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Para iv - ufg
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“Tudo aponta para o fato de que o Estado está se redefinindo, em função não só de seus problemas estruturais, herdados da tradição da dominação patrimonial e oligárquica. A propósito dessas mudanças, fala-se muito, condenando, em Estado mínimo no Brasil como se fosse o Estado da ideologia econômica neoliberal. No meu modo de ver, são coisas diferentes. O que está acontecendo no Brasil, com a reforma do Estado, é sobretudo a desoligarquização do Estado, ou seja, uma modernização do Estado.”
MARTINS, José de Sousa. A Sociedade vista do abismo. Novos estudos sobre exclusão, pobreza e classes sociais. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 176.
O texto acima acaba se opondo a uma corrente interpretativa majoritária na sociologia brasileira a respeito dessa temática, que define o novo Estado brasileiro como “neoliberal”. A posição de Martins pode ser denominada “modernizadora” e a dos que ele contesta como sendo “neoliberal”. Essas duas posições expressam, respectivamente:
Leia a tabela a seguir.

Limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente. Disponível em:
<https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/
participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartitepartitaria-permanente/arquivos/normas-regulamentadoras/nr-15- anexo-01.pdf>. Acesso em: 03 jul. 2024 [Adaptado].
As informações apresentadas nas duas primeiras colunas
da tabela foram retiradas do Anexo n° 1 da Norma
Regulamentadora nº 15 que dispõe sobre “atividades e
operações insalubres” e apresenta os limites de tolerância
de um(a) trabalhador(a) em ambiente de trabalho para ruído
contínuo ou intermitente. Diante das informações mostradas
na terceira coluna da tabela, que especifica a duração da
exposição de um(a) trabalhador(a) fictício aos diferentes
níveis de ruídos durante sua jornada de trabalho, constata-se que este trabalhador(a) está