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I. São direitos dos usuários dos serviços públicos, dentre outros: receber serviço adequado; receber do poder concedente e da concessionária informações para a defesa de interesses individuais ou coletivos; e obter e utilizar o serviço, com liberdade de escolha entre vários prestadores de serviços, quando for o caso, observadas as normas do poder concedente.
II. Serviço adequado é o que satisfaz as condições de regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade, cortesia na sua prestação e modicidade das tarifas.
III. As concessionárias de serviços públicos, de direito público e privado, nos Estados e no Distrito Federal, são obrigadas a oferecer ao consumidor e ao usuário, dentro do mês de vencimento, o mínimo de seis datas opcionais para escolherem os dias de vencimento de seus débitos.
verifica-se que está(ão) correta(s)
I. Ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal.
II. Cumprir, de acordo com as normas do serviço e as instruções superiores, as tarefas de seu cargo ou função, tanto quanto possível, com critério, segurança e rapidez, mantendo tudo sempre em boa ordem.
III. Abster-se de participar de greves no serviço público enquanto estiver em estágio probatório.
verifica-se que está(ão) correta(s)

Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/img/galeria-fotos/calvin. Acessado em: 2 abr. 2014.
Assinale a alternativa correta quanto à análise dos pronomes demonstrativos apresentados nos quadrinhos.
Superinteressante, São Paulo, abr. 2004.
Para falar sobre pão, o autor utilizou
VERÍSSIMO, É. O tempo e o vento – O Continente I. São Paulo: Globo, 1997.
Assinale a alternativa que justifica corretamente o uso dos três tipos diferentes de pontuação no trecho “– Nós, os Cambarás, temos uma lei: nunca...”.
Eu não tinha estas mãos sem força, Tão paradas e frias e mortas; Eu não tinha este coração Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança, Tão simples, tão certa, tão fácil: - Em que espelho ficou perdida A minha face?
MEIRELES, C. Obra poética. Volume 4. Biblioteca luso-brasileira: Série brasileira. Companhia J. Aguilar Editora. 1958, p 10.
Dadas as seguintes afirmativas, quanto ao poema acima,
I. O uso da primeira pessoa sugere que no poema há subjetividade, retratando o íntimo e a descrição dos sentimentos do eu poético.
II. Os vocábulos “não” e “nem”, que aparecem várias vezes nos versos do poema, reiteram uma positiva percepção de mudanças do eu poético.
III. O assunto abordado no poema é a não percepção da passagem do tempo e, com isso, as mudanças ocorridas.
IV. Na última estrofe do poema, há uma reafirmação a não percepção da passagem do tempo, o que provoca certa perplexidade no eu poético.
verifica-se que está(ão) correta(s).
– Pois vamos para a Casa das Chaves, Macaco!
LOBATO, M. A chave do tamanho. São Paulo: Brasiliense, 1957, p. 207.
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as classes gramaticais das palavras destacadas no fragmento do texto.
Por segundos parece que a mente apagou tudo: do que íamos pegar na geladeira à resposta da prova. O problema não está na memória, mas na falta de atenção. “É um mecanismo essencial na ativação das memórias de curto prazo e operacional, que armazenam temporariamente dados necessários para o cérebro comandar ações rápidas, como digitar no celular um número que logo vai ser esquecido”, explica Tarso Adoni, médico do núcleo de Neurociências do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ocorre que o lobo frontal, responsável pela atenção e memórias transitórias, tem capacidade limitada de armazenamento. Só fica ali – com chances de seguir para a memória permanente conforme a relevância e utilidade – o que a atenção selecionou. O que passou batido será apagado em seguida caso não cheguem novas pistas relacionadas. Isso explica a razão de a ideia“esquecida” ser “lembrada” ao voltarmos onde estávamos antes do branco.
Esse tipo de apagão é diferente dos causados pelo álcool, que afeta memórias consolidadas, ou pela ansiedade. Neste caso, o cérebro entende o nervosismo como ameaça e se concentra em combatê-lo. Se os “brancos” afetarem a qualidade de vida, melhor procurar um médico.
OLIVEIRA, C. Revista Galileu, mar. 2014.
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
– (1) __________ está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?
– Deixe-me, senhora.
– Que a deixe? Que a deixe, (2) __________ ? (3) __________ lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
– Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
– Mas você é orgulhosa.
– Decerto que sou.
[...]
qual a alternativa preenche corretamente as lacunas do texto?
• Por gentileza, dê-me esse relógio que está aí em cima da mesa.
• Iremos ao salão de automóveis no próximo fim de semana, pois esse evento será especial.

Disponível em: http://encrypted-tbn2.gstatic.com/images. Acesso em: 2 abr. 2014.
Nas palavras apresentadas na imagem acima,
I. O policial prendeu o delinquente em flagrante.
II. Ele fez um ato heróico pela nação.
III. O processo de auto-aprendizagem depende de como usamos nossas habilidades cognitivas.
IV. O contrarregra é um profissional indispensável tanto na televisão como no teatro.
qual(is) está(ão) adequada(s)?
LISPECTOR, C. Os desastres de Sofia. In "Felicidade Clandestina" Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
O termo destacado no fragmento do texto poderá ser substituido, sem que haja prejuízo de sentido, por

Disponível em: http://capbunifesp.files.wordpress.com. Acesso em: 2 abr. 2014.
Quanto ao texto, analise as afirmativas abaixo.
I. Há, no texto, uma ambiguidade que não interfere no seu entendimento global.
II. Depreende-se das ideias textuais que pensar sai caríssimo.
III. As ideias expostas no texto sugestionam à conscientização da necessidade de submeter-se ao raciocínio.
IV. O pensar e o não pensar, segundo o texto, apresentam-se numa relação subentendida de causa e consequência.
Verifica-se que está(ão) correta(s) apenas