Questões de Concurso
Para funcab
Foram encontradas 17.554 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo - responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós - responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão - quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão - não pensamos certamente em nós de modo consciente,mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 133. “Não pensar mais em si”
NIETZSCHE, Friedrich. Aurora . Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105
Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo - responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós - responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão - quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão - não pensamos certamente em nós de modo consciente,mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 133. “Não pensar mais em si”
NIETZSCHE, Friedrich. Aurora . Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105
Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo - responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós - responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão - quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão - não pensamos certamente em nós de modo consciente,mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 133. “Não pensar mais em si”
NIETZSCHE, Friedrich. Aurora . Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105
Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo - responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós - responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão - quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão - não pensamos certamente em nós de modo consciente,mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 133. “Não pensar mais em si”
NIETZSCHE, Friedrich. Aurora . Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105
I. A tragédia alheia pode tocar as pessoas de muitos modos, e confirma-se a motivação pessoal da compaixão.
II. Há uma reformulação do pensamento, oposta à ideia de que a compaixão é um ato altruísta de esquecimento de simesmo.
III. As motivações pessoais da compaixão impossibilitam a crítica social.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Observe o gráfico abaixo, que apresenta as Curvas de Demanda (DD), Receita Média (RMe), Receita Marginal (RMg), Custo Médio (CMe) e de Custo Marginal (CMg), de uma empresa monopolista.
O ponto que define o nível de produção em que o monopolista está maximizando seu lucro é:
Termo que indica insuficiência de demanda, agregada, em relação à oferta agregada de pleno emprego, e que revela o aumento necessário da demanda agregada para que a economia atinja o equilíbrio de pleno emprego. Assinale-o.
Seja uma economia hipotética, fechada e sem governo, em que a função consumo é dada pela equação C = 50 + ¾ y, e o nível de investimento autônomo seja igual a 100. Se o produto de pleno emprego for 750, para que essa economia equilibre-se com pleno emprego, será preciso aumentar o nível de investimento em:
Para formar expectativas sobre inflação futura, agentes não pesquisam somente o passado, mas também informações que estão disponíveis no presente. Essa é a principal característica da escola denominada:
A redução na quantidade de uma mercadoria “A”, necessária para repor o consumidor na mesma curva de indiferença, quando há um aumento de uma unidade no consumo de uma mercadoria “B”, é denominada:
A elasticidade preço da demanda de um bem é igual a 1,5 e a quantidade demandada ao preço atual de mercado é de 4.600 unidades. Se houver um aumento no preço do bem, da ordem de 6%, a quantidade demandada deverá ser de:
Os dados a seguir pertencem a uma economia hipotética em que o Produto Nacional Líquido a custo de fatores é igual a 1.400.
Nessa economia, o Produto Interno Bruto a preços de mercado é igual a:
Uma empresa comercial, no ano de 20X1, apresentou os seguintes números, referentes a saldosemalgumas de suas contas:
Compras de mercadorias com ICMS incluído de 15%: $ 15.000,00. Estoque inicial no valor de $ 5.000,00. Vendas do período: $ 25.000,00, com ICMS incluído de 15%. Devolução de vendas, por conta de clientes, no valor bruto de $ 2.500,00. Estoque final no valor de $ 6.250,00.Com tais informações, pode-se afirmar que o lucro bruto dessa empresa foi:
Um fabricante de bombas hidráulicas pratica um preço de venda de seu único produto igual a quatro mil unidades monetárias. Sua Curva de Custos de curto prazo é representada pela expressão CT = 160.000 – 1000.Q + 20.Q2, em que CT é o custo total e Q, quantidades produzidas.
O nível de produção que maximiza o lucro dessa empresa é:
Considere a tabela abaixo, com cinco observações referentes ao consumo de água em determinada região.
O desvio padrão das medições, considerando a aproximação de duas casas decimais, é igual a:
Considere um investimento cujo diagrama de Fluxo de Caixa seja o apresentado abaixo:
A uma taxa mínima de atratividade de 10% ao ano, seu Valor Presente Líquido será igual a:
(para resolução da questão utilize as informações abaixo)
Valores da expressão (1 + i)n para i = 10,0%
O quadro a seguir mostra alguns elementos do Balanço Patrimonial de uma empresa comercial, relativo ao exercício findo em 20X3:
A Necessidade de Capital de Giro (NCG) dessa empresa, considerando apenas os elementos expostos, é igual a:
Ao avaliar projetos de investimentos mutuamente excludentes, a aceitação/rejeição de um projeto dependerá da rejeição/aceitação de outro(s) projeto(s). Como critério para escolha, é correto afirmar que o melhor projeto de investimento:
Um equipamento de $ 5.000,00 pode ser comprado a prazo em 10 parcelas, iguais e consecutivas, à taxa de 3,0% ao mês, sendo o primeiro pagamento no ato da compra. O valor de cada prestação será igual a:
(para resolução da questão utilize as informações abaixo)
Valores da expressão (1+i)n -1 / (1+i)n xi para i= 3,0%
Uma aplicação financeira rende 5% ao ano, a juros compostos. Se $ 6.000,00 forem aplicados hoje, ao final de quatro anos poderá ser resgatado um valor aproximadamente igual a:
O período necessário para que uma importância aplicada a juros simples de 12,5% ao ano quadruplique de valor é de: