Questões de Concurso Comentadas para iv - ufg

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Q2154985 Português
Texto 1

Inovação, nova filosofia para liderar empresas?

        A inovação não tem nada de nova. Esta é a primeira das duas dúvidas sobre a formulação do tema que surgiram para este texto, a questão que aparece no título acima.
    Como um preceito para a boa conduta das empresas, a inovação conta com uma longa lista de prestigiados conselheiros. O economista Joseph Schumpeter começou a formular sua teoria da inovação e do capitalismo em 1911 (embora suas ideias a respeito tenham chamado a atenção da comunidade acadêmica e de negócios a partir da publicação de seu livro mais popular, Capitalismo, Socialismo e Democracia, em 1942). A inovação, para Schumpeter, impulsiona a economia capitalista com “vendavais de destruição construtiva”. Peter Drucker, considerado o pai do management, foi outro grande defensor da inovação e escreveu o livro seminal Innovation and entrepreneurship, em 1985.
     Por isso, há muito tempo, especialistas estão incitando os líderes de empresas a inovar. A famosa professora de Harvard, Rosabeth Moss Kanter, afirma que a inovação nunca foi uma moda passageira, mas admite, contudo, que é “redescoberta” como um facilitador do crescimento empresarial mais ou menos a cada seis anos (a duração aproximada de uma geração de gestores.
       Quais serão as forças que hoje colocam a inovação de novo em foco? Por que estamos acuados pela advertência “Inovar ou morrer”? Recentemente, ela foi usada como título pelo guru dos best-sellers, Tom Peters; pelo professor da Universidade da Pensilvânia Jack V. Matson; pelas redes de televisão BBC e NBC; pelas publicações Time, Forbes, Wired, The Huffington Post e Business Insider, para citar alguns; e até um curso de MBA na Escola de Negócios da Universidade de Columbia leva este nome!
      A renovada atenção à inovação é, provavelmente, uma consequência de dois fatores principais: em primeiro lugar, o mundo saiu da Grande Recessão – em que prevaleceu a sobrevivência a curto prazo -, e, agora, as empresas têm algum dinheiro disponível para pensar em transformações de longo prazo. Segundo, afetou fortemente a decadência de marcas famosas que não sucumbiram por causa da crise financeira generalizada, mas por terem ficado no caminho diante das inovações dos demais. O declínio de nomes como Kodak, Nokia, Blackberry, Blockbuster, MySpace e outras chamou, graficamente, a atenção de dirigentes de empresas para a vulnerabilidade inata das companhias no mundo capitalista. Mesmo o futuro de marcas como a Sony e a Microsoft está sendo questionado em alguns círculos.
     Minha segunda discrepância com relação ao título deste artigo está no fato de que uma “filosofia” consiste em um conjunto de raciocínios ou pensamentos. Utilizar este termo ao contexto da inovação empresarial dá a sensação de ficar na divagação. Mas a necessidade de inovação na empresa é imperativa, é essencial. Parafraseando Schumpeter, Leonard assegura que a maioria das empresas caem, mais cedo ou mais tarde, vítimas da inovação de seus concorrentes. Os empregadores que ignoram esta lição o fazem por sua própria conta e risco: para sobreviver devem ser empreendedores e pensar estrategicamente.

O problema é que a inovação é tão difícil… não?
Nem todo mundo é Jeff Bezos, icônico fundador da gigante de comércio eletrônico Amazon.com, um verdadeiro visionário dos negócios. Para a maioria dos líderes de empresas, sair em busca da grande visão que mudará para sempre as regras do jogo de nossas indústrias – os “oceanos azuis” de Kim e Mauborgne, onde deixaremos os competidores de fora – seria facilmente quixotesco. 
       Mas há esperança! Existem dois tipos de inovação: a disruptiva e a incremental, e, dentro desta última estão as inovações evolucionárias e revolucionárias. O líder de pensamentos dos tipos de inovação é o professor de Harvard, Clayton Christensen.
De acordo com Christensen, as inovações disruptivas, com o tempo, criam novos mercados e conjuntos de valores. Um exemplo seria o Modelo Ford T, que saiu dos regimes da antiga indústria automotiva que produzia bens de luxo, colocando carros ao alcance das pessoas comuns, causando a alteração na indústria de carros. As inovações disruptivas tipicamente se manifestam como opções mais econômicas, abrindo novos mercados que eventualmente ofuscam os antigos mercados afetados. Exemplos mais recentes que o Ford T são os telefones celulares substituindo os fixos, as telas de LCD dos televisores que substituíram os modelos de tubo, com raios catódicos, e o Netflix, que aboliu o mercado de aluguel de DVDs (adeus, Blockbuster!).
A verdade é que, se na indústria de sua empresa surge uma inovação disruptiva, será melhor unir-se a ela, comprando ou associando-se a empresas inovadoras – ou, caso contrário – imitá-las. É isto ou preparar-se para uma aposentadoria antecipada… O problema é que muitas vezes não é tão fácil identificar a disrupção de sucesso – especialmente a partir de empresas que lideram a indústria desafiada – até que seja tarde demais. O inventor do Netflix, por iniciativa própria – ofereceu um partnering com a Blockbuster, em 2000, e foi demitido às gargalhadas na sala de reuniões. A Blockbuster entrou em falência em 2010, enquanto a Netflix atualmente tem valor de mercado de US$ 28 bilhões, cerca de dez vezes o que valia a Blockbuster em seu tempo.
Por isso, boa sorte, se tiver que lidar com um disrupção deste tipo!
Mas a maioria das empresas operam em setores onde não se vislumbram disrupções atualmente. São o território de inovações incrementais, que não perturbam os mercados existentes, mas que acrescentam valor às indústrias, normalmente graças às mudanças tecnológicas. As inovações incrementais evolucionárias correspondem à prática da melhoria contínua que caracteriza a gestão de qualidade total e às práticas sucessoras, como as normas ISSO. As inovações incrementais revolucionárias são chamadas “breakthroughs” (um termo inglês de difícil tradução, que significa grande avanço, sucesso ou descoberta, em palavras mais aproximadas). Um exemplo seria o netbook, que revolucionou o tamanho do laptop, mas que de nenhuma maneira criou um novo sistema de mercado ou sistema de valores.
É no campo das inovações incrementais que todo empresário e gestor deve se concentrar para manter sua companhia no tom – e de preferência um passo adiante – da competência. Não é preciso ser um gênio como Steve Jobs para praticar a inovação incremental. Com o tempo, a prática e a perseverança, algumas das inovações alcançadas poderão ser “breakthroughs”.
Há uma grande quantidade de literatura relacionada a métodos de gestão da inovação. Convém ao empresário ou gestor interessado que a consulte e, talvez, contrate um especialista coaching na área.
São técnicas diferentes, mas uma vez dominadas as de inovação incremental, chegará o momento de tentar liderar a inovação disruptiva. Não será fácil, mas a perspectiva de ser, possivelmente, aquele que abre um novo mercado que deixa os outros para fora vai energizar toda a empresa
E assim, este ensaio poderia ter sido intitulado “Inovação: imperativo perene para empresas líderes”(!).

Teahan Mary. Disponível em: https://www.revista-uno.com.br/numero20/inovacao-nova-filosofia-para-liderar-empresas/julho, 2015, Acesso em: 03 nov. 2022
A autora atrela o declínio de nomes como Kodak, Nokia, Blackberry, Blockbuster, MySpace e outras à 
Alternativas
Q2154984 Português
Texto 1

Inovação, nova filosofia para liderar empresas?

        A inovação não tem nada de nova. Esta é a primeira das duas dúvidas sobre a formulação do tema que surgiram para este texto, a questão que aparece no título acima.
    Como um preceito para a boa conduta das empresas, a inovação conta com uma longa lista de prestigiados conselheiros. O economista Joseph Schumpeter começou a formular sua teoria da inovação e do capitalismo em 1911 (embora suas ideias a respeito tenham chamado a atenção da comunidade acadêmica e de negócios a partir da publicação de seu livro mais popular, Capitalismo, Socialismo e Democracia, em 1942). A inovação, para Schumpeter, impulsiona a economia capitalista com “vendavais de destruição construtiva”. Peter Drucker, considerado o pai do management, foi outro grande defensor da inovação e escreveu o livro seminal Innovation and entrepreneurship, em 1985.
     Por isso, há muito tempo, especialistas estão incitando os líderes de empresas a inovar. A famosa professora de Harvard, Rosabeth Moss Kanter, afirma que a inovação nunca foi uma moda passageira, mas admite, contudo, que é “redescoberta” como um facilitador do crescimento empresarial mais ou menos a cada seis anos (a duração aproximada de uma geração de gestores.
       Quais serão as forças que hoje colocam a inovação de novo em foco? Por que estamos acuados pela advertência “Inovar ou morrer”? Recentemente, ela foi usada como título pelo guru dos best-sellers, Tom Peters; pelo professor da Universidade da Pensilvânia Jack V. Matson; pelas redes de televisão BBC e NBC; pelas publicações Time, Forbes, Wired, The Huffington Post e Business Insider, para citar alguns; e até um curso de MBA na Escola de Negócios da Universidade de Columbia leva este nome!
      A renovada atenção à inovação é, provavelmente, uma consequência de dois fatores principais: em primeiro lugar, o mundo saiu da Grande Recessão – em que prevaleceu a sobrevivência a curto prazo -, e, agora, as empresas têm algum dinheiro disponível para pensar em transformações de longo prazo. Segundo, afetou fortemente a decadência de marcas famosas que não sucumbiram por causa da crise financeira generalizada, mas por terem ficado no caminho diante das inovações dos demais. O declínio de nomes como Kodak, Nokia, Blackberry, Blockbuster, MySpace e outras chamou, graficamente, a atenção de dirigentes de empresas para a vulnerabilidade inata das companhias no mundo capitalista. Mesmo o futuro de marcas como a Sony e a Microsoft está sendo questionado em alguns círculos.
     Minha segunda discrepância com relação ao título deste artigo está no fato de que uma “filosofia” consiste em um conjunto de raciocínios ou pensamentos. Utilizar este termo ao contexto da inovação empresarial dá a sensação de ficar na divagação. Mas a necessidade de inovação na empresa é imperativa, é essencial. Parafraseando Schumpeter, Leonard assegura que a maioria das empresas caem, mais cedo ou mais tarde, vítimas da inovação de seus concorrentes. Os empregadores que ignoram esta lição o fazem por sua própria conta e risco: para sobreviver devem ser empreendedores e pensar estrategicamente.

O problema é que a inovação é tão difícil… não?
Nem todo mundo é Jeff Bezos, icônico fundador da gigante de comércio eletrônico Amazon.com, um verdadeiro visionário dos negócios. Para a maioria dos líderes de empresas, sair em busca da grande visão que mudará para sempre as regras do jogo de nossas indústrias – os “oceanos azuis” de Kim e Mauborgne, onde deixaremos os competidores de fora – seria facilmente quixotesco. 
       Mas há esperança! Existem dois tipos de inovação: a disruptiva e a incremental, e, dentro desta última estão as inovações evolucionárias e revolucionárias. O líder de pensamentos dos tipos de inovação é o professor de Harvard, Clayton Christensen.
De acordo com Christensen, as inovações disruptivas, com o tempo, criam novos mercados e conjuntos de valores. Um exemplo seria o Modelo Ford T, que saiu dos regimes da antiga indústria automotiva que produzia bens de luxo, colocando carros ao alcance das pessoas comuns, causando a alteração na indústria de carros. As inovações disruptivas tipicamente se manifestam como opções mais econômicas, abrindo novos mercados que eventualmente ofuscam os antigos mercados afetados. Exemplos mais recentes que o Ford T são os telefones celulares substituindo os fixos, as telas de LCD dos televisores que substituíram os modelos de tubo, com raios catódicos, e o Netflix, que aboliu o mercado de aluguel de DVDs (adeus, Blockbuster!).
A verdade é que, se na indústria de sua empresa surge uma inovação disruptiva, será melhor unir-se a ela, comprando ou associando-se a empresas inovadoras – ou, caso contrário – imitá-las. É isto ou preparar-se para uma aposentadoria antecipada… O problema é que muitas vezes não é tão fácil identificar a disrupção de sucesso – especialmente a partir de empresas que lideram a indústria desafiada – até que seja tarde demais. O inventor do Netflix, por iniciativa própria – ofereceu um partnering com a Blockbuster, em 2000, e foi demitido às gargalhadas na sala de reuniões. A Blockbuster entrou em falência em 2010, enquanto a Netflix atualmente tem valor de mercado de US$ 28 bilhões, cerca de dez vezes o que valia a Blockbuster em seu tempo.
Por isso, boa sorte, se tiver que lidar com um disrupção deste tipo!
Mas a maioria das empresas operam em setores onde não se vislumbram disrupções atualmente. São o território de inovações incrementais, que não perturbam os mercados existentes, mas que acrescentam valor às indústrias, normalmente graças às mudanças tecnológicas. As inovações incrementais evolucionárias correspondem à prática da melhoria contínua que caracteriza a gestão de qualidade total e às práticas sucessoras, como as normas ISSO. As inovações incrementais revolucionárias são chamadas “breakthroughs” (um termo inglês de difícil tradução, que significa grande avanço, sucesso ou descoberta, em palavras mais aproximadas). Um exemplo seria o netbook, que revolucionou o tamanho do laptop, mas que de nenhuma maneira criou um novo sistema de mercado ou sistema de valores.
É no campo das inovações incrementais que todo empresário e gestor deve se concentrar para manter sua companhia no tom – e de preferência um passo adiante – da competência. Não é preciso ser um gênio como Steve Jobs para praticar a inovação incremental. Com o tempo, a prática e a perseverança, algumas das inovações alcançadas poderão ser “breakthroughs”.
Há uma grande quantidade de literatura relacionada a métodos de gestão da inovação. Convém ao empresário ou gestor interessado que a consulte e, talvez, contrate um especialista coaching na área.
São técnicas diferentes, mas uma vez dominadas as de inovação incremental, chegará o momento de tentar liderar a inovação disruptiva. Não será fácil, mas a perspectiva de ser, possivelmente, aquele que abre um novo mercado que deixa os outros para fora vai energizar toda a empresa
E assim, este ensaio poderia ter sido intitulado “Inovação: imperativo perene para empresas líderes”(!).

Teahan Mary. Disponível em: https://www.revista-uno.com.br/numero20/inovacao-nova-filosofia-para-liderar-empresas/julho, 2015, Acesso em: 03 nov. 2022
Quanto à organização discursiva, em “até um curso de MBA na Escola de Negócios da Universidade de Columbia leva este nome!”, o elemento destacado 
Alternativas
Q2154983 Português
Texto 1

Inovação, nova filosofia para liderar empresas?

        A inovação não tem nada de nova. Esta é a primeira das duas dúvidas sobre a formulação do tema que surgiram para este texto, a questão que aparece no título acima.
    Como um preceito para a boa conduta das empresas, a inovação conta com uma longa lista de prestigiados conselheiros. O economista Joseph Schumpeter começou a formular sua teoria da inovação e do capitalismo em 1911 (embora suas ideias a respeito tenham chamado a atenção da comunidade acadêmica e de negócios a partir da publicação de seu livro mais popular, Capitalismo, Socialismo e Democracia, em 1942). A inovação, para Schumpeter, impulsiona a economia capitalista com “vendavais de destruição construtiva”. Peter Drucker, considerado o pai do management, foi outro grande defensor da inovação e escreveu o livro seminal Innovation and entrepreneurship, em 1985.
     Por isso, há muito tempo, especialistas estão incitando os líderes de empresas a inovar. A famosa professora de Harvard, Rosabeth Moss Kanter, afirma que a inovação nunca foi uma moda passageira, mas admite, contudo, que é “redescoberta” como um facilitador do crescimento empresarial mais ou menos a cada seis anos (a duração aproximada de uma geração de gestores.
       Quais serão as forças que hoje colocam a inovação de novo em foco? Por que estamos acuados pela advertência “Inovar ou morrer”? Recentemente, ela foi usada como título pelo guru dos best-sellers, Tom Peters; pelo professor da Universidade da Pensilvânia Jack V. Matson; pelas redes de televisão BBC e NBC; pelas publicações Time, Forbes, Wired, The Huffington Post e Business Insider, para citar alguns; e até um curso de MBA na Escola de Negócios da Universidade de Columbia leva este nome!
      A renovada atenção à inovação é, provavelmente, uma consequência de dois fatores principais: em primeiro lugar, o mundo saiu da Grande Recessão – em que prevaleceu a sobrevivência a curto prazo -, e, agora, as empresas têm algum dinheiro disponível para pensar em transformações de longo prazo. Segundo, afetou fortemente a decadência de marcas famosas que não sucumbiram por causa da crise financeira generalizada, mas por terem ficado no caminho diante das inovações dos demais. O declínio de nomes como Kodak, Nokia, Blackberry, Blockbuster, MySpace e outras chamou, graficamente, a atenção de dirigentes de empresas para a vulnerabilidade inata das companhias no mundo capitalista. Mesmo o futuro de marcas como a Sony e a Microsoft está sendo questionado em alguns círculos.
     Minha segunda discrepância com relação ao título deste artigo está no fato de que uma “filosofia” consiste em um conjunto de raciocínios ou pensamentos. Utilizar este termo ao contexto da inovação empresarial dá a sensação de ficar na divagação. Mas a necessidade de inovação na empresa é imperativa, é essencial. Parafraseando Schumpeter, Leonard assegura que a maioria das empresas caem, mais cedo ou mais tarde, vítimas da inovação de seus concorrentes. Os empregadores que ignoram esta lição o fazem por sua própria conta e risco: para sobreviver devem ser empreendedores e pensar estrategicamente.

O problema é que a inovação é tão difícil… não?
Nem todo mundo é Jeff Bezos, icônico fundador da gigante de comércio eletrônico Amazon.com, um verdadeiro visionário dos negócios. Para a maioria dos líderes de empresas, sair em busca da grande visão que mudará para sempre as regras do jogo de nossas indústrias – os “oceanos azuis” de Kim e Mauborgne, onde deixaremos os competidores de fora – seria facilmente quixotesco. 
       Mas há esperança! Existem dois tipos de inovação: a disruptiva e a incremental, e, dentro desta última estão as inovações evolucionárias e revolucionárias. O líder de pensamentos dos tipos de inovação é o professor de Harvard, Clayton Christensen.
De acordo com Christensen, as inovações disruptivas, com o tempo, criam novos mercados e conjuntos de valores. Um exemplo seria o Modelo Ford T, que saiu dos regimes da antiga indústria automotiva que produzia bens de luxo, colocando carros ao alcance das pessoas comuns, causando a alteração na indústria de carros. As inovações disruptivas tipicamente se manifestam como opções mais econômicas, abrindo novos mercados que eventualmente ofuscam os antigos mercados afetados. Exemplos mais recentes que o Ford T são os telefones celulares substituindo os fixos, as telas de LCD dos televisores que substituíram os modelos de tubo, com raios catódicos, e o Netflix, que aboliu o mercado de aluguel de DVDs (adeus, Blockbuster!).
A verdade é que, se na indústria de sua empresa surge uma inovação disruptiva, será melhor unir-se a ela, comprando ou associando-se a empresas inovadoras – ou, caso contrário – imitá-las. É isto ou preparar-se para uma aposentadoria antecipada… O problema é que muitas vezes não é tão fácil identificar a disrupção de sucesso – especialmente a partir de empresas que lideram a indústria desafiada – até que seja tarde demais. O inventor do Netflix, por iniciativa própria – ofereceu um partnering com a Blockbuster, em 2000, e foi demitido às gargalhadas na sala de reuniões. A Blockbuster entrou em falência em 2010, enquanto a Netflix atualmente tem valor de mercado de US$ 28 bilhões, cerca de dez vezes o que valia a Blockbuster em seu tempo.
Por isso, boa sorte, se tiver que lidar com um disrupção deste tipo!
Mas a maioria das empresas operam em setores onde não se vislumbram disrupções atualmente. São o território de inovações incrementais, que não perturbam os mercados existentes, mas que acrescentam valor às indústrias, normalmente graças às mudanças tecnológicas. As inovações incrementais evolucionárias correspondem à prática da melhoria contínua que caracteriza a gestão de qualidade total e às práticas sucessoras, como as normas ISSO. As inovações incrementais revolucionárias são chamadas “breakthroughs” (um termo inglês de difícil tradução, que significa grande avanço, sucesso ou descoberta, em palavras mais aproximadas). Um exemplo seria o netbook, que revolucionou o tamanho do laptop, mas que de nenhuma maneira criou um novo sistema de mercado ou sistema de valores.
É no campo das inovações incrementais que todo empresário e gestor deve se concentrar para manter sua companhia no tom – e de preferência um passo adiante – da competência. Não é preciso ser um gênio como Steve Jobs para praticar a inovação incremental. Com o tempo, a prática e a perseverança, algumas das inovações alcançadas poderão ser “breakthroughs”.
Há uma grande quantidade de literatura relacionada a métodos de gestão da inovação. Convém ao empresário ou gestor interessado que a consulte e, talvez, contrate um especialista coaching na área.
São técnicas diferentes, mas uma vez dominadas as de inovação incremental, chegará o momento de tentar liderar a inovação disruptiva. Não será fácil, mas a perspectiva de ser, possivelmente, aquele que abre um novo mercado que deixa os outros para fora vai energizar toda a empresa
E assim, este ensaio poderia ter sido intitulado “Inovação: imperativo perene para empresas líderes”(!).

Teahan Mary. Disponível em: https://www.revista-uno.com.br/numero20/inovacao-nova-filosofia-para-liderar-empresas/julho, 2015, Acesso em: 03 nov. 2022
Para desenvolver o tema, o autor se baseia em dois argumentos principais, e que envolvem a 
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Q2154892 Português

Texto 5


Encomenda

(Cecília Meireles)

Desejo uma fotografia

como esta — o senhor vê? — como esta:

em que para sempre me ria 

como um vestido de eterna festa.


Como tenho a testa sombria,

derrame luz na minha testa.

Deixe esta ruga, que me empresta

um certo ar de sabedoria.


Não meta fundos de floresta

nem de arbitrária fantasia...

Não... Neste espaço que ainda resta,

ponha uma cadeira vazia.


Fonte: MEIRELES, Cecília. Encomenda. In: MEIRELES, Cecília. Vaga Música. Rio de Janeiro: Global Editora, 2013.

No texto de Cecília Meireles, o uso recorrente de verbos no imperativo estabelece relação entre poesia, fotografia e
Alternativas
Q2154891 Português

Texto 5


Encomenda

(Cecília Meireles)

Desejo uma fotografia

como esta — o senhor vê? — como esta:

em que para sempre me ria 

como um vestido de eterna festa.


Como tenho a testa sombria,

derrame luz na minha testa.

Deixe esta ruga, que me empresta

um certo ar de sabedoria.


Não meta fundos de floresta

nem de arbitrária fantasia...

Não... Neste espaço que ainda resta,

ponha uma cadeira vazia.


Fonte: MEIRELES, Cecília. Encomenda. In: MEIRELES, Cecília. Vaga Música. Rio de Janeiro: Global Editora, 2013.

Levando-se em consideração as exigências da encomenda, a sujeita lírica quer-se ver retratada nesta ordem: alegre, iluminada, sábia, realista e

Alternativas
Q2154890 Português
Imagem associada para resolução da questão

O efeito de humor produzido pelo diálogo presente na tirinha de Laerte é produzido  
Alternativas
Q2154889 Português

Imagem associada para resolução da questão
A personagem em foco na tirinha de Laerte chama atenção para o fato de que o enunciado de seu interlocutor apresenta um problema de 
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Q2154888 Português

Delicinhas da língua: um breve compêndio do diminutivo no português

Por Gregório Duvivier

O ano já está no finalzinho, disse. E pensei: finalzinho é quando termina o final. Comecinho, não. Comecinho é quando começa o começo. Finalzinho é quando o final tá mais perto do final. Onde eu quero chegar com isso? Não faço ideia. Mas sei que vou devagarinho.

Enquanto quem está pertinho está mais perto, quem está longinho está menos longe. Enquanto a tardinha é no final da tarde, a noitinha fica no começo da noite.

Um minutinho dura mais do que um minuto, talvez uns três ou quatro. Um segundinho pode durar até 30 segundos regulamentares. Devagarinho é mais devagar. Rapidinho é mais rápido. Igualzinho é mais igual.

Pouquinho é mais pouco. Agorinha não é mais agora. Agorinha já foi agora, até que passou. "Ele chegou agorinha" significa que não chegou agora, mas há dois minutinhos.

Moço é o jovem, mocinho é o contrário do vilão. Mocinha só existe na frase "já virou mocinha", eufemismo pra um aumentativo: menstruação.

Todo o mundo gosta do engraçado, todo o mundo odeia o engraçadinho. O bonito dá inveja, o bonitinho dá pena.Todo o mundo quer ser bom, ninguém quer ser bonzinho. Quem está só pode estar feliz. Quem está sozinho, nunca. A voz só se torna vozinha quando irrita. Ninguém diz: "adoro sua vozinha", mas "para de fazer vozinha".

Na contramão: um pássaro pode incomodar. Um passarinho, nunca. Ricardo Araújo Pereira foi quem me alertou: o quente incomoda ou machuca. Diz-se: "cuidado, está quente." Não se diz: "cuidado, está quentinho." Diz-se "vou ficar no quentinho". Não há delícia maior que a delicinha. Nada é mais gostoso que o gostosinho.

A melhor culinária brasileira é toda diminutiva: escondidinho, empadinha, queijadinha. Não gosto muito de caldo, mas adoro um caldinho. Não gosto tanto de caju quanto de cajuzinho. Nunca comi um picado, mas não resisto a um picadinho. Gosto de coxa, mas prefiro a coxinha. Bolo tem sua graça, mas bom mesmo é um bolinho. Um é assado e doce, o outro é salgado e frito. Um serve na festinha, o outro, no barzinho.

Chamamos de soneca um sono curto, mas de soninho um sono gostoso. Sonequinha é um sono ao mesmo tempo curto e gostoso. "Quero estarzinho com ela", diz Raul Bopp em "Cobra Norato", e continua: "querzinho de ficar junto".

A língua portuguesa tem uma palavra pros buraquinhos que surgem no rosto quando se ri, e essa palavra também designa o lugar onde enterramos os mortos. Quando morrer, me enterrem numa covinha.

Disponível em:

<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2021/12/delicinhasda-lingua-veja-um-breve-compendio-do-diminutivo-no-portugues.shtml>.

Acesso em: 16 ago. 2022.

O dicionário Michaelis da Língua Portuguesa afirma que “compêndio” é um tratado sucinto sobre dada ciência ou disciplina. Diante disso, é correto afirmar que o autor, ao escolher classificar seu texto como um compêndio, 

Alternativas
Q2154887 Português

Delicinhas da língua: um breve compêndio do diminutivo no português

Por Gregório Duvivier

O ano já está no finalzinho, disse. E pensei: finalzinho é quando termina o final. Comecinho, não. Comecinho é quando começa o começo. Finalzinho é quando o final tá mais perto do final. Onde eu quero chegar com isso? Não faço ideia. Mas sei que vou devagarinho.

Enquanto quem está pertinho está mais perto, quem está longinho está menos longe. Enquanto a tardinha é no final da tarde, a noitinha fica no começo da noite.

Um minutinho dura mais do que um minuto, talvez uns três ou quatro. Um segundinho pode durar até 30 segundos regulamentares. Devagarinho é mais devagar. Rapidinho é mais rápido. Igualzinho é mais igual.

Pouquinho é mais pouco. Agorinha não é mais agora. Agorinha já foi agora, até que passou. "Ele chegou agorinha" significa que não chegou agora, mas há dois minutinhos.

Moço é o jovem, mocinho é o contrário do vilão. Mocinha só existe na frase "já virou mocinha", eufemismo pra um aumentativo: menstruação.

Todo o mundo gosta do engraçado, todo o mundo odeia o engraçadinho. O bonito dá inveja, o bonitinho dá pena.Todo o mundo quer ser bom, ninguém quer ser bonzinho. Quem está só pode estar feliz. Quem está sozinho, nunca. A voz só se torna vozinha quando irrita. Ninguém diz: "adoro sua vozinha", mas "para de fazer vozinha".

Na contramão: um pássaro pode incomodar. Um passarinho, nunca. Ricardo Araújo Pereira foi quem me alertou: o quente incomoda ou machuca. Diz-se: "cuidado, está quente." Não se diz: "cuidado, está quentinho." Diz-se "vou ficar no quentinho". Não há delícia maior que a delicinha. Nada é mais gostoso que o gostosinho.

A melhor culinária brasileira é toda diminutiva: escondidinho, empadinha, queijadinha. Não gosto muito de caldo, mas adoro um caldinho. Não gosto tanto de caju quanto de cajuzinho. Nunca comi um picado, mas não resisto a um picadinho. Gosto de coxa, mas prefiro a coxinha. Bolo tem sua graça, mas bom mesmo é um bolinho. Um é assado e doce, o outro é salgado e frito. Um serve na festinha, o outro, no barzinho.

Chamamos de soneca um sono curto, mas de soninho um sono gostoso. Sonequinha é um sono ao mesmo tempo curto e gostoso. "Quero estarzinho com ela", diz Raul Bopp em "Cobra Norato", e continua: "querzinho de ficar junto".

A língua portuguesa tem uma palavra pros buraquinhos que surgem no rosto quando se ri, e essa palavra também designa o lugar onde enterramos os mortos. Quando morrer, me enterrem numa covinha.

Disponível em:

<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2021/12/delicinhasda-lingua-veja-um-breve-compendio-do-diminutivo-no-portugues.shtml>.

Acesso em: 16 ago. 2022.

Marque a alternativa em que as palavras extraídas do texto produzem efeitos de sentido pejorativo.
Alternativas
Q2154886 Português

Delicinhas da língua: um breve compêndio do diminutivo no português

Por Gregório Duvivier

O ano já está no finalzinho, disse. E pensei: finalzinho é quando termina o final. Comecinho, não. Comecinho é quando começa o começo. Finalzinho é quando o final tá mais perto do final. Onde eu quero chegar com isso? Não faço ideia. Mas sei que vou devagarinho.

Enquanto quem está pertinho está mais perto, quem está longinho está menos longe. Enquanto a tardinha é no final da tarde, a noitinha fica no começo da noite.

Um minutinho dura mais do que um minuto, talvez uns três ou quatro. Um segundinho pode durar até 30 segundos regulamentares. Devagarinho é mais devagar. Rapidinho é mais rápido. Igualzinho é mais igual.

Pouquinho é mais pouco. Agorinha não é mais agora. Agorinha já foi agora, até que passou. "Ele chegou agorinha" significa que não chegou agora, mas há dois minutinhos.

Moço é o jovem, mocinho é o contrário do vilão. Mocinha só existe na frase "já virou mocinha", eufemismo pra um aumentativo: menstruação.

Todo o mundo gosta do engraçado, todo o mundo odeia o engraçadinho. O bonito dá inveja, o bonitinho dá pena.Todo o mundo quer ser bom, ninguém quer ser bonzinho. Quem está só pode estar feliz. Quem está sozinho, nunca. A voz só se torna vozinha quando irrita. Ninguém diz: "adoro sua vozinha", mas "para de fazer vozinha".

Na contramão: um pássaro pode incomodar. Um passarinho, nunca. Ricardo Araújo Pereira foi quem me alertou: o quente incomoda ou machuca. Diz-se: "cuidado, está quente." Não se diz: "cuidado, está quentinho." Diz-se "vou ficar no quentinho". Não há delícia maior que a delicinha. Nada é mais gostoso que o gostosinho.

A melhor culinária brasileira é toda diminutiva: escondidinho, empadinha, queijadinha. Não gosto muito de caldo, mas adoro um caldinho. Não gosto tanto de caju quanto de cajuzinho. Nunca comi um picado, mas não resisto a um picadinho. Gosto de coxa, mas prefiro a coxinha. Bolo tem sua graça, mas bom mesmo é um bolinho. Um é assado e doce, o outro é salgado e frito. Um serve na festinha, o outro, no barzinho.

Chamamos de soneca um sono curto, mas de soninho um sono gostoso. Sonequinha é um sono ao mesmo tempo curto e gostoso. "Quero estarzinho com ela", diz Raul Bopp em "Cobra Norato", e continua: "querzinho de ficar junto".

A língua portuguesa tem uma palavra pros buraquinhos que surgem no rosto quando se ri, e essa palavra também designa o lugar onde enterramos os mortos. Quando morrer, me enterrem numa covinha.

Disponível em:

<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2021/12/delicinhasda-lingua-veja-um-breve-compendio-do-diminutivo-no-portugues.shtml>.

Acesso em: 16 ago. 2022.

Tradicionalmente, as gramáticas normativas da Língua Portuguesa definem o tratamento de grau como operação morfológica marcada por desinências que exprimem noções de gradação de substantivo, adjetivo ou advérbio. O texto de Gregório Duvivier permite observar que as desinências dessa natureza também participam de processos de 
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Q2154885 Pedagogia
Segundo os princípios fundamentais da Sociolinguística, as seguintes expressões: “Tu vai cantar?”; “A gente vamos cantar.”; “Nós vai cantar.” apresentam manifestações do mesmo fenômeno, qual seja,
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Q2154884 Pedagogia
Para o Ensino Fundamental, a Base Nacional Comum Curricular (2017) propõe a formação de um leitor de literatura que seja capaz de 
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Q2154883 Português
Qual das perguntas abaixo corresponde a uma concepção formalista de literatura? 
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Q2154882 Português
O texto da BNCC (2017) apresenta campos de atuação que “contemplam dimensões formativas da linguagem na escola e fora dela”. Fica explícito assim que o ensino de Língua Portuguesa na escola é uma prática de linguagem que contribui para o exercício da cidadania pois permite  
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Q2154881 Português
Leia o texto a seguir.
A professora de minha filha Joana pede a todos os alunos que escrevam um resumo de um livro que leram. Ela me pergunta para que escrever esse resumo. Tento dar alguma motivação para essa tarefa, e digo-lhe que a professora pode não ter lido o livro e lendo o resumo que ela faria poderia ficar interessada ou não em ler todo o livro. Recebi como resposta: – Mas que professora mais indecisa! Precisa ler 25 resumos para saber se quer ler o livro?.
Fonte: GERALDI, João Wanderley. O ensino de língua portuguesa e a Base Nacional Comum Curricular. Revista Retratos da Escola, Brasília, v. 9, n. 17, p. 381- 396, jul./dez. 2015.

A resposta de Joana permite afirmar que a produção textual na escola deve considerar 
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Q2154880 Pedagogia
Leia o texto a seguir.
[...] a linguagem é “uma forma de ação interindividual orientada para uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes numa sociedade, nos distintos momentos de sua história.
Fonte: BNCC, 2017 apud BRASIL, 1998, p. 20.

Conforme a definição de linguagem da Base Nacional Comum Curricular (2017), a perspectiva teórica assumida é
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Q2154879 Português
Leia o texto a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

O uso que as autoras fazem da tirinha para explicar o que são orações subordinadas adjetivas restritivas trata o gênero textual tira em quadrinhos como 
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Q2154878 Português
O Homem de Ferro sauasno a vovozinha

Era uma vez uma vovozinha muito velha ela tinha 101 anos e ela tinha um protetor chamado Homem de Ferro ela sempre podia comtar com a sua ajudar que sempre ele tavala para a protejela uma tarde o Homem de Ferro pemsou em levar 10 paes pas a vó no caminho pra casa da vó ele viu dois cachorro de 3 cabesa ele asou os dois muitos estranhos e ele parou voado e os cachorros foram pracasa da vovozimha o Homem de Ferro gigou matou o primeiro cachoro o segundo cachorro modeu ele e ele ficou com raiva e matou o cachoro e deu o dosé pra vovozinha eles viveram feliz para sepre FIM

Fonte: Produção textual de um aluno de escola pública de 5º ano. (Anônimo).
O texto produzido indica um leitor em processo de formação porque 
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Q2154877 Português
O Homem de Ferro sauasno a vovozinha

Era uma vez uma vovozinha muito velha ela tinha 101 anos e ela tinha um protetor chamado Homem de Ferro ela sempre podia comtar com a sua ajudar que sempre ele tavala para a protejela uma tarde o Homem de Ferro pemsou em levar 10 paes pas a vó no caminho pra casa da vó ele viu dois cachorro de 3 cabesa ele asou os dois muitos estranhos e ele parou voado e os cachorros foram pracasa da vovozimha o Homem de Ferro gigou matou o primeiro cachoro o segundo cachorro modeu ele e ele ficou com raiva e matou o cachoro e deu o dosé pra vovozinha eles viveram feliz para sepre FIM

Fonte: Produção textual de um aluno de escola pública de 5º ano. (Anônimo).
O texto produzido apresenta sequencias linguísticas típicas do gênero
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Q2154875 Português
O Homem de Ferro sauasno a vovozinha

Era uma vez uma vovozinha muito velha ela tinha 101 anos e ela tinha um protetor chamado Homem de Ferro ela sempre podia comtar com a sua ajudar que sempre ele tavala para a protejela uma tarde o Homem de Ferro pemsou em levar 10 paes pas a vó no caminho pra casa da vó ele viu dois cachorro de 3 cabesa ele asou os dois muitos estranhos e ele parou voado e os cachorros foram pracasa da vovozimha o Homem de Ferro gigou matou o primeiro cachoro o segundo cachorro modeu ele e ele ficou com raiva e matou o cachoro e deu o dosé pra vovozinha eles viveram feliz para sepre FIM

Fonte: Produção textual de um aluno de escola pública de 5º ano. (Anônimo).
Considerando o processo de aquisição do saber ortográfico da Língua Portuguesa, os fenômenos linguísticos observáveis no texto são 
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Respostas
19141: B
19142: A
19143: A
19144: D
19145: B
19146: A
19147: B
19148: C
19149: B
19150: D
19151: D
19152: B
19153: C
19154: D
19155: A
19156: C
19157: B
19158: D
19159: D
19160: A