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Q2748755 Matemática

Considere dois números reais x e y, tais que:


o dobro de x é igual a y mais 4 unidades; e, a razão entre x e y é 1,5.

Qual é o valor de x?

Alternativas
Q2748754 Raciocínio Lógico

Considere a seguinte situação hipotética: Josué irá comprar um par de botas para seu pai como presente surpresa e decide adquirir estas botas em um site estrangeiro, cuja numeração ele não conhece. No site havia as seguintes opções de modelos e numerações:


Modelo

Numerações disponíveis

A

36, 37, 38, 40

B

38, 40, 41, 42

C

40, 42

D

38, 41, 42


Josué decide escolher, aleatoriamente, um destes pares de botas apresentadas para presentear seu pai. Sabendo que a numeração 40 é a que corresponde à do pai de Josué, qual é, aproximadamente, a probabilidade dele comprar um par de botas que irá servir para seu pai?

Alternativas
Q2748753 Raciocínio Lógico

Em um jantar de reunião de um grupo de amigos foram oferecidos três pratos aos convidados: salada, massa e churrasco. Sabe-se que:


16 convidados foram servidos com massa e churrasco; 15 convidados escolheram salada e massa; 12 convidados foram servidos com salada e churrasco; 5 convidados aceitaram os três tipos de pratos; 3 convidados se serviram apenas com salada; 25 convidados se serviram com churrasco; e, 1 convidado foi servido apenas com massa.


Considerando essas informações, é correto afirmar que havia quantos convidados neste jantar?

Alternativas
Q2748752 Português

Como perceber sintomas da depressão na adolescência


Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão também pode atingir adolescentes. E durante essa fase da vida, os sintomas da doença podem acabar sendo confundidos com as mudanças comportamentais naturais da idade, atrasando diagnósticos.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, sendo um dos principais distúrbios a incapacitar os jovens.

Como durante essa fase da vida o organismo passa por transformações profundas, o jovem pode apresentar mudanças de humor e comportamento, sem que isso seja motivo para preocupação. Momentos de irritação, raiva e sentimentos de incompreensão, tristeza e desânimo, por exemplo, são bastante comuns nessa fase.

Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta. “Ter depressão e ansiedade não é normal, especialmente quando a sensação ultrapassa duas semanas e compromete ações como ir à escola, sair com amigos e fazer atividades de modo independente”, explica Yiu Kee Warren Ng, psiquiatra e professor da Universidade de Columbia (EUA).

No caso de meninos com depressão, é comum a incidência de comportamentos agressivos e violentos, uso de substâncias proibidas, problemas de conduta, desprezo e desdém pelos outros, além de uma constante atitude de desafio. Já nas meninas, é alta a presença de sentimentos de tristeza, ansiedade, tédio, raiva e baixa autoestima.

Segundo a American Psychiatric Association, deve se suspeitar de que existe um quadro depressivo quando o adolescente apresenta durante a maior parte do dia, por pelo menos duas semanas, ao menos cinco desses sintomas: tristeza; diminuição do interesse por atividades; diminuição do apetite, ganho ou perda de peso significativa; agitação ou apatia; pouca capacidade de concentração; insônia ou excesso de sono; cansaço e falta de energia; sentimento exagerado de culpa; ideias suicidas.

Tanto na prevenção quanto no tratamento da depressão em adolescentes, a família tem um papel fundamental. No artigo “Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes”, os pesquisadores Makilim Nunes Baptist, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias lembram que “há amplas evidências de que problemas relacionados à estrutura e suporte familiar estão relacionados a desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor”.

Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes. Isso acontece porque a família influencia diretamente a forma pela qual o adolescente se autoavalia e processa as informações que recebe. E, nesse aspecto, as famílias intactas – ou seja, aquelas formadas por pais não separados e morando em um mesmo local – parecem passar mais estabilidade e afeto aos filhos.

Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar. E, mesmo quando o tratamento não incluir esse tipo de terapia, os familiares têm de estar preparados para lidar com a situação e apoiar o adolescente. Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento. O adolescente precisa perceber que conta com o apoio da família para poder vencer a depressão.


(Adolescência, educação dos filhos. Equipe sempre família. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/como-perceber-sintomas-dadepressao- na-adolescencia/. Acesso em: 27/06/2016. Adaptado.)

Em “Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta.” (4º§), a expressão em destaque pode ser substituída, de acordo com o contexto, por

Alternativas
Q2748751 Português

Como perceber sintomas da depressão na adolescência


Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão também pode atingir adolescentes. E durante essa fase da vida, os sintomas da doença podem acabar sendo confundidos com as mudanças comportamentais naturais da idade, atrasando diagnósticos.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, sendo um dos principais distúrbios a incapacitar os jovens.

Como durante essa fase da vida o organismo passa por transformações profundas, o jovem pode apresentar mudanças de humor e comportamento, sem que isso seja motivo para preocupação. Momentos de irritação, raiva e sentimentos de incompreensão, tristeza e desânimo, por exemplo, são bastante comuns nessa fase.

Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta. “Ter depressão e ansiedade não é normal, especialmente quando a sensação ultrapassa duas semanas e compromete ações como ir à escola, sair com amigos e fazer atividades de modo independente”, explica Yiu Kee Warren Ng, psiquiatra e professor da Universidade de Columbia (EUA).

No caso de meninos com depressão, é comum a incidência de comportamentos agressivos e violentos, uso de substâncias proibidas, problemas de conduta, desprezo e desdém pelos outros, além de uma constante atitude de desafio. Já nas meninas, é alta a presença de sentimentos de tristeza, ansiedade, tédio, raiva e baixa autoestima.

Segundo a American Psychiatric Association, deve se suspeitar de que existe um quadro depressivo quando o adolescente apresenta durante a maior parte do dia, por pelo menos duas semanas, ao menos cinco desses sintomas: tristeza; diminuição do interesse por atividades; diminuição do apetite, ganho ou perda de peso significativa; agitação ou apatia; pouca capacidade de concentração; insônia ou excesso de sono; cansaço e falta de energia; sentimento exagerado de culpa; ideias suicidas.

Tanto na prevenção quanto no tratamento da depressão em adolescentes, a família tem um papel fundamental. No artigo “Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes”, os pesquisadores Makilim Nunes Baptist, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias lembram que “há amplas evidências de que problemas relacionados à estrutura e suporte familiar estão relacionados a desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor”.

Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes. Isso acontece porque a família influencia diretamente a forma pela qual o adolescente se autoavalia e processa as informações que recebe. E, nesse aspecto, as famílias intactas – ou seja, aquelas formadas por pais não separados e morando em um mesmo local – parecem passar mais estabilidade e afeto aos filhos.

Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar. E, mesmo quando o tratamento não incluir esse tipo de terapia, os familiares têm de estar preparados para lidar com a situação e apoiar o adolescente. Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento. O adolescente precisa perceber que conta com o apoio da família para poder vencer a depressão.


(Adolescência, educação dos filhos. Equipe sempre família. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/como-perceber-sintomas-dadepressao- na-adolescencia/. Acesso em: 27/06/2016. Adaptado.)

No trecho “Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade,...” (2º§) o tempo verbal destacado expressa fato

Alternativas
Q2748750 Português

Como perceber sintomas da depressão na adolescência


Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão também pode atingir adolescentes. E durante essa fase da vida, os sintomas da doença podem acabar sendo confundidos com as mudanças comportamentais naturais da idade, atrasando diagnósticos.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, sendo um dos principais distúrbios a incapacitar os jovens.

Como durante essa fase da vida o organismo passa por transformações profundas, o jovem pode apresentar mudanças de humor e comportamento, sem que isso seja motivo para preocupação. Momentos de irritação, raiva e sentimentos de incompreensão, tristeza e desânimo, por exemplo, são bastante comuns nessa fase.

Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta. “Ter depressão e ansiedade não é normal, especialmente quando a sensação ultrapassa duas semanas e compromete ações como ir à escola, sair com amigos e fazer atividades de modo independente”, explica Yiu Kee Warren Ng, psiquiatra e professor da Universidade de Columbia (EUA).

No caso de meninos com depressão, é comum a incidência de comportamentos agressivos e violentos, uso de substâncias proibidas, problemas de conduta, desprezo e desdém pelos outros, além de uma constante atitude de desafio. Já nas meninas, é alta a presença de sentimentos de tristeza, ansiedade, tédio, raiva e baixa autoestima.

Segundo a American Psychiatric Association, deve se suspeitar de que existe um quadro depressivo quando o adolescente apresenta durante a maior parte do dia, por pelo menos duas semanas, ao menos cinco desses sintomas: tristeza; diminuição do interesse por atividades; diminuição do apetite, ganho ou perda de peso significativa; agitação ou apatia; pouca capacidade de concentração; insônia ou excesso de sono; cansaço e falta de energia; sentimento exagerado de culpa; ideias suicidas.

Tanto na prevenção quanto no tratamento da depressão em adolescentes, a família tem um papel fundamental. No artigo “Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes”, os pesquisadores Makilim Nunes Baptist, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias lembram que “há amplas evidências de que problemas relacionados à estrutura e suporte familiar estão relacionados a desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor”.

Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes. Isso acontece porque a família influencia diretamente a forma pela qual o adolescente se autoavalia e processa as informações que recebe. E, nesse aspecto, as famílias intactas – ou seja, aquelas formadas por pais não separados e morando em um mesmo local – parecem passar mais estabilidade e afeto aos filhos.

Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar. E, mesmo quando o tratamento não incluir esse tipo de terapia, os familiares têm de estar preparados para lidar com a situação e apoiar o adolescente. Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento. O adolescente precisa perceber que conta com o apoio da família para poder vencer a depressão.


(Adolescência, educação dos filhos. Equipe sempre família. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/como-perceber-sintomas-dadepressao- na-adolescencia/. Acesso em: 27/06/2016. Adaptado.)

Em “Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento.” (9º§), o ponto final ( . ) tem como finalidade

Alternativas
Q2748749 Português

Como perceber sintomas da depressão na adolescência


Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão também pode atingir adolescentes. E durante essa fase da vida, os sintomas da doença podem acabar sendo confundidos com as mudanças comportamentais naturais da idade, atrasando diagnósticos.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, sendo um dos principais distúrbios a incapacitar os jovens.

Como durante essa fase da vida o organismo passa por transformações profundas, o jovem pode apresentar mudanças de humor e comportamento, sem que isso seja motivo para preocupação. Momentos de irritação, raiva e sentimentos de incompreensão, tristeza e desânimo, por exemplo, são bastante comuns nessa fase.

Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta. “Ter depressão e ansiedade não é normal, especialmente quando a sensação ultrapassa duas semanas e compromete ações como ir à escola, sair com amigos e fazer atividades de modo independente”, explica Yiu Kee Warren Ng, psiquiatra e professor da Universidade de Columbia (EUA).

No caso de meninos com depressão, é comum a incidência de comportamentos agressivos e violentos, uso de substâncias proibidas, problemas de conduta, desprezo e desdém pelos outros, além de uma constante atitude de desafio. Já nas meninas, é alta a presença de sentimentos de tristeza, ansiedade, tédio, raiva e baixa autoestima.

Segundo a American Psychiatric Association, deve se suspeitar de que existe um quadro depressivo quando o adolescente apresenta durante a maior parte do dia, por pelo menos duas semanas, ao menos cinco desses sintomas: tristeza; diminuição do interesse por atividades; diminuição do apetite, ganho ou perda de peso significativa; agitação ou apatia; pouca capacidade de concentração; insônia ou excesso de sono; cansaço e falta de energia; sentimento exagerado de culpa; ideias suicidas.

Tanto na prevenção quanto no tratamento da depressão em adolescentes, a família tem um papel fundamental. No artigo “Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes”, os pesquisadores Makilim Nunes Baptist, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias lembram que “há amplas evidências de que problemas relacionados à estrutura e suporte familiar estão relacionados a desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor”.

Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes. Isso acontece porque a família influencia diretamente a forma pela qual o adolescente se autoavalia e processa as informações que recebe. E, nesse aspecto, as famílias intactas – ou seja, aquelas formadas por pais não separados e morando em um mesmo local – parecem passar mais estabilidade e afeto aos filhos.

Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar. E, mesmo quando o tratamento não incluir esse tipo de terapia, os familiares têm de estar preparados para lidar com a situação e apoiar o adolescente. Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento. O adolescente precisa perceber que conta com o apoio da família para poder vencer a depressão.


(Adolescência, educação dos filhos. Equipe sempre família. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/como-perceber-sintomas-dadepressao- na-adolescencia/. Acesso em: 27/06/2016. Adaptado.)

No trecho “Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar.” (9º§), o termo “quando” anuncia ideia de

Alternativas
Q2748748 Português

Como perceber sintomas da depressão na adolescência


Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão também pode atingir adolescentes. E durante essa fase da vida, os sintomas da doença podem acabar sendo confundidos com as mudanças comportamentais naturais da idade, atrasando diagnósticos.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, sendo um dos principais distúrbios a incapacitar os jovens.

Como durante essa fase da vida o organismo passa por transformações profundas, o jovem pode apresentar mudanças de humor e comportamento, sem que isso seja motivo para preocupação. Momentos de irritação, raiva e sentimentos de incompreensão, tristeza e desânimo, por exemplo, são bastante comuns nessa fase.

Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta. “Ter depressão e ansiedade não é normal, especialmente quando a sensação ultrapassa duas semanas e compromete ações como ir à escola, sair com amigos e fazer atividades de modo independente”, explica Yiu Kee Warren Ng, psiquiatra e professor da Universidade de Columbia (EUA).

No caso de meninos com depressão, é comum a incidência de comportamentos agressivos e violentos, uso de substâncias proibidas, problemas de conduta, desprezo e desdém pelos outros, além de uma constante atitude de desafio. Já nas meninas, é alta a presença de sentimentos de tristeza, ansiedade, tédio, raiva e baixa autoestima.

Segundo a American Psychiatric Association, deve se suspeitar de que existe um quadro depressivo quando o adolescente apresenta durante a maior parte do dia, por pelo menos duas semanas, ao menos cinco desses sintomas: tristeza; diminuição do interesse por atividades; diminuição do apetite, ganho ou perda de peso significativa; agitação ou apatia; pouca capacidade de concentração; insônia ou excesso de sono; cansaço e falta de energia; sentimento exagerado de culpa; ideias suicidas.

Tanto na prevenção quanto no tratamento da depressão em adolescentes, a família tem um papel fundamental. No artigo “Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes”, os pesquisadores Makilim Nunes Baptist, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias lembram que “há amplas evidências de que problemas relacionados à estrutura e suporte familiar estão relacionados a desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor”.

Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes. Isso acontece porque a família influencia diretamente a forma pela qual o adolescente se autoavalia e processa as informações que recebe. E, nesse aspecto, as famílias intactas – ou seja, aquelas formadas por pais não separados e morando em um mesmo local – parecem passar mais estabilidade e afeto aos filhos.

Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar. E, mesmo quando o tratamento não incluir esse tipo de terapia, os familiares têm de estar preparados para lidar com a situação e apoiar o adolescente. Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento. O adolescente precisa perceber que conta com o apoio da família para poder vencer a depressão.


(Adolescência, educação dos filhos. Equipe sempre família. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/como-perceber-sintomas-dadepressao- na-adolescencia/. Acesso em: 27/06/2016. Adaptado.)

Das afirmativas transcritas do texto, assinale a única que exprime circunstância de tempo.

Alternativas
Q2748747 Português

Como perceber sintomas da depressão na adolescência


Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão também pode atingir adolescentes. E durante essa fase da vida, os sintomas da doença podem acabar sendo confundidos com as mudanças comportamentais naturais da idade, atrasando diagnósticos.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, sendo um dos principais distúrbios a incapacitar os jovens.

Como durante essa fase da vida o organismo passa por transformações profundas, o jovem pode apresentar mudanças de humor e comportamento, sem que isso seja motivo para preocupação. Momentos de irritação, raiva e sentimentos de incompreensão, tristeza e desânimo, por exemplo, são bastante comuns nessa fase.

Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta. “Ter depressão e ansiedade não é normal, especialmente quando a sensação ultrapassa duas semanas e compromete ações como ir à escola, sair com amigos e fazer atividades de modo independente”, explica Yiu Kee Warren Ng, psiquiatra e professor da Universidade de Columbia (EUA).

No caso de meninos com depressão, é comum a incidência de comportamentos agressivos e violentos, uso de substâncias proibidas, problemas de conduta, desprezo e desdém pelos outros, além de uma constante atitude de desafio. Já nas meninas, é alta a presença de sentimentos de tristeza, ansiedade, tédio, raiva e baixa autoestima.

Segundo a American Psychiatric Association, deve se suspeitar de que existe um quadro depressivo quando o adolescente apresenta durante a maior parte do dia, por pelo menos duas semanas, ao menos cinco desses sintomas: tristeza; diminuição do interesse por atividades; diminuição do apetite, ganho ou perda de peso significativa; agitação ou apatia; pouca capacidade de concentração; insônia ou excesso de sono; cansaço e falta de energia; sentimento exagerado de culpa; ideias suicidas.

Tanto na prevenção quanto no tratamento da depressão em adolescentes, a família tem um papel fundamental. No artigo “Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes”, os pesquisadores Makilim Nunes Baptist, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias lembram que “há amplas evidências de que problemas relacionados à estrutura e suporte familiar estão relacionados a desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor”.

Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes. Isso acontece porque a família influencia diretamente a forma pela qual o adolescente se autoavalia e processa as informações que recebe. E, nesse aspecto, as famílias intactas – ou seja, aquelas formadas por pais não separados e morando em um mesmo local – parecem passar mais estabilidade e afeto aos filhos.

Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar. E, mesmo quando o tratamento não incluir esse tipo de terapia, os familiares têm de estar preparados para lidar com a situação e apoiar o adolescente. Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento. O adolescente precisa perceber que conta com o apoio da família para poder vencer a depressão.


(Adolescência, educação dos filhos. Equipe sempre família. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/como-perceber-sintomas-dadepressao- na-adolescencia/. Acesso em: 27/06/2016. Adaptado.)

Assinale a afirmativa transcrita do texto em que as palavras sublinhadas são pronome e substantivo, respectivamente:

Alternativas
Q2748746 Português

Como perceber sintomas da depressão na adolescência


Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão também pode atingir adolescentes. E durante essa fase da vida, os sintomas da doença podem acabar sendo confundidos com as mudanças comportamentais naturais da idade, atrasando diagnósticos.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, sendo um dos principais distúrbios a incapacitar os jovens.

Como durante essa fase da vida o organismo passa por transformações profundas, o jovem pode apresentar mudanças de humor e comportamento, sem que isso seja motivo para preocupação. Momentos de irritação, raiva e sentimentos de incompreensão, tristeza e desânimo, por exemplo, são bastante comuns nessa fase.

Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta. “Ter depressão e ansiedade não é normal, especialmente quando a sensação ultrapassa duas semanas e compromete ações como ir à escola, sair com amigos e fazer atividades de modo independente”, explica Yiu Kee Warren Ng, psiquiatra e professor da Universidade de Columbia (EUA).

No caso de meninos com depressão, é comum a incidência de comportamentos agressivos e violentos, uso de substâncias proibidas, problemas de conduta, desprezo e desdém pelos outros, além de uma constante atitude de desafio. Já nas meninas, é alta a presença de sentimentos de tristeza, ansiedade, tédio, raiva e baixa autoestima.

Segundo a American Psychiatric Association, deve se suspeitar de que existe um quadro depressivo quando o adolescente apresenta durante a maior parte do dia, por pelo menos duas semanas, ao menos cinco desses sintomas: tristeza; diminuição do interesse por atividades; diminuição do apetite, ganho ou perda de peso significativa; agitação ou apatia; pouca capacidade de concentração; insônia ou excesso de sono; cansaço e falta de energia; sentimento exagerado de culpa; ideias suicidas.

Tanto na prevenção quanto no tratamento da depressão em adolescentes, a família tem um papel fundamental. No artigo “Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes”, os pesquisadores Makilim Nunes Baptist, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias lembram que “há amplas evidências de que problemas relacionados à estrutura e suporte familiar estão relacionados a desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor”.

Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes. Isso acontece porque a família influencia diretamente a forma pela qual o adolescente se autoavalia e processa as informações que recebe. E, nesse aspecto, as famílias intactas – ou seja, aquelas formadas por pais não separados e morando em um mesmo local – parecem passar mais estabilidade e afeto aos filhos.

Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar. E, mesmo quando o tratamento não incluir esse tipo de terapia, os familiares têm de estar preparados para lidar com a situação e apoiar o adolescente. Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento. O adolescente precisa perceber que conta com o apoio da família para poder vencer a depressão.


(Adolescência, educação dos filhos. Equipe sempre família. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/como-perceber-sintomas-dadepressao- na-adolescencia/. Acesso em: 27/06/2016. Adaptado.)

No trecho “Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes.” (8º§), as expressões destacadas significam, respectivamente:

Alternativas
Q2748745 Português

Como perceber sintomas da depressão na adolescência


Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão também pode atingir adolescentes. E durante essa fase da vida, os sintomas da doença podem acabar sendo confundidos com as mudanças comportamentais naturais da idade, atrasando diagnósticos.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, sendo um dos principais distúrbios a incapacitar os jovens.

Como durante essa fase da vida o organismo passa por transformações profundas, o jovem pode apresentar mudanças de humor e comportamento, sem que isso seja motivo para preocupação. Momentos de irritação, raiva e sentimentos de incompreensão, tristeza e desânimo, por exemplo, são bastante comuns nessa fase.

Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta. “Ter depressão e ansiedade não é normal, especialmente quando a sensação ultrapassa duas semanas e compromete ações como ir à escola, sair com amigos e fazer atividades de modo independente”, explica Yiu Kee Warren Ng, psiquiatra e professor da Universidade de Columbia (EUA).

No caso de meninos com depressão, é comum a incidência de comportamentos agressivos e violentos, uso de substâncias proibidas, problemas de conduta, desprezo e desdém pelos outros, além de uma constante atitude de desafio. Já nas meninas, é alta a presença de sentimentos de tristeza, ansiedade, tédio, raiva e baixa autoestima.

Segundo a American Psychiatric Association, deve se suspeitar de que existe um quadro depressivo quando o adolescente apresenta durante a maior parte do dia, por pelo menos duas semanas, ao menos cinco desses sintomas: tristeza; diminuição do interesse por atividades; diminuição do apetite, ganho ou perda de peso significativa; agitação ou apatia; pouca capacidade de concentração; insônia ou excesso de sono; cansaço e falta de energia; sentimento exagerado de culpa; ideias suicidas.

Tanto na prevenção quanto no tratamento da depressão em adolescentes, a família tem um papel fundamental. No artigo “Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes”, os pesquisadores Makilim Nunes Baptist, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias lembram que “há amplas evidências de que problemas relacionados à estrutura e suporte familiar estão relacionados a desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor”.

Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes. Isso acontece porque a família influencia diretamente a forma pela qual o adolescente se autoavalia e processa as informações que recebe. E, nesse aspecto, as famílias intactas – ou seja, aquelas formadas por pais não separados e morando em um mesmo local – parecem passar mais estabilidade e afeto aos filhos.

Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar. E, mesmo quando o tratamento não incluir esse tipo de terapia, os familiares têm de estar preparados para lidar com a situação e apoiar o adolescente. Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento. O adolescente precisa perceber que conta com o apoio da família para poder vencer a depressão.


(Adolescência, educação dos filhos. Equipe sempre família. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/como-perceber-sintomas-dadepressao- na-adolescencia/. Acesso em: 27/06/2016. Adaptado.)

Segundo as informações textuais, podemos concluir que

Alternativas
Q2748744 Português

Como perceber sintomas da depressão na adolescência


Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão também pode atingir adolescentes. E durante essa fase da vida, os sintomas da doença podem acabar sendo confundidos com as mudanças comportamentais naturais da idade, atrasando diagnósticos.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, sendo um dos principais distúrbios a incapacitar os jovens.

Como durante essa fase da vida o organismo passa por transformações profundas, o jovem pode apresentar mudanças de humor e comportamento, sem que isso seja motivo para preocupação. Momentos de irritação, raiva e sentimentos de incompreensão, tristeza e desânimo, por exemplo, são bastante comuns nessa fase.

Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta. “Ter depressão e ansiedade não é normal, especialmente quando a sensação ultrapassa duas semanas e compromete ações como ir à escola, sair com amigos e fazer atividades de modo independente”, explica Yiu Kee Warren Ng, psiquiatra e professor da Universidade de Columbia (EUA).

No caso de meninos com depressão, é comum a incidência de comportamentos agressivos e violentos, uso de substâncias proibidas, problemas de conduta, desprezo e desdém pelos outros, além de uma constante atitude de desafio. Já nas meninas, é alta a presença de sentimentos de tristeza, ansiedade, tédio, raiva e baixa autoestima.

Segundo a American Psychiatric Association, deve se suspeitar de que existe um quadro depressivo quando o adolescente apresenta durante a maior parte do dia, por pelo menos duas semanas, ao menos cinco desses sintomas: tristeza; diminuição do interesse por atividades; diminuição do apetite, ganho ou perda de peso significativa; agitação ou apatia; pouca capacidade de concentração; insônia ou excesso de sono; cansaço e falta de energia; sentimento exagerado de culpa; ideias suicidas.

Tanto na prevenção quanto no tratamento da depressão em adolescentes, a família tem um papel fundamental. No artigo “Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes”, os pesquisadores Makilim Nunes Baptist, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias lembram que “há amplas evidências de que problemas relacionados à estrutura e suporte familiar estão relacionados a desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor”.

Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes. Isso acontece porque a família influencia diretamente a forma pela qual o adolescente se autoavalia e processa as informações que recebe. E, nesse aspecto, as famílias intactas – ou seja, aquelas formadas por pais não separados e morando em um mesmo local – parecem passar mais estabilidade e afeto aos filhos.

Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar. E, mesmo quando o tratamento não incluir esse tipo de terapia, os familiares têm de estar preparados para lidar com a situação e apoiar o adolescente. Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento. O adolescente precisa perceber que conta com o apoio da família para poder vencer a depressão.


(Adolescência, educação dos filhos. Equipe sempre família. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/como-perceber-sintomas-dadepressao- na-adolescencia/. Acesso em: 27/06/2016. Adaptado.)

De acordo com as ideias do texto são características comuns da depressão em meninos, EXCETO:

Alternativas
Q2748743 Português

Como perceber sintomas da depressão na adolescência


Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão também pode atingir adolescentes. E durante essa fase da vida, os sintomas da doença podem acabar sendo confundidos com as mudanças comportamentais naturais da idade, atrasando diagnósticos.

Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão atinge até 13% dos adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, sendo um dos principais distúrbios a incapacitar os jovens.

Como durante essa fase da vida o organismo passa por transformações profundas, o jovem pode apresentar mudanças de humor e comportamento, sem que isso seja motivo para preocupação. Momentos de irritação, raiva e sentimentos de incompreensão, tristeza e desânimo, por exemplo, são bastante comuns nessa fase.

Mas, se esses comportamentos e sentimentos são persistentes, podem ser um sinal de alerta. “Ter depressão e ansiedade não é normal, especialmente quando a sensação ultrapassa duas semanas e compromete ações como ir à escola, sair com amigos e fazer atividades de modo independente”, explica Yiu Kee Warren Ng, psiquiatra e professor da Universidade de Columbia (EUA).

No caso de meninos com depressão, é comum a incidência de comportamentos agressivos e violentos, uso de substâncias proibidas, problemas de conduta, desprezo e desdém pelos outros, além de uma constante atitude de desafio. Já nas meninas, é alta a presença de sentimentos de tristeza, ansiedade, tédio, raiva e baixa autoestima.

Segundo a American Psychiatric Association, deve se suspeitar de que existe um quadro depressivo quando o adolescente apresenta durante a maior parte do dia, por pelo menos duas semanas, ao menos cinco desses sintomas: tristeza; diminuição do interesse por atividades; diminuição do apetite, ganho ou perda de peso significativa; agitação ou apatia; pouca capacidade de concentração; insônia ou excesso de sono; cansaço e falta de energia; sentimento exagerado de culpa; ideias suicidas.

Tanto na prevenção quanto no tratamento da depressão em adolescentes, a família tem um papel fundamental. No artigo “Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes”, os pesquisadores Makilim Nunes Baptist, Adriana Said Daher Baptista e Rosana Righetto Dias lembram que “há amplas evidências de que problemas relacionados à estrutura e suporte familiar estão relacionados a desordens psiquiátricas infantis, especificamente aos transtornos de humor”.

Famílias bem estruturadas e que oferecem suporte aos filhos conseguem atenuar os efeitos de eventos estressantes, que podem desencadear quadros depressivos nos adolescentes. Isso acontece porque a família influencia diretamente a forma pela qual o adolescente se autoavalia e processa as informações que recebe. E, nesse aspecto, as famílias intactas – ou seja, aquelas formadas por pais não separados e morando em um mesmo local – parecem passar mais estabilidade e afeto aos filhos.

Quando o diagnóstico de depressão é confirmado, o tratamento pode incluir a terapia familiar. E, mesmo quando o tratamento não incluir esse tipo de terapia, os familiares têm de estar preparados para lidar com a situação e apoiar o adolescente. Ser compreensivo e evitar cobranças excessivas é essencial para o sucesso do tratamento. O adolescente precisa perceber que conta com o apoio da família para poder vencer a depressão.


(Adolescência, educação dos filhos. Equipe sempre família. Disponível em: http://www.semprefamilia.com.br/como-perceber-sintomas-dadepressao- na-adolescencia/. Acesso em: 27/06/2016. Adaptado.)

O texto tem como finalidade informar sobre

Alternativas
Q2747496 Pedagogia

Analise as afirmativas correlatas.


I. “O ensino das diferentes disciplinas, por meio de projetos interdisciplinares, devem desenvolver competências que extrapolam os objetivos propostos.”

ISTO PORQUE

II. “As competências vão além do previsto, uma vez que se referem a vivências de futuras situações.”


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2747489 Pedagogia

“Estudiosos do assunto (Hernández e Ventura, 1998; Lelis e Nascimento, 2009) explicam que o trabalho desenvolvido por meio de projetos interdisciplinares permite que o professor tenha flexibilidade para articular diferentes conhecimentos e potencializar as aprendizagens dos alunos.” Com base na citação, analise as afirmativas a seguir.


I. O projeto interdisciplinar é um plano de ação que oferece uma capacidade metodológica rica, instigante, interessante e favorece a escolha de meios necessários para a concretização da aprendizagem.

II. A realização de um projeto e a escolha do tema devem centrar no aluno, considerando sua necessidade de compreender e intervir na realidade.

III. O projeto interdisciplinar possibilita compreender que o conhecimento não é fragmentado e, portanto, a compartimentalização das disciplinas precisa ser superada.


Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q2747487 Pedagogia

“A sociologia da infância, campo de conhecimento emergente, tem como objeto de investigação as formas de organização e produção das crianças, enquanto atores sociais.” Com base na citação, assinale a afirmativa INCORRETA.

Alternativas
Q2747485 Pedagogia

“As tendências pedagógicas progressistas analisam de forma crítica as realidades sociais, cuja educação possibilita a compreensão da realidade histórico-social, explicando o papel do sujeito como um ser que constrói sua ‘realidade’.” São tendências pedagógicas progressistas:

Alternativas
Q2747482 Pedagogia

“A elaboração do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola é o principal ponto de referência para a construção da identidade escolar e dos profissionais que nela atuam, assim como é a base para a formação de futuros cidadãos críticos, profissionais éticos e qualificados.” Em relação ao PPP, assinale a afirmativa INCORRETA.

Alternativas
Q2747479 Pedagogia

“Os cinco níveis de escrita, segundo a Psicogênese da Língua Escrita, são: pré-silábico, silábico, silábico-alfabético, alfabético e ortográfico.” Uma das características do nível silábico-alfabético consiste em

Alternativas
Q2747476 Pedagogia

“Emília Ferreiro, psicóloga argentina, propôs um novo olhar sobre a alfabetização.” Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir.


I. Ao contrapor-se à Psicogênese da Língua Escrita, a concepção associacionista da alfabetização apresenta um suporte teórico-construtivista, no qual o conhecimento aparece como algo a ser produzido pelo indivíduo no processo de aprendizagem.

II. Por meio de suas ideias, procura demonstrar que o analfabetismo e o fracasso escolar são consequências de vontades individuais.

III. Demonstra que a aprendizagem da escrita não está vinculada à fala e que, mesmo quando a criança já estabelece a relação entre fala e escrita, esta relação não é do tipo fonema/grafema.


Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Respostas
15141: C
15142: B
15143: B
15144: B
15145: A
15146: D
15147: B
15148: B
15149: D
15150: C
15151: C
15152: D
15153: A
15154: D
15155: C
15156: A
15157: C
15158: D
15159: D
15160: C