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da

8 editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à

9 esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema à tarde – em 1968,

10 escapei do "Correio da Manhã", na Lapa, para assistir à primeira sessão de

11 "2001" no dia da estreia, em Copacabana, e voltei maravilhado à Redação para

12 contar a José Lino Grünewald.

13 Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a

14 máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia

15 ao Centro da cidade varejar sebos ou fazia uma matinê com uma namorada. Só

16 reabria a máquina no dia seguinte.

17 Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de

18 mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo

19 às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em

20 jornais e revistas online, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma

21 a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

22 Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a

23 agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos,

24 a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de

25 pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a

26 vida. É por isto que nem lhe chego perto – temo que ele me substitua também.


Ruy Castro
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016


Léxico:

“2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968.

José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.

O texto “O substituto da vida” apresenta características que permitem enquadrá-lo no gênero crônica, pois nele o autor

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Um desenvolvedor resolveu construir um aplicativo que realizasse a indexação de documentos. No primeiro momento, foi desenvolvida uma estrutura de dados linear que, no decorrer do tempo, tornou-se uma solução custosa por realizar uma busca muito lenta, com o aumento de documentos incluídos na estrutura de dados. Para melhorar esse tempo de busca, foi atribuído um número de posição para cada um dos documentos, organizados de tal forma que, após ser identificado um elemento central, foram divididos pela esquerda e pela direita desse elemento central, identificando novamente um novo elemento central, e assim sucessivamente, até o último documento. Dessa forma, as quantidades de comparações foram reduzidas drasticamente e um elemento de busca foi encontrado mais rapidamente.

Pode-se afirmar que o desenvolvedor migrou

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No processo elementar incluir cliente representado na tela abaixo, a quantidade de pontos de função que podem ser aferidos é


Imagem associada para resolução da questão

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Respostas
7221: B
7222: A
7223: C
7224: B
7225: A
7226: A
7227: B
7228: C
7229: C
7230: D
7231: A
7232: A
7233: D
7234: C
7235: C
7236: B
7237: A
7238: B
7239: B
7240: A