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Sobre a comunicação pública no Brasil é CORRETO afirmar que:
I– Nasceu como radiodifusão educativa na década de 1960, fazendo tele-educação. II–Durante o período da ditadura, consolidou-se a organização do sistema com uma estrutura nacional, a Radiobrás, e uma rede de emissoras estatais comandada pela TVE-RJ e, depois, pela TV Cultura. III– Nos anos 2000 foi aprovada a Lei 11.652/2008, que criou a EBC. IV– O modelo de financiamento brasileiro vem do repasse de recursos oriundos da taxação de operadoras privadas de comunicações.
I– A concentração desproporcional de veículos de comunicação mantém as outras regiões dependentes dos grandes grupos localizados na Região Sudeste. II– Por “afiliada”, entende-se um veículo de comunicação com conteúdo autossuficiente, independente de cabeças-de-rede. III– Por “cabeça-de-rede” entende-se a emissora líder da cadeia de rádio, TV ou outro veículo de comunicação, também conhecida como geradora. IV– Grandes conglomerados de comunicação exercem pressão sobre o governo com o fim de evitar a limitação, por lei, da propriedade de muitos veículos midiáticos por um mesmo grupo.
I– Servidor II– PC III– Notebook IV– Tablet V– E-book
A– Computador de uso doméstico, geralmente não móvel, composto por monitor, mouse, teclado e torre. B– Texto em formato digital que substitui o papel, para ser lido em dispositivos eletrônicos. C– Dispositivo com bateria recarregável, em formato de prancheta e com tela tátil, que dispensa o uso de um teclado físico. D– Software ou computador, com sistema de computação centralizada e que fornece serviços a uma rede de computadores. E– Computador móvel, que pode funcionar ligado à energia elétrica tanto quanto por meio de uma bateria embutida no aparelho.
I– Apenas por não serem dispositivos móveis, meios como a televisão e o rádio estão fadados ao desaparecimento, já que não são reformulados diante das novas tecnologias. II– Por “sistemas tecnologicamente amigáveis” definem-se plataformas de fácil acesso ao usuário comum, como aplicativos, sites e programas para computadores. III– “Ecossistema informacional” é uma metáfora empregada pelo autor para definir a interdependência entre o jornalismo e as tecnologias da informação, sejam estas tradicionais ou inovadoras. IV– O autor celebra as “tecnologias digitais emergentes”, como as produzidas por startups, uma vez que elas não tratam o jornalismo como produto de comum, ao contrário das empresas tradicionais.
Dado o texto, é CORRETO afirmar que: I– Por “indústria da comunicação” entendem-se os interesses publicitários e de mercado associados à venda da notícia enquanto produto. II– Por “assertivas absolutamente acríticas” o autor faz referência à ausência de objetividade existente no jornalismo. III– O autor tece uma crítica ao meio acadêmico, que debate a questão da objetividade na teoria, enquanto a indústria da comunicação a vende como bem imaterial de consumo. IV– Os dois primeiros períodos do texto refletem diretamente a opinião do autor sobre objetividade.
I– Respeitar a soberania nacional e acatar a vontade da maioria, exceto em caso de intervenção militar. II– Ser responsável pela informação que divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros. III– Preservar a língua e a cultura nacionais. IV– Usar somente fontes reais para dados factíveis, deixando as fontes fictícias para casos ilustrativos.
I– É dever do jornalista divulgar os fatos que sejam de interesse público, mas não pode submeter-se a diretrizes contrárias à divulgação correta da informação. II– O jornalista deve divulgar fatos de caráter mórbido quando há relevância social, ao mesmo tempo que deve permitir direito de resposta somente nestes casos. III– O jornalista deve respeitar a privacidade do cidadão e, por outro lado, não pode concordar com a prática de perseguição ou discriminação de quaisquer tipos. IV– A corrupção é uma prática a ser combatida pelo profissional, ao mesmo tempo em que não pode aceitar trabalho remunerado em desacordo com o piso salarial da categoria.
Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal, entende-se por transferência voluntária a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou destinada ao SUS. De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei 101/00), são exigências para a realização de transferência voluntária, além das estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias:
I - Existência de dotação específica.
II -Comprovação, por parte do beneficiário, de cumprimento dos limites constitucionais relativos à educação e à saúde.
III – Comprovação, por parte do beneficiário, de observância dos limites das dívidas consolidada e mobiliária, de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, de inscrição em Restos a Pagar e de despesa total com pessoal.
IV - Previsão orçamentária de contrapartida.
De acordo com as afirmativas anteriores, assinale a
alternativa CORRETA:
Não se pode contar a história da Psicologia Social no Brasil sem que se faça referência à profa. Silvia Lane. É possível dizer que com Silvia Lane a psicologia social no Brasil se transformou numa psicologia social brasileira. Silvia teve como preocupação central produzir um conhecimento, em Psicologia Social, que falasse da gente brasileira, suas condições de vida e trabalho. Análise as questões abaixo e informe qual a alternativa é CORRETA:
I. Silvia Lane construiu e dirigiu a Associação Brasileira de Psicologia Social- ABRAPSO. Este espaço possibilitou o desenvolvimento de um pensamento em Psicologia que introduz as condições adequadas para se desenvolver o projeto do compromisso social.
II. Para Silvia, o conhecimento era desvinculado da ação. Para ela, o conhecimento só teria sentido se fosse produzido como resposta às questões da realidade, revelando o compromisso do pesquisador com seu tempo e suas questões. Sílvia Lane dizia, então, que era necessária uma nova concepção de homem na psicologia: um homem social e histórico.
III. Silvia Para compreender esse homem e como as determinações históricas estão em relação com ele, seria necessário um outro método. O materialismo histórico e dialético será o método que ela vai adotar e desenvolver na psicologia social.
Com relação às Diretrizes para Política de Atenção Integral aos Usuários de Álcool e outras drogas e a atuação do psicólogo nesse âmbito, é CORRETO afirmar que:
I. A atenção aos usuários de álcool e outras drogas está focada numa rede de atenção psicossocial que estabelece como prioritária a noção de integralidade, fundamentada na consideração da subjetividade e do campo das relações sociais como estruturante da atuação profissional. Nesse sentido, as ações da saúde e assistência social ao usuário de álcool e outras drogas deslocam-se da centralidade da lógica biomédica, rompendo com metodologias e serviços nos quais as pessoas buscam soluções prontas para seus sofrimentos. Ao invés disso, fundamentam sua atuação na noção de atenção psicossocial, que coloca no centro do trabalho as noções de território e comunidade, para o qual serão dirigidas as pessoas e suas demandas por saúde e inclusão social. A ética da autonomia é posta como referência central e deve ser alcançada por meio de relações horizontais entre os pontos da rede de atenção. Para isso, a rede de atenção psicossocial destinada a usuários de álcool e outras drogas deve incluir não só os segmentos do sistema de saúde, mas também as entidades comunitárias e da assistência social.
II. O SUS e a Reforma Psiquiátrica brasileira, assim como o SUAS, criaram dispositivos de cuidado e atenção integral para os usuários de álcool e outras drogas nos quais psicólogos/as trabalham tendo como princípio básico a defesa dos direitos humanos e como diretriz a ampliação da autonomia e da participação social dos usuários. Nesses dispositivos a (o) psicóloga (o) atua de modo integrado com outros profissionais a partir de uma perspectiva multidisciplinar, guiada pela lógica da clínica ampliada, que opera junto com os diversos pontos da rede de saúde e socioassistencial presentes no território de intervenção.
III. No que tange ao desafiador cuidado com as
crianças e adolescentes usuárias/os de álcool
e outras drogas, pode-se utilizar os mesmos
equipamentos pensados para atender usuários de
álcool e drogas adultos no caso da atenção na rua,
desde que de forma integrada com a comunidade
e equipamentos específicos para crianças e
adolescentes, como o Centro de Atenção Psicossocial
Infantil (CAPSi). O envolvimento do sistema de
educação, intersetorialmente, precisa ser ativado
como importante aliado da rede, primeiramente
através da problematização da temática e também
por meio de práticas de inclusão daquelas crianças
e adolescentes marginalizados do sistema de
ensino. As casas abertas para moradia ou centros de
convivência também devem ser constituídas, tanto
como espaço de acolhimento quanto de elaboração
de possibilidades de cuidado e inclusão social na
reconstituição de vínculos sociais, familiares e
escolares.