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Uma escola para a justiça social poderia, então, ser pensada como a que provê "uma escolarização igual para sujeitos diferentes, por meio de um currículo comum”.
SACRISTÁN, José Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: Artmed, 2000, p. 126.
Nestes termos, fazendo jus ao seu sentido democrático a escola deveria proporcionar aos alunos, EXCETO:
Sobre esse Núcleo, julgue as afirmativas estabelecendo (V) VERDADEIRO ou (F) FALSO:
( ) O MEC define o Núcleo como o setor da instituição que articula pessoas e instituições desenvolvendo ações de implantação e implementação da Ação do Programa TEC NEP - Educação, Tecnologia e Profissionalização para Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, no âmbito interno, envolvendo sociólogos, psicólogos, supervisores e orientadores educacionais, técnicos, administrativos, docentes, discentes e pais. Tem como objetivo principal criar na instituição a cultura da “educação para a convivência”, aceitação da diversidade, e, principalmente, buscar a quebra das barreiras arquitetônicas, educacionais e atitudinais.
( ) As deficiências neuromusculares compreendem alterações que afetam o funcionamento adequado dos músculos. A Distrofia Muscular Progressiva (DMP) caracteriza-se por uma degeneração progressiva do tecido muscular. Deficiências neuromusculares podem atingir crianças e adultos de ambos os sexos, todas afetam a musculatura, mas os músculos atingidos podem ser diferentes de acordo com o tipo de distrofia. Logo, estudantes que possuem essa condição, não são ainda atendidos pelo NAPNE.
( ) No ano 2000, com a criação do Programa Educação, Tecnologia e Profissionalização para Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (TEC NEP), na rede federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica ocorreu a primeira experiência da inclusão no Ensino Profissional, Científico e Tecnológico. Esse Programa teve como objetivo inserir o público-alvo da educação especial em cursos ofertados pela rede em todas as suas modalidades.
( ) O NAPNE se constitui em um setor consultivo e de referência institucional, ligado à Reitoria e à Pró-Reitoria de Extensão, responsável por articular todas as ações internas e externas aos Institutos Federais voltadas para garantir a acessibilidade dos alunos com deficiência e o desenvolvimento de uma cultura de respeito à diversidade e eliminação de barreiras, com intuito de atingir o sucesso em sua formação profissional (Programa TEC NEP, 2006).
( ) O público do NAPNE é o mesmo público definido pela política de Educação Especial e Inclusiva do IFPI, porém, com exceção àqueles que possuem a Distrofia Muscular Progressiva (DMP).
Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA, de cima para baixo:
NÓVOA, António. Para uma análise das instituições escolares. In: As organizações escolares em análise. Lisboa: Dom Quixote, 1998. p. 16.
“O conceito de cultura escolar tem sido utilizado para pôr em evidência a função da escola como transmissora de uma cultura específica no quadro do processo de socialização e integração nacional das crianças e dos jovens.”
Disponível em: https://acervodigital.unesp.br/ bitstream/123456789/65262/1/u1_d26_v1_t06.pdf. Acessado em: 03 jan. 2026.
O estudo da cultura escolar se fundamenta com a contribuição das diferentes abordagens: funcionalista, estruturalista e interacionista. Nessa perspectiva, o estudo sobre a escola deverá considerar três dimensões essenciais do processo de referenciação da cultura organizacional, como:
Em uma universidade pública, a alta administração verifica que, embora haja conformidade legal, regularidade das demonstrações contábeis e observância dos procedimentos formais de controle, persistem dificuldades na coordenação das ações institucionais, na definição e no monitoramento de indicadores de desempenho, bem como na utilização integrada das informações disponíveis para orientar decisões estratégicas e avaliar a eficiência, a eficácia e a efetividade das políticas e projetos executados.
Nesse contexto, considerando uma abordagem de governança orientada à liderança, à estratégia, ao controle e à gestão por resultados, a função organizacional mais adequada para atuar prioritariamente na mitigação da falha identificada é:
Com base nos fundamentos de sustentabilidade organizacional e de desenvolvimento sustentável, julgue as assertivas a seguir em verdadeira (V) ou falsa (F):
( ) A sustentabilidade organizacional envolve a incorporação de objetivos econômicos, sociais e ambientais à estratégia e às práticas de gestão, buscando equilibrar desempenho e responsabilidade no curto e no longo prazo.
( ) Os ODS podem ser utilizados como referência para orientar prioridades e compromissos organizacionais, inclusive por meio do estabelecimento de metas mensuráveis relacionadas a impactos ambientais e sociais.
( ) O desenvolvimento sustentável pressupõe que o crescimento econômico e a expansão produtiva são sempre compatíveis com a preservação ambiental e a redução das desigualdades, desde que a organização mantenha eficiência operacional.
( ) A sustentabilidade organizacional pode ser adequadamente avaliada apenas por indicadores ambientais, pois a dimensão econômica e a dimensão social são secundárias e não integram o conceito de desenvolvimento sustentável.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Com base nos conceitos de avaliação de resultados e desempenho organizacional, julgue as assertivas a seguir:
( ) A avaliação de resultados concentra-se no alcance de metas previamente estabelecidas, enquanto a avaliação de desempenho envolve a mensuração e o acompanhamento de indicadores relacionados aos fatores críticos e aos processos que contribuem para a geração desses resultados.
( ) Indicadores financeiros, isoladamente, são sufi cientes para avaliar o desempenho organizacional, pois capturam integralmente a efi ciência operacional, a qualidade, a satisfação do cliente e a capacidade de inovação, tornando desnecessária a utilização de indicadores não financeiros.
( ) A utilização de indicadores exclusivamente de curto prazo pode induzir decisões voltadas à melhoria do resultado contábil imediato, ainda que tais decisões comprometam a sustentabilidade do desempenho organizacional no longo prazo.
( ) Sistemas de avaliação de desempenho baseados em múltiplas perspectivas, como finanças, clientes, processos internos e aprendizagem, buscam mitigar limitações de modelos tradicionais, ao incorporar medidas que antecedem, explicam e influenciam os resultados financeiros.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
TEXTO PARA LA CUESTIÓN
“Al sexto día del mes de febrero de 2026, en la última reunión de la junta directiva en la casa matriz, se ha decidido reestructurar la plantilla de nuestra sucursal en Barcelona. El director de Recursos Humanos confirmó que, además del incremento en las solicitudes de baja laboral este trimestre, la estabilidad financiera está garantizada. Por ello, se mantendrá la estructura actual del sueldo base y se implementará un nuevo sistema digital para que cada empleado pueda consultar su nómina de forma más ágil desde el portal interno.”
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
María de los Ángeles del Carmelo Rozalén Ortuño, cantante y compositora española, más conocida por Rosalén, trata en sus canciones algunas problemáticas Sociales. En su canción “La Puerta Violeta” una de las más conocidas, principalmente, por aquellos que la acompañan. Esta música es conocida por muchos como himno del feminismo en todo el país, dando voz para las mujeres que sufren o han sufrido algún tipo de violencia de sus parejas.
La Puerta Violeta
(Rosalén, 2017)
Una niña triste en el espejo me mira prudente y no quiere hablar
hay un monstruo gris en la cocina
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
María de los Ángeles del Carmelo Rozalén Ortuño, cantante y compositora española, más conocida por Rosalén, trata en sus canciones algunas problemáticas Sociales. En su canción “La Puerta Violeta” una de las más conocidas, principalmente, por aquellos que la acompañan. Esta música es conocida por muchos como himno del feminismo en todo el país, dando voz para las mujeres que sufren o han sufrido algún tipo de violencia de sus parejas.
La Puerta Violeta
(Rosalén, 2017)
Una niña triste en el espejo me mira prudente y no quiere hablar
hay un monstruo gris en la cocina
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
La sociolingüística en las clases de ELE: métodos, abordajes y dinâmica de la interacción pedagógica
Desde la perspectiva de la sociolingüística aplicada, la enseñanza del español como lengua extranjera (ELE) debe concebirse como un proceso que trasciende la mera adquisición de estructuras gramaticales normativas y se orienta hacia la comprensión del uso socialmente situado de la lengua. Tal como sostiene Moreno Fernández (2009), el español no constituye un sistema lingüístico monolítico, sino un conjunto heterogéneo de variedades históricamente construidas y socialmente legitimadas de manera desigual.
En este sentido, el abordaje sociolingüístico en ELE problematiza la noción de “español estándar” como modelo único de referencia y propone una aproximación que integre la variación lingüística — diatópica, diastrática y diafásica— como elemento constitutivo de la competencia comunicativa. Esta visión resultaesencial para el desarrollo de la competencia sociolingüística, entendida, según el Marco Común Europeo de Referencia (MCER), como la capacidad del aprendiz para adaptar sus elecciones lingüísticas a las normas sociales y pragmáticas de los diferentes contextos de interacción.
Desde el punto de vista metodológico, la sociolingüística en las clases de ELE se organiza preferentemente con enfoques comunicativos e interculturales, en los que los fenómenos de variación no se ofrecen como desviaciones del sistema, sino como manifestaciones legítimas del uso real de la lengua. De acuerdo con Moreno Fernández (2015), los métodos de enseñanza deben favorecer la exposición del alumnado a una pluralidad de discursos auténticos, representativos de distintas comunidades hispanohablantes, evitando así una visión reduccionista y prescriptiva del español.
En cuanto a los procedimientos didácticos, la incorporación de la sociolingüística en ELE se materializa mediante el análisis crítico de textos orales y escritos, la observación de acciones comunicativas situadas y la comparación sistemática entre variedades lingüísticas. Estas prácticas permiten que el alumno no solo reconozca la diversidad del español, sino que también reflexione sobre las relaciones entre lengua, identidad y poder, aspecto central en la sociolingüística contemporánea.
Por consiguiente, la integración de la sociolingüística en la enseñanza de ELE establece una herramienta epistemológica y pedagógica que contribuye a la formación de aprendices capaces de interpretar y producir discursos apropiados a situaciones socioculturales diversos. Más que un complemento metodológico, se trata de un sentido que redefine los objetivos mismos de la enseñanza del español, al concebir la lengua como práctica social dinámica y plural.
CONSEJO DE EUROPA. Marco común europeo de referencia para las lenguas: aprendizaje, enseñanza, evaluación. Madrid: Instituto Cervantes / Anaya, 2002. Acessado en 04.fev.2026.
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
La sociolingüística en las clases de ELE: métodos, abordajes y dinâmica de la interacción pedagógica
Desde la perspectiva de la sociolingüística aplicada, la enseñanza del español como lengua extranjera (ELE) debe concebirse como un proceso que trasciende la mera adquisición de estructuras gramaticales normativas y se orienta hacia la comprensión del uso socialmente situado de la lengua. Tal como sostiene Moreno Fernández (2009), el español no constituye un sistema lingüístico monolítico, sino un conjunto heterogéneo de variedades históricamente construidas y socialmente legitimadas de manera desigual.
En este sentido, el abordaje sociolingüístico en ELE problematiza la noción de “español estándar” como modelo único de referencia y propone una aproximación que integre la variación lingüística — diatópica, diastrática y diafásica— como elemento constitutivo de la competencia comunicativa. Esta visión resultaesencial para el desarrollo de la competencia sociolingüística, entendida, según el Marco Común Europeo de Referencia (MCER), como la capacidad del aprendiz para adaptar sus elecciones lingüísticas a las normas sociales y pragmáticas de los diferentes contextos de interacción.
Desde el punto de vista metodológico, la sociolingüística en las clases de ELE se organiza preferentemente con enfoques comunicativos e interculturales, en los que los fenómenos de variación no se ofrecen como desviaciones del sistema, sino como manifestaciones legítimas del uso real de la lengua. De acuerdo con Moreno Fernández (2015), los métodos de enseñanza deben favorecer la exposición del alumnado a una pluralidad de discursos auténticos, representativos de distintas comunidades hispanohablantes, evitando así una visión reduccionista y prescriptiva del español.
En cuanto a los procedimientos didácticos, la incorporación de la sociolingüística en ELE se materializa mediante el análisis crítico de textos orales y escritos, la observación de acciones comunicativas situadas y la comparación sistemática entre variedades lingüísticas. Estas prácticas permiten que el alumno no solo reconozca la diversidad del español, sino que también reflexione sobre las relaciones entre lengua, identidad y poder, aspecto central en la sociolingüística contemporánea.
Por consiguiente, la integración de la sociolingüística en la enseñanza de ELE establece una herramienta epistemológica y pedagógica que contribuye a la formación de aprendices capaces de interpretar y producir discursos apropiados a situaciones socioculturales diversos. Más que un complemento metodológico, se trata de un sentido que redefine los objetivos mismos de la enseñanza del español, al concebir la lengua como práctica social dinámica y plural.
CONSEJO DE EUROPA. Marco común europeo de referencia para las lenguas: aprendizaje, enseñanza, evaluación. Madrid: Instituto Cervantes / Anaya, 2002. Acessado en 04.fev.2026.
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La formación de docentes de ELE desde una perspectiva decolonial
De acuerdo con la propuesta de Catherine Walsh, la interculturalidad no puede entenderse como un sencillo reconocimiento de la diversidad cultural dentro de los sistemas educativos, sino como un proyecto político, ético y epistémico orientado a cuestionar las estructuras de poder heredadas de la colonialidad. En el entorno de la enseñanza de Español como Lengua Extranjera (ELE), esta perspectiva supone una revisión detallada de los modos en que la lengua, la cultura y el conocimiento han sido históricamente conceptualizados y transmitidos en los procesos de formación docente.
Tradicionalmente, la formación de profesores de ELE ha privilegiado una visión normativa y estandarizada del español, asociada a modelos culturales considerados legítimos desde una lógica eurocéntrica. Tal sentido tiende a invisibilizar las múltiples variedades lingüísticas, así como los saberes y experiencias de comunidades históricamente subalternizadas. Desde una visión decolonial, esta invisibilización no es accidental, sino que responde a la colonialidad del saber, entendida como la imposición de ciertos conocimientos como universales, en detrimento de otros.
En este sentido, formar docentes de ELE desde una perspectiva decolonial implica asumir la interculturalidad crítica como eje estructurante de la práctica pedagógica. Según Walsh, dicha interculturalidad no busca una integración armoniosa basada en la tolerancia, sino que sugere un diálogo problematizador entre saberes en condiciones de desigualdad. El maestro, por lo tanto, deja de ocupar una colocación neutral y pasa a reconocerse como un sujeto situado, cuya práctica está atravesada por decisiones políticas, ideológicas y éticas.
Asimismo, la formación docente decolonial exige la creación de ambientes de refl exión que posibiliten cuestionar los currículos, los materiales didácticos y las representaciones culturales presentes en la enseñanza de ELE. Esto significa valorar las trayectorias lingüísticas y culturales de los estudiantes no como obstáculos, sino como recursos legítimos para la construcción del conocimiento. De esta manera, la enseñanza del español se configura como una acción que contribuye a la transformación de las relaciones de poder y a la construcción de una educación más justa y plural.
WALSH, Catherine. Interculturalidad, Estado, sociedad: luchas (de)coloniales de nuestra época. Quito: Universidad Andina Simón Bolívar / Abya-Yala, 2009.
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
La formación de docentes de ELE desde una perspectiva decolonial
De acuerdo con la propuesta de Catherine Walsh, la interculturalidad no puede entenderse como un sencillo reconocimiento de la diversidad cultural dentro de los sistemas educativos, sino como un proyecto político, ético y epistémico orientado a cuestionar las estructuras de poder heredadas de la colonialidad. En el entorno de la enseñanza de Español como Lengua Extranjera (ELE), esta perspectiva supone una revisión detallada de los modos en que la lengua, la cultura y el conocimiento han sido históricamente conceptualizados y transmitidos en los procesos de formación docente.
Tradicionalmente, la formación de profesores de ELE ha privilegiado una visión normativa y estandarizada del español, asociada a modelos culturales considerados legítimos desde una lógica eurocéntrica. Tal sentido tiende a invisibilizar las múltiples variedades lingüísticas, así como los saberes y experiencias de comunidades históricamente subalternizadas. Desde una visión decolonial, esta invisibilización no es accidental, sino que responde a la colonialidad del saber, entendida como la imposición de ciertos conocimientos como universales, en detrimento de otros.
En este sentido, formar docentes de ELE desde una perspectiva decolonial implica asumir la interculturalidad crítica como eje estructurante de la práctica pedagógica. Según Walsh, dicha interculturalidad no busca una integración armoniosa basada en la tolerancia, sino que sugere un diálogo problematizador entre saberes en condiciones de desigualdad. El maestro, por lo tanto, deja de ocupar una colocación neutral y pasa a reconocerse como un sujeto situado, cuya práctica está atravesada por decisiones políticas, ideológicas y éticas.
Asimismo, la formación docente decolonial exige la creación de ambientes de refl exión que posibiliten cuestionar los currículos, los materiales didácticos y las representaciones culturales presentes en la enseñanza de ELE. Esto significa valorar las trayectorias lingüísticas y culturales de los estudiantes no como obstáculos, sino como recursos legítimos para la construcción del conocimiento. De esta manera, la enseñanza del español se configura como una acción que contribuye a la transformación de las relaciones de poder y a la construcción de una educación más justa y plural.
WALSH, Catherine. Interculturalidad, Estado, sociedad: luchas (de)coloniales de nuestra época. Quito: Universidad Andina Simón Bolívar / Abya-Yala, 2009.
EL TEXTO PARA LA QUESTIÓN
Misterios del tiempo de Alejandro Jodorowsky
Cuando el viajero miró hacia atrás y vio que el camino estaba intacto, se dio cuenta de que sus huellas no lo seguían, sino que lo precedían.
Disponible en: http://www.bnm.me.gov.ar/giga1/documentos/ EL004338.pdf
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
Adolescentes torturaron y mataron a la perra más querida de la playa: el caso de Orelha que conmueve a Brasil.
En Brasil hay conmoción por el caso de Orelha, una perra que fue brutalmente atacada por un grupo de adolescentes de la exclusiva zona brasileña de Praia Brava, en Florianópolis. Al animal tuvieron que practicarle la eutanasia por la gravedad de sus heridas.
Recientemente, dos adolescentes fueron identificados como sospechosos del maltrato. Se cree que el ataque fue a palazos, al azar y por crueldad, y que en el mismo momento otro perro llamado Caramelo fue arrojado al mar para que se ahogara. Pero sobrevivió.
Tras atacar a Orelha, los jóvenes identifi cados hace algunas horas tuvieron un viaje “planeado” a Estados Unidos y adelantaron el vuelo de regreso a este jueves, informó la Policía Civil.
Hay cuatro adolescentes señalados como autores del crimen. Dos ya habían sido objeto de un operativo policial el lunes 26 de enero, como resultado de una investigación del Departamento de Delincuencia Juvenil de la Capital.
Dos padres y un tío de los adolescentes fueron imputados bajo sospecha de coaccionar a un testigo, un guardia de seguridadde un condominio que supuestamente tiene una foto que podría ayudar a esclarecer el crimen.
Orelha vivía desde hace años en una casa mantenida para los animales de la región. Era cuidada por los vecinos y turistas de Praia Brava, quienes la consideraban “dócil y juguetona”.
Disponible en https://www.clarin.com/internacional/adolescentes-torturaron-mataron-perra-querida-playa-caso-orelha-conmueve-brasil_0_GUWG0WI4wT.html. Acceso: 02 de febrero de 2026.
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
Adolescentes torturaron y mataron a la perra más querida de la playa: el caso de Orelha que conmueve a Brasil.
En Brasil hay conmoción por el caso de Orelha, una perra que fue brutalmente atacada por un grupo de adolescentes de la exclusiva zona brasileña de Praia Brava, en Florianópolis. Al animal tuvieron que practicarle la eutanasia por la gravedad de sus heridas.
Recientemente, dos adolescentes fueron identificados como sospechosos del maltrato. Se cree que el ataque fue a palazos, al azar y por crueldad, y que en el mismo momento otro perro llamado Caramelo fue arrojado al mar para que se ahogara. Pero sobrevivió.
Tras atacar a Orelha, los jóvenes identifi cados hace algunas horas tuvieron un viaje “planeado” a Estados Unidos y adelantaron el vuelo de regreso a este jueves, informó la Policía Civil.
Hay cuatro adolescentes señalados como autores del crimen. Dos ya habían sido objeto de un operativo policial el lunes 26 de enero, como resultado de una investigación del Departamento de Delincuencia Juvenil de la Capital.
Dos padres y un tío de los adolescentes fueron imputados bajo sospecha de coaccionar a un testigo, un guardia de seguridadde un condominio que supuestamente tiene una foto que podría ayudar a esclarecer el crimen.
Orelha vivía desde hace años en una casa mantenida para los animales de la región. Era cuidada por los vecinos y turistas de Praia Brava, quienes la consideraban “dócil y juguetona”.
Disponible en https://www.clarin.com/internacional/adolescentes-torturaron-mataron-perra-querida-playa-caso-orelha-conmueve-brasil_0_GUWG0WI4wT.html. Acceso: 02 de febrero de 2026.