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Q3624638 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


O emprego de vírgula logo após a conjunção “mas” (segundo período do terceiro parágrafo) prejudicaria a correção gramatical do texto.  

Alternativas
Q3624634 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


A palavra “Porém” (segundo período do primeiro parágrafo) introduz uma ideia que se opõe à apresentada no primeiro período do texto. 

Alternativas
Q3624632 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


A palavra “apocalípticas” (segundo período do último parágrafo) está empregada com o mesmo sentido de irremediáveis.

Alternativas
Q3624631 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


No trecho “se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos” (segundo período do quarto parágrafo), a substituição do vocábulo “se” por como comprometeria a coerência das ideias do texto. 

Alternativas
Q3624628 Português
        Comumente, inteligência artificial (IA) é relacionada com a imagem de robôs que pensam e agem como humanos, numa analogia às cenas clássicas dos filmes de ficção científica. Porém, mesmo com muitos avanços no desenvolvimento de “substitutos” para os humanos, diversas outras formas de IA bem mais discretas já fazem parte da rotina de pessoas por todo o mundo.

        A IA se caracteriza por sistemas de machine learning, que, em uma explicação simples, são algoritmos treinados a partir de uma grande base de dados. Exemplos desses algoritmos no cotidiano são os sistemas de busca, que consideram o histórico de preferências do usuário para oferecer melhores resultados em aplicativos que calculam rotas e que são capazes de sugerir o melhor caminho de volta para casa em um dia de trânsito complicado. Toda vez que você tem a impressão de que a máquina leu seus pensamentos ou antecipou uma necessidade sua, você provavelmente está diante de um sistema de IA.

        A advogada Thays Joana Tumelero, especialista em proteção de dados e privacidade, explica que atualmente o Poder Judiciário brasileiro utiliza recursos de inteligência artificial para fins mais simples, como a leitura de documentos e a classificação de processos. Isso evita o trabalho repetitivo de dezenas ou centenas de servidores, mas representa apenas parte do que as máquinas são capazes de fazer. No sistema elaborado pelo STJ, por exemplo, os algoritmos verificam o assunto e classificam os processos que entram no tribunal, agilizando a fase de distribuição.

         Sistemas de inteligência artificial que extrapolam a simples promoção de agilidade na tramitação de processos já têm sido questionados, do ponto de vista legal e também ético, em diversas partes do mundo. Isso porque, se os algoritmos são capazes de ler processos e sugerir classificações e procedimentos, eles também podem ser usados para estudar padrões de decisão dos magistrados e apontar tendências em ações específicas.

         Tumelero também acredita que a transformação digital é um movimento inevitável nas organizações. Mas, ao contrário das previsões apocalípticas que apontam uma total substituição do trabalho dos operadores do direito pela mão de obra de robôs, Thays aposta em um cenário no qual homem e máquina se complementam: “Nenhuma solução tecnológica vem com criatividade, sensibilidade e ética. Esses são elementos comuns aos operadores do direito que a inteligência artificial não é capaz de substituir”, conclui.

Internet:<www.esmesc.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.


O autor do texto argumenta a favor da ideia de que há características humanas que a IA não é capaz de substituir.  

Alternativas
Q3586613 Auditoria

A respeito da natureza da evidência de auditoria, da documentação de auditoria, da amostragem em auditoria, de técnicas de controle e dos objetivos do auditor independente, julgue o item a seguir, de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).  


Em trabalhos que utilizem amostragem prevista nas NBC, é permitido que o auditor omita da documentação detalhes sobre os critérios de estratificação e o método de seleção, desde que mencione, em nota de rodapé, que a amostragem foi estatisticamente representativa.  

Alternativas
Q3586612 Auditoria

A respeito da natureza da evidência de auditoria, da documentação de auditoria, da amostragem em auditoria, de técnicas de controle e dos objetivos do auditor independente, julgue o item a seguir, de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).  


A estrutura conceitual das normas de auditoria permite que o auditor forneça asseguração razoável mesmo na ausência de critérios adequados e disponíveis para a avaliação da informação objeto da auditoria.  

Alternativas
Q3586611 Auditoria

A respeito da natureza da evidência de auditoria, da documentação de auditoria, da amostragem em auditoria, de técnicas de controle e dos objetivos do auditor independente, julgue o item a seguir, de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).  


Caso os procedimentos analíticos realizados na fase de execução revelem flutuações relevantes ou relações não condizentes com outras informações obtidas, o auditor deve investigar tais diferenças e, se necessário, aplicar procedimentos adicionais de auditoria.  

Alternativas
Q3586610 Auditoria

A respeito da natureza da evidência de auditoria, da documentação de auditoria, da amostragem em auditoria, de técnicas de controle e dos objetivos do auditor independente, julgue o item a seguir, de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).  


É responsabilidade do auditor independente obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, seja decorrente de fraude, seja em razão de erro. 

Alternativas
Q3586609 Auditoria

A respeito da natureza da evidência de auditoria, da documentação de auditoria, da amostragem em auditoria, de técnicas de controle e dos objetivos do auditor independente, julgue o item a seguir, de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).  


O objetivo do auditor independente deve ser emitir uma opinião imparcial com base nas expectativas do gestor da organização auditada. 

Alternativas
Q3586608 Auditoria

A respeito da natureza da evidência de auditoria, da documentação de auditoria, da amostragem em auditoria, de técnicas de controle e dos objetivos do auditor independente, julgue o item a seguir, de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).  


O auditor deve aplicar julgamento profissional na determinação do tamanho da amostra e na seleção dos itens a serem testados. 

Alternativas
Q3586607 Auditoria

A respeito da natureza da evidência de auditoria, da documentação de auditoria, da amostragem em auditoria, de técnicas de controle e dos objetivos do auditor independente, julgue o item a seguir, de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).  


Segundo a NBC que dispõe sobre documentação de auditoria, o auditor pode alterar a documentação de auditoria sem realizar o registro das modificações efetuadas, desde que tais alterações ocorram antes da data do relatório de auditoria. 

Alternativas
Q3586606 Auditoria

A respeito da natureza da evidência de auditoria, da documentação de auditoria, da amostragem em auditoria, de técnicas de controle e dos objetivos do auditor independente, julgue o item a seguir, de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).  


A documentação de auditoria prescinde de elaboração detalhada que viabilize a compreensão dos julgamentos significativos realizados e as conclusões alcançadas. 

Alternativas
Q3586605 Auditoria

A respeito da natureza da evidência de auditoria, da documentação de auditoria, da amostragem em auditoria, de técnicas de controle e dos objetivos do auditor independente, julgue o item a seguir, de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).  


A confiabilidade da evidência obtida em auditoria por meio de fontes externas à entidade auditada é, geralmente, maior que a confiabilidade daquela obtida internamente.  

Alternativas
Q3586598 Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)

Julgue o item seguinte, acerca do livro diário auxiliar da receita e da despesa e do livro de depósito prévio, segundo o Código de Normas dos Serviços Notariais e de Registo do Estado do Pará (Provimento n.º 002/2019 – CJRMB/CJCI) e o Código Nacional de Normas do CNJ (Provimento n.º 149/2023). 


As receitas relativas à prestação de serviços de diferentes especialidades devem ser lançadas separadamente, de forma individualizada. 

Alternativas
Q3586596 Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)

Julgue o item seguinte, acerca do livro diário auxiliar da receita e da despesa e do livro de depósito prévio, segundo o Código de Normas dos Serviços Notariais e de Registo do Estado do Pará (Provimento n.º 002/2019 – CJRMB/CJCI) e o Código Nacional de Normas do CNJ (Provimento n.º 149/2023). 


A prática de cobrança parcial ou de não cobrança de emolumentos submete-se ao crivo de cada serventia extrajudicial, devendo ser registrada nos livros de receitas. 

Alternativas
Q3586595 Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)

Julgue o item seguinte, acerca do livro diário auxiliar da receita e da despesa e do livro de depósito prévio, segundo o Código de Normas dos Serviços Notariais e de Registo do Estado do Pará (Provimento n.º 002/2019 – CJRMB/CJCI) e o Código Nacional de Normas do CNJ (Provimento n.º 149/2023). 


O livro de controle de depósito prévio pode ser escriturado apenas eletronicamente, devendo ser impresso sempre que a autoridade judiciária o determinar.  

Alternativas
Q3586594 Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)

Julgue o item seguinte, acerca do livro diário auxiliar da receita e da despesa e do livro de depósito prévio, segundo o Código de Normas dos Serviços Notariais e de Registo do Estado do Pará (Provimento n.º 002/2019 – CJRMB/CJCI) e o Código Nacional de Normas do CNJ (Provimento n.º 149/2023). 


A responsabilidade pela escrituração do livro de registro diário auxiliar de receita e de despesa e do livro de controle de depósito prévio é do delegatário, exceto quando qualquer um deles for escriturado por um de seus prepostos, circunstância em que aquele responderá subsidiariamente.  

Alternativas
Q3586593 Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)

Em relação às fontes de receitas notariais e registrais e às despesas dedutíveis e não dedutíveis, conforme o Provimento Conjunto n.º 005/2019-CJRMB/CJCI – Módulo informatizado de prestação de contas das receitas e despesas das serventias vagas do estado do Pará, julgue o item a seguir.  


A despesa alusiva a benefícios de assistência médica e(ou) odontológica concedidos aos funcionários depende de prévia autorização do TJPA e deve ser comprovada mediante contrato, acompanhado da relação nominal dos empregados aderentes e do comprovante de quitação do pagamento. 

Alternativas
Q3586592 Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)

Em relação às fontes de receitas notariais e registrais e às despesas dedutíveis e não dedutíveis, conforme o Provimento Conjunto n.º 005/2019-CJRMB/CJCI – Módulo informatizado de prestação de contas das receitas e despesas das serventias vagas do estado do Pará, julgue o item a seguir.  


Os valores recebidos a título de depósito prévio devem ser lançados como receitas, sob a lógica do regime de competência, ainda que não tenham sido convertidos em emolumentos, o que só ocorrerá quando o ato solicitado for praticado e validado com selo de segurança. 

Alternativas
Respostas
4701: C
4702: C
4703: E
4704: E
4705: E
4706: E
4707: E
4708: C
4709: C
4710: E
4711: C
4712: E
4713: E
4714: C
4715: C
4716: E
4717: C
4718: E
4719: C
4720: E