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Q3820304 Português
Dicionário do Fim do Mundo

O que é mitigação?


Qualquer intervenção humana para reduzir impactos e desacelerar a mudança climática

MITIGAÇÃO é como apertar o freio para desacelerar as mudanças climáticas. Envolve qualquer ação tomada por governos, empresas ou pessoas para reduzir ou prevenir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), ou para incrementar os mecanismos que removem esses gases da atmosfera, os chamados "sumidouros de carbono".

Entre as principais estratégias de mitigação estão: a transição para energias renováveis, como solar e eólica; o aumento da eficiência no uso da energia em diversos setores; o investimento em transportes de baixo carbono; além de discussões sobre práticas agrícolas e uso da terra. Modelos de produção, consumo e alimentação também entram nessa conta.

Já para ampliar os sumidouros de carbono, é preciso restaurar florestas, manguezais e áreas úmidas, manter o solo saudável e proteger ecossistemas terrestres e marinhos.

Segundo o IPCC, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas, a mitigação precisa ser ambiciosa e imediata. O relatório mais recente alerta que, sem uma redução significativa nas emissões até 2030, será difícil evitar que o aquecimento global ultrapasse o limite de 1,5 °C.

A mitigação também inclui tecnologias emergentes, como captura e armazenamento de carbono, mas a prioridade continua sendo a eliminação gradual do uso de combustíveis fósseis.


(Disponível em: https://reporterbrasil.org.br/2024/11/o-que-e-mitigacao/. Acesso em: 06 dez. 2025.)
A vírgula é usada por diversos fatores que envolvem o processo de construção de um texto. Entre esses fatores, está separar o adjunto adverbial anteposto ao verbo. Considere os trechos a seguir, extraídos do texto, e assinale a alternativa em que a vírgula (ou as vírgulas) foi usada para separar o adjunto adverbial anteposto:
Alternativas
Q3820303 Português
A indignidade como política pública

José Castilho

[...]


As várias razões que atuam em favor da não leitura em todo o planeta, como a nefasta desumanização imposta pelo mundo neoliberal, simbolizado nas Big Techs que instituiu o comando das telas na gerência das nossas vidas virtualizando radicalmente o tempo e o espaço, não superam a ausência ou a má política pública porque ela é estruturante e é a única que consegue trabalhar em escala de um país continente para proporcionar (ou retirar) o direito à leitura e à escrita. [...]

Se o direito à leitura é a chave de todos os outros direitos no mundo contemporâneo, é preciso dizer que um povo que lê com proficiência tem melhores instrumentos para resistir à servidão e aos muitos discursos de engano do mundo contemporâneo. Trata-se de questão crucial para um país que se pretende democrático.

É preciso lembrar que nos tempos medievais apenas os ungidos pelo poder real, eclesiástico ou patriarcal podiam ler aos outros. Somente no surgimento da Modernidade, que nos trouxe novas tecnologias com Gutemberg, o Estado Moderno e os primeiros contrapesos da vida democrática, que as utopias da inclusão e da equidade social elegeram o livro e a leitura como instrumentos essenciais à vida em sociedade num estágio civilizatório mais avançado.

Desde então, períodos de crescimentos se alternam aos regressivos, regulados por períodos históricos onde livros são odiados e jogados às fogueiras ou, inversamente, são incentivados e formam esteios civilizatórios para uma humanidade que anseia caminhar para um convívio melhor e mais equânime.

Por fim e em meio a tantos motivos fundamentais à vida para incentivarmos a formação de leitores/as, lembro nossa conjuntura imediata, esta em que vivemos sob a predominância das fake news como prática política e a urgência de superarmos esse patamar odioso que gera violência e instabilidade permanentes. Mais uma vez, e a propósito, cito a Profª. Eliana Yunes:

"Leitura não é somente alfabetização, é visão de mundo. Quem lê, pensa. E quem pensa, não se cala. É urgente, portanto, incentivar a leitura, não apenas em sua dimensão educativa, mas também em sua dimensão social e cultural. A leitura é condição para a aprendizagem. Sem esta e seus jogos de sentido, o homem não se converte em sujeito de sua história."


(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2024/12/20/a-indignidade-co mo-politica-publica. Acesso em 06 dez. 2025. Adaptado.)
"Leitura não é somente alfabetização, é visão de mundo. Quem lê, pensa. E quem pensa, não se cala. É urgente, portanto, incentivar a leitura, não apenas em sua dimensão educativa, mas também em sua dimensão social e cultural. A leitura é condição para a aprendizagem. Sem esta e seus jogos de sentido, o homem não se converte em sujeito de sua história."
Na citação que o autor apresenta no texto e destacada aqui na questão, observa-se que toda ela foi construída pelo processo de coordenação, seja com o uso de conjunções ou de adjuntos conjuntivos (orações sindéticas), seja sem esse uso (orações assindéticas). De qualquer maneira, sentidos foram construídos. Tendo isso em consideração, analise as sentenças: 
I.No trecho "Leitura não é somente alfabetização, é visão de mundo. Quem lê, pensa. E quem pensa, não se cala", o sentido é de adição, expresso tanto por "não somente..." e pelo "E", quanto pela coordenação sem conectivos.
II.Em "É urgente, portanto, incentivar a leitura, não apenas em sua dimensão educativa, mas também em sua dimensão social e cultural", há duas situações na construção da coordenação: a primeira tem o sentido de conclusão e a segunda tem o sentido de adição, expresso pelo par conjuntivo "não apenas... mas também". Neste segundo caso, além do sentido de adição, o par dá destaque a ambos os sintagmas, realçando-os.
III.O trecho "A leitura é condição para a aprendizagem. Sem esta e seus jogos de sentido, o homem não se converte em sujeito de sua história" poderia ser reescrito com o uso de uma conjunção articulando os dois períodos em um só. As melhores conjunções a serem usadas para manter o sentido do trecho são as explicativas, como "pois".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3820302 Português
A indignidade como política pública

José Castilho

[...]


As várias razões que atuam em favor da não leitura em todo o planeta, como a nefasta desumanização imposta pelo mundo neoliberal, simbolizado nas Big Techs que instituiu o comando das telas na gerência das nossas vidas virtualizando radicalmente o tempo e o espaço, não superam a ausência ou a má política pública porque ela é estruturante e é a única que consegue trabalhar em escala de um país continente para proporcionar (ou retirar) o direito à leitura e à escrita. [...]

Se o direito à leitura é a chave de todos os outros direitos no mundo contemporâneo, é preciso dizer que um povo que lê com proficiência tem melhores instrumentos para resistir à servidão e aos muitos discursos de engano do mundo contemporâneo. Trata-se de questão crucial para um país que se pretende democrático.

É preciso lembrar que nos tempos medievais apenas os ungidos pelo poder real, eclesiástico ou patriarcal podiam ler aos outros. Somente no surgimento da Modernidade, que nos trouxe novas tecnologias com Gutemberg, o Estado Moderno e os primeiros contrapesos da vida democrática, que as utopias da inclusão e da equidade social elegeram o livro e a leitura como instrumentos essenciais à vida em sociedade num estágio civilizatório mais avançado.

Desde então, períodos de crescimentos se alternam aos regressivos, regulados por períodos históricos onde livros são odiados e jogados às fogueiras ou, inversamente, são incentivados e formam esteios civilizatórios para uma humanidade que anseia caminhar para um convívio melhor e mais equânime.

Por fim e em meio a tantos motivos fundamentais à vida para incentivarmos a formação de leitores/as, lembro nossa conjuntura imediata, esta em que vivemos sob a predominância das fake news como prática política e a urgência de superarmos esse patamar odioso que gera violência e instabilidade permanentes. Mais uma vez, e a propósito, cito a Profª. Eliana Yunes:

"Leitura não é somente alfabetização, é visão de mundo. Quem lê, pensa. E quem pensa, não se cala. É urgente, portanto, incentivar a leitura, não apenas em sua dimensão educativa, mas também em sua dimensão social e cultural. A leitura é condição para a aprendizagem. Sem esta e seus jogos de sentido, o homem não se converte em sujeito de sua história."


(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2024/12/20/a-indignidade-co mo-politica-publica. Acesso em 06 dez. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do texto e da mobilização de seus conhecimentos prévios, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O texto nos permite compreender que, no ponto de vista do autor, há, no mundo, uma ação para promover a não leitura e uma das forças atuantes seria as Big Techs, que desumanizam as pessoas com suas telas.
(__)A ausência ou a má política pública é, de todos os fatores em prol da não leitura, o mais nefasto, uma vez que a política pública, por ter caráter estruturante, pode impactar positiva ou negativamente um país inteiro.
(__)Em uma sociedade ancorada nos princípios democráticos, a leitura e o livro são elementos secundários, tendo em vista que prioritariamente se busca construir uma sociedade inclusiva e de equidade social.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3820301 Português
A indignidade como política pública

José Castilho

[...]


As várias razões que atuam em favor da não leitura em todo o planeta, como a nefasta desumanização imposta pelo mundo neoliberal, simbolizado nas Big Techs que instituiu o comando das telas na gerência das nossas vidas virtualizando radicalmente o tempo e o espaço, não superam a ausência ou a má política pública porque ela é estruturante e é a única que consegue trabalhar em escala de um país continente para proporcionar (ou retirar) o direito à leitura e à escrita. [...]

Se o direito à leitura é a chave de todos os outros direitos no mundo contemporâneo, é preciso dizer que um povo que lê com proficiência tem melhores instrumentos para resistir à servidão e aos muitos discursos de engano do mundo contemporâneo. Trata-se de questão crucial para um país que se pretende democrático.

É preciso lembrar que nos tempos medievais apenas os ungidos pelo poder real, eclesiástico ou patriarcal podiam ler aos outros. Somente no surgimento da Modernidade, que nos trouxe novas tecnologias com Gutemberg, o Estado Moderno e os primeiros contrapesos da vida democrática, que as utopias da inclusão e da equidade social elegeram o livro e a leitura como instrumentos essenciais à vida em sociedade num estágio civilizatório mais avançado.

Desde então, períodos de crescimentos se alternam aos regressivos, regulados por períodos históricos onde livros são odiados e jogados às fogueiras ou, inversamente, são incentivados e formam esteios civilizatórios para uma humanidade que anseia caminhar para um convívio melhor e mais equânime.

Por fim e em meio a tantos motivos fundamentais à vida para incentivarmos a formação de leitores/as, lembro nossa conjuntura imediata, esta em que vivemos sob a predominância das fake news como prática política e a urgência de superarmos esse patamar odioso que gera violência e instabilidade permanentes. Mais uma vez, e a propósito, cito a Profª. Eliana Yunes:

"Leitura não é somente alfabetização, é visão de mundo. Quem lê, pensa. E quem pensa, não se cala. É urgente, portanto, incentivar a leitura, não apenas em sua dimensão educativa, mas também em sua dimensão social e cultural. A leitura é condição para a aprendizagem. Sem esta e seus jogos de sentido, o homem não se converte em sujeito de sua história."


(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2024/12/20/a-indignidade-co mo-politica-publica. Acesso em 06 dez. 2025. Adaptado.)
Na construção de sua reflexão, o autor do texto lança mão de uma expediente importante para sua argumentação: ainda que brevemente, ele retoma a história da humanidade para mostrar como a relação com o livro e a leitura se deu em outros tempos e como se instaura nos dias atuais. Tendo isso como referência, de acordo com o texto, é correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3820300 Português
A indignidade como política pública

José Castilho

[...]


As várias razões que atuam em favor da não leitura em todo o planeta, como a nefasta desumanização imposta pelo mundo neoliberal, simbolizado nas Big Techs que instituiu o comando das telas na gerência das nossas vidas virtualizando radicalmente o tempo e o espaço, não superam a ausência ou a má política pública porque ela é estruturante e é a única que consegue trabalhar em escala de um país continente para proporcionar (ou retirar) o direito à leitura e à escrita. [...]

Se o direito à leitura é a chave de todos os outros direitos no mundo contemporâneo, é preciso dizer que um povo que lê com proficiência tem melhores instrumentos para resistir à servidão e aos muitos discursos de engano do mundo contemporâneo. Trata-se de questão crucial para um país que se pretende democrático.

É preciso lembrar que nos tempos medievais apenas os ungidos pelo poder real, eclesiástico ou patriarcal podiam ler aos outros. Somente no surgimento da Modernidade, que nos trouxe novas tecnologias com Gutemberg, o Estado Moderno e os primeiros contrapesos da vida democrática, que as utopias da inclusão e da equidade social elegeram o livro e a leitura como instrumentos essenciais à vida em sociedade num estágio civilizatório mais avançado.

Desde então, períodos de crescimentos se alternam aos regressivos, regulados por períodos históricos onde livros são odiados e jogados às fogueiras ou, inversamente, são incentivados e formam esteios civilizatórios para uma humanidade que anseia caminhar para um convívio melhor e mais equânime.

Por fim e em meio a tantos motivos fundamentais à vida para incentivarmos a formação de leitores/as, lembro nossa conjuntura imediata, esta em que vivemos sob a predominância das fake news como prática política e a urgência de superarmos esse patamar odioso que gera violência e instabilidade permanentes. Mais uma vez, e a propósito, cito a Profª. Eliana Yunes:

"Leitura não é somente alfabetização, é visão de mundo. Quem lê, pensa. E quem pensa, não se cala. É urgente, portanto, incentivar a leitura, não apenas em sua dimensão educativa, mas também em sua dimensão social e cultural. A leitura é condição para a aprendizagem. Sem esta e seus jogos de sentido, o homem não se converte em sujeito de sua história."


(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2024/12/20/a-indignidade-co mo-politica-publica. Acesso em 06 dez. 2025. Adaptado.)
Apesar de as palavras terem um ou mais significados prévios, já previstos no dicionário, é no contexto em que elas aparecem que os sentidos serão, de fato, dados. No texto em análise, é o que acontece com o verbo "pretender", que tem vários significados previstos no dicionário, mas o sentido foi dado no contexto de uso. Analise o excerto a seguir, considere o texto como um todo (que também contribui para a instauração do sentido) e assinale a alternativa que indica o sentido do verbo "pretender" no excerto:
"Trata-se de questão crucial para um país que se pretende democrático."
Alternativas
Q3820299 Português
A indignidade como política pública

José Castilho

[...]


As várias razões que atuam em favor da não leitura em todo o planeta, como a nefasta desumanização imposta pelo mundo neoliberal, simbolizado nas Big Techs que instituiu o comando das telas na gerência das nossas vidas virtualizando radicalmente o tempo e o espaço, não superam a ausência ou a má política pública porque ela é estruturante e é a única que consegue trabalhar em escala de um país continente para proporcionar (ou retirar) o direito à leitura e à escrita. [...]

Se o direito à leitura é a chave de todos os outros direitos no mundo contemporâneo, é preciso dizer que um povo que lê com proficiência tem melhores instrumentos para resistir à servidão e aos muitos discursos de engano do mundo contemporâneo. Trata-se de questão crucial para um país que se pretende democrático.

É preciso lembrar que nos tempos medievais apenas os ungidos pelo poder real, eclesiástico ou patriarcal podiam ler aos outros. Somente no surgimento da Modernidade, que nos trouxe novas tecnologias com Gutemberg, o Estado Moderno e os primeiros contrapesos da vida democrática, que as utopias da inclusão e da equidade social elegeram o livro e a leitura como instrumentos essenciais à vida em sociedade num estágio civilizatório mais avançado.

Desde então, períodos de crescimentos se alternam aos regressivos, regulados por períodos históricos onde livros são odiados e jogados às fogueiras ou, inversamente, são incentivados e formam esteios civilizatórios para uma humanidade que anseia caminhar para um convívio melhor e mais equânime.

Por fim e em meio a tantos motivos fundamentais à vida para incentivarmos a formação de leitores/as, lembro nossa conjuntura imediata, esta em que vivemos sob a predominância das fake news como prática política e a urgência de superarmos esse patamar odioso que gera violência e instabilidade permanentes. Mais uma vez, e a propósito, cito a Profª. Eliana Yunes:

"Leitura não é somente alfabetização, é visão de mundo. Quem lê, pensa. E quem pensa, não se cala. É urgente, portanto, incentivar a leitura, não apenas em sua dimensão educativa, mas também em sua dimensão social e cultural. A leitura é condição para a aprendizagem. Sem esta e seus jogos de sentido, o homem não se converte em sujeito de sua história."


(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2024/12/20/a-indignidade-co mo-politica-publica. Acesso em 06 dez. 2025. Adaptado.)
Analise as sentenças que tratam da regência verbal ou nominal das palavras destacadas no excerto:
"Se o direito à leitura é a chave de todos os outros direitos no mundo contemporâneo, é preciso dizer que um povo que lê com proficiência tem melhores instrumentos para resistir à servidão e aos muitos discursos de engano do mundo contemporâneo. Trata-se de questão crucial para um país que se pretende democrático."

I.A palavra "direito" pede regência, podendo ser acompanhada por várias preposições a depender do contexto e do sentido que se pretende construir. No contexto em análise, o autor optou pela preposição "a", mas poderia, sem alterar o sentido, ter usado a preposição "de".

II.O verbo "resistir", no sentido de "fazer face a um poder superior, opor-se", pede a regência da preposição "a" para construir esse sentido. É o que acontece corretamente no excerto. 

III.Em "Trata-se de", tem-se uma expressão "cristalizada" no português brasileiro, composta por um verbo com sujeito indeterminado e que pede um complemento indireto. Desse modo, a regência da preposição "de" é necessária para a construção do sentido e não cabe outra preposição nesse contexto.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3820298 Português
A indignidade como política pública

José Castilho

[...]


As várias razões que atuam em favor da não leitura em todo o planeta, como a nefasta desumanização imposta pelo mundo neoliberal, simbolizado nas Big Techs que instituiu o comando das telas na gerência das nossas vidas virtualizando radicalmente o tempo e o espaço, não superam a ausência ou a má política pública porque ela é estruturante e é a única que consegue trabalhar em escala de um país continente para proporcionar (ou retirar) o direito à leitura e à escrita. [...]

Se o direito à leitura é a chave de todos os outros direitos no mundo contemporâneo, é preciso dizer que um povo que lê com proficiência tem melhores instrumentos para resistir à servidão e aos muitos discursos de engano do mundo contemporâneo. Trata-se de questão crucial para um país que se pretende democrático.

É preciso lembrar que nos tempos medievais apenas os ungidos pelo poder real, eclesiástico ou patriarcal podiam ler aos outros. Somente no surgimento da Modernidade, que nos trouxe novas tecnologias com Gutemberg, o Estado Moderno e os primeiros contrapesos da vida democrática, que as utopias da inclusão e da equidade social elegeram o livro e a leitura como instrumentos essenciais à vida em sociedade num estágio civilizatório mais avançado.

Desde então, períodos de crescimentos se alternam aos regressivos, regulados por períodos históricos onde livros são odiados e jogados às fogueiras ou, inversamente, são incentivados e formam esteios civilizatórios para uma humanidade que anseia caminhar para um convívio melhor e mais equânime.

Por fim e em meio a tantos motivos fundamentais à vida para incentivarmos a formação de leitores/as, lembro nossa conjuntura imediata, esta em que vivemos sob a predominância das fake news como prática política e a urgência de superarmos esse patamar odioso que gera violência e instabilidade permanentes. Mais uma vez, e a propósito, cito a Profª. Eliana Yunes:

"Leitura não é somente alfabetização, é visão de mundo. Quem lê, pensa. E quem pensa, não se cala. É urgente, portanto, incentivar a leitura, não apenas em sua dimensão educativa, mas também em sua dimensão social e cultural. A leitura é condição para a aprendizagem. Sem esta e seus jogos de sentido, o homem não se converte em sujeito de sua história."


(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2024/12/20/a-indignidade-co mo-politica-publica. Acesso em 06 dez. 2025. Adaptado.)
Para a boa leitura e boa interpretação de um texto, tanto o autor precisa construir um texto coeso, quanto o leitor precisa identificar os elementos coesivos e as decisões tomadas pelo autor para que compreenda as relações e os sentidos estabelecidos. Tendo isso em consideração, analise as sentenças:

I.No 1º parágrafo, o pronome pessoal "ela" tem papel importante: estabelecer uma progressão referencial, retomando "política pública".
II.No 4º parágrafo, a locução adverbial "Desde então" estabelece uma relação de tempo entre as ideias contidas no parágrafo anterior e neste que ela introduz. Isso possibilita ao leitor compreender que a ideia seguinte, em uma progressão sequencial, se localiza a partir do tempo indicado no parágrafo anterior.
III.No 5º parágrafo, o pronome demonstrativo "esta" tem como referente "conjuntura imediata". Pelo contexto, é possível afirmar que ele ajuda o leitor a localizar o assunto tratado e a si mesmo no tempo presente. Como os sentidos não são construídos com palavras isoladas, mas na relação entre elas, essa compreensão é possível também porque o autor do texto utiliza a 1ª pessoa do plural (nós), incluindo o leitor na reflexão.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3820122 Gestão de Pessoas
Na execução de um projeto intersetorial, duas equipes apresentam impasses recorrentes e afirmam que "não conseguem construir um entendimento comum", mesmo após várias reuniões técnicas. Com base nas habilidades sociais necessárias ao trabalho colaborativo, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3820121 Ética na Administração Pública
Analise as afirmativas a seguir, relativas aos fundamentos ético-filosóficos da conduta profissional no serviço público:

I.A consciência ética do servidor público constitui-se na articulação entre o cumprimento das normas institucionais e a reflexão crítica sobre os impactos de suas ações na efetivação dos direitos dos cidadãos atendidos.
II.A responsabilidade ética do servidor limita-se ao âmbito de suas atribuições formais, não se estendendo às consequências indiretas que suas decisões possam produzir em setores ou processos correlatos.
III.O ethos profissional no serviço público transcende a dimensão individual, constituindo patrimônio coletivo da categoria funcional cujas práticas influenciam a percepção social sobre a administração pública.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3820120 Engenharia Civil
A movimentação de terras é um conjunto de operações destinadas a adequar o terreno às condições previstas em projeto, envolvendo escavação, transporte, compactação e disposição de materiais. Entre os elementos fundamentais do planejamento estão as áreas de empréstimo e as áreas de bota-fora, que influenciam diretamente o balanço de volumes da obra. Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.As áreas de empréstimo são locais externos ao corpo da obra, utilizados quando a jazida natural ou o próprio terreno não fornecem, em quantidade ou qualidade adequada, o material necessário para compor os aterros previstos em projeto.

DESSE MODO

II.As áreas de empréstimo são acionadas quando o volume de corte disponível no trecho a executar é inferior ao volume total de aterro requerido, tornando insuficiente o equilíbrio de massas entre corte e aterro.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3820118 Engenharia Civil
A Engenharia Civil moderna tem buscado a industrialização da construção para aumentar a produtividade, a sustentabilidade e a qualidade das edificações. Os sistemas construtivos industrializados caracterizam-se pela produção de componentes fora do local de uso final e montagem rápida no canteiro de obras. Tendo esse contexto como referência, analise as alternativas a seguir:

I.O sistema Light Steel Framing (LSF) utiliza perfis leves de aço zincado formados a frio como estrutura principal, disponíveis em diferentes dimensões e formatos. Sua composição também inclui fitas metálicas e chapas do tipo gusset . Entre suas vantagens, destaca-se o baixo consumo de água durante a fase de montagem, quando comparado a processos construtivos convencionais, como alvenaria e concreto. Isso se dá em razão do seu processo construtivo essencialmente a seco.
II.O sistema Light Wood Framing utiliza peças leves de madeira maciça ou de derivados da madeira, combinadas com fechamentos em chapas que formam painéis resistentes e rígidos. É um sistema reconhecido por sua sustentabilidade, desde que a matéria-prima utilizada seja de origem legal.
III.A Construção Modular consiste na produção de módulos tridimensionais completos ou parcialmente acabados em ambiente fabril, projetados para serem transportados e rapidamente montados no canteiro de obras. Entre seus objetivos, destacam-se a padronização dos processos, a racionalização construtiva e a redução do tempo total de execução.
IV.As paredes de Drywall são classificadas como sistemas de vedação não estrutural e, embora sejam amplamente empregadas em áreas secas, também podem ser utilizadas em áreas sujeitas à umidade, de forma limitada e intermitente. Nesses casos, é necessário o uso de chapas específicas, como as chapas RU (Resistentes à Umidade), que contêm compostos químicos em sua composição.

Sobre métodos de construção industrializada, é correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3820117 Engenharia Civil
A topografia, cujo uso remonta a mais de 6 mil anos, surgiu da necessidade de medir e dividir terras, especialmente no Egito antigo. Na atualidade, constitui uma base fundamental para diversas áreas da engenharia civil, fornecendo dados indispensáveis ao planejamento territorial. Sobre os princípios básicos da topografia, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3820116 Engenharia Civil
O ângulo formado entre a direção Norte−Sul e a direção considerada, contado a partir do Norte, no sentido horário, variando de 0° a 360° é denominado: 
Alternativas
Q3820115 Engenharia Civil
Sobre dimensionamento de pavimentos flexíveis, analise as afirmativas a seguir:

I.A capacidade de suporte do subleito e dos materiais que compõem o pavimento é determinada pelo ensaio CBR (California Bearing Ratio ), conforme o método de ensaio recomendado pelo DNIT (antigo DNER).
II.Os materiais do subleito devem apresentar uma expansão, medida no ensaio C.B.R. (California Bearing Ratio ), menor ou igual a 1% e um C.B.R. ≥ 1%.
III.Para solos granulares de granulação grossa, deve-se empregar a energia de compressão correspondente ao Proctor Modificado. 

 É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3820113 Engenharia Civil
A estaca tipo ________ é um elemento de fundação profunda, moldado in loco, caracterizado por ser executado mediante perfuração rotativa, com revestimento integral por meio de tubos metálicos que são subsequentemente recuperados, e preenchido com calda de cimento e areia."
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Alternativas
Q3820112 Direito Administrativo
Analise o excerto a seguir:
________________ é um documento obrigatório na fase inicial do planejamento de uma contratação pública, que visa caracterizar o interesse público envolvido, avaliar as opções disponíveis e identificar a melhor solução técnica e econômica. Este documento é a fundamentação que precede a elaboração do Termo de Referência ou do Projeto Básico, atestando a viabilidade da contratação.
Acerca da Lei das licitações e contratos administrativos, assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Alternativas
Q3820111 Engenharia Civil
Fundações são elementos estruturais responsáveis por transmitir as cargas da edificação, provenientes de pilares, paredes e demais elementos, ao solo, de forma segura, estável e com deformações aceitáveis. Seu objetivo é assegurar a estabilidade da construção, evitando recalques excessivos, rupturas do terreno e comprometimentos estruturais. A escolha do tipo de fundação depende das cargas e das características do subsolo. Sobre os tipos de fundações, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A fundação superficial ou rasa é caracterizada como o tipo de fundação em que as cargas da estrutura são transferidas ao solo principalmente por meio das pressões distribuídas sob sua base. Sua profundidade de assentamento, em relação ao terreno adjacente, é inferior a duas vezes a menor dimensão da própria fundação.
(__)Estaca e tubulão são classificadas como fundações rasas, pois transmitem a carga ao terreno pela base.
(__)Fundação do tipo radier se enquadra como uma fundação profunda, utilizada quando se deseja concentrar toda a carga da edificação em um único pilar central.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3820110 Meio Ambiente
Considere as afirmativas relacionadas a Resíduos Sólidos apresentadas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos envolve fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e o poder público, que devem atuar de forma integrada para minimizar a geração de resíduos.
(__)A gestão dos resíduos de construção civil, de serviços de saúde, de transporte e de atividades agrossilvopastoris é responsabilidade exclusiva do poder público municipal, cabendo-lhe executar diretamente todas as etapas de manejo, independentemente dos geradores ou das normas específicas de cada setor.
(__)O Plano Estadual de Resíduos Sólidos deve ter horizonte de 20 anos, abrangendo todo o território do estado, e ser revisado a cada 4 anos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3820109 Engenharia Civil
Em projetos estruturais de concreto armado, é finalidade do Estado Limite de Serviço (ELS):
Alternativas
Q3820108 Engenharia Civil
Um pilar de um galpão industrial transmite ao solo uma carga vertical de serviço de 700 kN. Considerando uma sapata isolada e desprezando o peso próprio da fundação, a tensão admissível do solo é de 0,2 MPa. Com base nesses dados, a área mínima da base da sapata para que a tensão no solo não ultrapasse o valor admissível é: 
Alternativas
Respostas
41: E
42: E
43: B
44: D
45: C
46: E
47: A
48: B
49: D
50: E
51: A
52: E
53: A
54: D
55: E
56: E
57: D
58: A
59: B
60: E