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Leonardo foi comprar pneus para o seu carro e viu a seguinte promoção:
“COMPRE UM PNEU E LEVE DOIS POR R$ 550,00!”
Se Leonardo comprar dois pneus, levará 4 pneus pelo valor total de
Texto
A CAUSA DA CHUVA
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
MORAL: Todas as opiniões estão erradas.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)
“– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa.” (3º parágrafo)
Assinale a opção correta ao se passar o trecho sublinhado acima para o plural.
Texto
A CAUSA DA CHUVA
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
MORAL: Todas as opiniões estão erradas.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)
“– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.” (2º parágrafo)
A palavra no trecho acima que deve ser classificada como um pronome é
Texto
A CAUSA DA CHUVA
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
MORAL: Todas as opiniões estão erradas.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)
Texto
A CAUSA DA CHUVA
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
MORAL: Todas as opiniões estão erradas.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)
“Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos.” (1º parágrafo)
Assinale a opção que apresente corretamente um sinônimo para “inquietos”.
Texto
A CAUSA DA CHUVA
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
MORAL: Todas as opiniões estão erradas.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)
“– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.” (3º parágrafo)
Assinale a opção que apresente uma palavra do trecho acima com divisão silábica incorreta.
Texto
A CAUSA DA CHUVA
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
MORAL: Todas as opiniões estão erradas.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)
“Não chovia há muitos e muitos meses...” (1º parágrafo)
Nesse trecho, a ação ocupa
Texto
A CAUSA DA CHUVA
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
MORAL: Todas as opiniões estão erradas.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)
Texto
A CAUSA DA CHUVA
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
MORAL: Todas as opiniões estão erradas.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)
Texto
A CAUSA DA CHUVA
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
MORAL: Todas as opiniões estão erradas.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)
“– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.” (7º parágrafo)
No trecho acima, há quantos dígrafos?
Texto
A CAUSA DA CHUVA
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.
– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.
Nesse momento começou a chover.
– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.
– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?
MORAL: Todas as opiniões estão erradas.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)
O texto é exemplo de fábula, que é um texto que sempre traz uma lição moral.
No caso da moral do texto, é correto afirmar que
I. Em seu livro Improvisação para o Teatro (2010), Spolin afirma que, se o ambiente permitir, pode-se aprender qualquer coisa; e, se o indivíduo permitir, o ambiente lhe ensinará tudo o que ele tem para ensinar.
II. Os jogos teatrais, de acordo com Spolin (2011), possuem três regras, que incluem a estrutura: “onde”, “quem” e “o quê”. O “onde” está relacionado ao ambiente; o “quem” está dentro do ambiente, personagem ou relacionamento; e “o quê” é a atividade a ser executada, a ação de cena.
III. Para Spolin (2012), as três essências do jogo teatral, como um conjunto indispensável, são “foco”, “instrução” e “avaliação”. O “foco” coloca o jogo em movimento. “Instrução” são frases ou palavras que devem guiar o jogador ao foco, gerando interação, movimento, transformação. A “avaliação” nasce do foco e sempre está ligada a uma situação-problema que precisa ser solucionada ou trabalhada no foco do jogo.
IV. Para Spolin (2012), o jogo só pode obter sucesso quando ele ou ela acreditar no jogo, no grupo e na instrução.
Assinale
Trata-se de
Trata-se de
O responsável pelo projeto e por diversas obras que se encontram no local foi
Trata-se de
( ) A primeira Escolinha de Arte do Brasil foi criada em 1948, no Rio de Janeiro, por Augusto Rodrigues, Margaret Spencer e Lucia Alencastro Valentim. Contudo, a partir da década de 1950, destacam-se como pioneiras a Escolinha de Cachoeiro do Itapemirim, dirigida por Izabel Braga Rocha; a Escolinha de Arte do Círculo Militar de Porto Alegre, dirigida por Edna Soter e Major Fortunato de Oliveira; a Escolinha de Arte da Bahia, dirigida por Maria Rosita Salgado Góes; e a Escolinha de Arte do Recife, dirigida pela arte-educadora Noêmia de Araújo Varela.
( ) Neste espaço a criança era considerada como um ser dotado de capacidade para expressar com beleza e arte, sem a necessidade de orientação de adultos. Assim, o conceito de Criança Criadora alcançou grande difusão com exposições de desenhos e pinturas infantis.
( ) De acordo com Barbosa (1984), a partir de 1958, quando o Governo Federal permitiu a criação de classes experimentais na escola primária e secundária, a equipe da Escolinha de Arte do Brasil ficou responsável por práticas desenvolvidas nas escolas participantes e passou e estabelecer convênios com instituições privadas para treinar professores.
( ) A Escolinha de Arte do Brasil e o Movimento Escolinhas de Arte foram iniciativas que, durante décadas, lideram a articulação coletiva dos professores de Arte, em prol do seu ensino na educação formal como área de conhecimento.
As afirmativas são, respectivamente,
Trata-se de
Trata-se de
Os autores acima estão se referindo à