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Q3446525 Farmácia
Em relação às interações medicamentosas importantes, assinale a alternativa CORRETA que tem interações clinicamente comprovadas que pode aumentar o efeito hipoglicemiante da insulina (principalmente nos pacientes em jejum): 
Alternativas
Q3446524 Direito Sanitário

Com base na comercialização e dispensação de produtos, marque verdadeiro (V) o falso (F) nas afirmativas abaixo:


(__)A legislação sanitária pode estabelecer, ainda, a isenção do registro, notificação ou cadastro de determinados produtos junto à Fiocruz.


(__) O nome, o número do lote e o fabricante dos produtos adquiridos devem estar discriminados na nota fiscal de compra e serem conferidos no momento do recebimento.


(__)As farmácias e drogarias devem estabelecer, documentar e implementar critérios para garantir a origem e qualidade dos produtos adquiridos.


(__)Somente é permitido o recebimento de produtos que atendam aos critérios definidos para a aquisição e que tenham sido transportados conforme especificações do comerciante e condições estabelecidas na legislação sanitária específica.


Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo:

Alternativas
Q3446523 Farmácia
A tafenoquina é absorvida lentamente, com concentrações máximas atingidas em 12 a 15 horas; a coadministração com alimentos aumenta a exposição. É CORRETO afirmar que a sua meia-vida é de aproximadamente:
Alternativas
Q3446522 Farmácia
Com base nos fármacos utilizados no tratamento da fibromialgia, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao fármaco que tem com interação medicamentosa: inibidores da CYP1A2, lorazepam, ADT
Alternativas
Q3446521 Farmácia

Com base nos fármacos antirretrovirais atualmente disponíveis, as recomendações para administração do dolutegravir é estabelecer um intervalo de ________ com antiácidos e cátions polivalentes.


Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima:

Alternativas
Q3446520 Farmácia

Com base na legislação, comprovada a colidência de marcas, deverá ser requerida a modificação do nome ou designação do produto, no prazo de ______ da data da publicação do despacho no "Diário Oficial" da União, sob pena de indeferimento do registro.

Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima: 

Alternativas
Q3446519 Farmácia

Em relação ao ganciclovir, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo:

(__)É um análogo acíclico da guanosina que requer ativação por trifosforilação antes de inibir a DNA polimerase viral.

(__)O ganciclovir por via intravenosa também é utilizado no tratamento da colite, esofagite e pneumonite por citomegalovírus (com frequência, esta última é tratada em associação com imunoglobulina anticitomegalovírus intravenosa) em pacientes imunocomprometidos.

(__)As injeções intravítreas de ganciclovir ou o implante intraocular de ganciclovir podem ser utilizados para tratar a retinite por citomegalovírus

(__)As concentrações de ganciclovir podem diminuir em pacientes em uso concomitante de probenecida ou trimetoprima.

Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo:

Alternativas
Q3446513 Noções de Informática
Um usuário pretende imprimir um arquivo que contém 6 páginas, para agilizar esse usuário gostaria de configurar a impressão em que as páginas já sejam impressas na ordem para somente ser necessário grampear, para isso é necessário selecionar a opção. Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao recurso necessário para executar a ação descrita:
Alternativas
Q3446502 Português

Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo. "O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação." 


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado

[...] porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. O número de vocábulos presentes que contêm dígrafos é de:
Alternativas
Q3446499 Português

Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo. "O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação." 


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e 'que precisa de cuidados e limitações' e protegem seus pais.

A expressão destacada trata-se de uma oração:

Alternativas
Q3446498 Português

Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo. "O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação." 


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado

 À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.


Assinale a expressão que contenha substantivo sem adjetivo.

Alternativas
Q3446205 Odontologia

De acordo com a política nacional de saúde bucal, para instituir a aplicação tópica de flúor recomenda-se levar em consideração a situação epidemiológica (risco) de diferentes grupos populacionais do local onde a ação será realizada. A utilização de aplicação tópica de flúor com abrangência universal é recomendada para populações nas quais se constate uma ou mais das seguintes situações, EXCETO:

(Fonte: Política Nacional de Saúde Bucal - Governo Federal). 

Alternativas
Q3446204 Odontologia

Para um correto planejamento em traumatismo dentários, é importante diagnosticar corretamente as lesões traumáticas dos tecidos de sustentação do dente. Dito isso, correlacione as colunas I e II.

(Fonte: Traumatologia Bucomaxilofacial e Reabilitação Morfofuncional - José A. G. Pereira de Oliveira).

Coluna I

1.Concussão.

2.Subluxação.

3.Luxação extrusiva.

4.Luxação lateral.

5.Luxação intrusiva.

6.Avulsão.

Coluna II

(__)É um traumatismo de media intensidade, mas Pode ocasionar o rompimento de algumas fibras do ligamento periodontal e alguns vasos sanguíneos, causando hemorragia discreta e edema no ligamento periodontal. Poderá apresentar mobilidade leve.

(__)Quando ocorre um impacto frontal, deslocando o dente de seu eixo axial, forçando a coroa para palatino/lingual e a raiz para vestibular.

(__)É um traumatismo leve, originado por impacto de pequena intensidade, que atinge o dente e o ligamento periodontal. Pode ocasionar o rompimento de algumas fibras do ligamento periodontal e alguns vasos sanguíneos, causando hemorragia discreta e edema no ligamento periodontal.

(__)É o resultado de um impacto axial, que empurra o dente em sentido apical para dentro do processo alveolar, podendo variar de poucos milímetros, até total desaparecimento do dente para dentro do osso alveolar.

(__)É um deslocamento parcial do dente para fora de seu alvéolo, que pode variar de um nível quase imperceptível até vários milímetros.

(__)É a lesão traumática mais grave dos tecidos de sustentação do dente, a OMS define como desalojamento completo do dente do alvéolo dentário.

Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3446203 Odontologia
A hiperplasia gengival medicamentosa se refere a um crescimento anormal dos tecidos gengivais, secundário ao uso de uma medicação sistêmica. São medicações associadas à hiperplasia gengiva, EXCETO: 
Alternativas
Q3446202 Odontologia

O cirurgião a serviço da Estratégia de Saúde da Família (ESF) detêm de algumas atribuições específicas. Analise as afirmativas a seguir:

(Fonte: Política nacional de atenção básica. Gov.com - Governo Federal).


I.Realizar diagnóstico com a finalidade de obter o perfil epidemiológico para o planejamento e a programação em saúde bucal.

II.Realizar a atenção em saúde bucal (promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, acompanhamento, reabilitação e manutenção da saúde) individual e coletiva a todas as famílias, a indivíduos e a grupos específicos, de acordo com planejamento da equipe, com resolubilidade.

III.Realizar os procedimentos clínicos da atenção básica em saúde bucal, incluindo atendimento das urgências, pequenas cirurgias ambulatoriais e procedimentos relacionados com a fase clínica da instalação de próteses dentárias elementares.

IV.Realizar atividades programadas e de atenção à demanda espontânea.

V.Coordenar e participar de ações coletivas voltadas à promoção da saúde e à prevenção de doenças bucais.

VI.Acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes à saúde bucal com os demais membros da equipe, buscando aproximar e integrar ações de saúde de forma multidisciplinar.

VII.Realizar supervisão técnica do técnico em saúde bucal (TSB) e auxiliar em saúde bucal (ASB). VIII.Participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da UBS (Unidade Básica de Saúde).

Após análise, assinale a alternativa CORRETA quanto às atribuições do cirurgião-dentista na ESF:

Alternativas
Q3446201 Odontologia

O uso de fármacos para prevenção e controle da dor, é muito comum na odontologia. A respeito da ação destes fármacos, correlacione as colunas a seguir.

(Fonte: Terapêutica Medicamentos em Odontologa - Andrade).

Coluna I

I.Analgesia preemptiva.

II.Analgesia preventiva.

III.Analgesia perioperatória.

Coluna II

(__)Tem início antes do estímulo nocivo, ou seja, previamente ao trauma tecidual. Neste regime, são empregados fármacos que previnem a hiperalgesia, que pode ser complementada pelo uso de anestésicos locais de longa duração.

(__)Tem início imediatamente após a lesão tecidual, porém antes do início da sensação dolorosa. Em termos práticos, a primeira dose do fármaco é administrada ao final do procedimento (com o paciente ainda sob os efeitos da anestesia local), seguida de doses de manutenção no pós-operatório, por curto prazo.

(__)Iniciado antes da lesão tecidual e mantido no período pós-operatório imediato. A justificativa para isso é de que os mediadores pró-inflamatórios devem manter-se inibidos por um tempo mais prolongado, pois a sensibilização central pode não ser prevenida se o tratamento for interrompido durante a fase aguda da inflamação.

Assinale a alternativa CORRETA

Alternativas
Q3446200 Odontologia

A ação dos anti-inflamatórios pode se dar de diversas maneiras, por exemplo a ação inibitória de COX (cicloxigenase). Os fármacos deste grupo podem ser seletivos ou não seletivos. Dito isso, dentre as alternativas a seguir, assinale um fármaco não seletivo para COX-2:

(Fonte: Terapêutica Medicamentosa em Odontologia - Andrade)

Alternativas
Q3446199 Odontologia

Quando organizamos a atenção à saúde bucal por meio do ciclo de vida do indivíduo, é importante dar atenção a alguns fatores que são inerentes a cada fase do desenvolvimento humano. Na fase de criança é importante observar que alguns fatores, denominados hábitos deletérios, predispõem à má oclusão e que devem ser trabalhados no processo educativo. Analise as afirmativa a seguir:

(Fonte: Caderno de Atenção Básica n-17 - Ministério da Saúde - Governo Federal).

I.Sucção de chupeta.

II.Sucção digital.

III.Deglutição atípica.

IV.Hábito de roer unha.

V.Respiração bucal.

Após análise, assinale a alternativa CORRETA quanto aos hábitos deletérios a se dar atenção nessa fase: 

Alternativas
Q3446198 Odontologia

"A duração do tratamento com AINEs (anti-inflamatórios não esteiroidais) na clínica odontológica quase sempre é restrita. Por isso, a incidência de efeitos adversos clinicamente significativos é muito mais rara do que na clínica médica. Apesar disso, a agência nacional de vigilância sanitária (Anvisa) faz algumas considerações gerais a respeito da prescrição dos AINEs baseada na literatura científica e também são de interesse do cirurgião-dentista" (Trecho do livro Terapêutica Medicamentosa em Odontologia - Andrade) . Dito isso, analise as afirmativas a seguir quanto as considerações da Anvisa a respeito da prescrição dos AINEs:

I.A ação analgésica e anti-inflamatória dos inibidores seletivos da COX-2 não é superior àquela apresentada pelor inibidores não seletivos.

II.O uso dos coxibes deve ser considerado exclusivamente para pacientes com risco aumentado de sangramento gastrintestinal, mas sem risco simultâneo de doença cardiovascular.

III.Na prescrição de qualquer inibidor da COX-2, deve-se usar a menor dose efetiva pelo menor tempo necessário de tratamento.

IV.É contraindicado o uso de inibidores seletivos da COX-2 em pacientes que fazem uso contínuo de antiagregantes plaquetários, como a aspirina ou o clopidogrel.

V.O uso concomitante dos AINEs com certos anti-hipertensivos pode precipitar uma elevação brusca da pressão arterial sanguínea.

Após a análise, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3446197 Odontologia

Dentre as técnicas anestésicas empregadas para procedimentos em dentes inferiores ou intervenção em tecido duro e mole da mandíbula, podemos citar a técnica de Gow-Gates. Essa técnica tem a capacidade de anestesiar diversos ramos nervosos. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta quanto aos nervos anestesiados pela técnica de Gow-Gates.

(Fonte: Manual de Anestesia Local - Malamed).

I.Nervo alveolar inferior.

II.Nervo mentual.

III.Nervo lingual.

IV.Nervo milo-hióideo.

V.Nervo auriculotemporal.

Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
481: D
482: E
483: C
484: E
485: A
486: A
487: D
488: X
489: X
490: X
491: X
492: D
493: E
494: A
495: D
496: D
497: C
498: B
499: A
500: B