Questões de Concurso
Para quadrix e auxiliar administrativo
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Assinale a alternativa que apresenta corretamente a negação de “Alguma Vanessa não ama borboletas”.
Uma empresa resolveu realizar uma seleção para contratar um funcionário. No questionário, os candidatos deveriam indicar quais das seguintes características possuíam: resiliência; proatividade; e capacidade de trabalhar em equipe.
Após receber todos os 293 questionários, a empresa catalogou os dados da seguinte forma:
Com base nessa situação hipotética, sabendo-se que todos os candidatos marcaram, pelo menos, uma das características e que, para ser contratado por essa empresa, é necessário possuir as três características, assinale a alternativa que apresenta a quantidade correta de candidatos que estão aptos a serem contratados.
Maria está grávida e quer escolher o nome de sua filha de forma que seja um anagrama de seu próprio nome.
Com base nessa situação hipotética, sabendo-se que ela deseja que o nome de sua filha comece com uma consoante, assinale a alternativa que apresenta quantas opções de nome ela terá.
Texto para os itens de 1 a 7.
1 Na Grécia Antiga, três séculos antes de Cristo, foi
fundada a Escola Estoica. O ideal de seus seguidores era
viver “de acordo com a natureza”, e assumir uma atitude
4 impassível e racional diante dos acontecimentos, fossem
eles marcados pela dor ou pelo prazer. Séculos mais
tarde, de acordo com os valores da cultura judaico-cristã,
7 a dor passou a ser encarada como forma de redimir os
pecados intrínsecos à espécie humana, ou como castigo
pelos erros cometidos. Prova disso está nas súplicas — “A
10 vós suplicamos gemendo e chorando neste vale de
lágrimas” —, ou na ira divina ao punir a desobediência
de Eva no Paraíso: “Entre dores darás à luz os filhos”.
13 Nem os poetas escaparam dessa postura de aceitação
da dor— “Ser mãe é padecer no Paraíso” — como mal
necessário a caminho da redenção.
16 Sob o enfoque da medicina moderna, porém,
a dor é um sinal de alarme e o sofrimento que provoca,
além de absolutamente inútil, debilita o organismo e
19 compromete a qualidade de vida. Mas nem sempre
se pensou assim. Durante muito tempo, as faculdades de medicina e
de enfermagem não capacitaram os
22 alunos para lidar com a dor, fosse ela aguda ou crônica,
e muitos médicos estão despreparados para enfrentar
esse desafio, apesar dos avanços tecnológicos e na área
25 da farmacologia. Não estamos nos referindo aqui às
dores mais leves que passam com a administração de
analgésicos comuns, mas às dores agudas e crônicas, que
28 requerem tratamento mais agressivo e especializado.
Hoje, infelizmente, a despeito de todo o
progresso terapêutico, essas dores ainda não recebem a
31 abordagem necessária e estão se transformando em um
problema de saúde pública no Brasil.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br>(com adaptações).
Em relação à pontuação do período do texto “Não estamos nos referindo aqui às dores mais leves que passam com a administração de analgésicos comuns, mas às dores agudas e crônicas, que requerem tratamento mais agressivo e especializado” (linhas de 25 a 28), uma alteração que manteria a coerência e a correção gramatical do trecho seria a inserção de vírgula após
Texto para os itens de 1 a 7.
1 Na Grécia Antiga, três séculos antes de Cristo, foi
fundada a Escola Estoica. O ideal de seus seguidores era
viver “de acordo com a natureza”, e assumir uma atitude
4 impassível e racional diante dos acontecimentos, fossem
eles marcados pela dor ou pelo prazer. Séculos mais
tarde, de acordo com os valores da cultura judaico-cristã,
7 a dor passou a ser encarada como forma de redimir os
pecados intrínsecos à espécie humana, ou como castigo
pelos erros cometidos. Prova disso está nas súplicas — “A
10 vós suplicamos gemendo e chorando neste vale de
lágrimas” —, ou na ira divina ao punir a desobediência
de Eva no Paraíso: “Entre dores darás à luz os filhos”.
13 Nem os poetas escaparam dessa postura de aceitação
da dor— “Ser mãe é padecer no Paraíso” — como mal
necessário a caminho da redenção.
16 Sob o enfoque da medicina moderna, porém,
a dor é um sinal de alarme e o sofrimento que provoca,
além de absolutamente inútil, debilita o organismo e
19 compromete a qualidade de vida. Mas nem sempre
se pensou assim. Durante muito tempo, as faculdades de medicina e
de enfermagem não capacitaram os
22 alunos para lidar com a dor, fosse ela aguda ou crônica,
e muitos médicos estão despreparados para enfrentar
esse desafio, apesar dos avanços tecnológicos e na área
25 da farmacologia. Não estamos nos referindo aqui às
dores mais leves que passam com a administração de
analgésicos comuns, mas às dores agudas e crônicas, que
28 requerem tratamento mais agressivo e especializado.
Hoje, infelizmente, a despeito de todo o
progresso terapêutico, essas dores ainda não recebem a
31 abordagem necessária e estão se transformando em um
problema de saúde pública no Brasil.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br>(com adaptações).
A expressão “apesar dos avanços” (linha 24) poderia ser reescrita, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto, como
Texto para os itens de 1 a 7.
1 Na Grécia Antiga, três séculos antes de Cristo, foi
fundada a Escola Estoica. O ideal de seus seguidores era
viver “de acordo com a natureza”, e assumir uma atitude
4 impassível e racional diante dos acontecimentos, fossem
eles marcados pela dor ou pelo prazer. Séculos mais
tarde, de acordo com os valores da cultura judaico-cristã,
7 a dor passou a ser encarada como forma de redimir os
pecados intrínsecos à espécie humana, ou como castigo
pelos erros cometidos. Prova disso está nas súplicas — “A
10 vós suplicamos gemendo e chorando neste vale de
lágrimas” —, ou na ira divina ao punir a desobediência
de Eva no Paraíso: “Entre dores darás à luz os filhos”.
13 Nem os poetas escaparam dessa postura de aceitação
da dor— “Ser mãe é padecer no Paraíso” — como mal
necessário a caminho da redenção.
16 Sob o enfoque da medicina moderna, porém,
a dor é um sinal de alarme e o sofrimento que provoca,
além de absolutamente inútil, debilita o organismo e
19 compromete a qualidade de vida. Mas nem sempre
se pensou assim. Durante muito tempo, as faculdades de medicina e
de enfermagem não capacitaram os
22 alunos para lidar com a dor, fosse ela aguda ou crônica,
e muitos médicos estão despreparados para enfrentar
esse desafio, apesar dos avanços tecnológicos e na área
25 da farmacologia. Não estamos nos referindo aqui às
dores mais leves que passam com a administração de
analgésicos comuns, mas às dores agudas e crônicas, que
28 requerem tratamento mais agressivo e especializado.
Hoje, infelizmente, a despeito de todo o
progresso terapêutico, essas dores ainda não recebem a
31 abordagem necessária e estão se transformando em um
problema de saúde pública no Brasil.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br>(com adaptações).
A palavra “mal” (linha 14) no texto é um(a)
Texto para os itens de 1 a 7.
1 Na Grécia Antiga, três séculos antes de Cristo, foi
fundada a Escola Estoica. O ideal de seus seguidores era
viver “de acordo com a natureza”, e assumir uma atitude
4 impassível e racional diante dos acontecimentos, fossem
eles marcados pela dor ou pelo prazer. Séculos mais
tarde, de acordo com os valores da cultura judaico-cristã,
7 a dor passou a ser encarada como forma de redimir os
pecados intrínsecos à espécie humana, ou como castigo
pelos erros cometidos. Prova disso está nas súplicas — “A
10 vós suplicamos gemendo e chorando neste vale de
lágrimas” —, ou na ira divina ao punir a desobediência
de Eva no Paraíso: “Entre dores darás à luz os filhos”.
13 Nem os poetas escaparam dessa postura de aceitação
da dor— “Ser mãe é padecer no Paraíso” — como mal
necessário a caminho da redenção.
16 Sob o enfoque da medicina moderna, porém,
a dor é um sinal de alarme e o sofrimento que provoca,
além de absolutamente inútil, debilita o organismo e
19 compromete a qualidade de vida. Mas nem sempre
se pensou assim. Durante muito tempo, as faculdades de medicina e
de enfermagem não capacitaram os
22 alunos para lidar com a dor, fosse ela aguda ou crônica,
e muitos médicos estão despreparados para enfrentar
esse desafio, apesar dos avanços tecnológicos e na área
25 da farmacologia. Não estamos nos referindo aqui às
dores mais leves que passam com a administração de
analgésicos comuns, mas às dores agudas e crônicas, que
28 requerem tratamento mais agressivo e especializado.
Hoje, infelizmente, a despeito de todo o
progresso terapêutico, essas dores ainda não recebem a
31 abordagem necessária e estão se transformando em um
problema de saúde pública no Brasil.
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O referente do pronome “eles” (linha 5) no texto é
Texto para os itens de 1 a 7.
1 Na Grécia Antiga, três séculos antes de Cristo, foi
fundada a Escola Estoica. O ideal de seus seguidores era
viver “de acordo com a natureza”, e assumir uma atitude
4 impassível e racional diante dos acontecimentos, fossem
eles marcados pela dor ou pelo prazer. Séculos mais
tarde, de acordo com os valores da cultura judaico-cristã,
7 a dor passou a ser encarada como forma de redimir os
pecados intrínsecos à espécie humana, ou como castigo
pelos erros cometidos. Prova disso está nas súplicas — “A
10 vós suplicamos gemendo e chorando neste vale de
lágrimas” —, ou na ira divina ao punir a desobediência
de Eva no Paraíso: “Entre dores darás à luz os filhos”.
13 Nem os poetas escaparam dessa postura de aceitação
da dor— “Ser mãe é padecer no Paraíso” — como mal
necessário a caminho da redenção.
16 Sob o enfoque da medicina moderna, porém,
a dor é um sinal de alarme e o sofrimento que provoca,
além de absolutamente inútil, debilita o organismo e
19 compromete a qualidade de vida. Mas nem sempre
se pensou assim. Durante muito tempo, as faculdades de medicina e
de enfermagem não capacitaram os
22 alunos para lidar com a dor, fosse ela aguda ou crônica,
e muitos médicos estão despreparados para enfrentar
esse desafio, apesar dos avanços tecnológicos e na área
25 da farmacologia. Não estamos nos referindo aqui às
dores mais leves que passam com a administração de
analgésicos comuns, mas às dores agudas e crônicas, que
28 requerem tratamento mais agressivo e especializado.
Hoje, infelizmente, a despeito de todo o
progresso terapêutico, essas dores ainda não recebem a
31 abordagem necessária e estão se transformando em um
problema de saúde pública no Brasil.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br>(com adaptações).
O termo que mais se aproxima do significado de “impassível” (linha 4) no texto é
Texto para os itens de 1 a 7.
1 Na Grécia Antiga, três séculos antes de Cristo, foi
fundada a Escola Estoica. O ideal de seus seguidores era
viver “de acordo com a natureza”, e assumir uma atitude
4 impassível e racional diante dos acontecimentos, fossem
eles marcados pela dor ou pelo prazer. Séculos mais
tarde, de acordo com os valores da cultura judaico-cristã,
7 a dor passou a ser encarada como forma de redimir os
pecados intrínsecos à espécie humana, ou como castigo
pelos erros cometidos. Prova disso está nas súplicas — “A
10 vós suplicamos gemendo e chorando neste vale de
lágrimas” —, ou na ira divina ao punir a desobediência
de Eva no Paraíso: “Entre dores darás à luz os filhos”.
13 Nem os poetas escaparam dessa postura de aceitação
da dor— “Ser mãe é padecer no Paraíso” — como mal
necessário a caminho da redenção.
16 Sob o enfoque da medicina moderna, porém,
a dor é um sinal de alarme e o sofrimento que provoca,
além de absolutamente inútil, debilita o organismo e
19 compromete a qualidade de vida. Mas nem sempre
se pensou assim. Durante muito tempo, as faculdades de medicina e
de enfermagem não capacitaram os
22 alunos para lidar com a dor, fosse ela aguda ou crônica,
e muitos médicos estão despreparados para enfrentar
esse desafio, apesar dos avanços tecnológicos e na área
25 da farmacologia. Não estamos nos referindo aqui às
dores mais leves que passam com a administração de
analgésicos comuns, mas às dores agudas e crônicas, que
28 requerem tratamento mais agressivo e especializado.
Hoje, infelizmente, a despeito de todo o
progresso terapêutico, essas dores ainda não recebem a
31 abordagem necessária e estão se transformando em um
problema de saúde pública no Brasil.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br>(com adaptações).
De acordo com o texto, é correto afirmar que, na atualidade,
Texto para os itens de 1 a 7.
1 Na Grécia Antiga, três séculos antes de Cristo, foi
fundada a Escola Estoica. O ideal de seus seguidores era
viver “de acordo com a natureza”, e assumir uma atitude
4 impassível e racional diante dos acontecimentos, fossem
eles marcados pela dor ou pelo prazer. Séculos mais
tarde, de acordo com os valores da cultura judaico-cristã,
7 a dor passou a ser encarada como forma de redimir os
pecados intrínsecos à espécie humana, ou como castigo
pelos erros cometidos. Prova disso está nas súplicas — “A
10 vós suplicamos gemendo e chorando neste vale de
lágrimas” —, ou na ira divina ao punir a desobediência
de Eva no Paraíso: “Entre dores darás à luz os filhos”.
13 Nem os poetas escaparam dessa postura de aceitação
da dor— “Ser mãe é padecer no Paraíso” — como mal
necessário a caminho da redenção.
16 Sob o enfoque da medicina moderna, porém,
a dor é um sinal de alarme e o sofrimento que provoca,
além de absolutamente inútil, debilita o organismo e
19 compromete a qualidade de vida. Mas nem sempre
se pensou assim. Durante muito tempo, as faculdades de medicina e
de enfermagem não capacitaram os
22 alunos para lidar com a dor, fosse ela aguda ou crônica,
e muitos médicos estão despreparados para enfrentar
esse desafio, apesar dos avanços tecnológicos e na área
25 da farmacologia. Não estamos nos referindo aqui às
dores mais leves que passam com a administração de
analgésicos comuns, mas às dores agudas e crônicas, que
28 requerem tratamento mais agressivo e especializado.
Hoje, infelizmente, a despeito de todo o
progresso terapêutico, essas dores ainda não recebem a
31 abordagem necessária e estão se transformando em um
problema de saúde pública no Brasil.
Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br>(com adaptações).
Segundo as ideias do texto, a dor
Em relação ao Código de Ética dos Empregados Públicos do Sistema COFEN/COREN – Resolução COFEN nº 507/2016 –, julgue o item seguinte.
O processo disciplinar será conduzido por uma
comissão composta de três empregados efetivos
designados pela autoridade competente, que
indicará, dentre eles, o seu presidente, que deverá
ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo
nível, ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao
do indiciado.
Em relação ao Código de Ética dos Empregados Públicos do Sistema COFEN/COREN – Resolução COFEN nº 507/2016 –, julgue o item seguinte.
O processo disciplinar poderá ser revisto, a qualquer
tempo e poderá resultar no agravamento de
penalidade, em caso de surgimento de novos fatos.
Em relação ao Código de Ética dos Empregados Públicos do Sistema COFEN/COREN – Resolução COFEN nº 507/2016 –, julgue o item seguinte.
Quando houver conveniência para o serviço, a
penalidade de suspensão poderá ser convertida
em multa, na base de 50% da remuneração do
empregado, ficando este obrigado a permanecer em
serviço.
Segundo a Lei nº 5.905/1973 e a Lei nº 8.967/1994, julgue o item a seguir.
Os Conselhos Regionais serão instalados em suas
respectivas sedes, com 5 a 21 membros e outros
tantos suplentes, todos de nacionalidade brasileira,
na proporção de 3/5 de enfermeiros e 2/5 de
profissionais das demais categorias de pessoal de
enfermagem reguladas em Lei.
Segundo a Lei nº 5.905/1973 e a Lei nº 8.967/1994, julgue o item a seguir.
O mandato dos membros do Conselho Federal será
honorífico e terá a duração de quatro anos, vedada
a reeleição.
Segundo a Lei nº 5.905/1973 e a Lei nº 8.967/1994, julgue o item a seguir.
O Conselho Federal poderá, quando o número de
profissionais habilitados na unidade da federação
for inferior a 50, determinar a formação de regiões,
compreendendo mais de uma unidade.
Em relação à Lei nº 7.498/1986 e ao Decreto nº 94.406/1987, julgue o item a seguir.
O técnico de enfermagem exerce as atividades
auxiliares, de nível médio técnico, atribuídas à equipe
de enfermagem, cabendo‑lhe, também, assistir ao
enfermeiro na prevenção e no controle sistemático da
infecção hospitalar.
Em relação à Lei nº 7.498/1986 e ao Decreto nº 94.406/1987, julgue o item a seguir.
O auxiliar de enfermagem exerce atividade de nível
médio, envolvendo orientação e acompanhamento
do trabalho de enfermagem em grau auxiliar,
e participação no planejamento da assistência
de enfermagem.
Em relação à Lei nº 7.498/1986 e ao Decreto nº 94.406/1987, julgue o item a seguir.
A organização e a direção dos serviços de enfermagem
e de suas atividades técnicas e auxiliares nas
empresas prestadoras desses serviços será exercida
privativamente por médico ou enfermeiro.
Em relação à Lei nº 7.498/1986 e ao Decreto nº 94.406/1987, julgue o item a seguir.
A enfermagem é exercida privativamente pelo
enfermeiro, pelo técnico de enfermagem, pelo auxiliar
de enfermagem e pela parteira, respeitados os
respectivos graus de habilitação.