Questões de Concurso
Para cespe / cebraspe
Foram encontradas 366.008 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Sendo a lógica a área da filosofia cujo objeto próprio de investigação é justamente a argumentação, entende-se que o estudo de determinados conceitos lógicos pode ser de grande valia — desde que, obviamente, apresentados sob uma orientação prática. De fato, a contextualização do arcabouço conceitual lógico (e filosófico) em situações concretas (textos jornalísticos, discursos, quadrinhos, campanhas publicitárias etc.) torna-o não apenas mais sedutor, mas, primordialmente, didático, fecundo — conferindo-lhe sentido.
Patricia Velasco. Educando para a argumentação — contribuições do ensino da lógica. 2010, p.151.
A partir do texto apresentado, julgue o item que se segue, relativo a estratégias didáticas, seleção de conteúdo e aspectos da BNCC para o componente curricular de filosofia.
Sendo a lógica a área da filosofia cujo objeto próprio de investigação é justamente a argumentação, entende-se que o estudo de determinados conceitos lógicos pode ser de grande valia — desde que, obviamente, apresentados sob uma orientação prática. De fato, a contextualização do arcabouço conceitual lógico (e filosófico) em situações concretas (textos jornalísticos, discursos, quadrinhos, campanhas publicitárias etc.) torna-o não apenas mais sedutor, mas, primordialmente, didático, fecundo — conferindo-lhe sentido.
Patricia Velasco. Educando para a argumentação — contribuições do ensino da lógica. 2010, p.151.
A partir do texto apresentado, julgue o item que se segue, relativo a estratégias didáticas, seleção de conteúdo e aspectos da BNCC para o componente curricular de filosofia.
Prevista na Constituição Federal de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, e no Plano Nacional de Educação, de 2014, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) expressa o compromisso do Estado brasileiro com a promoção de uma educação integral e com o desenvolvimento pleno dos estudantes, segundo os pressupostos de respeito às diferenças e de combate a discriminações e preconceitos.
No que diz respeito às normas da BNCC relativas ao componente curricular de filosofia , julgue o item a seguir.
Prevista na Constituição Federal de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, e no Plano Nacional de Educação, de 2014, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) expressa o compromisso do Estado brasileiro com a promoção de uma educação integral e com o desenvolvimento pleno dos estudantes, segundo os pressupostos de respeito às diferenças e de combate a discriminações e preconceitos.
No que diz respeito às normas da BNCC relativas ao componente curricular de filosofia , julgue o item a seguir.
Prevista na Constituição Federal de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, e no Plano Nacional de Educação, de 2014, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) expressa o compromisso do Estado brasileiro com a promoção de uma educação integral e com o desenvolvimento pleno dos estudantes, segundo os pressupostos de respeito às diferenças e de combate a discriminações e preconceitos.
No que diz respeito às normas da BNCC relativas ao componente curricular de filosofia , julgue o item a seguir.
Prevista na Constituição Federal de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, e no Plano Nacional de Educação, de 2014, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) expressa o compromisso do Estado brasileiro com a promoção de uma educação integral e com o desenvolvimento pleno dos estudantes, segundo os pressupostos de respeito às diferenças e de combate a discriminações e preconceitos.
No que diz respeito às normas da BNCC relativas ao componente curricular de filosofia , julgue o item a seguir.
É verdade que a filosofia é inseparável de uma cólera contra a época, mas também de uma serenidade que ela nos assegura. Contudo, a filosofia não é uma potência. As religiões, os Estados, o capitalismo, a ciência, o direito, a opinião, a televisão são potências, mas não a filosofia. A filosofia pode ter grandes batalhas interiores (idealismo versus realismo etc.), mas são batalhas risíveis.
Gilles Deleuze. Conversações. 1998, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto apresentado, julgue o item subsequente.
É verdade que a filosofia é inseparável de uma cólera contra a época, mas também de uma serenidade que ela nos assegura. Contudo, a filosofia não é uma potência. As religiões, os Estados, o capitalismo, a ciência, o direito, a opinião, a televisão são potências, mas não a filosofia. A filosofia pode ter grandes batalhas interiores (idealismo versus realismo etc.), mas são batalhas risíveis.
Gilles Deleuze. Conversações. 1998, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto apresentado, julgue o item subsequente.
É verdade que a filosofia é inseparável de uma cólera contra a época, mas também de uma serenidade que ela nos assegura. Contudo, a filosofia não é uma potência. As religiões, os Estados, o capitalismo, a ciência, o direito, a opinião, a televisão são potências, mas não a filosofia. A filosofia pode ter grandes batalhas interiores (idealismo versus realismo etc.), mas são batalhas risíveis.
Gilles Deleuze. Conversações. 1998, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto apresentado, julgue o item subsequente.
É verdade que a filosofia é inseparável de uma cólera contra a época, mas também de uma serenidade que ela nos assegura. Contudo, a filosofia não é uma potência. As religiões, os Estados, o capitalismo, a ciência, o direito, a opinião, a televisão são potências, mas não a filosofia. A filosofia pode ter grandes batalhas interiores (idealismo versus realismo etc.), mas são batalhas risíveis.
Gilles Deleuze. Conversações. 1998, p. 7 (com adaptações).
A partir do texto apresentado, julgue o item subsequente.
Um elitista compreende a expressão “excelência na educação” como uma prática educativa centrada em valores das classes dominantes e na negação implícita dos valores populares, que se traduz no culto da sintaxe dominante e no repúdio, como feiúra e corruptela, da prosódia, da ortografia e da sintaxe populares. Por outro lado, um democrata radical, jamais sectário, progressistamente pós-moderno, entende a expressão como a busca de uma educação séria, rigorosa, democrática, em nada discriminadora nem dos renegados nem dos favorecidos. Isso, porém, não significa uma prática neutra, mas desveladora de verdades, desocultadora, iluminadora das tramas sociais e históricas, uma prática fundamentalmente justa e ética contra a exploração dos homens e das mulheres e em favor de sua vocação de ser mais.
Paulo Freire. Política e educação. 2001, p.42. (com adaptações).
A partir do excerto de texto apresentado, julgue o item que se segue.
Um elitista compreende a expressão “excelência na educação” como uma prática educativa centrada em valores das classes dominantes e na negação implícita dos valores populares, que se traduz no culto da sintaxe dominante e no repúdio, como feiúra e corruptela, da prosódia, da ortografia e da sintaxe populares. Por outro lado, um democrata radical, jamais sectário, progressistamente pós-moderno, entende a expressão como a busca de uma educação séria, rigorosa, democrática, em nada discriminadora nem dos renegados nem dos favorecidos. Isso, porém, não significa uma prática neutra, mas desveladora de verdades, desocultadora, iluminadora das tramas sociais e históricas, uma prática fundamentalmente justa e ética contra a exploração dos homens e das mulheres e em favor de sua vocação de ser mais.
Paulo Freire. Política e educação. 2001, p.42. (com adaptações).
A partir do excerto de texto apresentado, julgue o item que se segue.
Um elitista compreende a expressão “excelência na educação” como uma prática educativa centrada em valores das classes dominantes e na negação implícita dos valores populares, que se traduz no culto da sintaxe dominante e no repúdio, como feiúra e corruptela, da prosódia, da ortografia e da sintaxe populares. Por outro lado, um democrata radical, jamais sectário, progressistamente pós-moderno, entende a expressão como a busca de uma educação séria, rigorosa, democrática, em nada discriminadora nem dos renegados nem dos favorecidos. Isso, porém, não significa uma prática neutra, mas desveladora de verdades, desocultadora, iluminadora das tramas sociais e históricas, uma prática fundamentalmente justa e ética contra a exploração dos homens e das mulheres e em favor de sua vocação de ser mais.
Paulo Freire. Política e educação. 2001, p.42. (com adaptações).
A partir do excerto de texto apresentado, julgue o item que se segue.
Um elitista compreende a expressão “excelência na educação” como uma prática educativa centrada em valores das classes dominantes e na negação implícita dos valores populares, que se traduz no culto da sintaxe dominante e no repúdio, como feiúra e corruptela, da prosódia, da ortografia e da sintaxe populares. Por outro lado, um democrata radical, jamais sectário, progressistamente pós-moderno, entende a expressão como a busca de uma educação séria, rigorosa, democrática, em nada discriminadora nem dos renegados nem dos favorecidos. Isso, porém, não significa uma prática neutra, mas desveladora de verdades, desocultadora, iluminadora das tramas sociais e históricas, uma prática fundamentalmente justa e ética contra a exploração dos homens e das mulheres e em favor de sua vocação de ser mais.
Paulo Freire. Política e educação. 2001, p.42. (com adaptações).
A partir do excerto de texto apresentado, julgue o item que se segue.
Com o surgimento da moeda, a invenção do calendário, o desenvolvimento de novas técnicas e com o aparecimento de uma rica classe de comerciantes que rivalizava e superava a antiga aristocracia agrária, a sociedade grega foi-se tornando citadina, urbana, e a cultura foi-se laicizando, as formulações míticoreligiosas cederam o passo a explicações racionais, cujo nome seria, afinal, filosofia.
Marilena Chauí. Introdução à história da filosofia. Vol. 1, 2004, p. 17 (com adaptações).
A partir do fragmento de texto apresentado, julgue o item a seguir, no que diz respeito à interdisciplinaridade e à seleção de conteúdos para o ensino de filosofia no ensino médio.
Com o surgimento da moeda, a invenção do calendário, o desenvolvimento de novas técnicas e com o aparecimento de uma rica classe de comerciantes que rivalizava e superava a antiga aristocracia agrária, a sociedade grega foi-se tornando citadina, urbana, e a cultura foi-se laicizando, as formulações míticoreligiosas cederam o passo a explicações racionais, cujo nome seria, afinal, filosofia.
Marilena Chauí. Introdução à história da filosofia. Vol. 1, 2004, p. 17 (com adaptações).
A partir do fragmento de texto apresentado, julgue o item a seguir, no que diz respeito à interdisciplinaridade e à seleção de conteúdos para o ensino de filosofia no ensino médio.
Com o surgimento da moeda, a invenção do calendário, o desenvolvimento de novas técnicas e com o aparecimento de uma rica classe de comerciantes que rivalizava e superava a antiga aristocracia agrária, a sociedade grega foi-se tornando citadina, urbana, e a cultura foi-se laicizando, as formulações míticoreligiosas cederam o passo a explicações racionais, cujo nome seria, afinal, filosofia.
Marilena Chauí. Introdução à história da filosofia. Vol. 1, 2004, p. 17 (com adaptações).
A partir do fragmento de texto apresentado, julgue o item a seguir, no que diz respeito à interdisciplinaridade e à seleção de conteúdos para o ensino de filosofia no ensino médio.
Com o surgimento da moeda, a invenção do calendário, o desenvolvimento de novas técnicas e com o aparecimento de uma rica classe de comerciantes que rivalizava e superava a antiga aristocracia agrária, a sociedade grega foi-se tornando citadina, urbana, e a cultura foi-se laicizando, as formulações míticoreligiosas cederam o passo a explicações racionais, cujo nome seria, afinal, filosofia.
Marilena Chauí. Introdução à história da filosofia. Vol. 1, 2004, p. 17 (com adaptações).
A partir do fragmento de texto apresentado, julgue o item a seguir, no que diz respeito à interdisciplinaridade e à seleção de conteúdos para o ensino de filosofia no ensino médio.
Com o surgimento da moeda, a invenção do calendário, o desenvolvimento de novas técnicas e com o aparecimento de uma rica classe de comerciantes que rivalizava e superava a antiga aristocracia agrária, a sociedade grega foi-se tornando citadina, urbana, e a cultura foi-se laicizando, as formulações míticoreligiosas cederam o passo a explicações racionais, cujo nome seria, afinal, filosofia.
Marilena Chauí. Introdução à história da filosofia. Vol. 1, 2004, p. 17 (com adaptações).
A partir do fragmento de texto apresentado, julgue o item a seguir, no que diz respeito à interdisciplinaridade e à seleção de conteúdos para o ensino de filosofia no ensino médio.