Questões de Concurso Para iasp

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Q3448195 Psiquiatria
A eletroconvulsoterapia (ECT) é um tratamento baseado na indução controlada de crises convulsivas. Em geral, as indicações deste tratamento dependem da natureza e da gravidade do transtorno mental, o histórico de tratamento, o diagnóstico do paciente, a progressão do quadro clínico-psiquiátrico e a preferência do paciente. Sendo assim, dentre as indicações mais comuns, o quadro clínico que não costuma apresentar boa resposta terapêutica à ECT é:
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Q3448194 Psiquiatria
A respeitos dos subtipos clínicos da esquizofrenia, assinale a alternativa CORRETA:
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Q3448190 Noções de Informática
Um usuário pretende imprimir um arquivo que contém 6 páginas, para agilizar esse usuário gostaria de configurar a impressão em que as páginas já sejam impressas na ordem para somente ser necessário grampear, para isso é necessário selecionar a opção. Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao recurso necessário para executar a ação descrita:
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Q3448176 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais


Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.

"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.
À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.
Assinale a expressão que contenha substantivo sem adjetivo. 
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Q3448174 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais


Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.

"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.
De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e 'que precisa de cuidados e limitações' e protegem seus pais.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3448171 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais


Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.

"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.
É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado 'à percepção (1)' de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta 'ao envelhecimento (2)' e 'à dependência dos pais (3)', explica Falcão.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, em:
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Q3448036 Nutrição
A vitamina B12 é essencial para diversos processos biológicos no corpo humano, sendo sua digestão, absorção, metabolismo e excreção importantes para a garantia de níveis adequados dessa vitamina no organismo. Diante disso, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo.

(__)Quando ingerida através dos alimentos, a vitamina B12 está associada a proteínas e, no estômago, sua liberação é dependente da secreção ácida e da pepsina

(__)O fator intrínseco (FI) consiste em uma glicoproteína secretada pelas células parietais do pâncreas, que protege a vitamina B12 das enzimas pancreáticas.

(__)A excreção de vitamina B12 ocorre exclusivamente pela urina, sendo proveniente da síntese bacteriana, da bile e da vitamina que não foi absorvida da alimentação.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3448035 Nutrição
A antropometria é muito útil para o diagnóstico nutricional dos idosos. É um método simples e com boa predição para doenças futuras, mortalidade e incapacidade funcional, podendo ser usada como triagem inicial, tanto para diagnóstico quanto para o monitoramento de doenças. Nos procedimentos de diagnóstico e acompanhamento do estado nutricional de idosos, a Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN utilizará como critério prioritário a classificação do IMC, considerando pontos de corte diferentes daqueles utilizados para adultos. Essa diferença deve-se às alterações fisiológicas nos idosos, entre as quais se incluem:
Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/orientacoes_ coleta_analise_dados_antropometricos.pdf

I.O Declínio da altura com o avançar da idade, que ocorre em decorrência da compressão vertebral, mudanças nos discos intervertebrais, perda do tônus muscular e alterações posturais.

II.A diminuição do peso com a idade, que está relacionada à redução do conteúdo da água corporal e da massa muscular.

III.A mudança na quantidade e distribuição do tecido adiposo subcutâneo.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3448034 Nutrição
Existem diversos tipos de óleos e gorduras utilizados no preparo dos alimentos, cada um com suas características específicas. Em relação aos tipos de óleos e gorduras, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:

(__)O Óleo vegetal consiste no óleo extraído das sementes de várias plantas (soja, amendoim, algodão, arroz, milho etc.).

(__)O Óleo misto consiste em um óleo composto de azeite de oliva e óleo de coco.

(__)A Gordura vegetal hidrogenada ou gordura trans consiste na gordura líquida, obtida por meio da hidrogenação de óleos de origem animal.


Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3448033 Nutrição
A diabetes melito (DM) é umas das doenças mais proeminentes em todo o mundo. Consiste em um distúrbio metabólico caracterizado, geralmente, por:
Alternativas
Q3448032 Nutrição
O padrão de crescimento é essencial para avaliar a saúde e nutrição infantil, sendo a antropometria um dos métodos bastante utilizados para a avaliação nutricional em crianças. Nesse contexto, a avaliação do estado nutricional de crianças de 0 a 5 anos incompletos pode ser realizada por meio de diversos indicadores, dentre eles incluem-se:

I.Peso para idade. II. Peso para estatura. III.IMC para idade. IV.Estatura para idade.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3448031 Nutrição
A modificação da dieta normal e padronização hospitalar se refere ao processo de adaptação das dietas padrão para atender às necessidades específicas dos pacientes hospitalizados, sempre levando em consideração suas condições de saúde, restrições dietéticas e recomendações médicas. Sobre a modificação da dieta normal e padronização hospitalar, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:

(__)A dieta laxativa não deve ser indicada para pacientes com constipação intestinal com o objetivo de suprir as necessidades nutricionais dos pacientes e melhorar o trânsito intestinal.

(__)Os alimentos que contêm lactose, alimentos que ricos em sacarose, alimentos ricos em gordura devem ser indicados aos pacientes com diarreia.

(__)Os alimentos pobres em fibras e frutas constipantes como caju, goiaba e banana, devem ser recomendados aos pacientes com obstipação intestinal.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA: 
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Q3448030 Nutrição
O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) consiste em uma ferramenta informatizada que possibilita o registro de informações para monitoramento do estado nutricional da população. No que se refere ao SISVAN, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:

(__)O Sistema atende a clientela assistida pelo Sistema Único de Saúde. A população atendida é formada por indivíduos, de qualquer fase do ciclo de vida (criança, adolescente, adulto, idoso e gestante).

(__)Consiste em um sistema de informação cujo objetivo é conferir a necessária racionalidade como base de decisões nas ações de alimentação e nutrição e promoção da saúde em qualquer das três esferas de Governo - municipal, estadual e federal.

(__)A informação gerada pelo SISVAN constitui em um poderoso instrumento político para auxiliar no controle social, pois fornece o diagnóstico da situação de saúde e nutrição de grupos populacionais específicos ou da população em geral.
Fonte: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/ orientacoes_basicas_sisvan.pdf

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3448029 Nutrição
A obesidade pode se desenvolver como resultado do desequilíbrio entre a ingestão energética e o gasto energético. Nesse contexto, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:

(__)Tanto a ingestão como o gasto energético sofrem influência de fatores genéticos e de inúmeros fatores ambientais.
(__)A alta ingestão leva à obesidade se não for compensada por um alto gasto energético.
(__)A mudança no peso corporal tem como causa a diferença entre a ingestão energética e o gasto energético.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3448028 Nutrição
O recordatório de 24 horas consiste em uma técnica de avaliação nutricional utilizada para coletar informações sobre a ingestão alimentar de um indivíduo ao longo de um período de 24 horas. São desvantagens da utilização do recordatório de 24 horas:
I.Depende da memória do entrevistado II.Aplicação lenta. III.Alto custo de aplicação.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3448027 Nutrição
 A DRI (Dietary Reference Intakes) consiste em um conjunto de recomendações nutricionais desenvolvidas com o objetivo de orientar a ingestão adequada de nutrientes para diferentes grupos populacionais. As DRI's incluem várias categorias de referências. Diante disso, assinale a alternativa CORRETA no que se refere ao Tolerable Upper Intake Level (UL) (Nível Máximo de Ingestão Tolerável).
Fonte: https://www.scielo.br/j/rn/a/YPLSxWFtJFR8bbG vBgGzdcM/?format=pdf&lang=pt
Alternativas
Q3448026 Nutrição
A vitamina B6, também conhecida como piridoxina, está envolvida em diversas funções do organismo, incluindo o metabolismo de aminoácidos, a produção de neurotransmissores e a regulação do sistema nervoso. Nesse contexto, existem evidências que sugerem que a vitamina B6 apresenta uma estreita relação com o mecanismo patológico da depressão, uma vez que:
Alternativas
Q3448025 Nutrição
O teor final da vitamina C nos alimentos é influenciado por vários fatores, incluindo perdas durante o cozimento devido à solubilidade em água e oxidação durante processamento, armazenamento e cozimento dos alimentos. Nesse contexto, analise as afirmativas abaixo:

I.O aquecimento rápido, como o branqueamento de frutas e legumes ou a pasteurização de sumos de frutas, favorece a ação de enzimas responsáveis pela degradação de ácido ascórbico nos tecidos vegetais durante o pós-processo de armazenamento.

II.A limitação ou a redução do tempo de exposição do alimento ao ar e à cocção ajudam a reduzir as perdas dessa vitamina.

III.A vitamina C é muito estável em alimentos embalados e estocados em baixas temperaturas, não expostos à luz e em que o oxigênio do espaço livre foi retirado.
Fonte: Bases bioquímicas e fisiológicas da nutrição: nas diferentes fases da vida, na saúde e na doença / Silvia Maria Franciscato Cozzolino, Cristiane Cominetti . -- Barueri, SP : Manole, 2013.



É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3448024 Nutrição
De acordo com uma das diretrizes da Alimentação Escolar, o emprego da alimentação saudável e adequada, deve compreender o uso de alimentos:
Alternativas
Q3448023 Nutrição
O processo da glicólise consiste na degradação de uma molécula de glicose para gerar duas moléculas de um composto com três carbonos, denominado: 
Alternativas
Respostas
361: E
362: A
363: X
364: X
365: X
366: A
367: A
368: D
369: E
370: A
371: D
372: E
373: B
374: A
375: B
376: B
377: B
378: C
379: B
380: A