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Julgue o próximo item, a respeito de distúrbios do sono.
A idade avançada é fator de risco para a apneia obstrutiva do sono, entretanto a percepção de que os distúrbios do sono surgem em decorrência do envelhecimento pode dificultar o diagnóstico de apneia em indivíduos idosos.
Julgue o próximo item, a respeito de distúrbios do sono.
A terapia com pressão positiva noturna é um dos pilares do tratamento da apneia do sono, sendo o uso do CPAP uma das principais formas terapêuticas, e o do BiPAP, contraindicado.
Um paciente de 45 anos de idade apresenta histórico de lesões cutâneas recorrentes há 5 anos, caracterizadas por placas eritematosas e descamativas localizadas nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Refere prurido ocasional e melhora dos sintomas durante o verão. Ao exame físico, observam-se eritema bem delimitado e descamação prateada nas áreas afetadas.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o item que se segue.
Uma síndrome paraneoplásica é um diagnóstico diferencial a ser considerado para o caso clínico em tela.
Um paciente de 45 anos de idade apresenta histórico de lesões cutâneas recorrentes há 5 anos, caracterizadas por placas eritematosas e descamativas localizadas nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Refere prurido ocasional e melhora dos sintomas durante o verão. Ao exame físico, observam-se eritema bem delimitado e descamação prateada nas áreas afetadas.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o item que se segue.
A presença de prurido ajuda a afastar o diagnóstico de psoríase para esse caso clínico, fortalecendo o diagnóstico de dermatite atópica.
Um paciente de 45 anos de idade apresenta histórico de lesões cutâneas recorrentes há 5 anos, caracterizadas por placas eritematosas e descamativas localizadas nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Refere prurido ocasional e melhora dos sintomas durante o verão. Ao exame físico, observam-se eritema bem delimitado e descamação prateada nas áreas afetadas.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o item que se segue.
O fenômeno de Koebner, caracterizado pelo surgimento de lesões em áreas de trauma, fortalece o diagnóstico mais provável do caso clínico em questão.
Um paciente de 45 anos de idade apresenta histórico de lesões cutâneas recorrentes há 5 anos, caracterizadas por placas eritematosas e descamativas localizadas nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Refere prurido ocasional e melhora dos sintomas durante o verão. Ao exame físico, observam-se eritema bem delimitado e descamação prateada nas áreas afetadas.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o item que se segue.
O referido paciente deve ser rotineiramente avaliado dada a possibilidade de o quadro clínico apresentado evoluir, nos próximos anos, para artrite com dactilite.
Em relação a emergências clínicas, julgue o item a seguir.
Considere que um paciente do sexo masculino, de 40 anos de idade, previamente hígido, sem comorbidades, relate, em atendimento no pronto-socorro, história de hematêmese e melena há 4 horas. Considere, ainda, que, após estabilização hemodinâmica com cristaloides e avaliação dos níveis de hemoglobina e hematócrito, que estavam levemente alterados, ele seja submetido a uma endoscopia digestiva alta, na qual seja descoberta úlcera gástrica de 1,5 cm de diâmetro, classificada pelo endoscopista como Forrest IIa, ou seja, úlcera hemorrágica com coto vascular visível, sem sangramento ativo. Nesse caso, é correto realizar a terapia endoscópica e iniciar tratamento medicamentoso com um inibidor de bomba de prótons (IBP) in bolus intravenoso ou oral em dose alta, seguido de doses altas de IBP por mais 3 dias, realizadas de modo contínuo IV ou intermitente (IV ou VO).
Em relação a emergências clínicas, julgue o item a seguir.
Em 10% a 20% dos casos de reação anafilática, as crises são bifásicas, podendo ocorrer sintomas como dispneia, prurido, urticária e angioedema aproximadamente 1 hora após a resolução da crise inicial.
Em relação a emergências clínicas, julgue o item a seguir.
No choque séptico, assim como no hipovolêmico, a pressão venosa central encontra-se normal ou baixa, e a resistência vascular sistêmica, elevada.
Em relação a emergências clínicas, julgue o item a seguir.
Suponha que uma paciente do sexo feminino, de 18 anos de idade, seja levada ao pronto-socorro minutos após o término de uma crise convulsiva tônico-clônica generalizada. Suponha, ainda, que, ao exame neurológico inicial, ela esteja consciente e orientada, sonolenta, normotensa, sem outras alterações; refira crise semelhante há 4 dias, sem fator causal detectável, e crises convulsivas na infância, tendo a última ocorrido aos 14 anos de idade. Suponha, por fim, que ela relate ter feito uso de fenobarbital durante um longo tempo, tendo-o suspendido há 2 anos. Nesse caso, a paciente deve ser observada de 6 h a 12 h em ambiente hospitalar, submetida a tomografia computadorizada de crânio e, na alta, medicada com anticonvulsivante e orientada a realizar retorno ambulatorial em até 15 dias, conforme recomendação do Ministério da Saúde.
Em relação a emergências clínicas, julgue o item a seguir.
Considere que uma paciente do sexo feminino, de 59 anos de idade, branca, diabética compensada, tabagista, seja atendida em um pronto-socorro e relate ao médico história de hemiparesia à direita, além de afasia súbita e dificuldade de compreensão de comandos verbais há cerca de 3 horas. Considere também que a paciente tenha sido submetida a uma cirurgia de revascularização miocárdica no mesmo hospital há 10 dias, sem intercorrências, e que, realizada tomografia de crânio, não tenha sido detectado nenhum sinal de hemorragia, mas percebida uma grande área hipodensa no território da artéria cerebral média esquerda. Nesse caso, a hipótese diagnóstica para a paciente é de um acidente vascular encefálico isquêmico, recomendando-se trombólise imediata.
Em relação a emergências clínicas, julgue o item a seguir.
Considere que um paciente do sexo masculino, negro, com 65 anos de idade, em atendimento no pronto-socorro, queixe se de cefaleia e dispneia intensa. Considere, ainda, que, ao exame físico, a pressão arterial aferida seja de 185 mmHg 146 mmHg, que se observem dispneia e estertores crepitantes até ápices pulmonares e a fundoscopia seja normal. Nesse caso, o anti-hipertensivo de escolha para o paciente é a anlodipina, que deve ser administrada por via oral.
Julgue o próximo item, relativo a dengue, febre amarela e condições pós-COVID.
As condições pós-COVID manifestam-se por uma extensa variedade de sintomas, como névoa cerebral, cefaleia, perda de paladar e de olfato, alteração do hábito intestinal, disfagia, alopecia, distúrbios do sono.
Julgue o próximo item, relativo a dengue, febre amarela e condições pós-COVID.
O tratamento da dengue em pacientes com comorbidades importantes, como diabetes melito, asma, DPOC ou obesidade, deve iniciar-se com hidratação venosa, mesmo na ausência de sinais de alarme, até que se obtenha acesso ao resultado do hemograma; nesse momento, caso o hematócrito esteja normal, indica-se alta hospitalar com acompanhamento ambulatorial diário.
Julgue o próximo item, relativo a dengue, febre amarela e condições pós-COVID.
São alterações laboratoriais encontradas em pacientes com forma moderada a grave de febre amarela: leucocitose moderada; elevação dos níveis de proteína C reativa (PCR); taxas de TGO e de LDH extremamente elevadas.
Julgue o próximo item, relativo a dengue, febre amarela e condições pós-COVID.
Para pacientes diagnosticados com dengue que sejam usuários de antiagregante plaquetário para profilaxia secundária de doença arterial coronariana, recomenda-se a manutenção dessa medicação se não houver indícios de sangramento e se a plaquetometria estiver entre 30.000/L e 50.000/L; para usuários de varfarina sódica, caso a plaquetometria esteja nesse mesmo nível, recomenda-se a suspensão do medicamento, substituindo-o por heparina venosa não fracionada.
Paciente de 37 anos de idade, do sexo masculino,
homossexual, vivendo com HIV há 9 anos, retorna ao
ambulatório onde costumava realizar seu acompanhamento
médico, queixando-se de emagrecimento de 4 kg, febre baixa,
sudorese e calafrios noturnos e tosse produtiva. Há 1 ano, durante
um episódio depressivo maior, interrompeu a terapia
antirretroviral regular recomendada e deixou de comparecer às
consultas médicas de rotina. Ao exame físico, apresenta-se em
bom
estado
geral,
com
pressão
arterial
de
139 mmHg 88 mmHg, frequência respiratória de 24 irpm e
frequência cardíaca de 90 bpm.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.
No caso em apreço, recomenda-se o teste de fluxo lateral para a detecção do lipoarabinomanano (LF-LAM) na urina, no próprio local de atendimento; esse teste, se positivo, indica infecção por tuberculose, podendo o tratamento ser iniciado imediatamente.
Paciente de 37 anos de idade, do sexo masculino,
homossexual, vivendo com HIV há 9 anos, retorna ao
ambulatório onde costumava realizar seu acompanhamento
médico, queixando-se de emagrecimento de 4 kg, febre baixa,
sudorese e calafrios noturnos e tosse produtiva. Há 1 ano, durante
um episódio depressivo maior, interrompeu a terapia
antirretroviral regular recomendada e deixou de comparecer às
consultas médicas de rotina. Ao exame físico, apresenta-se em
bom
estado
geral,
com
pressão
arterial
de
139 mmHg 88 mmHg, frequência respiratória de 24 irpm e
frequência cardíaca de 90 bpm.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.
A reintrodução da terapia antirretroviral (TARV) deve ser realizada após a contagem de CD4, se o resultado for inferior a 350 células/mm3.
Paciente de 37 anos de idade, do sexo masculino,
homossexual, vivendo com HIV há 9 anos, retorna ao
ambulatório onde costumava realizar seu acompanhamento
médico, queixando-se de emagrecimento de 4 kg, febre baixa,
sudorese e calafrios noturnos e tosse produtiva. Há 1 ano, durante
um episódio depressivo maior, interrompeu a terapia
antirretroviral regular recomendada e deixou de comparecer às
consultas médicas de rotina. Ao exame físico, apresenta-se em
bom
estado
geral,
com
pressão
arterial
de
139 mmHg 88 mmHg, frequência respiratória de 24 irpm e
frequência cardíaca de 90 bpm.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.
Caso o paciente seja diagnosticado com tuberculose, a terapia antirretroviral só deve ser iniciada 30 dias após o início do tratamento da doença, a fim de se evitar a instalação da síndrome inflamatória de reconstituição imune (SIRI), caracterizada por piora paradoxal das doenças infecciosas concomitantes.
Paciente de 37 anos de idade, do sexo masculino,
homossexual, vivendo com HIV há 9 anos, retorna ao
ambulatório onde costumava realizar seu acompanhamento
médico, queixando-se de emagrecimento de 4 kg, febre baixa,
sudorese e calafrios noturnos e tosse produtiva. Há 1 ano, durante
um episódio depressivo maior, interrompeu a terapia
antirretroviral regular recomendada e deixou de comparecer às
consultas médicas de rotina. Ao exame físico, apresenta-se em
bom
estado
geral,
com
pressão
arterial
de
139 mmHg 88 mmHg, frequência respiratória de 24 irpm e
frequência cardíaca de 90 bpm.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.
Caso o paciente seja diagnosticado com tuberculose, deve-se considerar que a rifampicina, droga normalmente utilizada para o tratamento dessa doença, apresenta interação farmacológica com o dolutegravir, de modo que a dose deste medicamento deve ser dobrada durante o tratamento da tuberculose até duas semanas após o término do uso da rifampicina.