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Q4330319 Matemática

Leonardo foi comprar pneus para o seu carro e viu a seguinte promoção:



“COMPRE UM PNEU E LEVE DOIS POR R$ 550,00!”



Se Leonardo comprar dois pneus, levará 4 pneus pelo valor total de

Alternativas
Q4330318 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa.” (3º parágrafo)



Assinale a opção correta ao se passar o trecho sublinhado acima para o plural.

Alternativas
Q4330317 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.” (2º parágrafo)



A palavra no trecho acima que deve ser classificada como um pronome é

Alternativas
Q4330316 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

Analisando as palavras do texto, assinale a que se classifica como substantivo abstrato. 
Alternativas
Q4330315 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos.” (1º parágrafo)



Assinale a opção que apresente corretamente um sinônimo para “inquietos”.

Alternativas
Q4330314 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.” (3º parágrafo)



Assinale a opção que apresente uma palavra do trecho acima com divisão silábica incorreta.

Alternativas
Q4330313 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“Não chovia há muitos e muitos meses...” (1º parágrafo)


Nesse trecho, a ação ocupa

Alternativas
Q4330312 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

Participam como personagens do texto 
Alternativas
Q4330311 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

Os travessões empregados no texto servem para 
Alternativas
Q4330310 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.” (7º parágrafo)


No trecho acima, há quantos dígrafos?

Alternativas
Q4330309 Português

Texto



A CAUSA DA CHUVA



    Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

    – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

    – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

    – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

    Nesse momento começou a chover.

    – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

    – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

    – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?



MORAL: Todas as opiniões estão erradas.



(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

O texto é exemplo de fábula, que é um texto que sempre traz uma lição moral.


No caso da moral do texto, é correto afirmar que 

Alternativas
Q4047823 Artes Cênicas
Em relação aos jogos teatrais propostos por Viola Spolin, analise as afirmativas a seguir:
I. Em seu livro Improvisação para o Teatro (2010), Spolin afirma que, se o ambiente permitir, pode-se aprender qualquer coisa; e, se o indivíduo permitir, o ambiente lhe ensinará tudo o que ele tem para ensinar.
II. Os jogos teatrais, de acordo com Spolin (2011), possuem três regras, que incluem a estrutura: “onde”, “quem” e “o quê”. O “onde” está relacionado ao ambiente; o “quem” está dentro do ambiente, personagem ou relacionamento; e “o quê” é a atividade a ser executada, a ação de cena.
III. Para Spolin (2012), as três essências do jogo teatral, como um conjunto indispensável, são “foco”, “instrução” e “avaliação”. O “foco” coloca o jogo em movimento. “Instrução” são frases ou palavras que devem guiar o jogador ao foco, gerando interação, movimento, transformação. A “avaliação” nasce do foco e sempre está ligada a uma situação-problema que precisa ser solucionada ou trabalhada no foco do jogo.
IV. Para Spolin (2012), o jogo só pode obter sucesso quando ele ou ela acreditar no jogo, no grupo e na instrução.
Assinale
Alternativas
Q4047822 Música
Compositor brasileiro de música erudita que criou músicas que dialogam com as raízes brasileiras. Suas composições chamadas Choros são exemplos de obras inspiradas em cantos populares. Por exemplo, “Choros nº 3” é inspirado no canto dos índios Pareci (de Mato Grosso).
Trata-se de
Alternativas
Q4047821 Artes Plásticas
É considerado um dos nomes mais influentes do rap brasileiro da atualidade. O artista chama a atenção por sua lírica afiada, marginalizada, agressiva e por suas fortes críticas sociais nas letras. Em 2017 lançou o álbum “Heresia”, que apresenta fortes críticas à sociedade e traz mensagens enfatizando o empoderamento negro.
Trata-se de
Alternativas
Q4047820 Educação Artística
O Passeio Público foi inaugurado no Rio de Janeiro em 1783. Segundo Proença (2005), sua concepção seguiu a ideia, comum na Europa, de que um jardim, com ruas, lagos, fontes, bosques e esculturas, representaria a natureza controlada e organizada segundo a razão humana.
O responsável pelo projeto e por diversas obras que se encontram no local foi
Alternativas
Q4047819 Artes Visuais
Representante da pintura do barroco mineiro; seu trabalho pode ser visto nos forros, sacristias, paredes laterais das Igrejas: Santo Antônio (em Santa Bárbara), Nossa Senhora do Rosário (em Mariana), São Francisco (em Ouro Preto).
Trata-se de
Alternativas
Q4047818 Educação Artística
Sobre as Escolinhas de Arte do Brasil, indique V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A primeira Escolinha de Arte do Brasil foi criada em 1948, no Rio de Janeiro, por Augusto Rodrigues, Margaret Spencer e Lucia Alencastro Valentim. Contudo, a partir da década de 1950, destacam-se como pioneiras a Escolinha de Cachoeiro do Itapemirim, dirigida por Izabel Braga Rocha; a Escolinha de Arte do Círculo Militar de Porto Alegre, dirigida por Edna Soter e Major Fortunato de Oliveira; a Escolinha de Arte da Bahia, dirigida por Maria Rosita Salgado Góes; e a Escolinha de Arte do Recife, dirigida pela arte-educadora Noêmia de Araújo Varela.
( ) Neste espaço a criança era considerada como um ser dotado de capacidade para expressar com beleza e arte, sem a necessidade de orientação de adultos. Assim, o conceito de Criança Criadora alcançou grande difusão com exposições de desenhos e pinturas infantis.
( ) De acordo com Barbosa (1984), a partir de 1958, quando o Governo Federal permitiu a criação de classes experimentais na escola primária e secundária, a equipe da Escolinha de Arte do Brasil ficou responsável por práticas desenvolvidas nas escolas participantes e passou e estabelecer convênios com instituições privadas para treinar professores.
( ) A Escolinha de Arte do Brasil e o Movimento Escolinhas de Arte foram iniciativas que, durante décadas, lideram a articulação coletiva dos professores de Arte, em prol do seu ensino na educação formal como área de conhecimento.
As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Q4047817 Música
Músico, compositor e escritor responsável por conceber o conceito de “paisagem sonora” e “esquizofonia”, em que diferencia a produção de um som e sua reprodução por meio de equipamentos eletrônicos.
Trata-se de
Alternativas
Q4047816 Artes Cênicas
Importante coreógrafa brasileira que se destacou com a primeira mulher a dirigir um show no Cirque du Soleil. Entre seus principais trabalhos podemos destacar Cão sem plumas, Ovo e Nó.
Trata-se de
Alternativas
Q4047815 Pedagogia
De acordo com Ferraz e Fusari (2010), este movimento, que aconteceu no Brasil entre as décadas de 1930 e 1940, estava baseado nas experiências e expectativas das crianças e na valorização do seu avanço natural, em um ambiente livre para a concepção e ampliação da sua maneira de expressar e compreender o ambiente ao seu redor. No sentido que Saviani (1983) afirma: deslocou o eixo da questão pedagógica do intelecto para o sentimento; do aspecto lógico para o psicológico; dos conteúdos cognitivos para os métodos ou processos pedagógicos; do professor para o aluno; do esforço para interesse; da disciplina para a espontaneidade.
Os autores acima estão se referindo à
Alternativas
Respostas
15701: A
15702: C
15703: B
15704: D
15705: B
15706: A
15707: D
15708: A
15709: D
15710: D
15711: A
15712: D
15713: D
15714: D
15715: D
15716: B
15717: D
15718: A
15719: C
15720: B