Questões de Concurso Comentadas para iv - ufg

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Q3210192 Nutrição
Com a publicação da Resolução CD/FNDE nº 6/2020, o fornecimento de alimentação vegetariana nos cardápios do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), a todos os estudantes, quando definido pela gestão local, será oferecido em
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Q3210191 Nutrição
Segundo o Guia para a Organização da Vigilância Alimentar e Nutricional na Atenção Primária à Saúde (Ministério da Saúde, 2022), uma criança menor de 5 anos com o percentil ≥ 0,1 e < 3 e escore-z ≥ -3 e < -2 é classificada, respectivamente, em relação ao seu peso para estatura e índice de massa corporal para a idade como 
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Q3210185 Saúde Pública
A Estratégia Saúde da Família (ESF) visa à reorganização da atenção básica no país e é tida pelo Ministério da Saúde (MS) e gestores estaduais e municipais como estratégia de expansão, qualificação e consolidação da atenção básica por favorecer uma reorientação do processo de trabalho com maior potencial de aprofundar os princípios, as diretrizes e os fundamentos da atenção básica, de ampliar a resolutividade e impacto na situação de saúde das pessoas e das coletividades, além de propiciar uma importante relação custo-efetividade. Nesse sentido, com relação à organização de uma equipe multiprofissional,
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Q3202463 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia o texto a seguir.


Ao concluir a 4ª série primária – hoje 5º ano do Ensino Fundamental –, chegou a hora de ir para mais longe de casa, morar com minha avó. Ali, na fazenda, já não tinha mais estudos para mim, para continuar, tinha que ir para a cidade de Jussara, estudar em uma escola grande e iniciar o 1º grau, cursar a 5ª série, atualmente, 6º ano. Fui matriculada no Colégio Estadual Dom Bosco, hoje CEPI. Dessa vez, o medo foi bem maior, além de chegar de uma escola próxima da fazenda, na qual todos já se conheciam, agora era mais assustador, não conhecia ninguém e havia muitos alunos e professores/as.


OLIVEIRA, W. C. De onde venho: reconstruindo e rememorando caminhos que trilhei. In: OLIVEIRA, W. C; OLIVEIRA, I. L. Memórias de leitura: um estudo sobre a formação do leitor do ensino fundamental - anos finais. Goiânia: Kelps, 2020. [Adaptado].

No relato, ao chegar à cidade de Jussara, a pessoa sentiu medo por causa da

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Q3202462 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia o texto a seguir.


No início do século XX, como política pública de incentivo do Estado Nacional, houve a implantação de Colônias Agrícolas para aumentar populacionalmente o centro oeste do Brasil e potencializar suas atividades agrárias. O território que atualmente é a cidade de Jussara (GO) não esteve oficialmente dentro desse programa de Colônia Agrícola, mas houve uma apropriação de terras de forma espontânea de migrantes de classe social e econômica baixa, no atual território da referida cidade, que (trans) formou pelos próprios moradores como a sua Colônia Agrícola.


SILVA, Hilda Freitas. Bairro nortista (Jussara-GO): a migração e a (re)construção de um lugar. Goiânia, 2019. [Adaptado].

O nome dado à colônia de que o texto fala é
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Q3202461 Português

Leia o texto a seguir.


Nós Vereadores, investidos de poder para elaborar as Leis, às tradições e aos anseios de nossa gente, respeitando os direitos fundamentais da pessoa humana e as leis maiores, procurando definir e limitar a ação do município em sua função e proporcionar, dentro dos preceitos Liberais, Igualdade e Justiça, uma sociedade fraterna e livre sobre a proteção de Deus, aprovamos e promulgamos a presente Lei Orgânica do Município de Jussara.


Disponível em: <https://camaramunicipaldejussara.go.gov.br/documentos//_publicacoes_/_leis/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

A Lei Orgânica do Município de Jussara é considerada um dos documentos mais importantes da história do município, justamente por reunir as questões mencionadas. Conforme o texto, os vereadores fizeram o documento considerando 
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Q3202460 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia o trecho a seguir.


Jussara Souza Marques de Amorim foi convidada a dar o pontapé inicial em jogos de futebol e posar com os jogadores no Estádio Pedro Ludovico. Muito além disso, o nome da Miss homenageou a cidade de Jussara, no interior de Goiás, a 240 km da capital. A filha da Miss, Paula Marquez, conta que "ela ficou muito agradecida, disse que foi maravilhoso". Segundo a filha, a mãe ganhou uma fazenda na região, mas nunca tomou posse, pois "não importava o dinheiro, o carinho recebido nas homenagens a emocionava".


Disponível em: <https://www.dm.com.br/brasil/goiana-levou-o-titulo-de-miss-brasil-em-1949-117925>. Acesso em: 15 ago. 2024.

O trecho demonstra um sentimento dos goianos em relação à modelo de
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Q3202459 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia o texto a seguir.


 A população da cidade de Jussara (GO) chegou a 19.625 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 2,46% em comparação com o Censo de 2010.

Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010.

No estado de Goiás, a população é de 7.055.228, o que representa um aumento de 17,55% quando comparado ao Censo anterior.


Disponível em: <https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2023/06/28/populacao-de-jussara-go-e-de-19-625-pessoas-aponta-o-censo-do-ibge.ghtml>. . Acesso: em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

Os dados mostram que a taxa de crescimento populacional de Jussara é
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Q3202458 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia o Texto 4 para responder a questão.


Texto 4


Os prejuízos das mudanças climáticas chegaram a R$ 2 bilhões em Goiás, afirmou André Amorim, gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo). “Com a estiagem nos municípios, a perda da parte agrícola gira em torno de R$ 2 bilhões só no estado de Goiás”, disse. Amorim esteve no programa Tom Maior para explicar os principais fenômenos responsáveis pelas frequentes mudanças no clima.


Disponível em: <https://sagresonline.com.br/mudancas-climaticas-deixaram-prejuizo-de-r-2-bilhoes-em-goias-afirma-gerente-do-cimehgo/> Acesso em: 15 ago. 2024. [Adaptado].

A medida que pode ser tomada para evitar os impactos mencionados no texto é
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Q3202457 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia o Texto 4 para responder a questão.


Texto 4


Os prejuízos das mudanças climáticas chegaram a R$ 2 bilhões em Goiás, afirmou André Amorim, gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo). “Com a estiagem nos municípios, a perda da parte agrícola gira em torno de R$ 2 bilhões só no estado de Goiás”, disse. Amorim esteve no programa Tom Maior para explicar os principais fenômenos responsáveis pelas frequentes mudanças no clima.


Disponível em: <https://sagresonline.com.br/mudancas-climaticas-deixaram-prejuizo-de-r-2-bilhoes-em-goias-afirma-gerente-do-cimehgo/> Acesso em: 15 ago. 2024. [Adaptado].

Conforme o texto, as mudanças climáticas produziram, em Goiás, impactos na 
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Q3202456 História e Geografia de Estados e Municípios
Hoje em dia, a economia goiana se destaca pela sua alta contribuição para a economia nacional e está cada vez mais competitiva no mercado internacional. Isso se deve ao fato de a agricultura goiana se modernizar constantemente. Uma das formas de modernização é
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Q3202455 História e Geografia de Estados e Municípios
A culinária goiana é conhecida devido às contribuições de diferentes grupos. A pamonha se destaca entre os diversos pratos famosos, inclusive, internacionalmente. O grupo que mais contribuiu para a criação da pamonha foram
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Q3202454 História e Geografia de Estados e Municípios
A mineração em Goiás teve seu auge no século XVIII. Essa atividade econômica resultou em grandes mudanças na história do estado. Nesse sentido, foi uma das consequências da mineração
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Q3202440 Português

Leia o Texto 2 para responder a questão.


 Texto 2


Crônica do trânsito


Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.

Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!

Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.

Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.


Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

No trecho “Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada, ambas as palavras destacadas exercem a função de pronome
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Q3202439 Português

Leia o Texto 2 para responder a questão.


 Texto 2


Crônica do trânsito


Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.

Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!

Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.

Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.


Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

No segundo parágrafo, a expressão “fominhas” é sinônimo de
Alternativas
Q3202438 Português

Leia o Texto 2 para responder a questão.


 Texto 2


Crônica do trânsito


Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.

Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!

Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.

Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.


Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

Ao expressar emoções pessoais vividas durante a situação cotidiana narrada, a cronista utilizou predominantemente
Alternativas
Q3202437 Português

Leia o Texto 1 para responder a questão.


Texto 1


Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.

 Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.

Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.


Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].

No trecho "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção...” (último parágrafo), a conjunção “Se” indica
Alternativas
Q3202436 Português

Leia o Texto 1 para responder a questão.


Texto 1


Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.

 Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.

Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.


Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].

Na frase “Esses motoristas têm baixa percepção de risco...”, a palavra “têm” possui acento gráfico por ser 
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Q3202435 Português

Leia o Texto 1 para responder a questão.


Texto 1


Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.

 Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.

Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.


Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].

No último parágrafo, a palavra “infladas” possui sentido
Alternativas
Q3202434 Português

Leia o Texto 1 para responder a questão.


Texto 1


Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.

 Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.

Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.


Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].

O texto informa que
Alternativas
Respostas
6541: A
6542: D
6543: D
6544: A
6545: B
6546: A
6547: C
6548: C
6549: B
6550: D
6551: C
6552: A
6553: D
6554: A
6555: B
6556: B
6557: D
6558: C
6559: A
6560: C