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Q3762819 Farmácia
O consumo do medicamento X no município Y, em 2024, está apresentado na tabela a seguir.

Considere‑se que não houve desabastecimento em nenhum momento do ano. Em relação à gestão de estoque, julgue o item seguinte.


É possível inferir, a partir dos dados apresentados, que o medicamento X é destinado a uma doença sazonal com picos de infecção entre junho e agosto.

Alternativas
Q3762818 Farmácia
O consumo do medicamento X no município Y, em 2024, está apresentado na tabela a seguir.

Considere‑se que não houve desabastecimento em nenhum momento do ano. Em relação à gestão de estoque, julgue o item seguinte.


Na situação apresentada, a maneira mais fidedigna de estimar o consumo é através do cálculo do consumo médio mensal, pois não houve desabastecimento em nenhum mês do ano.

Alternativas
Q3762817 Farmácia

"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.


Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.


Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.


O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).


Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.


A possível transmissão de toxoplasmose por ingestão de peixe cru se dá pela contaminação do alimento com oocistos provenientes de fezes de gatos ou outros felídeos, uma vez que o peixe não é hospedeiro intermediário desse parasito. 

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Q3762816 Farmácia

"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.


Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.


Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.


O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).


Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.


A toxoplasmose, transmitida pela ingestão de carne crua e malcozida contaminada com cistos do Toxoplasma gondii, terá como hospedeiros definitivos gatos e outros felídeos, sendo o homem um hospedeiro intermediário. 

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Q3762815 Farmácia

"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.


Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.


Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.


O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).


Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.


Além da ancilostomíase, outras parasitoses causadas por helmintos são: esquistossomose, cisticercose, ascaridíase, giardíase e toxoplasmose. O tratamento consiste no uso de anti‑helmínticos normalmente de dose única, como fármacos à base de benzimidazóis, como o albendazol ou mebendazol.

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Q3762814 Farmácia

"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.


Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.


Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.


O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).


Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.


A ancilostomíase é conhecida como amarelão por deixar a aparência do indivíduo contaminado pálida ou amarelada. Esse fenômeno ocorrerá porque o parasito diminui a função hepática do paciente, causando um acúmulo de bilirrubina no sangue, deixando a pessoa contaminada com a aparência amarelada. 

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Q3762813 Farmácia

"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.


Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.


Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.


O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).


Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.


A ancilostomíase, doença do personagem Jeca Tatu, é causada por três tipos de vermes: o Necator americanos, Ancylostoma duodenalis e o Ancylostoma ceylanicum. A contaminação se dará pelo contato direto com solo contaminado pelas larvas infectantes; portanto, uma das medidas eficazes para evitar a infecção é a utilização de calçados fechados. Outra forma de infecção é pela ingestão de alimentos ou água contaminados com o parasito.

Alternativas
Q3762812 Farmácia

Acerca de medicamentos parenterais, julgue o item a seguir.


Será possível administrar emulsões por via intravenosa, desde que o tamanho de gotícula seja controlado e não ultrapasse o diâmetro dos capilares pulmonares, a fim de evitar que ocorra uma embolia.

Alternativas
Q3762811 Farmácia

Acerca de medicamentos parenterais, julgue o item a seguir.


Por serem destinadas à administração parenteral, os injetáveis são preparações estéreis, livres de pirogênicos. Uma das formas de garantir a esterilização desses medicamentos será a fervura, uma vez que os microrganismos não sobrevivem às temperaturas utilizadas nesse processo.

Alternativas
Q3762810 Farmácia

Acerca de medicamentos parenterais, julgue o item a seguir.


Em bebês, as injeções intramusculares deverão ser aplicadas preferencialmente no músculo deltoide do braço ou nos músculos da coxa, e não no glúteo, pois essa região é pouco desenvolvida, composta principalmente por gordura, havendo risco de lesão do nervo isquiático.

Alternativas
Q3762809 Farmácia

Acerca de medicamentos parenterais, julgue o item a seguir.


Medicamentos administrados através das vias intramuscular, intradérmica intravenosa, são subcutânea considerados ou medicamentos parenterais. Medicamentos indicados para aplicação subcutânea deverão apresentar pequeno volume, pois volumes superiores a 2 ml produzem uma pressão dolorosa quando administrados por essa via.

Alternativas
Q3762808 Farmácia

Em uma farmácia de manipulação, ao manipular um medicamento X, o técnico utilizou uma balança analítica descalibrada em 50 mg. A receita tinha um total de 10 cápsulas com 10 mg de ativo X em cada. Não sabendo do erro do equipamento, o técnico encapsulou todo o lote.


Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.


Como a balança apresenta sempre o mesmo erro, o desvio padrão das pesagens não seria alterado, já que as medidas continuariam consistentes, apenas deslocadas do valor correto.

Alternativas
Q3762807 Farmácia

Em uma farmácia de manipulação, ao manipular um medicamento X, o técnico utilizou uma balança analítica descalibrada em 50 mg. A receita tinha um total de 10 cápsulas com 10 mg de ativo X em cada. Não sabendo do erro do equipamento, o técnico encapsulou todo o lote.


Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.


É correto afirmar que essa situação comprometerá a precisão, mas não a exatidão da pesagem.

Alternativas
Q3762806 Farmácia

Em relação à farmacocinética, julgue o item a seguir.


Suspensões orais tendem a ter uma absorção mais rápida que soluções orais, pois as suspensões têm uma grande área de superfície de contato com os fluidos gastrintestinais, o que facilitará a dissolução do fármaco e, consequentemente, sua absorção e início de ação.

Alternativas
Q3762805 Farmácia

Em relação à farmacocinética, julgue o item a seguir.


Um paciente em uso de um fármaco ácido fraco, que é bem absorvido no estômago, passou a utilizar um antiácido de forma contínua, elevando o pH gástrico. Nessa situação, a absorção do fármaco tenderá a ser prejudicada, já que o aumento do pH favorece a ionização da molécula, reduzindo sua permeabilidade pelas membranas biológicas.

Alternativas
Q3762804 Farmácia

Acerca da legislação farmacêutica, julgue o item a seguir.


Uma influenciadora digital publicou em suas redes sociais recomendações para o uso de um medicamento aprovado pela Anvisa para tratamento de hipertensão, alegando que ele também poderia ser utilizado para emagrecimento rápido. Segundo a Lei nº 6.437/1977, tal prática configurará infração sanitária grave, uma vez que se trata de propaganda de produto sujeito à vigilância sanitária realizada em desacordo com a legislação vigente.

Alternativas
Q3762803 Farmácia

Acerca da legislação farmacêutica, julgue o item a seguir.


Mesmo para pacientes internados estabelecimentos hospitalares, em medicamentos sujeitos ao controle especial da Portaria nº 344/1998 necessitarão de notificação de receita para serem adequadamente dispensados.

Alternativas
Q3762802 Farmácia

Acerca da legislação farmacêutica, julgue o item a seguir.


De acordo com a Resolução nº 328/1999 do Conselho Federal de Farmácia, a venda de guloseimas como chocolates, picolés ou balas, que não têm finalidade terapêutica, será proibida em farmácias e drogarias.

Alternativas
Q3762801 Farmácia

Acerca da legislação farmacêutica, julgue o item a seguir.


Uma rede de hotéis mantém comprimidos de Dipirona Monoidratada 1 g armazenados na recepção, em local protegido do calor e da umidade, para disponibilizar aos clientes que necessitarem. Essa prática configurará violação da Lei nº 5.991/1973, pois a legislação estabelece que a dispensação de medicamentos é atividade privativa de farmácias, drogarias e postos de medicamentos.

Alternativas
Q3762595 Enfermagem

Considerando a Portaria SECTICS/MS nº 49/2025, que aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Hipertensão Arterial Sistêmica no âmbito do SUS, julgue o item a seguir.


De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hipertensão Arterial Sistêmica, a hipertensão na gestação é definida por PAS ≥ 150 mmHg ou PAD ≥ 95 mmHg.

Alternativas
Respostas
4241: C
4242: E
4243: C
4244: C
4245: E
4246: E
4247: C
4248: C
4249: E
4250: C
4251: C
4252: C
4253: E
4254: E
4255: C
4256: E
4257: E
4258: C
4259: E
4260: E