Questões de Concurso
Comentadas para iv - ufg
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Leia o texto a seguir.
Goiás mantém diversas unidades de conservação ambiental. Um desses parques é ocupado principalmente por florestas estacionais semideciduais e matas de galeria, ecossistemas florestais que estão entre os mais devastados do mundo. É cortado pela rodovia BR-060/153, que é a principal via de acesso. O local está inserido nos municípios de Teresópolis, Goianápolis, Nerópolis e Goiânia e conta com sítios arqueológicos que abrigam vestígios da presença de povos indígenas agricultores-ceramistas da tradição Aratu, que viveram na região pelo menos até meados do século XIV. O local ainda protege um reservatório que é a principal fonte de água para a Região Metropolitana de Goiânia.
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Um grupo indígena cuja história marca a formação do território goiano vivia na região próxima à Ilha do Bananal, então conhecida como Ilha de Sant’Ana. Após terem sido aldeados ao longo dos séculos XVIII e XIX, depois de terem sofrido todo tipo de problemas devido ao contato com diferentes frentes de expansão da sociedade brasileira, migraram para o Mato Grosso, para a região do Rio das Mortes, onde hoje se localizam. Na segunda metade do século XIX, formavam várias aldeias, algumas em contato permanente com a população não índia (aldeamentos oficiais Janimbú e Tereza Cristina), enquanto outros povos, localizados na região do Rio das Mortes, eram considerados selvagens, por não manterem à época contato algum com a população nacional.
ROCHA, Leandro Mendes. A história dos indígenas de Goiás. In: MORAES, Cristina de Cássia Pereira; SOUZA, Rildo Bento de; RABELO, Danilo [organizadores]. Novas trajetórias e compartilhamentos sobre a história de Goiás. Goiânia: Cegraf UFG, 2023, p. 19-20. [Adaptado].
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No governo, ele realizou o projeto de mudar a capital do estado de Goiás, criando uma cidade moderna. Em 1932, formou uma comissão que escolheu uma região próxima à atual Goiânia para sediar a nova capital. A transferência enfrentou forte oposição de políticos e moradores da antiga Vila Boa, incluindo tentativas de boicote e ameaças ao interventor.
descreve a quantidade de
quilômetros
que uma corredora profissional percorre
após
horas do início de sua corrida. Quantos quilômetros
a atleta percorrerá após 1 hora e 30 minutos do início de sua
corrida? O meme “se tudo der errado, viro CLT” escancara algo
muito maior do que piadas nas redes. Pra muita gente,
especialmente jovens e até crianças, trabalhar com carteira
assinada virou sinônimo de pegar ônibus lotado, ouvir bronca
de chefe e ganhar mal, enquanto influenciadores vendem o
sonho do sucesso fácil no digital. Mas será que rasgar a CLT é
o caminho?
Os direitos que ela garante nasceram justamente para
proteger o trabalhador de abusos. Antes da lei, não existia limite
de jornada, garantia de salário em caso de doença, nem
controle do trabalho infantil. Além disso, empreender on-line
pode parecer libertador, mas é bem mais difícil do que parece.
Um estudo com 40 mil perfis pequenos no Instagram mostrou
que só 1,4% passou dos 5 mil seguidores em 4 meses.
e só 1,4% passou dos 5 mil seguidores em 4 meses.
No fim das contas, o problema não é a CLT. É o modelo de
trabalho exploratório que muitos brasileiros enfrentam e isso
precisa mudar. O debate é urgente: queremos menos direitos
ou empregos mais dignos?
Disponível em: https://www.facebook.com/cebmsaomateus/posts/-o-meme-setudo-der-errado-viro-clt-escancara-algo-muito-maior-do-que-piadasnas/1316825950451370/. Acesso em: 21 ago. 2025
O meme “se tudo der errado, viro CLT” escancara algo
muito maior do que piadas nas redes. Pra muita gente,
especialmente jovens e até crianças, trabalhar com carteira
assinada virou sinônimo de pegar ônibus lotado, ouvir bronca
de chefe e ganhar mal, enquanto influenciadores vendem o
sonho do sucesso fácil no digital. Mas será que rasgar a CLT é
o caminho?
Os direitos que ela garante nasceram justamente para
proteger o trabalhador de abusos. Antes da lei, não existia limite
de jornada, garantia de salário em caso de doença, nem
controle do trabalho infantil. Além disso, empreender on-line
pode parecer libertador, mas é bem mais difícil do que parece.
Um estudo com 40 mil perfis pequenos no Instagram mostrou
que só 1,4% passou dos 5 mil seguidores em 4 meses.
e só 1,4% passou dos 5 mil seguidores em 4 meses.
No fim das contas, o problema não é a CLT. É o modelo de
trabalho exploratório que muitos brasileiros enfrentam e isso
precisa mudar. O debate é urgente: queremos menos direitos
ou empregos mais dignos?
Disponível em: https://www.facebook.com/cebmsaomateus/posts/-o-meme-setudo-der-errado-viro-clt-escancara-algo-muito-maior-do-que-piadasnas/1316825950451370/. Acesso em: 21 ago. 2025
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En el Uruguay existe un imaginario político de que somos una sociedad monolingüe. En muchos sectores predomina la idea de un Uruguay lingüísticamente homogéneo. Esto es así a pesar de que el proceso de construcción histórica de nuestra sociedad tuvo una naturaleza fuertemente plurilingüe: no debemos olvidar la presencia de los grandes grupos migratorios que llegaron a Uruguay entre 1860 y 1920. Estos grupos procedentes de toda Europa –aunque mayoritariamente de España e Italia – trajeron consigo sus lenguas y dialectos. Pero además, el Uruguay presenta una situación lingüística muy particular en las fronteras con Brasil. […] Como resultado de este proceso histórico que pone en situación de contacto lingüístico al portugués y al español, surge en estas comunidades fronterizas una variedad dialectal del portugués que, técnicamente se denomina DPU (Dialectos Portugueses del Uruguay), y popularmente se conoce como portuñol. La peculiaridad de esta situación fue objeto de numerosos estudios lingüísticos nacionales e internacionales, que analizaron el fenómeno desde múltiples puntos de vista. Mi intención en este artículo es hacer una lectura de esta situación lingüística de la frontera desde la perspectiva de los derechos humanos.
ROMÁN, Sandra. La diversidad lingüística en el Uruguay: el caso de los DPU. Quehacer Educativo, Montevideu, v. 22, n. 116, p. 21-24, dez. 2012. Disponível em: https://www.fumtep.edu.uy/didactica/item/download/764_8b4a9d60b4683b24 a16ad0b8002eed8e. Acesso em: 10 out. 2025.
De acordo com o texto, o Uruguai
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Se considera que los alumnos son organismos que pueden ser dirigidos mediante técnicas de formación adecuadas para producir respuestas correctas. De acuerdo con la teoría de aprendizaje conductista, la enseñanza se centra más en las manifestaciones externas del aprendizaje que en los procesos internos. Los alumnos desempeñan un papel pasivo, respondiendo a estímulos, y, por tanto, tienen poco poder de decisión sobre el contenido, el ritmo y el estilo de aprendizaje. No se les pide que inicien la interacción porque ello puede conducir a errores. El hecho de que en los primeros niveles los alumnos no siempre entiendan el significado de lo que están repitiendo no se percibe como un inconveniente porque al escuchar al profesor, imitar con corrección y realizar tareas controladas están aprendiendo una nueva forma de conducta verbal.
RICHARDS, J. C.; RODGERS, T. S. Enfoques y métodos en la enseñanza de idiomas. Madri: Cambridge University Press, 1998. p. 61.
Considerando o papel do aluno nas distintas abordagens e nos diferentes métodos destinados ao ensino de idiomas, o texto apresenta características
Leia o Texto 6 para responder à questão.
Texto 6
El término gramática es utilizado hoy en varios sentidos, de los cuales interesan aquí especialmente dos. En el más estricto, la gramática es la parte de la lingüística que estudia la estructura de las palabras, las formas en que estas se enlazan y los significados a los que tales combinaciones dan lugar. En el más amplio, la gramática comprende, además de todo lo anterior, el análisis de los sonidos del habla, que corresponde a la fonética, y el de su organización lingüística, que compete a la fonología. En el primero de los dos sentidos que se han introducido, la gramática se divide en dos subdisciplinas: la morfología se ocupa de la estructura de las palabras, su constitución interna y sus variaciones; a la sintaxis corresponde el análisis de la forma en que se combinan y se disponen linealmente, así como el de los grupos que forman. Como se ha señalado, también es objeto de la gramática el estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas. La duplicidad de sentidos a la que se alude al comienzo de este apartado se refleja en el hecho de que unas veces se usa el término gramática para hacer referencia a todas las disciplinas mencionadas, mientras que en otras ocasiones este término designa solo el conjunto formado por la morfología y la sintaxis.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA; ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA LENGUA ESPAÑOLA. Nueva gramática de la lengua española. Disponível em: https://www.rae.es/gramática/cuestiones-generales/introducción. Acesso em: 9 out. 2025.
Leia o Texto 6 para responder à questão.
Texto 6
El término gramática es utilizado hoy en varios sentidos, de los cuales interesan aquí especialmente dos. En el más estricto, la gramática es la parte de la lingüística que estudia la estructura de las palabras, las formas en que estas se enlazan y los significados a los que tales combinaciones dan lugar. En el más amplio, la gramática comprende, además de todo lo anterior, el análisis de los sonidos del habla, que corresponde a la fonética, y el de su organización lingüística, que compete a la fonología. En el primero de los dos sentidos que se han introducido, la gramática se divide en dos subdisciplinas: la morfología se ocupa de la estructura de las palabras, su constitución interna y sus variaciones; a la sintaxis corresponde el análisis de la forma en que se combinan y se disponen linealmente, así como el de los grupos que forman. Como se ha señalado, también es objeto de la gramática el estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas. La duplicidad de sentidos a la que se alude al comienzo de este apartado se refleja en el hecho de que unas veces se usa el término gramática para hacer referencia a todas las disciplinas mencionadas, mientras que en otras ocasiones este término designa solo el conjunto formado por la morfología y la sintaxis.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA; ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA LENGUA ESPAÑOLA. Nueva gramática de la lengua española. Disponível em: https://www.rae.es/gramática/cuestiones-generales/introducción. Acesso em: 9 out. 2025.
No trecho “estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas”, o texto faz referência à
Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
Este capítulo tiene como objetivo explorar el desarrollo del español para fines específicos (EFE) desde sus orígenes hasta nuestros días en un contexto global. Inspirado en gran parte a principios del siglo XX en intereses comerciales en los Estados Unidos y el desarrollo del inglés para fines específicos (IFE) en la Europa de los años 60, el EFE, en su sentido moderno, empezó a fraguarse hacia finales de los años 80 con una modesta producción de materiales didácticos y sin conciencia de poseer cierta independencia respecto al español como lengua general (ELG). El campo se afianzó en la década siguiente, logrando un crecimiento notable como anticipo del espectacular desarrollo experimentado en el siglo XXI, tanto en producción de materiales de enseñanza como en investigaciones teóricas y aplicadas. Como resultado, actualmente existen numerosas publicaciones, congresos especializados, asociaciones profesionales, revistas científicas, diseños curriculares de grado y posgrado, cursos especializados en instituciones públicas y privadas, así como títulos oficiales acreditativos del grado de competencia en diversas áreas de lengua especializada. La primera parte del capítulo ofrece un recorrido histórico del EFE, resaltando las similitudes y diferencias ocurridas en diferentes partes geográficas. El siguiente apartado presenta los resultados de una encuesta internacional sobre la nomenclatura usada para este campo en varias regiones y el perfil docente y académico de los profesionales del campo, seguidos de una exploración panorámica de direcciones investigativas innovadoras en EFE en el contexto internacional actual. El capítulo concluye con una reflexión sobre el futuro del EFE como parte fundamental e integrada del currículo e investigaciones académicas en ELG.
SÁNCHEZ-LÓPEZ, Lourdes; TANO, Marcelo; FELICES LAGO, Ángel; LAFFORD, Barbara A. Perspectivas históricas del español para fines específicos / Historical perspectives on Spanish for specific purposes. In: LAFFORD, Barbara A.; FERREIRA CABRERA, Anita; ARNÓ MACIÀ, Elisabet (org.). Español para Fines Específicos (EFE) / The Routledge Handbook of Spanish for Specific Purposes. Abingdon / New York: Routledge, 2025. Disponível em: https://www.taylorfrancis.com/chapters/edit/10.4324/9781003057604- 3/perspectivas-históricas-del-español-para-fines-específicos-historicalperspectives-spanish-specific-purposes-lourdes-sánchez-lópez-marcelo-tanoángel-felices-lago-barbara-lafford. Acesso em: 9 out. 2025.