Questões de Concurso
Comentadas para iv - ufg
Foram encontradas 26.205 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O pequizeiro, cujo nome científico é Caryocar brasiliense, é uma árvore de médio porte, típica do Cerrado, cujos frutos são chamados de pequi ou piqui. PEQUI é uma palavra que vem da língua indígena tupi, onde “py” significa pele e “qui” espinhos, por causa dos pequenos espinhos no caroço.

OLIVEIRA, W. L. Boas práticas de manejo para o extrativismo sustentável do Pequi. Brasília: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, 2010. Disponível em <https://ispn.org.br/site/wpcontent/uploads/2018/10/BoasPraticasPequi.pdf>. Acesso em: 13 set. 2023.
A seta está indicando para a estrutura chamada de
Por volta de 1920, dois cientistas, o bioquímico russo Aleksandr I. Oparin (1894 - 1980) e o biólogo inglês John B. S. Haldane (1892 - 1964) apresentaram seus resultados baseados no estudo da teoria da evolução química do biólogo inglês Thomas H. Huxley (1825 - 1895). Segundo a teoria, a Terra primitiva continha compostos químicos inorgânicos, que combinados a fenômenos físicos como descargas elétricas produziriam compostos orgânicos, que são a base da vida na Terra. Porém, esta hipótese só foi testada em laboratório em 1953 pelos cientistas Stanley L. Miller (1930 - 2007) e Harold C. Urey (1893 - 1981).
PILLING, S. Química prebiótica e formas de vida primitiva. Astroquímica, Universidade do Vale da Paraíba. Disponível em: <https://www1.univap.br/spilling/AQ/Aula%2015%20- %20Quimica%20prebiotica.pdf>. Acesso em: 13 ago. 2023.
A hipótese de Oparin e Haldane foi testada por Miller e Urey, que inseriram em um sistema fechado vapor de água e os gases
Considere as orações:
(5a) Você vai sair, não?
(5b) Você não vai sair, vai?
Aparentemente, (5a) e (5b) são perguntas equivalentes que podem ter como resposta – “sim, vou sair”. Entretanto, um exame mais cuidadoso indica que ambas cabem melhor em cenários diferentes:
CENA III
“Jamil marcara um encontro com seu colega Juvenal para, enfim, concluírem um trabalho que deveria ser entregue no dia seguinte. De tarde, no horário marcado, vai à casa de Juvenal e o encontra na porta de casa em roupa de domingo. Preocupado, pergunta: √...?”.
CENA IV
“Jamil e Joaninha resolvem reunir-se para de uma vez resolverem os seus problemas de namoro. Estão na sala do apartamento de solteiros que Jamil partilha com Juvenal. Este nem desconfia e fica por lá contando casos da escola. Logo que se vê a sós com Juvenal, na cozinha, Jamil pergunta: √...?”.
FRANCHI, C; et al. O uso de relações semânticas na análise gramatical. Linha D’Água, (14), 55-72. Disponível em: <https://doi.org/10.11606/issn.2236- 4242.v0i14p55-72>. Acesso em 31 ago. 2023. p. 61.
O procedimento utilizado na análise do fenômeno linguístico-discursivo é a

Disponível em: <https://slideplayer.com.br/slide/12018844/>. Acesso em: 31 ago. 2023.
No texto, existe a ideia de que as habilidades de comunicação no letramento
Leia o Texto 9 para responder à questão.
Texto 9
Em um texto escrito em 1977 e publicado em 1987, Carlos Franchi (1987) propõe que um ensino eficaz de Português deve ser realizado mediante atividades linguísticas, num primeiro nível, seguidas de atividades epilinguísticas, finalizadas por atividades metalinguísticas. Tais níveis são assim explicados por Franchi:
1. Atividade linguística é nada mais que o exercício pleno,
circunstanciado, intencionado e com intenções
significativas da própria linguagem. Ela já se dá,
obviamente, nas circunstâncias cotidianas da
comunicação no âmbito da família e da comunidade de
nossos alunos. E somente pode reproduzir-se, na
escola, se esta se tornar espaço de rica interação social.
2. Chamamos de atividade epilinguística a essa prática que opera sobre a própria linguagem, compara as expressões, transforma-as, experimenta novos modos de construção canônicos ou não, brinca com a linguagem, investe as formas linguísticas de novas significações.
3. É somente sobre fatos relevantes de sua língua (relevantes: carregados de significação) que o aluno pode fazer hipóteses sobre a natureza da linguagem e o caráter sistemático das construções linguísticas, e pode um dia falar da linguagem, descrevê-la em um quadro nocional intuitivo ou teórico. Uma atividade metalinguística.
FRANCHI, C. Criatividade e gramática. Trabalhos de linguística aplicada,Campinas, IEL/UNICAMP, n. 9, p. 5-45, 1987. [Adaptado].
Leia o Texto 9 para responder à questão.
Texto 9
Em um texto escrito em 1977 e publicado em 1987, Carlos Franchi (1987) propõe que um ensino eficaz de Português deve ser realizado mediante atividades linguísticas, num primeiro nível, seguidas de atividades epilinguísticas, finalizadas por atividades metalinguísticas. Tais níveis são assim explicados por Franchi:
1. Atividade linguística é nada mais que o exercício pleno,
circunstanciado, intencionado e com intenções
significativas da própria linguagem. Ela já se dá,
obviamente, nas circunstâncias cotidianas da
comunicação no âmbito da família e da comunidade de
nossos alunos. E somente pode reproduzir-se, na
escola, se esta se tornar espaço de rica interação social.
2. Chamamos de atividade epilinguística a essa prática que opera sobre a própria linguagem, compara as expressões, transforma-as, experimenta novos modos de construção canônicos ou não, brinca com a linguagem, investe as formas linguísticas de novas significações.
3. É somente sobre fatos relevantes de sua língua (relevantes: carregados de significação) que o aluno pode fazer hipóteses sobre a natureza da linguagem e o caráter sistemático das construções linguísticas, e pode um dia falar da linguagem, descrevê-la em um quadro nocional intuitivo ou teórico. Uma atividade metalinguística.
FRANCHI, C. Criatividade e gramática. Trabalhos de linguística aplicada,Campinas, IEL/UNICAMP, n. 9, p. 5-45, 1987. [Adaptado].
Leia o Texto 9 para responder à questão.
Texto 9
Em um texto escrito em 1977 e publicado em 1987, Carlos Franchi (1987) propõe que um ensino eficaz de Português deve ser realizado mediante atividades linguísticas, num primeiro nível, seguidas de atividades epilinguísticas, finalizadas por atividades metalinguísticas. Tais níveis são assim explicados por Franchi:
1. Atividade linguística é nada mais que o exercício pleno,
circunstanciado, intencionado e com intenções
significativas da própria linguagem. Ela já se dá,
obviamente, nas circunstâncias cotidianas da
comunicação no âmbito da família e da comunidade de
nossos alunos. E somente pode reproduzir-se, na
escola, se esta se tornar espaço de rica interação social.
2. Chamamos de atividade epilinguística a essa prática que opera sobre a própria linguagem, compara as expressões, transforma-as, experimenta novos modos de construção canônicos ou não, brinca com a linguagem, investe as formas linguísticas de novas significações.
3. É somente sobre fatos relevantes de sua língua (relevantes: carregados de significação) que o aluno pode fazer hipóteses sobre a natureza da linguagem e o caráter sistemático das construções linguísticas, e pode um dia falar da linguagem, descrevê-la em um quadro nocional intuitivo ou teórico. Uma atividade metalinguística.
FRANCHI, C. Criatividade e gramática. Trabalhos de linguística aplicada,Campinas, IEL/UNICAMP, n. 9, p. 5-45, 1987. [Adaptado].
Ninguém
Havia um olhar sem dono flutuando entre os móveis e o lustre... Entre os quadros e o pó que uma faixa de sol alumiava. De fato, havia por ali um olhar submerso, meio entorpecido talvez por uma preciosa compaixão de tudo e nada, invisível por entre pupilas esfuziantes, diria que espumantes. Esse olhar parecia uma inseminação atávica naquela reunião de ilustres. Dominado por seu apelo vago, entrei no banheiro para lavar as mãos, não sei... Como que para selar o surto de exclusão que me acendia. Vi um corpo a se banhar atrás da cortina. “Quem é?”, escutei. Balbuciei: “Ninguém”. E fui me esgueirando para a porta de serviço.
NOLL, J.G. Mínimos, múltiplos, comuns. São Paulo: Francis, 2003, p. 32
No microconto “Ninguém” o pensamento do narrador orbita entre
Disponível em: <https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2020/TRABALHO_EV140_ MD1_SA13_ID3713_07072020232837.pdf>. Acesso em: 31 ago. 2023.
Nota-se no texto que a escrita no WhatsApp pode apresentar
Disponível em: <https://4.bp.blogspot.com/- tojXuOmOpLc/WdrJqmBHx3I/AAAAAAAAMJk/7yVeR2DqBj43QXQirrTzr_G9w A9oAg8EwCLcBGAs/s1600/apareceu.jpg>. Acesso em: 31 ago. 2023.
Qual recurso linguístico é utilizado no texto para tratar da publicidade direcionada?
Sinopse
A palavra brincalhar só existe no dicionário da imaginação. Quem me ensinou foi um menino que, um dia, depois de ouvir estes poemas, me confessou: — Estes são poemas para brincalhar... Fiquei perplexo e retorqui: — Mas a palavra brincalhar não existe... — Pois não, inventei-a hoje ao ouvir-te: são poemas brincalhões para brincar... Não estás a ver? Claro que vi! E adotei esta palavra nova. Espero que todos o façam também e, com ela, brinquem e se tornem brincadores.
João Manuel Ribeiro. Poemas para brincalhar. Ilustração: Anabela Dias. Disponível em: <https://www.bertrand.pt/livro/poemas-para-brincalhar-joaomanuel-ribeiro/21293571>. Acesso em: 31 ago. 2023.
Com relação à análise linguística, a atividade predominante no texto centra-se na
Prefácio: Pensando o mundo, propondo práticas.
Esta obra mobilizou o trabalho de professores universitários e seus estudantes. Certamente não quaisquer professores universitários, mas professores formadores de professores. Envolver-se com esta formação implica opções de diferentes ordens que resumiria na expressão “presença responsiva”. Presença implica uma atitude para com o tempo. Atenção com o que ocorre no presente. Olhar atento e crítico – o que significa “escutar” para compreender a complexidade inarredável. E a ocupação com a formação faz transver, ir além e imaginar um tempo futuro. Não há necessidade de formação se o futuro não estiver no horizonte. Não há razões, exceto aquelas de um positivismo estreito, para compreender o mundo e as gentes se nenhum interesse houver em transformá-lo.
GERALDI, J. W. Prefácio. In: BALTAR, Marcos; FRAGA, Camila Farias; ESPÍNDOLA, Michela Ribeiro; ANDRADE, Tayná Miranda de (Orgs.). Práticas educativas com o gênero canção na Educação Básica. São Carlos: Pedro & João Editores, 2022, p. 8 – 9.
Na visão de Geraldi, a formação de professores os