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Q2003103 Direito Penal
Sobre o Estatuto do Desarmamento, é correto afirmar que se trata de uma competência do Sistema Nacional de Armas – Sinarm cadastrar
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Q2003102 Conhecimentos Gerais
Um recente estudo do Banco Mundial mostra que, entre 2014 e 2016, o número de brasileiros vivendo na pobreza cresceu e que, atualmente, cerca de um quarto da população do Brasil vive abaixo do limite de 5,50 dólares por dia. De acordo com o estudo, para acabar com a pobreza é preciso 
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Q2003101 Conhecimentos Gerais
Uma das preocupações com as notícias falsas difundidas nas redes sociais e que são motivo de preocupação em vários países é sua interferência negativa em diferentes áreas da vida social. No Brasil, um dos grupos políticos que já foi acusado por disseminar conteúdo mentiroso e que teve páginas deletadas na rede social nas últimas eleições presidenciais foi o
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Q2003098 Conhecimentos Gerais
O atirador que matou onze pessoas em uma sinagoga no mês de outubro deste ano na cidade americana de Pittsburgh poderá ser condenado à morte, segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Segundo as autoridades, sua motivação foi o(a)
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Q2003094 Noções de Informática
São exemplos de navegadores de Internet
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Q2003092 Matemática
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Se a quantidade de mortos na Cidade X, em 2017, superou em 25% a de pessoas que morreram no trânsito dessa cidade no ano anterior, então, ali, em 2016, morreram 
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Q2003091 Matemática
19_- 20.png (696×296)

A quantidade de motociclistas mortos no trânsito na cidade X, em 2017, foi igual a 
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Q2003087 Raciocínio Lógico
Um município possui 1 Agente de Trânsito (AT) para cada 800 veículos em circulação e 1 Guarda Municipal (GM) para cada 600 habitantes. Se para cada 9 habitantes há 12 veículos em circulação nesse município, então a razão entre as quantidades de AT e de GM é igual a 
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Q2003083 Matemática
Uma pessoa deslocou-se da localidade A para a localidade C, que distam 13 quilômetros em linha reta, em um barco que, na média, navegou 39 quilômetros em cada uma hora. Na volta ela saiu da localidade C para a B, distantes 5 quilômetros, em uma lancha, que, na média, percorreu 60 quilômetros por hora e, da localidade B foi para a localidade A pela estrada, de carro, percorrendo, medianamente, 48 quilômetros em cada hora, conforme o esboço abaixo:
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Considerando-se que a velocidade pode ser vista como a razão entre o espaço percorrido e o respectivo tempo para percorrê-lo, então, somente no deslocamento de ida e volta nos veículos, a pessoa totalizou
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Q2003081 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder a questão. 

Agricultura urbana: uma opção viável para nossas cidades?

Romullo Baratto

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Disponível em https://www.archdaily.com.br/br/798597/agricultura-urbana-uma-opcao-viavel-para-nossas-cidades
Texto adaptado

São exemplos de palavras formadas por derivação prefixal
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Q2003080 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder a questão. 

Agricultura urbana: uma opção viável para nossas cidades?

Romullo Baratto

texto_1 - 10.png (634×617)

Disponível em https://www.archdaily.com.br/br/798597/agricultura-urbana-uma-opcao-viavel-para-nossas-cidades
Texto adaptado

O período em que ocorre uma conjunção conclusiva é
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Q2003076 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder a questão. 

Agricultura urbana: uma opção viável para nossas cidades?

Romullo Baratto

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Disponível em https://www.archdaily.com.br/br/798597/agricultura-urbana-uma-opcao-viavel-para-nossas-cidades
Texto adaptado

Em Bem intencionada, a ideia de produzir os alimentos em solo urbano já é realidade em muitas cidades do mundo. (linhas 8 e 9), a expressão bem intencionada se refere à
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Q2003075 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder a questão. 

Agricultura urbana: uma opção viável para nossas cidades?

Romullo Baratto

texto_1 - 10.png (634×617)

Disponível em https://www.archdaily.com.br/br/798597/agricultura-urbana-uma-opcao-viavel-para-nossas-cidades
Texto adaptado

Em Parece não fazer sentido, por exemplo, criar uma horta comunitária em um terreno baldio que poderia ser usado para algum equipamento público que atenderia um número muito maior de pessoas. (linhas 27 a 29), o autor indica que a agricultura urbana
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Q2003073 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder a questão. 

Agricultura urbana: uma opção viável para nossas cidades?

Romullo Baratto

texto_1 - 10.png (634×617)

Disponível em https://www.archdaily.com.br/br/798597/agricultura-urbana-uma-opcao-viavel-para-nossas-cidades
Texto adaptado

De acordo com o texto, a agricultura urbana promove a melhor utilização
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Q1834174 Português
Considere-se os enunciados da canção Bom conselho, de Chico Buarque: “Eu semeio o vento; Na minha cidade; Vou pra rua e bebo a tempestade”. Na canção, o compositor remete ao provérbio que diz: “quem semeia vento, colhe tempestade”. Sobre a intertextualidade que se estabelece entre os enunciados da canção e do provérbio, é correto afirmar que
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Q1834173 Português
A pressuposição refere-se a um conteúdo implícito inscrito no enunciado. É possível reconhecer a sua ocorrência no seguinte enunciado: 
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Q1834172 Pedagogia
Na Base Nacional Curricular Comum, proposta pelo Ministério da Educação, as práticas de linguagem, os objetos de conhecimento e as habilidades requeridas estão relacionadas a campos de atuação. Entre esses campos, predomina, na proposta para o Ensino Fundamental II, o campo jornalístico/midiático. A inserção desse campo na definição das práticas, objetos e habilidades relacionados ao ensino da língua portuguesa é relevante em razão de, nesse campo,
I. serem comuns os textos polifônicos; II. circularem textos que pertencem aos mais diversos gêneros discursivos; III. caracterizarem-se os textos pela sua neutralidade diante da realidade social; IV. serem diversos os recursos argumentativos a serviço do convencimento dos leitores/espectadores.
Estão corretas as afirmativas
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Q1834171 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    “Por sua vez, o processo de democratização da leitura da literatura acontece quando o leitor dá expressão àquilo que se ofereceu à sua compreensão, porque qualquer discurso, como adverte Bakhtin (BAKHTIN/VOLOSHINOV, 1979), requer necessariamente a alteridade para se evidenciar. A alteridade é o texto, o gesto, a imagem, o som ou o movimento que se apresentar à sua inteligência; mas é igualmente o outro sujeito a quem ele manifesta seu entendimento. O dialogismo funda o ato de ler, supondo uma alteridade que se corporifica, de uma parte, no ser colocado à interpretação, de outra, no(s) outro(s) sujeito(s) a que expõe sua fala.

    A alteridade tem fundamento social e coletivo, mostrando-se, também ela, dialética e contraditória. A leitura, intermediária entre sujeitos outros, não é apaziguadora, fortalecendo, pelo contrário, as possibilidades de divergência e debate. Logo, não se conforma com o cânone, autoritário e monológico, que circula graças a instituições que, como ele, calcam-se no arbítrio de detentores do poder. Assim, se almejar a adoção de uma posição democrática, popular e bem sucedida na sala de aula, a leitura da literatura, tomada na amplitude do conceito tradicional, ou considerada desde os distintos objetos que se apresentam à decifração do leitor, não pode se ater à transmissão do cânone enquanto um monumento resistente às intervenções dos seres que fazem funcionar a engrenagem da cultura e, por extensão, daquilo que genérica e insuficientemente é chamado de literatura. 

    Em sala de aula, esse posicionamento é o ponto de partida da atuação do professor, que, enquanto docente, promoverá o cotejo entre o patrimônio de cada leitor com o patrimônio social, histórico, político do grupo ou do público com o qual interage, considerando que a obra literária é igualmente esse outro sujeito em que o jogo entre o individual – a criação e a inovação – e o coletivo, traduzido pelos códigos estéticos, ideológicos, tradicionais e canônicos, expõe-se a cada momento em que se dá o contato com ela.” (ZILBERMAN, R. Leitura na escola – entre a democratização e o cânone. Revista Literatura em Debate, vol. 11, n. 21, 2017.).

A alteridade, na perspectiva da autora, refere-se à relação entre dois sujeitos, que, na prática da leitura dos textos literários, se corporificam no(na)
Alternativas
Q1834170 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    “Por sua vez, o processo de democratização da leitura da literatura acontece quando o leitor dá expressão àquilo que se ofereceu à sua compreensão, porque qualquer discurso, como adverte Bakhtin (BAKHTIN/VOLOSHINOV, 1979), requer necessariamente a alteridade para se evidenciar. A alteridade é o texto, o gesto, a imagem, o som ou o movimento que se apresentar à sua inteligência; mas é igualmente o outro sujeito a quem ele manifesta seu entendimento. O dialogismo funda o ato de ler, supondo uma alteridade que se corporifica, de uma parte, no ser colocado à interpretação, de outra, no(s) outro(s) sujeito(s) a que expõe sua fala.

    A alteridade tem fundamento social e coletivo, mostrando-se, também ela, dialética e contraditória. A leitura, intermediária entre sujeitos outros, não é apaziguadora, fortalecendo, pelo contrário, as possibilidades de divergência e debate. Logo, não se conforma com o cânone, autoritário e monológico, que circula graças a instituições que, como ele, calcam-se no arbítrio de detentores do poder. Assim, se almejar a adoção de uma posição democrática, popular e bem sucedida na sala de aula, a leitura da literatura, tomada na amplitude do conceito tradicional, ou considerada desde os distintos objetos que se apresentam à decifração do leitor, não pode se ater à transmissão do cânone enquanto um monumento resistente às intervenções dos seres que fazem funcionar a engrenagem da cultura e, por extensão, daquilo que genérica e insuficientemente é chamado de literatura. 

    Em sala de aula, esse posicionamento é o ponto de partida da atuação do professor, que, enquanto docente, promoverá o cotejo entre o patrimônio de cada leitor com o patrimônio social, histórico, político do grupo ou do público com o qual interage, considerando que a obra literária é igualmente esse outro sujeito em que o jogo entre o individual – a criação e a inovação – e o coletivo, traduzido pelos códigos estéticos, ideológicos, tradicionais e canônicos, expõe-se a cada momento em que se dá o contato com ela.” (ZILBERMAN, R. Leitura na escola – entre a democratização e o cânone. Revista Literatura em Debate, vol. 11, n. 21, 2017.).

Segundo a autora, a democratização da leitura dos textos literários na escola implica
Alternativas
Q1834169 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


    “Por sua vez, o processo de democratização da leitura da literatura acontece quando o leitor dá expressão àquilo que se ofereceu à sua compreensão, porque qualquer discurso, como adverte Bakhtin (BAKHTIN/VOLOSHINOV, 1979), requer necessariamente a alteridade para se evidenciar. A alteridade é o texto, o gesto, a imagem, o som ou o movimento que se apresentar à sua inteligência; mas é igualmente o outro sujeito a quem ele manifesta seu entendimento. O dialogismo funda o ato de ler, supondo uma alteridade que se corporifica, de uma parte, no ser colocado à interpretação, de outra, no(s) outro(s) sujeito(s) a que expõe sua fala.

    A alteridade tem fundamento social e coletivo, mostrando-se, também ela, dialética e contraditória. A leitura, intermediária entre sujeitos outros, não é apaziguadora, fortalecendo, pelo contrário, as possibilidades de divergência e debate. Logo, não se conforma com o cânone, autoritário e monológico, que circula graças a instituições que, como ele, calcam-se no arbítrio de detentores do poder. Assim, se almejar a adoção de uma posição democrática, popular e bem sucedida na sala de aula, a leitura da literatura, tomada na amplitude do conceito tradicional, ou considerada desde os distintos objetos que se apresentam à decifração do leitor, não pode se ater à transmissão do cânone enquanto um monumento resistente às intervenções dos seres que fazem funcionar a engrenagem da cultura e, por extensão, daquilo que genérica e insuficientemente é chamado de literatura. 

    Em sala de aula, esse posicionamento é o ponto de partida da atuação do professor, que, enquanto docente, promoverá o cotejo entre o patrimônio de cada leitor com o patrimônio social, histórico, político do grupo ou do público com o qual interage, considerando que a obra literária é igualmente esse outro sujeito em que o jogo entre o individual – a criação e a inovação – e o coletivo, traduzido pelos códigos estéticos, ideológicos, tradicionais e canônicos, expõe-se a cada momento em que se dá o contato com ela.” (ZILBERMAN, R. Leitura na escola – entre a democratização e o cânone. Revista Literatura em Debate, vol. 11, n. 21, 2017.).

Conforme os postulados de José Luiz Fiorin, os dêiticos são fatos linguísticos que 
Alternativas
Respostas
4361: D
4362: B
4363: B
4364: C
4365: D
4366: D
4367: C
4368: A
4369: C
4370: C
4371: D
4372: B
4373: C
4374: D
4375: D
4376: B
4377: C
4378: A
4379: C
4380: A