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Q604976 Português
A mulher e o poder 

    Escrever sobre homens e poder seria de um óbvio ululante. O poder transforma, e nem sempre para melhor. É preciso saber lidar com ele, para que não nos deforme. A pergunta sobre como as mulheres exercem cargos de mando tem várias respostas, e eu já fiz o teste: desde “estão maravilhosas”, “estão poderosas”, até “andam muito loucas, mandonas demais”. Mulheres são gente: seres humanos, complexos e desvalidos como todos. A vida é que andou se complicando muito desde que mulheres (tão poucas, ainda!) começaram a assumir algum poder. A velocidade com que as mudanças sociais acontecem hoje é perturbadora e, embora nossos avós também dissessem “Nossa! Como este ano passou rápido!”, hoje nossa vida se transforma em mera correria se a gente não cuidar. [...]
    Com o poder acontece o mesmo que ocorre com o tempo: ou o transformamos em nosso bicho de estimação ou ele nos devora. [...] Já que mulheres no poder são quase uma novidade, é sobre isso que me interessa refletir aqui. Não faz tanto tempo que começamos a assumir funções de ministra, prefeita, governadora, cientista, motorista de táxi e ônibus, reitora, e tantas outras. [...] Sendo pioneiras, e sem modelos a seguir, a quem deveríamos recorrer, em quem nos inspirar à frente do país, do ministério, dos empregados da estância, dos colegas lidando com grandes máquinas agrícolas ou à frente de sindicatos? Restava‐nos a imagem dos homens.
    Algumas pensaram em igualar‐se a eles, com jeitos e trejeitos de capataz furioso ou comandante carrancudo, isto é, virando a caricatura de homens poderosos. Pior que eles, por estarem inseguras, sendo prepotentes. Outras tentaram disfarçar esse poder com exageros de sedução: muitas foram educadas para agradar, não para mandar, e o espectro da mulher sozinha existe. De um homem sozinho, dizem que está “aproveitando a vida”, mas da mulher sozinha eventualmente se comenta: “Coitada, ninguém a quis”. E não adianta reclamar: essa é uma realidade burra, um preconceito idiota, mas não falecido. Com todo esse dilema, corre‐se em busca de um “jeito feminino de exercer o poder”. Isso existe? Tem de ser buscado? E o que será, afinal: um jeito delicado, doce ou cor‐de‐rosa? Que os deuses nos livrem disso. Talvez seja apenas um jeito humano, pois é o que todos somos: cheios de fragilidade e força, de qualidades e defeitos, todos em última análise com medo de não ser atendidos. [...]
    O mais positivo pode ser as mulheres, sobre as quais especialmente escrevo, tentarem ser naturais. Nem ir ao posto de comando vestidas de freira ou militar, cheias de convencionalismos, ar gélido e voz de metal, nem sedutoras por medo de perder a feminilidade (seja lá o que pensam que isso é). Ser apenas uma pessoa a quem o poder foi dado pela sorte, pelo destino, pelo mérito (o melhor de todos), por algum concurso, enfim, pelos caminhos da profissão, e tentar fazer isso da melhor forma possível. Para exercer o poder não é preciso nem beleza nem feiúra, nem coisa alguma além de preparo e capacidade, humanidade, ética, honradez, informação, entendimento do outro, respeito pelo outro para que ele também nos respeite. Para homens e mulheres o comando é difícil, é solitário. E, acreditem, exige cuidado: porque, se pode ajudar, pode também contaminar. Nada melhor do que agir com simplicidade, lucidez e alguma bem‐humorada autocrítica, em qualquer posto e em qualquer circunstância desta nossa vida.
(LUFT, Lya. Veja, p. 22, 28 jan. 2009.)  
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam ditongo.
Alternativas
Q604975 Português
A mulher e o poder 

    Escrever sobre homens e poder seria de um óbvio ululante. O poder transforma, e nem sempre para melhor. É preciso saber lidar com ele, para que não nos deforme. A pergunta sobre como as mulheres exercem cargos de mando tem várias respostas, e eu já fiz o teste: desde “estão maravilhosas”, “estão poderosas”, até “andam muito loucas, mandonas demais”. Mulheres são gente: seres humanos, complexos e desvalidos como todos. A vida é que andou se complicando muito desde que mulheres (tão poucas, ainda!) começaram a assumir algum poder. A velocidade com que as mudanças sociais acontecem hoje é perturbadora e, embora nossos avós também dissessem “Nossa! Como este ano passou rápido!”, hoje nossa vida se transforma em mera correria se a gente não cuidar. [...]
    Com o poder acontece o mesmo que ocorre com o tempo: ou o transformamos em nosso bicho de estimação ou ele nos devora. [...] Já que mulheres no poder são quase uma novidade, é sobre isso que me interessa refletir aqui. Não faz tanto tempo que começamos a assumir funções de ministra, prefeita, governadora, cientista, motorista de táxi e ônibus, reitora, e tantas outras. [...] Sendo pioneiras, e sem modelos a seguir, a quem deveríamos recorrer, em quem nos inspirar à frente do país, do ministério, dos empregados da estância, dos colegas lidando com grandes máquinas agrícolas ou à frente de sindicatos? Restava‐nos a imagem dos homens.
    Algumas pensaram em igualar‐se a eles, com jeitos e trejeitos de capataz furioso ou comandante carrancudo, isto é, virando a caricatura de homens poderosos. Pior que eles, por estarem inseguras, sendo prepotentes. Outras tentaram disfarçar esse poder com exageros de sedução: muitas foram educadas para agradar, não para mandar, e o espectro da mulher sozinha existe. De um homem sozinho, dizem que está “aproveitando a vida”, mas da mulher sozinha eventualmente se comenta: “Coitada, ninguém a quis”. E não adianta reclamar: essa é uma realidade burra, um preconceito idiota, mas não falecido. Com todo esse dilema, corre‐se em busca de um “jeito feminino de exercer o poder”. Isso existe? Tem de ser buscado? E o que será, afinal: um jeito delicado, doce ou cor‐de‐rosa? Que os deuses nos livrem disso. Talvez seja apenas um jeito humano, pois é o que todos somos: cheios de fragilidade e força, de qualidades e defeitos, todos em última análise com medo de não ser atendidos. [...]
    O mais positivo pode ser as mulheres, sobre as quais especialmente escrevo, tentarem ser naturais. Nem ir ao posto de comando vestidas de freira ou militar, cheias de convencionalismos, ar gélido e voz de metal, nem sedutoras por medo de perder a feminilidade (seja lá o que pensam que isso é). Ser apenas uma pessoa a quem o poder foi dado pela sorte, pelo destino, pelo mérito (o melhor de todos), por algum concurso, enfim, pelos caminhos da profissão, e tentar fazer isso da melhor forma possível. Para exercer o poder não é preciso nem beleza nem feiúra, nem coisa alguma além de preparo e capacidade, humanidade, ética, honradez, informação, entendimento do outro, respeito pelo outro para que ele também nos respeite. Para homens e mulheres o comando é difícil, é solitário. E, acreditem, exige cuidado: porque, se pode ajudar, pode também contaminar. Nada melhor do que agir com simplicidade, lucidez e alguma bem‐humorada autocrítica, em qualquer posto e em qualquer circunstância desta nossa vida.
(LUFT, Lya. Veja, p. 22, 28 jan. 2009.)  
“... seres humanos, complexos e desvalidos, como todos." (1º§). A palavra “desvalidos" significa, EXCETO:
Alternativas
Q604974 Português
A mulher e o poder 

    Escrever sobre homens e poder seria de um óbvio ululante. O poder transforma, e nem sempre para melhor. É preciso saber lidar com ele, para que não nos deforme. A pergunta sobre como as mulheres exercem cargos de mando tem várias respostas, e eu já fiz o teste: desde “estão maravilhosas”, “estão poderosas”, até “andam muito loucas, mandonas demais”. Mulheres são gente: seres humanos, complexos e desvalidos como todos. A vida é que andou se complicando muito desde que mulheres (tão poucas, ainda!) começaram a assumir algum poder. A velocidade com que as mudanças sociais acontecem hoje é perturbadora e, embora nossos avós também dissessem “Nossa! Como este ano passou rápido!”, hoje nossa vida se transforma em mera correria se a gente não cuidar. [...]
    Com o poder acontece o mesmo que ocorre com o tempo: ou o transformamos em nosso bicho de estimação ou ele nos devora. [...] Já que mulheres no poder são quase uma novidade, é sobre isso que me interessa refletir aqui. Não faz tanto tempo que começamos a assumir funções de ministra, prefeita, governadora, cientista, motorista de táxi e ônibus, reitora, e tantas outras. [...] Sendo pioneiras, e sem modelos a seguir, a quem deveríamos recorrer, em quem nos inspirar à frente do país, do ministério, dos empregados da estância, dos colegas lidando com grandes máquinas agrícolas ou à frente de sindicatos? Restava‐nos a imagem dos homens.
    Algumas pensaram em igualar‐se a eles, com jeitos e trejeitos de capataz furioso ou comandante carrancudo, isto é, virando a caricatura de homens poderosos. Pior que eles, por estarem inseguras, sendo prepotentes. Outras tentaram disfarçar esse poder com exageros de sedução: muitas foram educadas para agradar, não para mandar, e o espectro da mulher sozinha existe. De um homem sozinho, dizem que está “aproveitando a vida”, mas da mulher sozinha eventualmente se comenta: “Coitada, ninguém a quis”. E não adianta reclamar: essa é uma realidade burra, um preconceito idiota, mas não falecido. Com todo esse dilema, corre‐se em busca de um “jeito feminino de exercer o poder”. Isso existe? Tem de ser buscado? E o que será, afinal: um jeito delicado, doce ou cor‐de‐rosa? Que os deuses nos livrem disso. Talvez seja apenas um jeito humano, pois é o que todos somos: cheios de fragilidade e força, de qualidades e defeitos, todos em última análise com medo de não ser atendidos. [...]
    O mais positivo pode ser as mulheres, sobre as quais especialmente escrevo, tentarem ser naturais. Nem ir ao posto de comando vestidas de freira ou militar, cheias de convencionalismos, ar gélido e voz de metal, nem sedutoras por medo de perder a feminilidade (seja lá o que pensam que isso é). Ser apenas uma pessoa a quem o poder foi dado pela sorte, pelo destino, pelo mérito (o melhor de todos), por algum concurso, enfim, pelos caminhos da profissão, e tentar fazer isso da melhor forma possível. Para exercer o poder não é preciso nem beleza nem feiúra, nem coisa alguma além de preparo e capacidade, humanidade, ética, honradez, informação, entendimento do outro, respeito pelo outro para que ele também nos respeite. Para homens e mulheres o comando é difícil, é solitário. E, acreditem, exige cuidado: porque, se pode ajudar, pode também contaminar. Nada melhor do que agir com simplicidade, lucidez e alguma bem‐humorada autocrítica, em qualquer posto e em qualquer circunstância desta nossa vida.
(LUFT, Lya. Veja, p. 22, 28 jan. 2009.)  
No terceiro parágrafo, a autora faz algumas indagações. Essas indagações constituem estratégias
Alternativas
Q604973 Português
A mulher e o poder 

    Escrever sobre homens e poder seria de um óbvio ululante. O poder transforma, e nem sempre para melhor. É preciso saber lidar com ele, para que não nos deforme. A pergunta sobre como as mulheres exercem cargos de mando tem várias respostas, e eu já fiz o teste: desde “estão maravilhosas”, “estão poderosas”, até “andam muito loucas, mandonas demais”. Mulheres são gente: seres humanos, complexos e desvalidos como todos. A vida é que andou se complicando muito desde que mulheres (tão poucas, ainda!) começaram a assumir algum poder. A velocidade com que as mudanças sociais acontecem hoje é perturbadora e, embora nossos avós também dissessem “Nossa! Como este ano passou rápido!”, hoje nossa vida se transforma em mera correria se a gente não cuidar. [...]
    Com o poder acontece o mesmo que ocorre com o tempo: ou o transformamos em nosso bicho de estimação ou ele nos devora. [...] Já que mulheres no poder são quase uma novidade, é sobre isso que me interessa refletir aqui. Não faz tanto tempo que começamos a assumir funções de ministra, prefeita, governadora, cientista, motorista de táxi e ônibus, reitora, e tantas outras. [...] Sendo pioneiras, e sem modelos a seguir, a quem deveríamos recorrer, em quem nos inspirar à frente do país, do ministério, dos empregados da estância, dos colegas lidando com grandes máquinas agrícolas ou à frente de sindicatos? Restava‐nos a imagem dos homens.
    Algumas pensaram em igualar‐se a eles, com jeitos e trejeitos de capataz furioso ou comandante carrancudo, isto é, virando a caricatura de homens poderosos. Pior que eles, por estarem inseguras, sendo prepotentes. Outras tentaram disfarçar esse poder com exageros de sedução: muitas foram educadas para agradar, não para mandar, e o espectro da mulher sozinha existe. De um homem sozinho, dizem que está “aproveitando a vida”, mas da mulher sozinha eventualmente se comenta: “Coitada, ninguém a quis”. E não adianta reclamar: essa é uma realidade burra, um preconceito idiota, mas não falecido. Com todo esse dilema, corre‐se em busca de um “jeito feminino de exercer o poder”. Isso existe? Tem de ser buscado? E o que será, afinal: um jeito delicado, doce ou cor‐de‐rosa? Que os deuses nos livrem disso. Talvez seja apenas um jeito humano, pois é o que todos somos: cheios de fragilidade e força, de qualidades e defeitos, todos em última análise com medo de não ser atendidos. [...]
    O mais positivo pode ser as mulheres, sobre as quais especialmente escrevo, tentarem ser naturais. Nem ir ao posto de comando vestidas de freira ou militar, cheias de convencionalismos, ar gélido e voz de metal, nem sedutoras por medo de perder a feminilidade (seja lá o que pensam que isso é). Ser apenas uma pessoa a quem o poder foi dado pela sorte, pelo destino, pelo mérito (o melhor de todos), por algum concurso, enfim, pelos caminhos da profissão, e tentar fazer isso da melhor forma possível. Para exercer o poder não é preciso nem beleza nem feiúra, nem coisa alguma além de preparo e capacidade, humanidade, ética, honradez, informação, entendimento do outro, respeito pelo outro para que ele também nos respeite. Para homens e mulheres o comando é difícil, é solitário. E, acreditem, exige cuidado: porque, se pode ajudar, pode também contaminar. Nada melhor do que agir com simplicidade, lucidez e alguma bem‐humorada autocrítica, em qualquer posto e em qualquer circunstância desta nossa vida.
(LUFT, Lya. Veja, p. 22, 28 jan. 2009.)  
Assinale a alternativa em que a autora faz um juízo de valor.
Alternativas
Q598298 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre trabalhos em alturas, analise.

I. Considera‐se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m do nível inferior onde haja risco de queda.

II. A queda é o único perigo no trabalho em altura.

III. Todo trabalho em altura deve ser precedido de análise de risco.

IV. A aptidão para trabalho em altura deverá ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Alternativas
Q598297 Segurança e Saúde no Trabalho
São consideradas atividades e operações perigosas de acordo com a NR 16, EXCETO:
Alternativas
Q598296 Segurança e Saúde no Trabalho
É considerada atividade e operação perigosa em motocicleta que assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30%, incidente sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa, a atividade
Alternativas
Q598295 Segurança e Saúde no Trabalho
São sistemas e/ou equipamentos de proteção coletiva (EPCs) utilizados em trabalhos em altura para evitar quedas, EXCETO:
Alternativas
Q598294 Segurança e Saúde no Trabalho
Os laboratórios são divididos em níveis segundo a segurança biológica. O laboratório que tem como característica possuir unidade de manipulação de germes patogênicos de classe de risco IV, utilização de cabide de segurança biológica, contenção de pressão negativa, roupas especiais com pressão positiva, acesso restrito, entrada por vestíbulo de dupla saída, cabinas de exaustão externa com filtros especiais e autoclave de duas extremidades, é o de nível
Alternativas
Q598293 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise as figuras sobre o levantamento e transporte de pesos e indique se elas estão certas ou erradas do ponto de vista ergonômico.
Imagem associada para resolução da questão 
A sequência está correta em
Alternativas
Q598292 Segurança e Saúde no Trabalho
Quanto às atividades insalubres, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Para insalubridade de grau médio, a percepção de adicional incidente sobre o salário mínimo da região é de 30%.

( ) No caso de incidência de mais de um fator de insalubridade, será considerada a percepção cumulativa.

( ) A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a cessação do pagamento do adicional respectivo.

( ) Para insalubridade de grau mínimo, a percepção de adicional incidente sobre o salário mínimo da região é de 10%.

( ) A eliminação ou neutralização da insalubridade ficará caracterizada através de avaliação pericial por órgão competente, que comprove a inexistência de risco à saúde do trabalhador.
A sequência está correta em:
Alternativas
Q598291 Segurança e Saúde no Trabalho
Para a recomendação da proteção indicada para os riscos químicos, as empresas disponibilizam produtos com base na classificação de riscos. A classificação americana contra agentes químicos tóxicos é divulgada com base na agência de proteção do meio ambiente, órgão americano envolvido na proteção do trabalhador EPA (Environmental Protection Agency – agência de proteção ambiental) que, através de um manual, definiu quatro níveis de proteção — A, B, C e D — contra agentes químicos tóxicos. Assinale a alternativa que apresenta um equipamento de proteção individual obrigatório aos níveis A e B somente.
Alternativas
Q598290 Segurança e Saúde no Trabalho
O estudo ergonômico do posto de trabalho comporta três fases. Analise‐as.
I. Análise da demanda: definição do problema a ser estudado, a partir do ponto de vista dos diversos atores sociais envolvidos.
II. Análise da tarefa: análise das condições ambientais, técnicas e organizacionais de trabalho.
III. Análise das atividades: análise dos comportamentos do ser humano no trabalho.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s).
Alternativas
Q598289 Segurança e Saúde no Trabalho
No desenvolvimento de uma análise preliminar de risco, segundo CeCicco&Fantazzini, são seguidos sete passos.

Analise e numere a ordem correta em que são seguidos os sete passos.

( ) Analisar os métodos de restrição de danos: devem ser considerados os métodos possíveis mais eficientes na restrição geral de danos, no caso de perda de controle sobre os riscos.

( ) Revisar a missão: ou seja, os objetivos, as exigências de desempenho, as principais funções e procedimentos, os ambientes onde se darão as operações.

( ) Determinar os riscos iniciais e contribuintes: para cada risco principal detectado, elaborar as séries e riscos, determinando‐se os riscos iniciais e os contribuintes.

( ) Rever problemas conhecidos: revisar a experiência passada em sistemas similares ou análogos, para a determinação de riscos que poderão estar presentes no sistema que está sendo desenvolvido.

( ) Revisar os meios de eliminação ou controle dos riscos: elaborar uma revisão dos meios possíveis, procurando as melhores opções compatíveis com as exigências do sistema.

( ) Indicar quem levará a cabo as ações corretivas: indicar claramente os responsáveis pelas ações corretivas, designando as atividades que cada unidade deverá desenvolver.

( ) Determinar os riscos principais: quais serão os riscos principais, com potencialidade para causar direta e imediatamente lesões, perda de função, danos a equipamentos, perda de material.
A sequência está correta em:
Alternativas
Q598288 Segurança e Saúde no Trabalho
A carga de trabalho diz respeito à quantidade de exigências a que são submetidos os trabalhadores na realização da tarefa. Essa carga tem cinco subdivisões mais específicas. A subdivisão que exige o “uso da memória, atenção, raciocínio e conhecimento", denomina‐se carga
Alternativas
Q598287 Segurança e Saúde no Trabalho
A análise preliminar de riscos (APR) baseia‐se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Os cenários de acidentes foram classificados em categorias de severidade, que fornecem uma indicação qualitativa do grau de severidade das consequências de cada um dos cenários identificados. A categoria de severidade que tem como descrição e característica “danos leves aos equipamentos, à propriedade e ao meio ambiente (os danos são controláveis e/ou de baixo custo de reparo); lesões leves aos funcionários, terceiros e/ou em pessoas de extramuros", é conhecida como
Alternativas
Q598286 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre a Norma OSHAS 18001, que trata do sistema da gestão da saúde e da segurança, analise.

I. Foi desenvolvida para ser compatível, exclusivamente, com a Norma de Sistema de Gestão ISO 9001 (qualidade).

II. Baseia‐se no ciclo de melhora contínua PDCA (planejar, desenvolver, verificar e agir).

III. A conformidade com a Norma OSHAS 18001 da Série de Avaliação da Saúde e da Segurança do Trabalho não confere imunidade em relação às obrigações legais.

IV. É uma norma obrigatória de gestão que estabelece os requisitos para avaliar e certificar o sistema de gestão da segurança e saúde no trabalho (SST).
Estão corretas as afirmativas.
Alternativas
Q598285 Segurança e Saúde no Trabalho
A sinalização de segurança contra incêndio e pânico fornece uma mensagem de segurança, obtida por uma combinação de cor e forma geométrica, a qual é atribuída uma mensagem específica de segurança pela adição de um símbolo gráfico executado com cor de contraste. A sinalização de orientação e salvamento deve conter as seguintes características, EXCETO:
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Q598284 Segurança e Saúde no Trabalho
São consideradas medidas de proteção passiva contra incêndio e pânico, EXCETO:
Alternativas
Q598283 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a classificação, há cinco classes de incêndio. Uma delas é caracterizada por envolver líquidos inflamáveis, graxas e gases combustíveis. A sua queima não deixa resíduos e ocorre apenas na superfície livre do combustível, ou seja, não queima em profundidade. São exemplos de líquidos inflamáveis: álcool, gasolina, tintas, óleos, tinner, querosene, GLP. Trata‐se de incêndio classe
Alternativas
Respostas
18461: B
18462: B
18463: A
18464: B
18465: D
18466: E
18467: B
18468: C
18469: D
18470: E
18471: A
18472: E
18473: A
18474: D
18475: C
18476: C
18477: D
18478: A
18479: B
18480: B