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Q2018054 Enfermagem
As crises convulsivas são descargas paroxísticas da atividade elétrica neuronal e ocasionam eventos que interferem nas funções do cotidiano. Muitas vezes a equipe de enfermagem se encontra despreparada no momento das crises e não tem raciocínio clínico ágil para intervir de forma correta, embora seja também de sua responsabilidade avaliar circunstâncias que possam desencadear essas crises, antes mesmo que ocorram, identificando estímulos como visuais, auditivos, olfatórios, táteis, distúrbios emocionais ou psicológicos, sono e hiperventilação. Além disso, deve oferecer informações ao paciente e ao seu cuidador, suporte e orientações aos envolvidos. Mas, também, é papel da equipe de enfermagem administrar medicações, conforme prescrição médica, a fim de minimizar as crises, oferecer os devidos cuidados antes, durante e depois do evento, através da realização de visitas domiciliares, com o acompanhamento dos hábitos de vida do paciente e orientação dos familiares quanto à rotina e modo de agir durante uma crise.
Considerando a exposição acima e o contexto geral que envolve crises convulsivas, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2018053 Enfermagem
A seguir, estão descritos os grupos da dengue com os sinais e os sintomas apresentados por cada grupo, conforme consta no fluxograma para classificação de risco de dengue presente no manual de diagnóstico e manejo clínico (BRASIL, 2016). Algumas das informações que também constam nesse manual é que a hidratação oral dos pacientes com suspeita de dengue deve ser iniciada ainda na sala de espera, enquanto aguardam consulta médica. Nos pacientes com sinais de alarme presentes e sinais de gravidade ausentes, é recomendada a reposição volêmica imediatamente, em qualquer ponto de atenção, independentemente do nível de complexidade, inclusive durante eventual transferência para uma unidade de referência, mesmo na ausência de exames complementares.
Grupo A - Dengue sem sinais de alarme, sem condição especial, sem risco social e sem comorbidades. Grupo B - Dengue sem sinais de alarme, com condição especial, ou com risco social e com comorbidades. Grupo C - Dengue com sinais de alarme presentes e sinais de gravidade ausentes: dor abdominal intensa (referida ou à palpação) e contínua; vômitos persistentes; acúmulo de líquidos (ascite, derrame pleural, derrame pericárdico); hipotensão postural e/ou lipotimia; hepatomegalia maior do que 2 cm abaixo do rebordo costal; sangramento de mucosa; letargia e/ou irritabilidade; aumento progressivo do hematócrito. Grupo D - Dengue grave: extravasamento grave de plasma, levando ao choque evidenciado por taquicardia; extremidades distais frias; pulso fraco e filiforme; enchimento capilar lento (> 2 segundos); pressão arterial convergente (< 20 mm Hg); taquipneia; oliguria (< 1,5 ml/kg/h); hipotensão arterial (fase tardia do choque); cianose (fase tardia do choque); acumulação de líquidos com insuficiência respiratória; sangramento grave; comprometimento grave de órgãos.
Considerando as informações sobre os sinais e os sintomas, marque a alternativa CORRETA sobre a hidratação nos grupos de risco de dengue. 
Alternativas
Q2018052 Enfermagem
Doença febril aguda, a dengue é causada por um arbovírus e transmitida pela picada de um Aedes aegypti infectado. Ela pode ser assintomática ou sintomática e, nesse caso, causa uma doença sistêmica e dinâmica de amplo espectro clínico que varia desde formas oligossintomáticas até quadros graves, podendo evoluir para o óbito. Diante disso, é de grande importância a rápida identificação da doença com constante reavaliação e observação dos pacientes, oferecendo todas as medidas necessárias para evitar o agravamento do quadro e a ocorrência de óbitos. Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Dengue: diagnóstico e manejo clínico – adulto e criança. 5. ed. Brasília, DF, 2016. 
Relacione as manifestações associadas à dengue descritas na segunda coluna às três fases clínicas dessa doença enumeradas na primeira coluna. 

I - Fase febril II - Fase crítica III - Fase de recuperação
( )Febre com duração de dois a sete dias, geralmente alta (39ºC a 40ºC), de início abrupto, associada à cefaleia, à adinamia, às mialgias, às artralgias e à dor retroorbitária.
( )Exantema presente em 50% dos casos, predominantemente do tipo maculopapular, atingindo face, tronco e membros de forma aditiva, não poupando plantas de pés e palmas de mãos, e podendo apresentar-se sob outras formas com ou sem prurido, frequentemente no desaparecimento da febre.
( )Diarreia presente em percentual significativo dos casos, habitualmente não volumosa, cursando apenas com fezes pastosas numa frequência de três a quatro evacuações por dia, o que facilita o diagnóstico diferencial com gastroenterites de outras causas.
( )Sinais de alarme resultantes do aumento da permeabilidade vascular, a qual marca o início do deterioramento clínico do paciente e sua possível evolução para o choque por extravasamento de plasma. 
( )Extravasamento de plasma pode acontecer, levando ao choque ou acúmulo de líquidos com desconforto respiratório, sangramento grave ou sinais de disfunção orgânica como o coração, os pulmões, os rins, o fígado e o sistema nervoso central.
( )Reabsorção gradual do conteúdo extravasado com progressiva melhora clínica, em pessoas que passaram pela fase crítica, com necessidade de atenção às possíveis complicações relacionadas à hiper-hidratação.

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as manifestações associadas à dengue, de cima para baixo.
Alternativas
Q2018051 Enfermagem
No contexto da COVID-19, a estratificação de risco da síndrome gripal é importante para definir a conduta correta para cada caso, seja para manter o paciente na Atenção Primária à Saúde (APS), seja para encaminhá-lo aos centros de referência, urgência/emergência ou hospitais. A APS é responsável pelos casos leves de síndrome gripal, bem como identifica precocemente os casos graves, para encaminhamento rápido e correto, mantendo a coordenação do cuidado desses últimos. A estratificação de risco deve ser realizada após avaliação clínica, com anamnese e exame físico qualificado para confirmação da presença de síndrome gripal. O objetivo principal da estratificação de risco é identificar precocemente casos suspeitos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que é a forma grave da COVID-19. O instrumento considerado para auxiliar nessa estratificação de risco (COES MINAS, 2020), que avalia a saturação de oxigênio transportado pelas hemoglobinas presentes no sangue arterial por meio de sensores de emissão e detecção de luz nos comprimentos de onda vermelha e infravermelha, de forma não invasiva, contínua, simples e indolor é o
Alternativas
Q2017985 Fonoaudiologia
A disfagia pode ser frequentemente observada em indivíduos com distúrbios neurológicos e prejudica a deglutição de alimentos, o que pode levar a complicações como engasgos, desnutrição e aspiração pulmonar. A disfagia é muito comum, por exemplo, em pacientes com doença de Parkinson. Após realizada a avaliação e diagnosticada a presença da disfagia, segue-se a terapia.
I - Entre as manobras facilitadoras e voluntárias da deglutição, como estratégia de reabilitação, pode ser utilizada a manobra de Masako. II - No Brasil, o tratamento da deglutição é realizado por fonoaudiólogos, por meio da utilização de métodos que visam à compensação e à reabilitação, quando possível, das alterações no processo de deglutição. III - No momento da deglutição, um terapeuta que solicita ao paciente disfágico que coloque a língua para fora e prenda-a com os dentes, favorecendo, desse modo, a elevação laríngea e a constrição faríngea, de forma a promover maior proteção das vias aéreas inferior, está aplicando a manobra de Masako como estratégia de reabilitação.
Considerando as três proposições acima, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2017984 Fonoaudiologia
Um paciente com queixa de dor miofascial, limitação de abertura bucal e disfunção estomatognática, iniciou o tratamento de fonoaudiologia. Como conduta, o fonoaudiólogo começou sua terapia com enfoque na redução da dor miofascial e da tensão corporal, para adequação dos movimentos mandibulares e dos órgãos fonoarticulatórios, consequentemente melhorando as funções estomatognáticas. Foram indicados alongamentos de todo o corpo, massagem na face e região cervical, termoterapia e adequação da função respiratória. Também foram recomendados orientações e encaminhamentos para o serviço de odontologia e psiquiatria.
I - Pode-se afirmar que o caso descrito é de um paciente com diagnóstico de DTM. II - Pode-se observar que esse fonoaudiólogo adotou uma conduta correta e seu enfoque terapêutico foi o de proporcionar o relaxamento corporal e diminuir a dor nas regiões cervical e facial. III - Deve-se, em casos de pacientes com DTM, com presença de dor, tensão e limitação nos movimentos mandibulares, primeiramente, buscar o alívio da dor e tensão e melhoras nos movimentos mandibulares.
Considerando as três proposições acima, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q2017983 Fonoaudiologia
A paralisia facial é a perda temporária ou permanente dos movimentos da mímica facial, em decorrência do acometimento do nervo facial. São vários os fatores que influenciam a evolução das lesões do nervo facial. Entre as alternativas a seguir, qual pode ser considerada a condição que mais frequentemente provoca paralisia facial?
Alternativas
Q2017982 Fonoaudiologia
O canto pode parecer algo natural, no entanto, contar com o acompanhamento fonoaudiológico ao longo da carreira faz a diferença. De acordo com essa afirmação e baseado na terapia fonoaudiológica para profissionais da voz, analise as afirmativas a seguir:
I - Além de evitar enfraquecimento e perda parcial ou total da voz, o trabalho desenvolvido pelo fonoaudiólogo auxilia na produção da voz com menos esforço, maior resistência e qualidade. II - Uma das estratégias da terapia de voz, nesse caso, pode ser exercícios de respiração e controle vocal, além de trabalho para favorecer o conhecimento da fisiologia vocal. III - No caso da terapia realizada para o canto, treinar a capacidade pulmonar pode contribuir para a projeção vocal, porém os trabalhos de condicionamento e resistência vocal não surtem efeitos positivos. IV - Com o objetivo de ampliar a gama de possibilidades vocais, pode-se trabalhar, na terapia vocal, a estética vocal e os efeitos e padrões de emissão.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Alternativas
Q2017981 Fonoaudiologia
A Resolução do Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa) nº. 492, de 7 de abril de 2016, dispõe “[...] sobre a regulamentação da atuação do profissional fonoaudiólogo em disfagia e dá outras providências”. De acordo com a resolução, é competência do fonoaudiólogo, na área de disfagia,
I - participar da equipe para a decisão da indicação e da retirada de vias alternativas de alimentação, quando classificado o risco de aspiração laringotraqueal. II - atuar como perito ou auditor em situações que envolvam o processo de avaliação e reabilitação da disfagia orofaríngea. III - avaliar os parâmetros respiratórios fisiológicos como frequência respiratória, frequência cardíaca, ausculta cervical dos ruídos da deglutição e saturação de oxigênio, devido ao risco de complicações pulmonares ocasionadas pela disfagia orofaríngea. IV - elaborar programas e ações de educação continuada para a equipe multidisciplinar, os cuidadores, os familiares e os clientes. V - usar tecnologias e recursos terapêuticos no tratamento das desordens da deglutição/disfagia orofaríngea, tais como indicação e adaptação de válvulas unidirecionais de deglutição e fala com e sem ventilação mecânica.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2017980 Fonoaudiologia
Uma perda auditiva pode causar alteração na comunicação e não se limita apenas às dificuldades para ouvir, reflete nos aspectos linguísticos, emocionais, educacionais, sociais e culturais, ocasionando atraso ou não da aquisição da linguagem oral. Com o paciente deficiente auditivo na terapia, são trabalhadas várias habilidades auditivas. Em uma terapia, o fonoaudiólogo realizou uma estratégia em que apresentou para a criança dois sons ou duas palavras, e foi solicitado que ela encaixasse peças em blocos de montagem, se os sons fossem iguais, e, se fossem diferentes, não encaixasse nenhuma peça. Nessa estratégia, o fonoaudiólogo tinha como objetivo trabalhar a habilidade auditiva de
Alternativas
Q2017979 Fonoaudiologia
O desvio fonológico é caracterizado por alterações que ocorrem na fala da criança, em que ela realiza uma produção inadequada dos fonemas, bem como o uso inadequado das regras fonológicas da língua. Esse transtorno linguístico é representado por crianças as quais apresentam alterações na produção da fala, na ausência de determinados fatores etiológicos como: dificuldade geral de aprendizagem, déficit intelectual, desordem neuromotora, distúrbios psiquiátricos, problemas otológicos ou fatores ambientais.
A partir das informações apresentadas, avalie as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I- A aquisição fonológica normal é caracterizada por produções governadas por processos fonológicos considerados simplificações realizadas pela criança, visando facilitar aspectos complexos da fala dos adultos. Esses processos estão presentes nas primeiras fases do desenvolvimento linguístico.
PORQUE
II- À medida que a criança vai aprendendo sua língua, esses processos vão sendo superados, permitindo a adequação para o padrão adulto. Quando os processos fonológicos naturais não são suprimidos até os 4 anos de idade, essa criança é classificada como portadora de desvio fonológico.
A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2017977 Fonoaudiologia
A telessaúde é a prestação do serviço de saúde à distância, através de tecnologia de informação e de comunicação, tanto no setor público quanto no privado. Considerando esse assunto, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2017930 Medicina
Ana Luísa, gestante, 25 anos, em seu primeiro rastreio nos exames de rotina de pré-natal, apresentou sorologia positiva para sífilis. Encontra-se assintomática e não lembra de nenhum sintoma relacionado à doença anteriormente. Diante do caso e de acordo com o Ministério da Saúde, deve-se:
Alternativas
Q2017929 Medicina
João Carlos, 55 anos, hipertenso, procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação médica e manutenção de sua receita prescrita por um profissional da rede privada. O princípio do Sistema Único de Saúde (SUS) que garante o acesso do paciente à medicação através do SUS é: 
Alternativas
Q2017928 Medicina
Clara, lactente de 11 meses, foi atendida no Hospital Universitário de Montes Claros. Apresenta lesões caraterísticas de Herpes zóster no hemitórax esquerdo. Foi exposta ao HIV durante a sua gestação, mas o pré-natal e parto foram adequados. Está em acompanhamento e apresenta duas cargas virais negativas, realizadas no quinto e oitavo meses de vida. Diante desse quadro, deve-se 
Alternativas
Q2017927 Medicina
Sobre a leishmaniose, pode-se afirmar:
Alternativas
Q2017926 Medicina
Entre as ações de prevenção, estão a profilaxia da raiva humana, por meio da vacinação e aplicação de soro ou imunoglobulina antirrábica humana. Diante desse fato, pode-se afirmar:
Alternativas
Q2017925 Medicina
A Hipertensão arterial (HA) tem alta prevalência e é um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares e renais, apresentando determinantes genéticos, ambientais e sociais combinados. Sobre a HA, pode-se afirmar:
Alternativas
Q2017924 Medicina
Quanto às manifestações psiquiátricas na reumatologia, está CORRETA a seguinte afirmativa: 
Alternativas
Q2017923 Medicina
Sobre a dependência de álcool e outras substâncias, pode-se afirmar:
Alternativas
Respostas
1161: B
1162: A
1163: B
1164: C
1165: A
1166: C
1167: A
1168: D
1169: E
1170: C
1171: B
1172: B
1173: C
1174: B
1175: E
1176: D
1177: A
1178: C
1179: A
1180: E