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A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
Em surto psicótico, recomenda-se o uso de antipsicótico de alta potência, a exemplo de haloperidol, risperidona e quetiapina.
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
Para pacientes em uso de risperidona que apresentem hiperprolactinemia com disfunções sistêmicas, a substituição do medicamento por aripiprazol pode minimizar tais alterações.
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
A clozapina, poderoso antipsicótico, foi sintetizada pela primeira vez na década de 90 do século XX, pouco tempo depois do lançamento do Prozac (fluoxetina).
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
O neuroléptico de ação prolongada (NAP) de paliperidona é bem indicado para pacientes com comorbidades clínicas, polimedicados, haja vista a baixa metabolização hepática do palmitato de paliperidona.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
Os pensamentos referidos pela paciente indicam ideação suicida, sendo recomendável a internação voluntária.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
A associação de antidepressivo a terapia psicanalítica constitui tratamento de primeira linha para o caso descrito.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
A prescrição de ISRS à paciente, como o escitalopram, alinha-se às recomendações atuais.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
Atividade física, terapia cognitivo-comportamental e revisão do estilo de vida são consideradas, nesse caso, o melhor tratamento.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
No caso em apreço, a hipótese diagnóstica inicial é de transtorno de adaptação com sintomatologia mista ansiosa e depressiva.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
Nesse caso, a associação de buspirona ao antidepressivo pode facilitar o processo de adaptação medicamentosa e atenuar mais brevemente os sintomas de ansiedade da paciente.
A respeito do tratamento do transtorno depressivo maior (TDM), julgue o item a seguir.
A vilazodona é o mais novo inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN), incluído no rol de medicamentos disponíveis no Brasil para o tratamento da depressão.
A respeito do tratamento do transtorno depressivo maior (TDM), julgue o item a seguir.
No tratamento de TDM, a aplicação de escetamina intranasal, que apresenta alto risco de complicação cardiovascular, deve ser feita em unidade de terapia intensiva.
A respeito do tratamento do transtorno depressivo maior (TDM), julgue o item a seguir.
No Brasil, a indicação em bula do brexpiprazol restringe-se ao tratamento de TDM, em associação a um antidepressivo.
A respeito do tratamento do transtorno depressivo maior (TDM), julgue o item a seguir.
Os antidepressivos tricíclicos, como a clomipramina, entraram em desuso na prática clínica psiquiátrica por apresentarem baixa tolerabilidade e baixa eficácia em relação aos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) no tratamento de TDM.
No que se refere ao uso de substâncias psicoativas, julgue o próximo item.
Para o tratamento da encefalopatia de Wernicke, transtorno agudo caracterizado por ataxia, confusão mental e alterações da motilidade ocular, como nistagmo ou oftalmoplegia, indica-se suplementação de tiamina mantida ao longo de algumas semanas.
No que se refere ao uso de substâncias psicoativas, julgue o próximo item.
No contexto do uso de substâncias psicoativas, tolerância cruzada é o termo utilizado para se referir à influência de familiares (ou outras pessoas) sobre o comportamento do dependente químico.
No que se refere ao uso de substâncias psicoativas, julgue o próximo item.
De modo geral, o diagnóstico de um transtorno por uso de substância baseia-se em um padrão patológico de comportamentos relacionados ao uso da substância que acarretam comprometimento ou sofrimento clinicamente significativos, bastando, para esse diagnóstico, que sejam satisfeitos dois critérios dos onze estabelecidos, no período de 12 meses.
No que se refere ao uso de substâncias psicoativas, julgue o próximo item.
O diagnóstico do transtorno relacionado ao uso de álcool em remissão sustentada, segundo o DSM-5-TR, só deve ser feito quando forem anteriormente satisfeitos critérios para transtorno por uso de álcool e quando nenhum deles seja satisfeito durante um período igual ou superior a 24 meses.
No que se refere ao uso de substâncias psicoativas, julgue o próximo item.
O uso de naltrexona é adequado e seguro para o tratamento de transtorno relacionado ao uso de álcool, em especial em pacientes com doença hepática grave.
A respeito dos transtornos mentais orgânicos, julgue o item a seguir.
A patogênese da doença de Alzheimer, cuja etiologia é multifatorial, está relacionada, entre outros fatores, a erros na clivagem da proteína beta-amiloide e à hiperfosforilação da proteína tau.