Questões de Concurso
Para iv - ufg
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Nesse município, está o Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga, a maior comunidade quilombola do Brasil. Também nesse destino, a 510 km de Goiânia, encontra-se grande parte do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. A cidade é ponto de turismo cultural, de aventura e ecoturismo.
O texto refere-se ao município de
Implementado em 1994, o programa atende 123 milhões de pessoas em quase todos os municípios, segundo o Ministério da Saúde. Ao contrário do modelo de atendimento emergencial ao doente, a estratégia valoriza as ações de acompanhamento da saúde. Ligada a uma Unidade Básica de Saúde, a equipe multifuncional inclui médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agentes comunitários e, em alguns casos, dentista e nutricionista.
Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/saude/ultimasnoticias/redacao/2018/06/05/6-programas-de-saude-publica-do-brasil-considerados-referencia-no-mundo.htm>. Acesso em: 20 set. 2024 [Adaptado].
O texto refere-se a qual programa brasileiro de saúde pública?
Leia o texto a seguir.
De origem portuguesa, esse instrumento musical foi trazido ao Brasil durante o período colonial e tornou-se um dos mais emblemáticos da cultura brasileira. Com suas diversas variantes regionais e estilos de tocar, é um símbolo de identidade cultural em todo o país, presente em manifestações como catira, fandango, folia de reis, festas juninas e festas de São João.
Esse instrumento é
Leia o texto a seguir.
Quase um quarto do território brasileiro pegou fogo, ao menos uma vez, no período entre 1985 e 2023. Foram 199,1 milhões de hectares, o equivalente a 23% da extensão territorial brasileira. Da área atingida por incêndio, 68,4% eram vegetação nativa, enquanto 31,6% tinham presença da atividade humana, notadamente a agropecuária.
Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-
06/quase-1-4-do-territorio-brasileiro-pegou-fogo-nos-ultimos-40-anos>.
Acesso em: 23 set. 2024.
No Brasil, os principais biomas vítimas da ação do fogo, seja de origem natural ou provocada pelo homem, são, respectivamente,
Observe a imagem a seguir.

NOGUEIRA, Arnaldo. C. Rio Quente, uma história aquecida pelas suas próprias águas. Rio Quente, GO: Prefeitura Municipal, 2000, p. 99.
A imagem corresponde a qual episódio histórico do município de Rio Quente?
Observe a imagem a seguir.

Disponível em: <https://www.nsctotal.com.br/colunistas/ze-das-silva/chargedo-ze-das-silva-conflito-israel-x-hamas>. Acesso em: 23 set. 2024.
A charge refere-se à participação de países na guerra entre Israel e Palestina, criticando
Observe a figura a seguir.

Na figura, o retângulo maior está dividido em quatro partes retangulares menores, e suas respectivas áreas estão indicadas no interior de cada parte. Com base nessas informações, o perímetro do retângulo maior é dado pela expressão
Leia o texto a seguir.
Na pequena cidade de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, há uma corrida pela riqueza do lítio, mineral usado na composição de baterias de carros elétricos. A rocha de espodumênio bruto, abundante na cidade, é um grande cristal, sombreado com manchas esverdeadas (os vestígios de lítio) que, em sua composição mineral, contém cerca de 1,5% de lítio. Após o beneficiamento do espodumênio bruto em uma mineradora de Araçuaí, obtém-se uma rocha de cor leitosa e mais uniforme, que é o lítio concentrado. A concentração de lítio, neste caso, salta para cerca de 5%.
FMONTEIRO, K. Pobre cidade rica. Revista Piauí, n. 214, jul. 2024. [Adaptado].
Com base no texto, considere o valor da concentração de lítio na rocha obtida após o beneficiamento em relação ao valor no espodumênio bruto. O aumento relativo dessa concentração é, aproximadamente,
Observe o texto a seguir.
Quebra-cabeças Pitagórico
Sobre uma folha de papel, desenhe um triângulo retângulo ABC, com ângulo reto no vértice B. A seguir, justaposto a cada um dos lados menores do triângulo, desenhe o quadrado BCDE e o quadrado ABFG. Depois, desenhe o quadrado ACIH, justaposto ao lado AC do triângulo. Agora, trace as duas diagonais do quadrado ABFG, marcando o ponto O, interseção dessas diagonais. Trace a reta r, perpendicular ao lado AC do triângulo e que passe pelo ponto O. Depois, também pelo ponto O, trace a reta s, perpendicular à reta r. Note que essas duas retas dividem o quadrado ABFG em quatro partes de mesma forma e de mesmo tamanho, como mostra a figura a seguir.

KALEFF, A. M.; REI, D. M.; GARCIA, S. S. Quebra-cabeças geométricos e
formas planas. 3. ed. Rio de Janeiro: EdUFF, 2002. [Adaptado].
O texto apresenta a construção de um quebra-cabeças que, ao ser montado, constitui-se como uma prova do Teorema de Pitágoras. Para que isso aconteça, a área da superfície do quadrado ACIH, indicada por SACIH, é igual a
Observe o gráfico a seguir.

O gráfico acima faz parte do “Relatório Anual do Desmatamento no Brasil”, da organização Mapbiomas, uma rede colaborativa formada por organizações não governamentais, universidades e startups de tecnologia, que monitora o desmatamento brasileiro referente aos biomas Cerrado, Amazônia, Caatinga, Pantanal, Mata Atlântica e Pampa. Com base nas informações apresentadas, em qual ano o desmatamento no bioma Cerrado foi inferior a 30% do desmatamento no Brasil?
• a primeira folha, cortou em duas partes iguais; • a segunda, em 3 partes iguais; • e a terceira, em 6 partes iguais.
Depois, entre os pedaços cortados dessas folhas, pegou um da primeira folha, dois da segunda folha e um da terceira folha, formando uma nova figura plana. A área dessa nova figura representa que fração de uma folha de papel sulfite usada inicialmente?
Observe a imagem a seguir.

Disponível em: <https://ccbrasil.cc/blog/dia-do-consumo-consciente/>.
Acesso em: 18 set. 2024.
No texto acima, a expressão “Tô fora!” é um exemplo de linguagem
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Menos plástico, mais amor
Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser complicado demais. Embora essa questão seja importantíssima, o que me intriga de fato é em que momento e por que começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas.
Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? Talvez eu possa esboçar duas razões para esse excesso de itens destinados às lixeiras.
Em tempos de álcool gel, é natural que um dispensador de canudos nos pareça uma monstruosa colônia de germes. Melhor embalá-los um a um. No entanto, nesse exato momento, na França, há um funcionário recebendo uma nota de cinco euros e depois entregando um sanduíche a alguém com as mesmas mãos sem luvas. Isso pode causar nojo, mas revela mais sobre diferenças culturais do que reais riscos à saúde.
E o mais importante: o exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Só isso explica o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, temos empacotadores, instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos. A consequência é o uso de uma quantidade absurda de sacolas.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/literatura-em-movimento/menos-plastico-mais-amor/>. Acesso em: 19 set. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Menos plástico, mais amor
Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser complicado demais. Embora essa questão seja importantíssima, o que me intriga de fato é em que momento e por que começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas.
Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? Talvez eu possa esboçar duas razões para esse excesso de itens destinados às lixeiras.
Em tempos de álcool gel, é natural que um dispensador de canudos nos pareça uma monstruosa colônia de germes. Melhor embalá-los um a um. No entanto, nesse exato momento, na França, há um funcionário recebendo uma nota de cinco euros e depois entregando um sanduíche a alguém com as mesmas mãos sem luvas. Isso pode causar nojo, mas revela mais sobre diferenças culturais do que reais riscos à saúde.
E o mais importante: o exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Só isso explica o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, temos empacotadores, instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos. A consequência é o uso de uma quantidade absurda de sacolas.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/literatura-em-movimento/menos-plastico-mais-amor/>. Acesso em: 19 set. 2024. [Adaptado].