Foram encontradas 12.577 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2407125 Noções de Informática
É fundamental para o servidor público ter conhecimentos sobre princípios básicos de informática, incluindo hardware, impressoras, scanners e multifuncionais, pois isso facilita a realização de suas atividades cotidianas. Compreender esses conceitos permite ao servidor utilizar eficientemente os recursos tecnológicos disponíveis em seu ambiente de trabalho, aumentando sua produtividade, melhorando a qualidade dos serviços prestados e facilitando a comunicação com colegas e cidadãos. Além disso, o conhecimento sobre informática é cada vez mais requisitado em diferentes áreas do serviço público, sendo essencial para acompanhar os avanços tecnológicos e atender às demandas da sociedade moderna. Diante do exposto, assinale a alternativa que representa qual é a principal diferença entre uma impressora e uma multifuncional.
Alternativas
Q2407124 Noções de Informática
Sabendo da importância e da funcionalidade do PowerPoint, no contexto do serviço público, assinale a alternativa que representa como ele pode ser utilizado para promover a participação cidadã e a transparência nas ações governamentais. 
Alternativas
Q2407123 Noções de Informática
O Microsoft PowerPoint é fundamental para o servidor público, permitindo a criação de apresentações visuais profissionais e claras. Essa ferramenta facilita a comunicação de informações complexas e a apresentação de projetos e relatórios, além de garantir a padronização e a organização do conteúdo, contribuindo para uma gestão eficiente e transparente. Sabendo disso, marque a alternativa que indica qual recurso do PowerPoint é utilizado para visualizar uma apresentação de slides na forma de uma sequência de miniaturas, facilitando a navegação entre os slides.
Alternativas
Q2407122 Noções de Informática
O Excel é essencial para agentes públicos devido à sua capacidade de análise de dados, gestão financeira e planejamento de projetos. Ele simplifica o acompanhamento de recursos humanos e a criação de relatórios, além de facilitar a tomada de decisões informadas. Com suas diversas funcionalidades, como tabelas dinâmicas e gráficos, o Excel se torna uma ferramenta indispensável na administração pública, proporcionando eficiência e organização em diferentes áreas de atuação governamental. Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta o resultado da formula =SOMA(B2;C1;A2) de acordo com a tabela seguinte.


Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2407121 Noções de Informática
O Microsoft Excel é um editor de planilhas produzido pela Microsoft para computadores que utilizam o sistema operacional Microsoft Windows, além de computadores Macintosh da Apple Inc. e dispositivos móveis como o Windows Phone, Android ou o iOS. No Microsoft Excel, existe uma ferramenta amplamente utilizada para a análise de dados e cálculos. Qual alternativa representa a função específica empregada para calcular a média aritmética de um conjunto de números?
Alternativas
Q2407120 Matemática
Qual alternativa apresenta um número menor que 1 / 3 ?
Alternativas
Q2407119 Matemática
Dois potes, um verde e um vermelho, medem juntos 45 cm de altura. O pote vermelho é 3 cm maior que o pote verde. Qual é a medida do pote verde?
Alternativas
Q2407118 Matemática
Assinale a alternativa que apresenta um número igual a 3 mm.
Alternativas
Q2407117 Matemática
Em 450 mL de um produto, há 7,5 g de sal. Quantos gramas de sal há em 300 mL desse produto?
Alternativas
Q2407116 Matemática
Qual é o resultado CORRETO da soma √245 + √80 ?
Alternativas
Q2407115 Português
Os riscos dos ultraprocessados


         Devido às grandes quantidades de ingredientes como sal, açúcar, gorduras e ingredientes de uso industrial (corantes, aromatizantes, etc.), alimentos ultraprocessados são nutricionalmente desbalanceados.

        Segundo o coordenador do Nupens (Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo), Carlos Augusto Monteiro, na última década, diversos estudos epidemiológicos mostraram que o consumo desses produtos causa deterioração generalizada na qualidade da dieta e o aumento sistemático do risco de diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer, depressão, doenças gastrointestinais, doenças renais, entre outras doenças crônicas. “Além disso, esses alimentos enfraquecem padrões e culturas alimentares saudáveis, visto que substituem preparações culinárias, e comprometem o meio ambiente e a biodiversidade”, afirma o especialista.

     Outro problema apontado pelo Guia Alimentar para a População Brasileira é justamente o da substituição: a grande maioria dos ultraprocessados é consumida, em geral, substituindo alimentos como frutas, leite ou água, e nas refeições principais, no lugar de comida caseira. Portanto, os alimentos ultraprocessados tendem a limitar o consumo de alimentos in natura ou minimamente processados que, por sua vez, são a base de uma alimentação balanceada.

       A recomendação do Guia é que os ingredientes culinários (óleos, gorduras, sal e açúcar) sejam usados em pequenas quantidades para preparações culinárias; já os alimentos processados devem ser consumidos com moderação, enquanto os ultraprocessados devem ser evitados.

        “Não existe um nível seguro para o consumo de ultraprocessados. Em geral, esses alimentos são feitos para que sejam consumidos em excesso. Na epidemiologia nutricional, desponta uma área de pesquisa que investiga a relação entre ultraprocessados e vício. Alguns artifícios, como o estabelecimento de quantidades específicas de sal, gordura e açúcar, são utilizados pela indústria de alimentos para gerar o que chamamos de “hiperpalatabilidade” – um sabor extremamente agradável, que não é encontrado na natureza. Isso pode, inclusive, impactar nossos sistemas cerebrais de recompensa. Por isso, a recomendação do Guia Alimentar para a População Brasileira é evitar o consumo desses alimentos”.

       “Não temos uma quantidade exata recomendada, mas a orientação é que os processados não substituam refeições como almoço e jantar. Já o ultraprocessado deve aparecer de maneira bem pontual na alimentação”, afirma a nutricionista Joseane Bessa.


(Texto adaptado. Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/alimentacao/entenda-o-perigo-de-consumir-alimentosultraprocessados)
“Alguns artifícios, como o estabelecimento de quantidades específicas de sal, gordura e açúcar, são utilizados pela indústria de alimentos para gerar o que chamamos de ‘hiperpalatabilidade’ – um sabor EXTREMAMENTE agradável, que não é encontrado na natureza”.

Assinale a alternativa que indica o valor que o advérbio destacado no texto acima atribui ao adjetivo que ele acompanha.
Alternativas
Q2407114 Português
Os riscos dos ultraprocessados


         Devido às grandes quantidades de ingredientes como sal, açúcar, gorduras e ingredientes de uso industrial (corantes, aromatizantes, etc.), alimentos ultraprocessados são nutricionalmente desbalanceados.

        Segundo o coordenador do Nupens (Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo), Carlos Augusto Monteiro, na última década, diversos estudos epidemiológicos mostraram que o consumo desses produtos causa deterioração generalizada na qualidade da dieta e o aumento sistemático do risco de diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer, depressão, doenças gastrointestinais, doenças renais, entre outras doenças crônicas. “Além disso, esses alimentos enfraquecem padrões e culturas alimentares saudáveis, visto que substituem preparações culinárias, e comprometem o meio ambiente e a biodiversidade”, afirma o especialista.

     Outro problema apontado pelo Guia Alimentar para a População Brasileira é justamente o da substituição: a grande maioria dos ultraprocessados é consumida, em geral, substituindo alimentos como frutas, leite ou água, e nas refeições principais, no lugar de comida caseira. Portanto, os alimentos ultraprocessados tendem a limitar o consumo de alimentos in natura ou minimamente processados que, por sua vez, são a base de uma alimentação balanceada.

       A recomendação do Guia é que os ingredientes culinários (óleos, gorduras, sal e açúcar) sejam usados em pequenas quantidades para preparações culinárias; já os alimentos processados devem ser consumidos com moderação, enquanto os ultraprocessados devem ser evitados.

        “Não existe um nível seguro para o consumo de ultraprocessados. Em geral, esses alimentos são feitos para que sejam consumidos em excesso. Na epidemiologia nutricional, desponta uma área de pesquisa que investiga a relação entre ultraprocessados e vício. Alguns artifícios, como o estabelecimento de quantidades específicas de sal, gordura e açúcar, são utilizados pela indústria de alimentos para gerar o que chamamos de “hiperpalatabilidade” – um sabor extremamente agradável, que não é encontrado na natureza. Isso pode, inclusive, impactar nossos sistemas cerebrais de recompensa. Por isso, a recomendação do Guia Alimentar para a População Brasileira é evitar o consumo desses alimentos”.

       “Não temos uma quantidade exata recomendada, mas a orientação é que os processados não substituam refeições como almoço e jantar. Já o ultraprocessado deve aparecer de maneira bem pontual na alimentação”, afirma a nutricionista Joseane Bessa.


(Texto adaptado. Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/alimentacao/entenda-o-perigo-de-consumir-alimentosultraprocessados)
“O __________ perigo à saúde deveria ajudar no __________ de responsabilidade das pessoas com a própria alimentação e levá-las ao __________ das orientações do Guia Alimentar para a População Brasileira”. Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas acima.
Alternativas
Q2407113 Português
Os riscos dos ultraprocessados


         Devido às grandes quantidades de ingredientes como sal, açúcar, gorduras e ingredientes de uso industrial (corantes, aromatizantes, etc.), alimentos ultraprocessados são nutricionalmente desbalanceados.

        Segundo o coordenador do Nupens (Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo), Carlos Augusto Monteiro, na última década, diversos estudos epidemiológicos mostraram que o consumo desses produtos causa deterioração generalizada na qualidade da dieta e o aumento sistemático do risco de diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer, depressão, doenças gastrointestinais, doenças renais, entre outras doenças crônicas. “Além disso, esses alimentos enfraquecem padrões e culturas alimentares saudáveis, visto que substituem preparações culinárias, e comprometem o meio ambiente e a biodiversidade”, afirma o especialista.

     Outro problema apontado pelo Guia Alimentar para a População Brasileira é justamente o da substituição: a grande maioria dos ultraprocessados é consumida, em geral, substituindo alimentos como frutas, leite ou água, e nas refeições principais, no lugar de comida caseira. Portanto, os alimentos ultraprocessados tendem a limitar o consumo de alimentos in natura ou minimamente processados que, por sua vez, são a base de uma alimentação balanceada.

       A recomendação do Guia é que os ingredientes culinários (óleos, gorduras, sal e açúcar) sejam usados em pequenas quantidades para preparações culinárias; já os alimentos processados devem ser consumidos com moderação, enquanto os ultraprocessados devem ser evitados.

        “Não existe um nível seguro para o consumo de ultraprocessados. Em geral, esses alimentos são feitos para que sejam consumidos em excesso. Na epidemiologia nutricional, desponta uma área de pesquisa que investiga a relação entre ultraprocessados e vício. Alguns artifícios, como o estabelecimento de quantidades específicas de sal, gordura e açúcar, são utilizados pela indústria de alimentos para gerar o que chamamos de “hiperpalatabilidade” – um sabor extremamente agradável, que não é encontrado na natureza. Isso pode, inclusive, impactar nossos sistemas cerebrais de recompensa. Por isso, a recomendação do Guia Alimentar para a População Brasileira é evitar o consumo desses alimentos”.

       “Não temos uma quantidade exata recomendada, mas a orientação é que os processados não substituam refeições como almoço e jantar. Já o ultraprocessado deve aparecer de maneira bem pontual na alimentação”, afirma a nutricionista Joseane Bessa.


(Texto adaptado. Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/alimentacao/entenda-o-perigo-de-consumir-alimentosultraprocessados)
“Cabe ____ sociedade compreender os riscos referentes ____ uma má alimentação e mudar suas atitudes sobre ____ escolhas dos alimentos”.

Assinale a alternativa que preenche respectivamente e de forma CORRETA as lacunas da afirmação acima.
Alternativas
Q2407112 Português
Os riscos dos ultraprocessados


         Devido às grandes quantidades de ingredientes como sal, açúcar, gorduras e ingredientes de uso industrial (corantes, aromatizantes, etc.), alimentos ultraprocessados são nutricionalmente desbalanceados.

        Segundo o coordenador do Nupens (Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo), Carlos Augusto Monteiro, na última década, diversos estudos epidemiológicos mostraram que o consumo desses produtos causa deterioração generalizada na qualidade da dieta e o aumento sistemático do risco de diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer, depressão, doenças gastrointestinais, doenças renais, entre outras doenças crônicas. “Além disso, esses alimentos enfraquecem padrões e culturas alimentares saudáveis, visto que substituem preparações culinárias, e comprometem o meio ambiente e a biodiversidade”, afirma o especialista.

     Outro problema apontado pelo Guia Alimentar para a População Brasileira é justamente o da substituição: a grande maioria dos ultraprocessados é consumida, em geral, substituindo alimentos como frutas, leite ou água, e nas refeições principais, no lugar de comida caseira. Portanto, os alimentos ultraprocessados tendem a limitar o consumo de alimentos in natura ou minimamente processados que, por sua vez, são a base de uma alimentação balanceada.

       A recomendação do Guia é que os ingredientes culinários (óleos, gorduras, sal e açúcar) sejam usados em pequenas quantidades para preparações culinárias; já os alimentos processados devem ser consumidos com moderação, enquanto os ultraprocessados devem ser evitados.

        “Não existe um nível seguro para o consumo de ultraprocessados. Em geral, esses alimentos são feitos para que sejam consumidos em excesso. Na epidemiologia nutricional, desponta uma área de pesquisa que investiga a relação entre ultraprocessados e vício. Alguns artifícios, como o estabelecimento de quantidades específicas de sal, gordura e açúcar, são utilizados pela indústria de alimentos para gerar o que chamamos de “hiperpalatabilidade” – um sabor extremamente agradável, que não é encontrado na natureza. Isso pode, inclusive, impactar nossos sistemas cerebrais de recompensa. Por isso, a recomendação do Guia Alimentar para a População Brasileira é evitar o consumo desses alimentos”.

       “Não temos uma quantidade exata recomendada, mas a orientação é que os processados não substituam refeições como almoço e jantar. Já o ultraprocessado deve aparecer de maneira bem pontual na alimentação”, afirma a nutricionista Joseane Bessa.


(Texto adaptado. Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/alimentacao/entenda-o-perigo-de-consumir-alimentosultraprocessados)
De forma geral, qual é o objetivo desse texto?
Alternativas
Q2407111 Português
Os riscos dos ultraprocessados


         Devido às grandes quantidades de ingredientes como sal, açúcar, gorduras e ingredientes de uso industrial (corantes, aromatizantes, etc.), alimentos ultraprocessados são nutricionalmente desbalanceados.

        Segundo o coordenador do Nupens (Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo), Carlos Augusto Monteiro, na última década, diversos estudos epidemiológicos mostraram que o consumo desses produtos causa deterioração generalizada na qualidade da dieta e o aumento sistemático do risco de diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer, depressão, doenças gastrointestinais, doenças renais, entre outras doenças crônicas. “Além disso, esses alimentos enfraquecem padrões e culturas alimentares saudáveis, visto que substituem preparações culinárias, e comprometem o meio ambiente e a biodiversidade”, afirma o especialista.

     Outro problema apontado pelo Guia Alimentar para a População Brasileira é justamente o da substituição: a grande maioria dos ultraprocessados é consumida, em geral, substituindo alimentos como frutas, leite ou água, e nas refeições principais, no lugar de comida caseira. Portanto, os alimentos ultraprocessados tendem a limitar o consumo de alimentos in natura ou minimamente processados que, por sua vez, são a base de uma alimentação balanceada.

       A recomendação do Guia é que os ingredientes culinários (óleos, gorduras, sal e açúcar) sejam usados em pequenas quantidades para preparações culinárias; já os alimentos processados devem ser consumidos com moderação, enquanto os ultraprocessados devem ser evitados.

        “Não existe um nível seguro para o consumo de ultraprocessados. Em geral, esses alimentos são feitos para que sejam consumidos em excesso. Na epidemiologia nutricional, desponta uma área de pesquisa que investiga a relação entre ultraprocessados e vício. Alguns artifícios, como o estabelecimento de quantidades específicas de sal, gordura e açúcar, são utilizados pela indústria de alimentos para gerar o que chamamos de “hiperpalatabilidade” – um sabor extremamente agradável, que não é encontrado na natureza. Isso pode, inclusive, impactar nossos sistemas cerebrais de recompensa. Por isso, a recomendação do Guia Alimentar para a População Brasileira é evitar o consumo desses alimentos”.

       “Não temos uma quantidade exata recomendada, mas a orientação é que os processados não substituam refeições como almoço e jantar. Já o ultraprocessado deve aparecer de maneira bem pontual na alimentação”, afirma a nutricionista Joseane Bessa.


(Texto adaptado. Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/alimentacao/entenda-o-perigo-de-consumir-alimentosultraprocessados)
Considerando as informações do texto, analise as afirmações a seguir e, depois, assinale a alternativa CORRETA.

I – Por serem elaborados pela indústria, os ultraprocessados contêm um melhor equilíbrio nutricional.

II – O consumo excessivo de ultraprocessados prejudica tanto a saúde do indivíduo quanto a cultura alimentar da sociedade.

III – Os alimentos minimamente processados compõem a base da alimentação saudável dos brasileiros.
Alternativas
Q2389516 Engenharia Elétrica
Considere a planta de um cômodo de uma casa, com a indicação de acordo com a figura a seguir. Sabendo que o cômodo possui apenas os eletrodutos sinalizados na planta, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE quais condutores estão disponibilizados no eletroduto 1 para o correto funcionamento e atendimento das normas vigentes para a instalação mostrada.
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2389515 Eletricidade
É importante o conhecimento de desenhos elétricos dos circuitos e a sua simbologia. Considere o esquema elétrico apresentado na figura a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

Qual instalação é representada nesse esquema elétrico?
Alternativas
Q2389514 Engenharia Elétrica
Nas instalações elétricas, por vezes, é inevitável as emendas e conexões de condutores. Considerando o que diz a NBR 5410, analise as afirmativas a respeito das conexões e emedas de condutores e assinale a alternativa CORRETA.

I. As conexões de condutores entre si e com outros componentes da instalação devem garantir continuidade elétrica durável, adequada suportabilidade mecânica e adequada proteção mecânica.
II. É permitida e aconselhável a aplicação de solda a estanho na terminação de condutores utilizados em instalações prediais, para conectá-los a bornes ou terminais de dispositivos ou equipamentos elétricos.
III. Em condutores de alumínio, somente são admitidas emendas por meio de conectores por compressão ou solda adequada.
IV. As conexões prensadas devem ser realizadas por meio de ferramentas adequadas ao tipo e ao tamanho do conector utilizado, de acordo com as recomendações do fabricante do conector.
Alternativas
Q2389513 Engenharia Elétrica
Na partida de um motor elétrico, a corrente pode variar, sendo necessário algumas formas de ligações dos motores elétricos à rede elétrica. Essas formas de acionamento diferenciam pela forma de conexão e da quantidade de elementos que possui o circuito. À respeito da quantidade dos contadores e temporizadores nos diagramas de ligação dos motores trifásicos, analise as afirmativas.

I. No diagrama de ligação de comando da partida estrela-triângulo, são necessários no mínimo dois contadores e um temporizador.
II. No diagrama de ligação de comando da partida direta de um motor trifásico, é necessário no mínimo um contador e nenhum temporizador.
III. No diagrama de ligação de comando da partida com autotransformador, são necessários no mínimo três contadores e um temporizador.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2389512 Engenharia Elétrica
Os instrumentos de medidas elétricas são essenciais na execução de uma instalação elétrica, necessitando o devido conhecimento no seu manuseamento. Diante disso, analise as assertivas e assinale a alternativa CORRETA sobre a relação entre elas.

I. O voltímetro, para seu correto funcionamento, deve ser ligado em paralelo com o circuito ou elemento do qual se quer medir a tensão.
PORQUE
II. O voltímetro possui uma impedância interna muito alta, para que a corrente não passe por ele.
Alternativas
Respostas
2041: A
2042: A
2043: D
2044: B
2045: C
2046: C
2047: A
2048: C
2049: B
2050: D
2051: A
2052: B
2053: D
2054: B
2055: C
2056: D
2057: B
2058: A
2059: A
2060: D