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Q1115007 Conhecimentos Gerais

“A denominação ‘Supremo Tribunal Federal’ foi adotada na Constituição Provisória publicada com o Decreto nº 510, de 22 de junho de 1890, e repetiu-se no Decreto nº 848, de 11 de outubro do mesmo ano, que organizou a Justiça Federal.”

(Disponível em: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verTexto.asp?servico=sobreStfConhecaStfHistorico.)

Em relação ao STF, analise as afirmativas a seguir.

I. É o órgão máximo de poder judiciário, guardião dos princípios básicos da Constituição.

II. É o único foro para julgamentos de ações diretas de inconstitucionalidade de leis e atos normativos do Executivo Federal.

III. Cabe a ele a harmonização das decisões tomadas pelos tribunais federais, mas é submisso ao Senado.

IV. Julga as controvérsias ligadas às relações de trabalho, composto por juízes eleitos de 4 em 4 anos.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q1115005 Conhecimentos Gerais
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Em uma época de crise econômica, dúvidas sobre o futuro político do país e insegurança frente ao que está por vir, uma coisa é certa: o Brasil está envelhecendo – e mais rápido do que se imagina. O envelhecimento populacional compõe o fenômeno de transição demográfica caracterizado pelo(a)
Alternativas
Q1115004 Atualidades


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Em relação ao item destacado na imagem e a outros itens relacionados à Educação, analise os dados a seguir.

I. Tem como principal objetivo avaliar a Educação Básica brasileira e contribuir para a melhoria de sua qualidade e para a universalização do acesso à escola.

II. Programa de crédito educativo destinado a universitários da rede privada.

III. Concede bolsa de estudos integral a estudantes que apresentem renda familiar máxima de um salário e meio.

Os dados das afirmativas I, II e III correspondem a definições ou funções respectivamente:

Alternativas
Q1114997 Saúde Pública
A ocorrência frequente de casos em uma área, não tendo incremento de sua incidência devido às alterações ambientais, sazonais e de nenhum outro determinante, configura uma:
Alternativas
Q1114993 Saúde Pública

Em relação aos princípios de diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), analise as afirmativas a seguir.

I. Deve haver descentralização político-administrativa, com direção única em cada esfera de governo.

II. Deve haver ênfase na descentralização dos serviços para os municípios.

III.Deve haver integração em nível executivo das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Estão corretas as afirmativas


Alternativas
Q1114992 Saúde Pública

As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS) são desenvolvidos de acordo com as diretrizes constitucionais:

I. Universalidade de acesso aos serviços de saúde.

II. Direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde.

III. Participação da comunidade.

IV. Integração em nível executivo das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Estão corretas as alternativas

Alternativas
Q1114991 Saúde Pública
“Após uma epidemia de dengue em determinada cidade, a vigilância epidemiológica contabilizou um total de 550 casos com um total de 11 óbitos devido às complicações hemorrágicas da doença.” Nesse caso, tem-se:
Alternativas
Q1114988 Enfermagem
Um grupo de doenças virais com profilaxia vacinal está tendo aumento considerável do número de casos. A secretaria municipal ampliou a aquisição de lotes da vacina específica denominada tríplice viral. De acordo com a descrição está ocorrendo incidência de:
Alternativas
Q1114987 Português

Dormir pouco pode causar doenças mentais

Quem dorme pouco está mais propenso a desenvolver doenças mentais e tem

mais dificuldades de tratá-las.

      Quem tem dificuldade para pegar no sono sabe que os efeitos de uma noite mal dormida não acabam quando o dia começa. Olheiras, fadiga, olhos secos, dificuldade de se concentrar e irritação são algumas das respostas do corpo à privação de sono. A qualidade do sono impacta diretamente nossa saúde física e mental. A insônia, inclusive, é um sintoma comum em pacientes que sofrem de ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade e distúrbios de atenção.

      A psicóloga Jo Abbott, da Universidade Tecnológica de Swinburne, na Austrália, defende que a insônia e doenças mentais estão bastante interligadas – elas se retroalimentam. Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir. O pior dessa relação insônia versus depressão é que quem não dorme bem responde pior ao tratamento da depressão e está mais propenso a ter picos de tristeza.

     O professor Peter Franzen, da Universidade de Medicina de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concorda com Abbott sobre a correlação entre insônia e doenças mentais. Em seu estudo sobre como a insônia pode causar disfunções no circuito cerebral responsável pelas emoções, ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro, hormônios e neurotransmissores. Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros. Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais sobrepostos por circuitos que regulam nosso relógio biológico e o sono.

    Pense nas principais reações de uma criança cansada: choro, birra e manha. Com você, acontece o mesmo, a diferença é que não pega bem se você se atirar no chão.

     Um outro estudo conduzido pelo professor Franzen com pupilografia (a pupila é um bom indicador para perceber se o cérebro está ou não processando informações afetivas e cognitivas) comprovou que a privação de sono altera nossas reações emocionais.

      Adultos saudáveis foram expostos a imagens positivas, negativas e neutras. Metade deles tinha dormido bem, a outra metade não havia pregado o olho a noite toda – as pupilas desse último grupo ficaram muito maiores ao olhar imagens negativas do que quando viram os outros tipos de imagens.

     Ou seja, quando dormimos pouco exageramos nas nossas reações frente a situações negativas. Além de mais mal-humorados, a falta de sono pode nos deixar mais vulneráveis a ter doenças psiquiátricas desencadeadas por distúrbios do sono.

(Por Pâmela Carbonari. Atualizado em 30/03/2016. Superinteressante. Adaptado.)

Considere os segmentos a seguir e os respectivos comentários.


I.Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir.” (2º§) / Caso “dos adultos” fosse substituído por “do grupo”, a concordância verbal do verbo “ter” poderia variar.


II. “Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros.” (3º§) / A relação estabelecida entre os fatos seria preservada caso “então” fosse substituído por “assim”.


III. “Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais [...]” (3º§) / A alteração para “Precisamente, há evidências de que doenças mentais surgem a partir de problemas dentro de circuitos cerebrais” mantém o sentido e a correção.


Está(ão) correto(s) o(s) comentário(s) visto(s) apenas em 

Alternativas
Q1114986 Português

Dormir pouco pode causar doenças mentais

Quem dorme pouco está mais propenso a desenvolver doenças mentais e tem

mais dificuldades de tratá-las.

      Quem tem dificuldade para pegar no sono sabe que os efeitos de uma noite mal dormida não acabam quando o dia começa. Olheiras, fadiga, olhos secos, dificuldade de se concentrar e irritação são algumas das respostas do corpo à privação de sono. A qualidade do sono impacta diretamente nossa saúde física e mental. A insônia, inclusive, é um sintoma comum em pacientes que sofrem de ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade e distúrbios de atenção.

      A psicóloga Jo Abbott, da Universidade Tecnológica de Swinburne, na Austrália, defende que a insônia e doenças mentais estão bastante interligadas – elas se retroalimentam. Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir. O pior dessa relação insônia versus depressão é que quem não dorme bem responde pior ao tratamento da depressão e está mais propenso a ter picos de tristeza.

     O professor Peter Franzen, da Universidade de Medicina de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concorda com Abbott sobre a correlação entre insônia e doenças mentais. Em seu estudo sobre como a insônia pode causar disfunções no circuito cerebral responsável pelas emoções, ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro, hormônios e neurotransmissores. Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros. Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais sobrepostos por circuitos que regulam nosso relógio biológico e o sono.

    Pense nas principais reações de uma criança cansada: choro, birra e manha. Com você, acontece o mesmo, a diferença é que não pega bem se você se atirar no chão.

     Um outro estudo conduzido pelo professor Franzen com pupilografia (a pupila é um bom indicador para perceber se o cérebro está ou não processando informações afetivas e cognitivas) comprovou que a privação de sono altera nossas reações emocionais.

      Adultos saudáveis foram expostos a imagens positivas, negativas e neutras. Metade deles tinha dormido bem, a outra metade não havia pregado o olho a noite toda – as pupilas desse último grupo ficaram muito maiores ao olhar imagens negativas do que quando viram os outros tipos de imagens.

     Ou seja, quando dormimos pouco exageramos nas nossas reações frente a situações negativas. Além de mais mal-humorados, a falta de sono pode nos deixar mais vulneráveis a ter doenças psiquiátricas desencadeadas por distúrbios do sono.

(Por Pâmela Carbonari. Atualizado em 30/03/2016. Superinteressante. Adaptado.)

Considerando a estrutura textual apresentada, leia as características a seguir.

I. O desenvolvimento do conteúdo apresentado ocorre a partir da articulação de informações cujas fontes são autorizadas e confiáveis.

II. Tem por principal objetivo a divulgação de informações científicas, originalmente acessíveis a um determinado segmento da sociedade.

III. Para preservação da integridade da informação e realce de sua importância, a linguagem utilizada apresenta um nível de formalidade elevado aproximando-se da linguagem técnica que lhe é devida, excluindo qualquer tipo de comparação em relação ao tema abordado.

Pode(m) ser atribuída(s) ao texto em análise apenas a(s) característica(s)

Alternativas
Q1114985 Português

Dormir pouco pode causar doenças mentais

Quem dorme pouco está mais propenso a desenvolver doenças mentais e tem

mais dificuldades de tratá-las.

      Quem tem dificuldade para pegar no sono sabe que os efeitos de uma noite mal dormida não acabam quando o dia começa. Olheiras, fadiga, olhos secos, dificuldade de se concentrar e irritação são algumas das respostas do corpo à privação de sono. A qualidade do sono impacta diretamente nossa saúde física e mental. A insônia, inclusive, é um sintoma comum em pacientes que sofrem de ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade e distúrbios de atenção.

      A psicóloga Jo Abbott, da Universidade Tecnológica de Swinburne, na Austrália, defende que a insônia e doenças mentais estão bastante interligadas – elas se retroalimentam. Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir. O pior dessa relação insônia versus depressão é que quem não dorme bem responde pior ao tratamento da depressão e está mais propenso a ter picos de tristeza.

     O professor Peter Franzen, da Universidade de Medicina de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concorda com Abbott sobre a correlação entre insônia e doenças mentais. Em seu estudo sobre como a insônia pode causar disfunções no circuito cerebral responsável pelas emoções, ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro, hormônios e neurotransmissores. Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros. Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais sobrepostos por circuitos que regulam nosso relógio biológico e o sono.

    Pense nas principais reações de uma criança cansada: choro, birra e manha. Com você, acontece o mesmo, a diferença é que não pega bem se você se atirar no chão.

     Um outro estudo conduzido pelo professor Franzen com pupilografia (a pupila é um bom indicador para perceber se o cérebro está ou não processando informações afetivas e cognitivas) comprovou que a privação de sono altera nossas reações emocionais.

      Adultos saudáveis foram expostos a imagens positivas, negativas e neutras. Metade deles tinha dormido bem, a outra metade não havia pregado o olho a noite toda – as pupilas desse último grupo ficaram muito maiores ao olhar imagens negativas do que quando viram os outros tipos de imagens.

     Ou seja, quando dormimos pouco exageramos nas nossas reações frente a situações negativas. Além de mais mal-humorados, a falta de sono pode nos deixar mais vulneráveis a ter doenças psiquiátricas desencadeadas por distúrbios do sono.

(Por Pâmela Carbonari. Atualizado em 30/03/2016. Superinteressante. Adaptado.)

Considere o segmento “[...] ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro [...]” (3º§), seu sentido original estaria preservado mesmo com as alterações vistas em
Alternativas
Q1114984 Português

Dormir pouco pode causar doenças mentais

Quem dorme pouco está mais propenso a desenvolver doenças mentais e tem

mais dificuldades de tratá-las.

      Quem tem dificuldade para pegar no sono sabe que os efeitos de uma noite mal dormida não acabam quando o dia começa. Olheiras, fadiga, olhos secos, dificuldade de se concentrar e irritação são algumas das respostas do corpo à privação de sono. A qualidade do sono impacta diretamente nossa saúde física e mental. A insônia, inclusive, é um sintoma comum em pacientes que sofrem de ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade e distúrbios de atenção.

      A psicóloga Jo Abbott, da Universidade Tecnológica de Swinburne, na Austrália, defende que a insônia e doenças mentais estão bastante interligadas – elas se retroalimentam. Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir. O pior dessa relação insônia versus depressão é que quem não dorme bem responde pior ao tratamento da depressão e está mais propenso a ter picos de tristeza.

     O professor Peter Franzen, da Universidade de Medicina de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concorda com Abbott sobre a correlação entre insônia e doenças mentais. Em seu estudo sobre como a insônia pode causar disfunções no circuito cerebral responsável pelas emoções, ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro, hormônios e neurotransmissores. Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros. Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais sobrepostos por circuitos que regulam nosso relógio biológico e o sono.

    Pense nas principais reações de uma criança cansada: choro, birra e manha. Com você, acontece o mesmo, a diferença é que não pega bem se você se atirar no chão.

     Um outro estudo conduzido pelo professor Franzen com pupilografia (a pupila é um bom indicador para perceber se o cérebro está ou não processando informações afetivas e cognitivas) comprovou que a privação de sono altera nossas reações emocionais.

      Adultos saudáveis foram expostos a imagens positivas, negativas e neutras. Metade deles tinha dormido bem, a outra metade não havia pregado o olho a noite toda – as pupilas desse último grupo ficaram muito maiores ao olhar imagens negativas do que quando viram os outros tipos de imagens.

     Ou seja, quando dormimos pouco exageramos nas nossas reações frente a situações negativas. Além de mais mal-humorados, a falta de sono pode nos deixar mais vulneráveis a ter doenças psiquiátricas desencadeadas por distúrbios do sono.

(Por Pâmela Carbonari. Atualizado em 30/03/2016. Superinteressante. Adaptado.)

Assinale o trecho cujo termo destacado possui transitividade equivalente à do verbo “tratar” vista em “Quem dorme pouco está mais propenso a desenvolver doenças mentais e têm mais dificuldades de tratá-las.”:
Alternativas
Q1114983 Português

Dormir pouco pode causar doenças mentais

Quem dorme pouco está mais propenso a desenvolver doenças mentais e tem

mais dificuldades de tratá-las.

      Quem tem dificuldade para pegar no sono sabe que os efeitos de uma noite mal dormida não acabam quando o dia começa. Olheiras, fadiga, olhos secos, dificuldade de se concentrar e irritação são algumas das respostas do corpo à privação de sono. A qualidade do sono impacta diretamente nossa saúde física e mental. A insônia, inclusive, é um sintoma comum em pacientes que sofrem de ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade e distúrbios de atenção.

      A psicóloga Jo Abbott, da Universidade Tecnológica de Swinburne, na Austrália, defende que a insônia e doenças mentais estão bastante interligadas – elas se retroalimentam. Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir. O pior dessa relação insônia versus depressão é que quem não dorme bem responde pior ao tratamento da depressão e está mais propenso a ter picos de tristeza.

     O professor Peter Franzen, da Universidade de Medicina de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concorda com Abbott sobre a correlação entre insônia e doenças mentais. Em seu estudo sobre como a insônia pode causar disfunções no circuito cerebral responsável pelas emoções, ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro, hormônios e neurotransmissores. Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros. Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais sobrepostos por circuitos que regulam nosso relógio biológico e o sono.

    Pense nas principais reações de uma criança cansada: choro, birra e manha. Com você, acontece o mesmo, a diferença é que não pega bem se você se atirar no chão.

     Um outro estudo conduzido pelo professor Franzen com pupilografia (a pupila é um bom indicador para perceber se o cérebro está ou não processando informações afetivas e cognitivas) comprovou que a privação de sono altera nossas reações emocionais.

      Adultos saudáveis foram expostos a imagens positivas, negativas e neutras. Metade deles tinha dormido bem, a outra metade não havia pregado o olho a noite toda – as pupilas desse último grupo ficaram muito maiores ao olhar imagens negativas do que quando viram os outros tipos de imagens.

     Ou seja, quando dormimos pouco exageramos nas nossas reações frente a situações negativas. Além de mais mal-humorados, a falta de sono pode nos deixar mais vulneráveis a ter doenças psiquiátricas desencadeadas por distúrbios do sono.

(Por Pâmela Carbonari. Atualizado em 30/03/2016. Superinteressante. Adaptado.)

Através da locução verbal que constitui o título do texto é possível reconhecer marcas que indicam
Alternativas
Q1114982 Português

Além das palavras

Pesquisadores da USP elaboraram lista de gestos, posturas e outras pistas visuais que podem auxiliar o médico na avaliação dos pacientes e diagnóstico da depressão.



     No consultório psiquiátrico, apenas uma parte das informações é verbalizada pelos pacientes. Outra tem a ver com o olhar do médico: uma avaliação de gestos, posturas e outros sinais que podem ajudar a compreender o estado de saúde mental em que uma pessoa se encontra. Uma proposta de sistematização desse ‘olho clínico’ foi apresentada por pesquisadores do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), que elaboraram um checklist de posturas, gestos e expressões típicos de pacientes com depressão.

       O estudo foi realizado no Hospital das Clínicas e no Hospital Universitário, ambos ligados à USP, sob a supervisão da farmacologista Clarice Gorenstein. Em vez de seguirem apenas o protocolo corrente de diagnóstico de depressão, baseado em perguntas e respostas, avaliadores preencheram um formulário detalhado sobre as expressões faciais e corporais dos pacientes durante entrevistas clínicas. As entrevistas também foram filmadas, para análise objetiva do comportamento dos pacientes.

     “Elaboramos uma lista de comportamentos corporais favoráveis ou não ao contato social para analisar os pacientes, além de fazer as perguntas padrão”, relata a pesquisadora e psicóloga Juliana Teixeira Fiquer, que realizou seu pós-doutorado com o estudo. “Sinais como inclinar o corpo para frente na direção do entrevistador, ou encolher os ombros, fazer movimentos afirmativos ou negativos com a cabeça, fazer contato ocular ou não, rir ou chorar são alguns dos 22 comportamentos que selecionamos”, exemplifica. [...]

      Fiquer contou à CH Online que todos os pacientes do grupo com depressão tiveram melhora nos parâmetros sugestivos de contato social. “Os pacientes mostraram, após o período de tratamento, um aumento no contato ocular com o entrevistador, além de sorrir mais e demonstrar avanços em relação a outros comportamentos sugestivos de interesse social”, relata.

    “Queremos criar um método científico que considere aquilo que até então é colocado no território das impressões no diagnóstico da depressão.”

     Para a pesquisadora, o trabalho representa um passo importante na sinalização de que informações emocionais relevantes são transmitidas no contato interpessoal entre clínico e paciente, que até então eram atribuídas exclusivamente à subjetividade do médico na hora de fazer o diagnóstico. “Queremos criar um método científico que considere aquilo que até então é colocado no território das impressões no diagnóstico da depressão”, conta.

      O psiquiatra e psicanalista Elie Cheniaux, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sugere que a linguagem não verbal é uma ferramenta importante para mensurar a tristeza, que é um dos componentes da depressão, mas não a única. “A linguagem não verbal não dá uma visão global do quadro do paciente”, argumenta.

(João Paulo Rossini, 06/04/2016, Instituto Ciência Hoje/RJ. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2016/04/alem-das-palavras.)

De acordo com o emprego do sinal grave indicador de crase, analise os segmentos destacados a seguir.

I. “ambos ligados à USP” (2º§)

II. “Fiquer contou à CH Online” (4º§)

III. “exclusivamente à subjetividade” (6º§)

Acerca de tal emprego é correto afirmar que

Alternativas
Q1114979 Português

Além das palavras

Pesquisadores da USP elaboraram lista de gestos, posturas e outras pistas visuais que podem auxiliar o médico na avaliação dos pacientes e diagnóstico da depressão.



     No consultório psiquiátrico, apenas uma parte das informações é verbalizada pelos pacientes. Outra tem a ver com o olhar do médico: uma avaliação de gestos, posturas e outros sinais que podem ajudar a compreender o estado de saúde mental em que uma pessoa se encontra. Uma proposta de sistematização desse ‘olho clínico’ foi apresentada por pesquisadores do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), que elaboraram um checklist de posturas, gestos e expressões típicos de pacientes com depressão.

       O estudo foi realizado no Hospital das Clínicas e no Hospital Universitário, ambos ligados à USP, sob a supervisão da farmacologista Clarice Gorenstein. Em vez de seguirem apenas o protocolo corrente de diagnóstico de depressão, baseado em perguntas e respostas, avaliadores preencheram um formulário detalhado sobre as expressões faciais e corporais dos pacientes durante entrevistas clínicas. As entrevistas também foram filmadas, para análise objetiva do comportamento dos pacientes.

     “Elaboramos uma lista de comportamentos corporais favoráveis ou não ao contato social para analisar os pacientes, além de fazer as perguntas padrão”, relata a pesquisadora e psicóloga Juliana Teixeira Fiquer, que realizou seu pós-doutorado com o estudo. “Sinais como inclinar o corpo para frente na direção do entrevistador, ou encolher os ombros, fazer movimentos afirmativos ou negativos com a cabeça, fazer contato ocular ou não, rir ou chorar são alguns dos 22 comportamentos que selecionamos”, exemplifica. [...]

      Fiquer contou à CH Online que todos os pacientes do grupo com depressão tiveram melhora nos parâmetros sugestivos de contato social. “Os pacientes mostraram, após o período de tratamento, um aumento no contato ocular com o entrevistador, além de sorrir mais e demonstrar avanços em relação a outros comportamentos sugestivos de interesse social”, relata.

    “Queremos criar um método científico que considere aquilo que até então é colocado no território das impressões no diagnóstico da depressão.”

     Para a pesquisadora, o trabalho representa um passo importante na sinalização de que informações emocionais relevantes são transmitidas no contato interpessoal entre clínico e paciente, que até então eram atribuídas exclusivamente à subjetividade do médico na hora de fazer o diagnóstico. “Queremos criar um método científico que considere aquilo que até então é colocado no território das impressões no diagnóstico da depressão”, conta.

      O psiquiatra e psicanalista Elie Cheniaux, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sugere que a linguagem não verbal é uma ferramenta importante para mensurar a tristeza, que é um dos componentes da depressão, mas não a única. “A linguagem não verbal não dá uma visão global do quadro do paciente”, argumenta.

(João Paulo Rossini, 06/04/2016, Instituto Ciência Hoje/RJ. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2016/04/alem-das-palavras.)

Em “Pesquisadores da USP elaboraram lista de gestos, posturas e outras pistas...” é possível identificar o mesmo tipo de sujeito presente em, EXCETO:
Alternativas
Q1114977 Geografia
A porção externa e superficial da crosta é formada por vários tipos de corpos rochosos que constituem o manto rochoso. Estas rochas estão sujeitas às condições que alteram a sua forma física e a composição química. Esses fatores que produzem alterações são chamados de agentes de intemperismo. Dos processos a seguir, qual deles pode ser considerado um processo químico?
Alternativas
Q1114976 Geografia

O comportamento médio do clima numa região (normalmente climatológica) é estabelecido após um período de 30 a 40 anos de observações. Assim é possível dividir a superfície da Terra em zonas climáticas. Relacione adequadamente as zonas climáticas às suas respectivas características.

1. Climas tropicais.

2. Climas áridos ou semiáridos.

3. Climas úmidos de latitudes médias.

4. Climas temperados úmidos.

5. Climas polares.

( ) Determinam regiões permanentemente cobertas pelo gelo ou tundra. As temperaturas não se elevam acima do ponto de congelamento mais que quatro meses do ano.

( ) São característicos de regiões interiores de grandes territórios continentais. As precipitações são escassas, com ampla oscilação das temperaturas durante as estações.

( ) Caracterizam-se pela estação de verão quente e seco alternando por inverno chuvoso e frio. Incluem-se aqui o clima mediterrâneo, climas continentais e quentes a moderados.

( ) A chuva é escassa, com grandes oscilações de temperatura, como nas estepes das regiões desérticas.

( ) Caracterizam por elevadas temperaturas e precipitações pluviométricas. Nestas regiões desenvolvem-se florestas perenes com folhagens abundantes e savanas.

A sequência está correta em

Alternativas
Q1114975 Conhecimentos Gerais

A partir do restabelecimento de relações diplomáticas entre Cuba e Estados Unidos, aumentaram muito as expectativas de mudanças econômicas e sociais do povo cubano. Analise as afirmativas a seguir que expressam uma nova era nas relações entre Cuba e Estados Unidos.

I. A reaproximação entre os povos cubano e norte-americano proporcionou um grande aumento do fluxo turístico proveniente da nação norte-americana para Cuba, bem como de turistas de todo o mundo, os quais decidiram ser testemunhas dessa mudança transcendental.

II. Já é fato a entrada no país de transnacionais norte-americanas, e a chegada ao país cubano de vários empresários e investidores com grande interesse na infraestrutura hoteleira, portuária, agrícola e de telecomunicações.

III. Com a abertura da Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel, impressionante porto de trânsito construído com financiamento do governo brasileiro, foram abertas novas oportunidades de ganhos para Cuba na área de serviços portuários. Essa zona tem uma posição privilegiada no Golfo do México, favorecendo o transporte entre a América Latina e o Caribe.

Expressa(m) mudança(s) positiva(s) para Cuba nessa nova era de relações entre Cuba e os Estados Unidos a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q1114974 Geografia

Analise a seguir as inferências sobre as rochas e minerais.

I. Os empreendimentos em mineração que envolvem a prospecção e a explotação de um bem mineral levam em consideração a qualidade do mineral, os teores, quantidade disponível e a localização da jazida, tendo em vista o custo do transporte, o meio ambiente e os custos de mercado.

II. As rochas e minerais, muitos de uso industrial, constituem bases substanciais indispensáveis à civilização. Atendem a um universo extenso e diversificado, incluindo construção civil, agropecuária, indústria de plásticos, papel, tintas, borracha, cimento, fundição, refratários, siderurgia, entre outros.

III.Os materiais de construção a serem utilizados não dependem da natureza geológica dos terrenos da região ou do país. Hoje seu valor e sua utilização não dependem de inúmeros ensaios visando suas propriedades, tais como resistência à flexão, corrosão, porosidade, absorção e petrografia.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q1114973 Geografia

“O edifício mais alto no Brasil é o Mirante do Vale, no centro de São Paulo, com 170 metros de altura e 51 andares. A segunda construção mais alta é o Edifício Itália (SP), com 165 metros, seguido pelo Rio Sul Center (RJ), com 163 metros, o Edifício Altino Arantes (SP), com 161 metros e as torres residenciais Villa Serena Home Club, em Balneário Camboriú (SC), com 159 metros. Leite Júnior, Hamilton de França. Arranha-Céus avançam pelo mundo.”

(Geografia e Conhecimento. Prático. nº 65, 2016 p. 27.)

Por que os edifícios estão cada vez mais altos?

Alternativas
Respostas
15761: B
15762: C
15763: D
15764: A
15765: A
15766: A
15767: C
15768: C
15769: C
15770: C
15771: B
15772: D
15773: A
15774: B
15775: C
15776: A
15777: B
15778: A
15779: B
15780: A