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Q1909040 Medicina
Em relação à anatomia dos vasos cardíacos, o ramo do cone arterial é derivado da:
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Q1909039 Medicina
Em uma enfermaria de hospital universitário há um caso de paciente com mixoma atrial. Sobre esta doença pode-se afirmar que: 
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Q1909038 Medicina
Um paciente de 77 anos ficou hospitalizado devido a quadro de endocardite bacteriana. Após o término do tratamento com antibióticos parenterais recebeu alta em bom estado geral. O médico assistente solicitou colonoscopia a ser realizada em caráter eletivo ambulatorial. O provável germe que causou a infecção e demandou tal exame foi:
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Q1909037 Medicina
Um homem de 49 anos vem apresentando broncoespasmo, cansaço, eritema nodoso e hipertrofia de parótidas de inicio recente e de forma insidiosa. Após exames de imagem, funcionais e biópsia transbrônquica houve o diagnóstico de sarcoidose. Foi solicitado ECG que mostrou uma anormalidade. A mais comum nesta doença na sua fase inicial é:
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Q1909036 Medicina

Uma mulher de 29 anos cursa com mal estar geral, artralgia, perda de peso e astenia nos últimos meses. As dosagens de PCR ultrassensível e VHS encontram-se elevadas.

Apresenta-se hipertensa porém a aferição da pressão arterial não é fácil tanto com esfigmomanômetros convencionais como eletrônicos.


A paciente em questão provavelmente apresenta: 

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Q1909035 Medicina
Em relação às doenças neurológicas, aquela que é a causa mais prevalente de síncope não cardíaca é:
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Q1909034 Medicina
Um homem de 45 anos apresenta quadro de cefaleia intensa, PA-230x140 mmHg , tremores e ansiedade extrema. É portador de feocromocitoma. No tratamento inicial da crise adrenérgica aguda em questão deve-se evitar o uso de: 
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Q1909033 Medicina
Um paciente pediátrico encontra-se hospitalizado para ser submetido à cirurgia de Blalock-Taussing modificada. A doença em questão é: 
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Q1909032 Medicina
Pacientes com dislipidemia com a fração LDL do colesterol alta e refratários ao tratamento com estatinas, sequestradores de ácidos biliares, fibratos e inibidores da absorção de colesterol podem se beneficiar do uso de:
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Q1909031 Medicina
Um paciente de 48 anos hipertenso em uma consulta com o médico assistente teve o nebivolol acrescentado à prescrição do esquema anti-hipertensivo. A dose inicial correta do fármaco é:
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Q1909030 Medicina
Um homem de 51 anos apresenta quadro de tamponamento cardíaco não traumático. Em relação a este ente clínico, a causa mais prevalente é:
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Q1909029 Medicina

Uma mulher de 58 anos dá entrada na emergência com quadro de dor torácica intensa tipo pontada, mais intensa em região paraesternal e taquicardia.

O ECG mostra depressão do segmento PR nas derivações D2 e aVF. O diagnóstico provável é: 

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Q1909028 Medicina
As classificações de Stanford e DeBakey são utilizadas na situação clínica:
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Q1909027 Medicina
Um homem dá entrada no pronto socorro vítima de acidente automobilistico com dispneia, dor torácica, lucido e orientado. O médico que o examina detecta o sinal de Hamman. A condição clínica que gerou o sinal sinaliza: 
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Q1909026 Medicina
Uma paciente de 67 anos que faz uso de antiarritmico queixa-se ao seu cardiologista que vem sentindo gosto metálico nos alimentos. A droga prescrita provavelmente é:
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Q1909025 Medicina
Um homem de 27 anos, com diagnóstico de forame oval patente, em uma consulta recebe a informação que apresenta um risco maior do que a população em geral de apresentar o evento patológico: 
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Q1909024 Medicina
Uma mulher de 40 anos portadora da síndrome da imunodeficiênica adquirida faz uso de antirretrovirais com bom controle clínico, apresentando carga viral do HIV indetectável sustentada e contagem de linfócitos TCD4 de 670 cel/mm3. Sem sinais ou sintomas de imunodeficiência. O tratamento antirretroviral é composto por abacavir, lamivudina e dolutegravir. A paciente tem um discreto sobrepeso, nunca fumou e bebe socialmente. Sem HAS ou DM ou cardiopatia evidente. Durante o trabalho no escritório apresentou morte súbita. A causa mais provável foi:
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Q1909001 Português

Os fora-fila


Todos os dias, milhões de brasileiros perdem horas preciosas em filas de ônibus, e reclamam corretamente dos oportunistas fura-fila. Poucos percebem os fora-fila: os que usam carros privados e os que não têm dinheiro nem vale-transporte. Há séculos, muitos brasileiros fazem fila para obter o que precisam, enquanto outros não têm direito nem mesmo de esperar em fila, por falta absoluta de dinheiro; enquanto outros não precisam se submeter a filas porque têm muito dinheiro.

Por causa das ineficiências econômicas, a palavra "fila" caracteriza o dia a dia dos brasileiros, mas por causa da injustiça social não se percebe os que estão fora das filas, de um lado e outro da escala de rendas. Alguns porque não precisam se submeter a elas, graças a privilégios e dinheiro, outros porque não têm o direito de entrar nelas. No meio, imprensados, os da fila, ignorando os extremos. Nós nos acostumamos a ver com naturalidade os que não precisam e ainda mais os que não conseguem entrar nas filas, por tratá-los como invisíveis.

No setor da saúde, nos indignamos com os que tentam furar a fila para tomar vacina, mas não percebemos a injustiça quando furam a fila ao usar dinheiro para o atendimento médico de um pediatra para o filho, de um dentista e de profissionais de todas as outras especialidades que não estão disponíveis no SUS, com a urgência necessária. Apesar do nome, o sistema nacional de saúde não é único: de um lado, tem o SUS com suas filas; e, do outro, o SEP - Sistema Exclusivo de Saúde - sem fila para os que podem pagar.

Todos condenamos os fura-fila do SUS para tomar vacina, mas todos aceitamos que se fure a fila nas demais especialidades médicas, inclusive cirurgias, por meio do uso do dinheiro. Em alguns casos, há reclamação quando a fila se organiza por um pequeno papel numerado, mas não se protesta quando, perto dali, o atendimento é imediato, porque no lugar do papel com o número da fila usa-se papel moeda. Aceita-se furar fila graças ao dinheiro. Nem se considera como fura fila. São os fora-fila, aceitos por convenção de que o dinheiro pode comprar saúde.

Na moradia, alguns entram na fila do programa Minha Casa Minha Vida; outros não precisam, compram diretamente a casa que desejam e podem; outros também não entram na fila, porque não têm as mínimas condições de financiamento.

O mesmo vale para a educação. Em função do Coronavírus, o Brasil descobriu que algumas boas escolas, em geral pagas e caras, com ensino remoto, computadores e internet em casa, permitem que alguns cheguem ao ENEM com mais possibilidade de aprovação do que outros. Apesar de que a aprovação é conquistada pelo mérito do concorrente, os aprovados se beneficiaram da exclusão de muitos concorrentes ao longo da educação de base.

A desigualdade na qualidade da escola desiguala o preparo entre os candidatos, como uma forma de empurrar alguns para fora e outros para a frente da fila. De certa forma, alguns furaram a fila para ingresso na universidade, por pagarem uma boa escola ainda na educação de base. E não há reclamação porque os fora da fila são invisíveis, porque não concluíram o Ensino Médio, ou concluíram um Ensino Médio sem qualidade que não lhes deu condição sequer de sonhar fazer o ENEM.

Tanto quanto os que não podem pagar o transporte público não entram na fila do ônibus, os analfabetos (12 milhões de brasileiros) não entram na fila do ENEM para ingresso na universidade. Foram excluídos da formação, por falta de oportunidade para desenvolver o talento no momento oportuno da educação de base, e, por isso, ficam impedidos de disputar, por mérito, uma vaga na universidade.

Ninguém fura fila para chegar à seleção brasileira de futebol, porque todos tiveram a mesma chance. A seleção é pelo mérito, graças ao fato de que a bola é redonda para todos, independentemente da renda.

Temos a preocupação de assegurar os mesmos direitos para obter vacina, não o mesmo direito para a qualidade e a urgência no atendimento de saúde e de educação, independentemente da renda e do endereço da pessoa. Nem ao menos consideramos que há injustiça em furar fila usando dinheiro para ter acesso à educação e à saúde de qualidade. É como se fosse normal furar fila por se ter muito dinheiro e normal ficar fora da fila por falta total de dinheiro. No meio, ficam os que, por pouco dinheiro, ficam na fila e se indignam com os que tentam desrespeitar a ordem, sem atentar para os fora da fila nos carros, ou os fora da fila caminhando. Os primeiros aceitamos pelas leis do mercado, os outros tornamos invisíveis.

O autor do texto apresenta, ao longo da discussão, o sentido do termo "Os fora-fila". Nesse contexto, é possível afirmar que o conceito de "Fora-fila" está associado à(s):
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Q1909000 Português

Os fora-fila


Todos os dias, milhões de brasileiros perdem horas preciosas em filas de ônibus, e reclamam corretamente dos oportunistas fura-fila. Poucos percebem os fora-fila: os que usam carros privados e os que não têm dinheiro nem vale-transporte. Há séculos, muitos brasileiros fazem fila para obter o que precisam, enquanto outros não têm direito nem mesmo de esperar em fila, por falta absoluta de dinheiro; enquanto outros não precisam se submeter a filas porque têm muito dinheiro.

Por causa das ineficiências econômicas, a palavra "fila" caracteriza o dia a dia dos brasileiros, mas por causa da injustiça social não se percebe os que estão fora das filas, de um lado e outro da escala de rendas. Alguns porque não precisam se submeter a elas, graças a privilégios e dinheiro, outros porque não têm o direito de entrar nelas. No meio, imprensados, os da fila, ignorando os extremos. Nós nos acostumamos a ver com naturalidade os que não precisam e ainda mais os que não conseguem entrar nas filas, por tratá-los como invisíveis.

No setor da saúde, nos indignamos com os que tentam furar a fila para tomar vacina, mas não percebemos a injustiça quando furam a fila ao usar dinheiro para o atendimento médico de um pediatra para o filho, de um dentista e de profissionais de todas as outras especialidades que não estão disponíveis no SUS, com a urgência necessária. Apesar do nome, o sistema nacional de saúde não é único: de um lado, tem o SUS com suas filas; e, do outro, o SEP - Sistema Exclusivo de Saúde - sem fila para os que podem pagar.

Todos condenamos os fura-fila do SUS para tomar vacina, mas todos aceitamos que se fure a fila nas demais especialidades médicas, inclusive cirurgias, por meio do uso do dinheiro. Em alguns casos, há reclamação quando a fila se organiza por um pequeno papel numerado, mas não se protesta quando, perto dali, o atendimento é imediato, porque no lugar do papel com o número da fila usa-se papel moeda. Aceita-se furar fila graças ao dinheiro. Nem se considera como fura fila. São os fora-fila, aceitos por convenção de que o dinheiro pode comprar saúde.

Na moradia, alguns entram na fila do programa Minha Casa Minha Vida; outros não precisam, compram diretamente a casa que desejam e podem; outros também não entram na fila, porque não têm as mínimas condições de financiamento.

O mesmo vale para a educação. Em função do Coronavírus, o Brasil descobriu que algumas boas escolas, em geral pagas e caras, com ensino remoto, computadores e internet em casa, permitem que alguns cheguem ao ENEM com mais possibilidade de aprovação do que outros. Apesar de que a aprovação é conquistada pelo mérito do concorrente, os aprovados se beneficiaram da exclusão de muitos concorrentes ao longo da educação de base.

A desigualdade na qualidade da escola desiguala o preparo entre os candidatos, como uma forma de empurrar alguns para fora e outros para a frente da fila. De certa forma, alguns furaram a fila para ingresso na universidade, por pagarem uma boa escola ainda na educação de base. E não há reclamação porque os fora da fila são invisíveis, porque não concluíram o Ensino Médio, ou concluíram um Ensino Médio sem qualidade que não lhes deu condição sequer de sonhar fazer o ENEM.

Tanto quanto os que não podem pagar o transporte público não entram na fila do ônibus, os analfabetos (12 milhões de brasileiros) não entram na fila do ENEM para ingresso na universidade. Foram excluídos da formação, por falta de oportunidade para desenvolver o talento no momento oportuno da educação de base, e, por isso, ficam impedidos de disputar, por mérito, uma vaga na universidade.

Ninguém fura fila para chegar à seleção brasileira de futebol, porque todos tiveram a mesma chance. A seleção é pelo mérito, graças ao fato de que a bola é redonda para todos, independentemente da renda.

Temos a preocupação de assegurar os mesmos direitos para obter vacina, não o mesmo direito para a qualidade e a urgência no atendimento de saúde e de educação, independentemente da renda e do endereço da pessoa. Nem ao menos consideramos que há injustiça em furar fila usando dinheiro para ter acesso à educação e à saúde de qualidade. É como se fosse normal furar fila por se ter muito dinheiro e normal ficar fora da fila por falta total de dinheiro. No meio, ficam os que, por pouco dinheiro, ficam na fila e se indignam com os que tentam desrespeitar a ordem, sem atentar para os fora da fila nos carros, ou os fora da fila caminhando. Os primeiros aceitamos pelas leis do mercado, os outros tornamos invisíveis.

"Nós nos acostumamos a ver com naturalidade os que não precisam e ainda mais os que não conseguem entrar nas filas, por tratá-los como invisíveis." O termo sublinhado refere-se a algo anteriormente mencionado no texto. Nesse caso, o pronome em destaque estabelece uma relação de referência a:
Alternativas
Q1908747 Engenharia de Software
O diagrama que mostra um conjunto de objetos e seus relacionamentos em um determinado ponto no tempo é o:
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Respostas
421: D
422: B
423: C
424: A
425: C
426: C
427: B
428: D
429: B
430: D
431: D
432: D
433: D
434: D
435: D
436: C
437: B
438: C
439: C
440: A