Foram encontradas 29.526 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3809901 Português
Leia o Texto 2 para responder às questão.


Texto 2


    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), convocou audiência pública para discutir a licitude da contratação de trabalhador autônomo ou pessoa jurídica para a prestação de serviços, a chamada “pejotização”.


    Em sua exposição, o ministro afirma que a discussão sobre a “pejotização” tem inegável relevância econômica e social, além de ter se tornado prática recorrente entre empresas de todos os portes e segmentos. Assim, é imprescindível definir critérios e objetivos para a caracterização de eventual fraude, para garantir transparência e proteção a empregadores e trabalhadores.


    “A coleta de dados e argumentos tecnicamente qualificados e especializados permitirá que esta Corte se debruce com maior segurança sobre os fatos. A reflexão em torno da liberdade da organização produtiva dos cidadãos e da proteção ao trabalhador, especialmente no que se refere aos hipossuficientes, impõe esclarecimentos técnicos acerca do impacto dessa forma de contratação na economia nacional, envolvendo não apenas as empresas contratantes, mas também a União, tendo em vista reflexos diretos em sua arrecadação”, afirmou o ministro.


Disponível em: https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/stf-convoca-audienciapublica-para-discutir-pejotizacao-em-contratos-de-trabalho/. Acesso em: 12 ago. 2025. [Adaptado].
O modo de enunciação presente no segundo parágrafo do texto é marcado pelo emprego de
Alternativas
Q3809899 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


A intrincada teia de obstáculos que envolve o empreendedorismo e a inconstante insegurança jurídica fazem do Brasil um país hesitante para os responsáveis pelas decisões de investimento na hora de iniciar ou expandir os negócios. O excesso de regras — muitas impraticáveis, ou difíceis de serem aplicadas, e outras reinterpretadas conforme a conjuntura política — impede que a Nação leve adiante grandes projetos. “Há, na Ciência Política, o termo ‘vetocracia’, que explica que, em várias democracias, há um exagero nos pontos de veto para iniciativas empreendedoras. O emaranhado de indivíduos e comitês que têm o poder de negar uma proposta é excessivamente amplo. O que ocorre é que, justamente quando um empreendedor acredita ter superado um obstáculo, outro surge, interrompendo abruptamente a execução do projeto. No contexto brasileiro, como as interpretações das regras mudam várias vezes, isso nos torna uma ‘hesitocracia’”, adverte Diogo Costa, Professor de Ciência Política.


Disponível em: https: //umbrasil.com/videos/problemas-no-brasil-sao-taoenraizados-que-se-tornam-invisiveis/. Acesso em: 12 ago. 2025. [Adaptado]
Na frase “O excesso de regras — muitas impraticáveis, ou difíceis de serem aplicadas, e outras reinterpretadas conforme a conjuntura política — impede que a Nação leve adiante grandes projetos.”, o sujeito do verbo destacado (“impede”) é 
Alternativas
Q3809898 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


A intrincada teia de obstáculos que envolve o empreendedorismo e a inconstante insegurança jurídica fazem do Brasil um país hesitante para os responsáveis pelas decisões de investimento na hora de iniciar ou expandir os negócios. O excesso de regras — muitas impraticáveis, ou difíceis de serem aplicadas, e outras reinterpretadas conforme a conjuntura política — impede que a Nação leve adiante grandes projetos. “Há, na Ciência Política, o termo ‘vetocracia’, que explica que, em várias democracias, há um exagero nos pontos de veto para iniciativas empreendedoras. O emaranhado de indivíduos e comitês que têm o poder de negar uma proposta é excessivamente amplo. O que ocorre é que, justamente quando um empreendedor acredita ter superado um obstáculo, outro surge, interrompendo abruptamente a execução do projeto. No contexto brasileiro, como as interpretações das regras mudam várias vezes, isso nos torna uma ‘hesitocracia’”, adverte Diogo Costa, Professor de Ciência Política.


Disponível em: https: //umbrasil.com/videos/problemas-no-brasil-sao-taoenraizados-que-se-tornam-invisiveis/. Acesso em: 12 ago. 2025. [Adaptado]
O excerto, extraído de um site de entrevistas, tem o propósito comunicativo de expor e defender um ponto de vista acerca de qual tema?
Alternativas
Q3739640 Espanhol

Leia o texto a seguir.


La irrupción de ChatGPT ha suscitado un creciente interés en la inteligencia artificial en el ámbito educativo. Sin embargo, las expectativas sobre su potencial se enfrentan a la incertidumbre sobre sus implicaciones reales, especialmente en la enseñanza del español como lengua extranjera o segunda, donde la investigación empírica sigue siendo escasa. Este estudio exploratorio tiene como objetivo identificar la opinión del profesorado de español sobre la integración de ChatGPT como herramienta docente, los usos que hacen de este chatbot y las limitaciones que perciben. A través de un cuestionario aplicado a 159 docentes, se recogieron datos sobre diversas variables relacionadas con el uso de esta herramienta. El 47% de los participantes afirma utilizar ChatGPT en su labor docente. Entre los usos más frecuentes destacan la generación de preguntas para preparar clases y la búsqueda de información cultural para actividades con estudiantes. No obstante, también se identificaron barreras significativas, como preocupaciones sobre la privacidad y el posible uso deshonesto por parte del alumnado.


TRIBES, Matías; MASID BLANCO, Ocarina. Perspectivas docentes del uso de ChatGPT en la enseñanza del español: aplicaciones, desafíos e implicaciones. Journal of Spanish Language Teaching, v. 12, n. 1, p. 17-32, 2025. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/23247797.2025.2504266?src =. Acesso em: 11 out. 2025.


O texto apresenta uma pesquisa exploratória sobre o uso do ChatGPT no ensino de espanhol como língua estrangeira ou como segunda língua. A pesquisa  

Alternativas
Q3739639 Espanhol

Leia o texto a seguir.


En el Uruguay existe un imaginario político de que somos una sociedad monolingüe. En muchos sectores predomina la idea de un Uruguay lingüísticamente homogéneo. Esto es así a pesar de que el proceso de construcción histórica de nuestra sociedad tuvo una naturaleza fuertemente plurilingüe: no debemos olvidar la presencia de los grandes grupos migratorios que llegaron a Uruguay entre 1860 y 1920. Estos grupos procedentes de toda Europa –aunque mayoritariamente de España e Italia – trajeron consigo sus lenguas y dialectos. Pero además, el Uruguay presenta una situación lingüística muy particular en las fronteras con Brasil. […] Como resultado de este proceso histórico que pone en situación de contacto lingüístico al portugués y al español, surge en estas comunidades fronterizas una variedad dialectal del portugués que, técnicamente se denomina DPU (Dialectos Portugueses del Uruguay), y popularmente se conoce como portuñol. La peculiaridad de esta situación fue objeto de numerosos estudios lingüísticos nacionales e internacionales, que analizaron el fenómeno desde múltiples puntos de vista. Mi intención en este artículo es hacer una lectura de esta situación lingüística de la frontera desde la perspectiva de los derechos humanos.


ROMÁN, Sandra. La diversidad lingüística en el Uruguay: el caso de los DPU. Quehacer Educativo, Montevideu, v. 22, n. 116, p. 21-24, dez. 2012. Disponível em: https://www.fumtep.edu.uy/didactica/item/download/764_8b4a9d60b4683b24 a16ad0b8002eed8e. Acesso em: 10 out. 2025. 



De acordo com o texto, o Uruguai

Alternativas
Q3739637 Espanhol

Leia o Texto 7 para responder à questão.


Texto 7 


El género es una clasificación gramatical arbitraria que en español divide los sustantivos en dos clases: masculinos o femeninos. Todos los sustantivos del español tienen un género inherente, pero esta categoría no siempre se manifiesta, por eso, para conocer cuál es el género de un sustantivo tendremos que tener en cuenta el artículo que lo acompaña o la terminación del adjetivo con el que se construye […]. En algunos casos, los sustantivos que designan seres sexuados tienen marca de género […].


LIEBERMAN, Dorotea Inés. Temas de gramática del español como lengua extranjera. Buenos Aires: Eudeba, 2008. p. 61.  

O trecho “pero esta categoría no siempre se manifiesta” evidencia que
Alternativas
Q3739636 Espanhol

Leia o Texto 7 para responder à questão.


Texto 7 


El género es una clasificación gramatical arbitraria que en español divide los sustantivos en dos clases: masculinos o femeninos. Todos los sustantivos del español tienen un género inherente, pero esta categoría no siempre se manifiesta, por eso, para conocer cuál es el género de un sustantivo tendremos que tener en cuenta el artículo que lo acompaña o la terminación del adjetivo con el que se construye […]. En algunos casos, los sustantivos que designan seres sexuados tienen marca de género […].


LIEBERMAN, Dorotea Inés. Temas de gramática del español como lengua extranjera. Buenos Aires: Eudeba, 2008. p. 61.  

No trecho “que lo acompaña”, o termo destacado refere-se a
Alternativas
Q3739635 Espanhol

Leia o texto a seguir.


Se considera que los alumnos son organismos que pueden ser dirigidos mediante técnicas de formación adecuadas para producir respuestas correctas. De acuerdo con la teoría de aprendizaje conductista, la enseñanza se centra más en las manifestaciones externas del aprendizaje que en los procesos internos. Los alumnos desempeñan un papel pasivo, respondiendo a estímulos, y, por tanto, tienen poco poder de decisión sobre el contenido, el ritmo y el estilo de aprendizaje. No se les pide que inicien la interacción porque ello puede conducir a errores. El hecho de que en los primeros niveles los alumnos no siempre entiendan el significado de lo que están repitiendo no se percibe como un inconveniente porque al escuchar al profesor, imitar con corrección y realizar tareas controladas están aprendiendo una nueva forma de conducta verbal.



RICHARDS, J. C.; RODGERS, T. S. Enfoques y métodos en la enseñanza de idiomas. Madri: Cambridge University Press, 1998. p. 61.


Considerando o papel do aluno nas distintas abordagens e nos diferentes métodos destinados ao ensino de idiomas, o texto apresenta características 

Alternativas
Q3739634 Espanhol

Leia o Texto 6 para responder à questão.


Texto 6


El término gramática es utilizado hoy en varios sentidos, de los cuales interesan aquí especialmente dos. En el más estricto, la gramática es la parte de la lingüística que estudia la estructura de las palabras, las formas en que estas se enlazan y los significados a los que tales combinaciones dan lugar. En el más amplio, la gramática comprende, además de todo lo anterior, el análisis de los sonidos del habla, que corresponde a la fonética, y el de su organización lingüística, que compete a la fonología. En el primero de los dos sentidos que se han introducido, la gramática se divide en dos subdisciplinas: la morfología se ocupa de la estructura de las palabras, su constitución interna y sus variaciones; a la sintaxis corresponde el análisis de la forma en que se combinan y se disponen linealmente, así como el de los grupos que forman. Como se ha señalado, también es objeto de la gramática el estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas. La duplicidad de sentidos a la que se alude al comienzo de este apartado se refleja en el hecho de que unas veces se usa el término gramática para hacer referencia a todas las disciplinas mencionadas, mientras que en otras ocasiones este término designa solo el conjunto formado por la morfología y la sintaxis.


REAL ACADEMIA ESPAÑOLA; ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA LENGUA ESPAÑOLA. Nueva gramática de la lengua española. Disponível em: https://www.rae.es/gramática/cuestiones-generales/introducción. Acesso em: 9 out. 2025.

As formas verbais “se han introducido” e “se ha señalado”, presentes no texto, correspondem, na língua espanhola, ao
Alternativas
Q3739633 Linguística

Leia o Texto 6 para responder à questão.


Texto 6


El término gramática es utilizado hoy en varios sentidos, de los cuales interesan aquí especialmente dos. En el más estricto, la gramática es la parte de la lingüística que estudia la estructura de las palabras, las formas en que estas se enlazan y los significados a los que tales combinaciones dan lugar. En el más amplio, la gramática comprende, además de todo lo anterior, el análisis de los sonidos del habla, que corresponde a la fonética, y el de su organización lingüística, que compete a la fonología. En el primero de los dos sentidos que se han introducido, la gramática se divide en dos subdisciplinas: la morfología se ocupa de la estructura de las palabras, su constitución interna y sus variaciones; a la sintaxis corresponde el análisis de la forma en que se combinan y se disponen linealmente, así como el de los grupos que forman. Como se ha señalado, también es objeto de la gramática el estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas. La duplicidad de sentidos a la que se alude al comienzo de este apartado se refleja en el hecho de que unas veces se usa el término gramática para hacer referencia a todas las disciplinas mencionadas, mientras que en otras ocasiones este término designa solo el conjunto formado por la morfología y la sintaxis.


REAL ACADEMIA ESPAÑOLA; ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA LENGUA ESPAÑOLA. Nueva gramática de la lengua española. Disponível em: https://www.rae.es/gramática/cuestiones-generales/introducción. Acesso em: 9 out. 2025.


No trecho “estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas”, o texto faz referência à
Alternativas
Q3739632 Espanhol

Leia o Texto 5 para responder à questão.


Texto 5


Este capítulo tiene como objetivo explorar el desarrollo del español para fines específicos (EFE) desde sus orígenes hasta nuestros días en un contexto global. Inspirado en gran parte a principios del siglo XX en intereses comerciales en los Estados Unidos y el desarrollo del inglés para fines específicos (IFE) en la Europa de los años 60, el EFE, en su sentido moderno, empezó a fraguarse hacia finales de los años 80 con una modesta producción de materiales didácticos y sin conciencia de poseer cierta independencia respecto al español como lengua general (ELG). El campo se afianzó en la década siguiente, logrando un crecimiento notable como anticipo del espectacular desarrollo experimentado en el siglo XXI, tanto en producción de materiales de enseñanza como en investigaciones teóricas y aplicadas. Como resultado, actualmente existen numerosas publicaciones, congresos especializados, asociaciones profesionales, revistas científicas, diseños curriculares de grado y posgrado, cursos especializados en instituciones públicas y privadas, así como títulos oficiales acreditativos del grado de competencia en diversas áreas de lengua especializada. La primera parte del capítulo ofrece un recorrido histórico del EFE, resaltando las similitudes y diferencias ocurridas en diferentes partes geográficas. El siguiente apartado presenta los resultados de una encuesta internacional sobre la nomenclatura usada para este campo en varias regiones y el perfil docente y académico de los profesionales del campo, seguidos de una exploración panorámica de direcciones investigativas innovadoras en EFE en el contexto internacional actual. El capítulo concluye con una reflexión sobre el futuro del EFE como parte fundamental e integrada del currículo e investigaciones académicas en ELG.


SÁNCHEZ-LÓPEZ, Lourdes; TANO, Marcelo; FELICES LAGO, Ángel; LAFFORD, Barbara A. Perspectivas históricas del español para fines específicos / Historical perspectives on Spanish for specific purposes. In: LAFFORD, Barbara A.; FERREIRA CABRERA, Anita; ARNÓ MACIÀ, Elisabet (org.). Español para Fines Específicos (EFE) / The Routledge Handbook of Spanish for Specific Purposes. Abingdon / New York: Routledge, 2025. Disponível em: https://www.taylorfrancis.com/chapters/edit/10.4324/9781003057604- 3/perspectivas-históricas-del-español-para-fines-específicos-historicalperspectives-spanish-specific-purposes-lourdes-sánchez-lópez-marcelo-tanoángel-felices-lago-barbara-lafford. Acesso em: 9 out. 2025.

O texto aborda o desenvolvimento do espanhol para fins específicos (EFE), uma abordagem de ensino voltada a atender às demandas comunicativas de profissionais ou estudantes em contextos determinados, como o jurídico, médico, empresarial ou turístico, adequando o conteúdo e o vocabulário à área de interesse do aprendiz. Segundo o texto, essa abordagem
Alternativas
Q3739631 Espanhol

Leia o Texto 5 para responder à questão.


Texto 5


Este capítulo tiene como objetivo explorar el desarrollo del español para fines específicos (EFE) desde sus orígenes hasta nuestros días en un contexto global. Inspirado en gran parte a principios del siglo XX en intereses comerciales en los Estados Unidos y el desarrollo del inglés para fines específicos (IFE) en la Europa de los años 60, el EFE, en su sentido moderno, empezó a fraguarse hacia finales de los años 80 con una modesta producción de materiales didácticos y sin conciencia de poseer cierta independencia respecto al español como lengua general (ELG). El campo se afianzó en la década siguiente, logrando un crecimiento notable como anticipo del espectacular desarrollo experimentado en el siglo XXI, tanto en producción de materiales de enseñanza como en investigaciones teóricas y aplicadas. Como resultado, actualmente existen numerosas publicaciones, congresos especializados, asociaciones profesionales, revistas científicas, diseños curriculares de grado y posgrado, cursos especializados en instituciones públicas y privadas, así como títulos oficiales acreditativos del grado de competencia en diversas áreas de lengua especializada. La primera parte del capítulo ofrece un recorrido histórico del EFE, resaltando las similitudes y diferencias ocurridas en diferentes partes geográficas. El siguiente apartado presenta los resultados de una encuesta internacional sobre la nomenclatura usada para este campo en varias regiones y el perfil docente y académico de los profesionales del campo, seguidos de una exploración panorámica de direcciones investigativas innovadoras en EFE en el contexto internacional actual. El capítulo concluye con una reflexión sobre el futuro del EFE como parte fundamental e integrada del currículo e investigaciones académicas en ELG.


SÁNCHEZ-LÓPEZ, Lourdes; TANO, Marcelo; FELICES LAGO, Ángel; LAFFORD, Barbara A. Perspectivas históricas del español para fines específicos / Historical perspectives on Spanish for specific purposes. In: LAFFORD, Barbara A.; FERREIRA CABRERA, Anita; ARNÓ MACIÀ, Elisabet (org.). Español para Fines Específicos (EFE) / The Routledge Handbook of Spanish for Specific Purposes. Abingdon / New York: Routledge, 2025. Disponível em: https://www.taylorfrancis.com/chapters/edit/10.4324/9781003057604- 3/perspectivas-históricas-del-español-para-fines-específicos-historicalperspectives-spanish-specific-purposes-lourdes-sánchez-lópez-marcelo-tanoángel-felices-lago-barbara-lafford. Acesso em: 9 out. 2025.

Em razão de sua estrutura, propósito comunicativo e função social, o texto exemplifica o gênero textual
Alternativas
Q3739630 Inglês
Os alunos, em uma atividade de sala de aula, foram convidados a prever como será a vida deles daqui a dez anos. O tempo futuro é usado corretamente para expressar uma previsão em:
Alternativas
Q3739629 Inglês
A forma correta de ensinar as orações relativas (Relative Clauses) em uma aula de conversação é:
Alternativas
Q3739628 Inglês

Leia o diálogo a seguir.


A: What were you doing yesterday when I called you?

B: I didn’t hear the phone. I was taking a shower.


Com base no diálogo, o tempo verbal da frase “I was taking a shower” expressa o quê em relação à ligação telefônica?

Alternativas
Q3739625 Inglês
A sentença em que os adjetivos comparativos estão usados corretamente é:
Alternativas
Q3739622 Inglês
A sentença em que o verbo é usado corretamente é:
Alternativas
Q3739620 Pedagogia

Leia o Texto 7 para responder à questão.


Texto 7


Aceitei vir aqui para falar um pouco da importância do ato de ler. Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto.


[...]

Algum tempo depois, como professor também de português, nos meus vinte anos, vivi intensamente a importância elo de ler e de escrever, no fundo indicotomizáveis, com os alunos das primeiras séries do então chamado curso ginasial. A regência verbal, a sintaxe de concordância, o problema da crase, o sinclitismo pronominal, nada disso era reduzido por mim a tabletes de conhecimentos que devessem ser engolidos pelos estudantes. Tudo isso, pelo contrário, era proposto à curiosidade dos alunos de maneira dinâmica e viva, no corpo mesmo de textos, ora de autores que estudávamos, ora deles próprios, como objetos a serem desvelados e não como algo parado, cujo perfil eu descrevesse. Os alunos não tinham que memorizar mecanicamente a descrição do objeto, mas apreender a sua significação profunda. Só apreendendo-a seriam capazes de saber, por isso, de memorizá-la, de fixá-la. A memorização mecânica da descrição do elo não se constitui em conhecimento do objeto. Por isso, é que a leitura de um texto, tomado como pura descrição de um objeto é feita no sentido de memorizá-la, nem é real leitura, nem dela portanto resulta o conhecimento do objeto de que o texto fala.


FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1989.

O texto de Paulo Freire propõe um modo de ensinar em que a linguagem se articula com a realidade social e o conhecimento é construído na interação entre professor e alunos. Considerando o papel da linguagem nas práticas escolares, essa concepção indica que 
Alternativas
Q3739619 Português

Leia o Texto 7 para responder à questão.


Texto 7


Aceitei vir aqui para falar um pouco da importância do ato de ler. Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto.


[...]

Algum tempo depois, como professor também de português, nos meus vinte anos, vivi intensamente a importância elo de ler e de escrever, no fundo indicotomizáveis, com os alunos das primeiras séries do então chamado curso ginasial. A regência verbal, a sintaxe de concordância, o problema da crase, o sinclitismo pronominal, nada disso era reduzido por mim a tabletes de conhecimentos que devessem ser engolidos pelos estudantes. Tudo isso, pelo contrário, era proposto à curiosidade dos alunos de maneira dinâmica e viva, no corpo mesmo de textos, ora de autores que estudávamos, ora deles próprios, como objetos a serem desvelados e não como algo parado, cujo perfil eu descrevesse. Os alunos não tinham que memorizar mecanicamente a descrição do objeto, mas apreender a sua significação profunda. Só apreendendo-a seriam capazes de saber, por isso, de memorizá-la, de fixá-la. A memorização mecânica da descrição do elo não se constitui em conhecimento do objeto. Por isso, é que a leitura de um texto, tomado como pura descrição de um objeto é feita no sentido de memorizá-la, nem é real leitura, nem dela portanto resulta o conhecimento do objeto de que o texto fala.


FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1989.

Em sua análise sobre o ato de ler, Paulo Freire amplia o entendimento da leitura, articulando-a à compreensão do contexto social e cultural. A partir dessa perspectiva, o letramento é entendido como 
Alternativas
Q3739618 Pedagogia

Leia o Texto 7 para responder à questão.


Texto 7


Aceitei vir aqui para falar um pouco da importância do ato de ler. Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto.


[...]

Algum tempo depois, como professor também de português, nos meus vinte anos, vivi intensamente a importância elo de ler e de escrever, no fundo indicotomizáveis, com os alunos das primeiras séries do então chamado curso ginasial. A regência verbal, a sintaxe de concordância, o problema da crase, o sinclitismo pronominal, nada disso era reduzido por mim a tabletes de conhecimentos que devessem ser engolidos pelos estudantes. Tudo isso, pelo contrário, era proposto à curiosidade dos alunos de maneira dinâmica e viva, no corpo mesmo de textos, ora de autores que estudávamos, ora deles próprios, como objetos a serem desvelados e não como algo parado, cujo perfil eu descrevesse. Os alunos não tinham que memorizar mecanicamente a descrição do objeto, mas apreender a sua significação profunda. Só apreendendo-a seriam capazes de saber, por isso, de memorizá-la, de fixá-la. A memorização mecânica da descrição do elo não se constitui em conhecimento do objeto. Por isso, é que a leitura de um texto, tomado como pura descrição de um objeto é feita no sentido de memorizá-la, nem é real leitura, nem dela portanto resulta o conhecimento do objeto de que o texto fala.


FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1989.

O texto de Paulo Freire apresenta uma reflexão sobre o papel do professor e sobre o modo como o conhecimento linguístico pode ser construído na escola. Considerando as concepções de ensino da Língua Portuguesa, a abordagem descrita pelo autor se aproxima de uma prática pedagógica que
Alternativas
Respostas
4321: C
4322: C
4323: D
4324: B
4325: C
4326: B
4327: D
4328: A
4329: D
4330: B
4331: C
4332: A
4333: B
4334: A
4335: D
4336: B
4337: C
4338: B
4339: D
4340: C