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Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1201987 Medicina
Analise as afirmativas a seguir, que se referem à taxa de mortalidade materna.
I. A taxa de mortalidade materna refere-se ao risco de morte materna em decorrência de causas associadas a complicações durante a gestação, parto e puerpério. II. A taxa de mortalidade materna reflete uma importante estatística frequentemente negligenciada devido à dificuldade para calculá-la de forma precisa. III. A taxa de mortalidade materna é calculada dividindo-se o número de óbitos maternos relacionados a gestação, parto e puerpério em um ano pelo total de nascidos vivos durante o mesmo ano X 100 000.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1198102 Fisioterapia
Desigualdade social e gravidez na adolescência O número de meninas adolescentes com filhos diminuiu na última década. Mesmo assim, continua alto. Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais 2015, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no último dia 4/12. Em 2004, de cada mil mulheres de 15 a 19 anos, 78,8 tinham ao menos um filho, o que significava 18,4% da taxa de fecundidade total. Em 2014, esse número caiu para 60,5, representando 17,4% da taxa de fecundidade total. Portanto, de cada cinco partos, quase um é realizado em uma mãe adolescente. Apesar da queda, o número de adolescentes com filhos no Brasil ainda é bem maior do que na Europa (16,2 por mil meninas) e nos EUA (28,3 por mil), mas próximo do nível observado na América Latina e Caribe (66,5 por mil) e mais baixo que o da África (98,5 por mil). Entre as jovens dessa faixa etária que não tinham filhos em 2014, 40,4% residiam na região Sudeste e 56,3% se declaravam pretas ou pardas. A média de anos de estudo era de 8,9 anos; 73,7% ainda estudavam; e 14,7% não estudavam nem trabalhavam. Das meninas que tinham ao menos um filho, 35,8% moravam no Nordeste e 69% se declaravam pretas ou pardas. A média de escolaridade era de 7,7 anos (85% não completaram o ensino médio); somente 20,1 ainda estudavam; 59,7% não estudavam nem trabalhavam; e 92,5% cuidavam dos afazeres domésticos por uma média de 27,1 horas semanais. A taxa de adolescentes com filhos mostra uma faceta conhecida dos brasileiros: a desigualdade social. Os dados revelam que a maioria das mães adolescentes tem poucos anos de escolaridade, é negra e vive nas regiões menos economicamente desenvolvidas do país. São vários os fatores que levam as meninas a engravidar em uma fase da vida em que deveriam se preocupar com os estudos e em aproveitar a juventude. Muitas têm conhecimento acerca dos métodos contraceptivos, mas ignoram como utilizá-los corretamente. Assim, acabam usando o anticoncepcional de forma errada, o que torna sua eficácia reduzida. Há regiões em que o acesso a esses métodos é precário. Nem todo posto de saúde oferece contraceptivos, entre eles a pílula do dia seguinte. Com acesso limitado, menos informações e a dificuldade comum às meninas muito novas em aderir a métodos que exigem regularidade de uso, a contracepção, muitas vezes, falha. Essas adolescentes também têm baixa perspectiva em relação à escolaridade e à futura inserção no mercado de trabalho. Com isso, o papel social que lhes sobra é o de mãe. Como fazer para essas adolescentes não terem filhos tão cedo e, com isso, traçarem um caminho que as afaste completamente da escola e de uma vida profissional com expectativas melhores? Nossa sociedade conhece a resposta, embora não nos empenhemos em aplicá-la da mesma forma que fazemos com as meninas das classes mais favorecidas. Em primeiro lugar, oferecemos às meninas mais ricas uma educação de melhor qualidade, que lhes permite criar expectativas em relação ao futuro. Assim, sonhos e planos como viajar, entrar em uma faculdade, conhecer outras culturas e pessoas, aprender novas habilidades e montar a própria casa antecedem o desejo da maternidade. Quando essas meninas entram em idade fértil, conversamos com elas sobre sexo e as levamos ao ginecologista, que passa a acompanhá-las e orientá-las na escolha do melhor método anticoncepcional, a que certamente terão acesso. Se os métodos por acaso falharem, pagamos-lhes o aborto em clínicas onde elas podem contar com médicos que lhes garantam segurança. Para as mulheres de classe social mais alta, a criminalização do aborto pode ser resolvida com dinheiro. Elas não se sentem socialmente pressionadas a engravidar; suas amigas não têm filhos e a elas estão destinados vários papéis sociais que não os de mãe. Com um ou mais filhos nos braços, as meninas de classes sociais mais baixas que mal saíram da infância não conseguem dar seguimento aos estudos, tampouco melhorar as condições de vida da família. Acabam destinadas ao serviço doméstico, sem que essa tenha sido necessariamente sua escolha. Para as mulheres mais ricas, a maternidade é, na maioria das vezes, uma escolha e não um destino do qual não se pode fugir. Por que aceitamos condenar as mais pobres a uma realidade que evitamos para nossas filhas? Todos deveriam ter direito de exercer sua sexualidade e decidir quando e quantos filhos desejam ter, e contar com o acesso a métodos que lhe assegurassem esse direito. Uma sociedade que nega a garantia dos direitos reprodutivos a todas as mulheres em idade fértil, sem exceção, deveria no mínimo envergonhar-se. VARELLA, Mariana Fusco. Desigualdade social e gravidez na adolescência. Drauzio Varella. 22 dez. 2015. Disponível em: <http://zip.net/bqtcgw>. Acesso em: 22 abr. 2016 (Adaptação).
São ideias que estão presentes no texto, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1197011 Medicina
Analise o caso clínico a seguir.
Escolar de seis anos e seis meses de idade, sexo masculino, foi internado devido a quadro de inapetência, cansaço e chieira. Feito uso do tratamento de suporte e medicamentos e, mesmo assim, o paciente apresentou piora clínica com certa sonolência e dificuldade de aceite pela via oral. Exame físico: sibilos e crepitações difusas bilaterais. Exames laboratoriais: radiografia de tórax demonstrando retificação de cúpulas diafragmáticas e ar retroesternal, sem condensações relevantes. Apresenta saturação de 91%. Na gasometria, apresenta PaCO2 de 55 mmHg.
Sobre o caso clínico anterior, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1196918 Medicina
Sobre a coqueluche na infância, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1196871 Enfermagem
Sobre a dengue, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1187787 Medicina
Assinale a alternativa correta em relação ao pneumoperitônio em cirurgias de videolaparoscopia.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1187754 Medicina
Assinale a alternativa que apresenta o anestésico inalatório com o menor metabolismo hepático.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1187660 Enfermagem
Qual é o escore de Aldrete-Kroulik para um paciente que está na sala de recuperação pós-anestésica e que apresenta respiração superficial sem conseguir tossir, necessidade de oxigênio suplementar para manter saturação > 90%, desperta ao ser chamado, pressão arterial 30 mmHg maior em relação ao préoperatório e é capaz de movimentar os quatro membros voluntariamente?
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1187001 Saúde Pública
A participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde é um instrumento de:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1186975 Enfermagem
O atendimento a crianças em um setor de urgência e emergência de um serviço público deve ser:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1185862 Medicina
Com relação ao tratamento do infarto agudo do miocárdio, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1185766 Medicina
Com relação à ventilação mecânica, são considerados avanços baseados em trabalhos clínicos controlados e randomizados, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1183629 Fisioterapia
As equipes das UTIs geralmente utilizam protocolos para realização de desmame, os quais consideram critérios para iniciar a desconexão da ventilação mecânica.
Em relação a esses critérios, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1183279 Radiologia
Para a avaliação dos forames intervertebrais (buracos de conjugação) da coluna cervical, qual incidência radiográfica está indicada?
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1183112 Radiologia
Em relação ao posicionamento radiográfico do crânio e da coluna cervical, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1239027 Medicina
A cineangiocoronariografia (CAT) é o padrão-ouro para doença coronariana.
Assinale a alternativa que não representa uma indicação para seu uso. 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FUNDEPES Órgão: UNIMED - Belo Horizonte
Q1238814 Medicina
Em relação à síndrome de Sjögren, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1238067 Saúde Pública
A doença de Chagas é uma doença que apresenta curso clínico bifásico, com uma fase aguda por vezes não identificada, podendo evoluir para a fase crônica. A gravidade dos casos está relacionada ao protozoário, à via de transmissão e à existência de outras patologias concomitantes. 
Considerando a via de transmissão da doença de Chagas, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q1238039 Arquitetura de Computadores
Assinale a alternativa que apresenta o nome pelo qual é conhecido o recurso que permite que uma CPU execute vários processos em pseudoparalelismo. 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FUNDEPES Órgão: UNIMED - Belo Horizonte
Q1237965 Medicina
Sobre as curvas da Organização Mundial de Saúde, hoje utilizadas na Caderneta da Criança do Ministério da Saúde, pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
1221: D
1222: D
1223: D
1224: B
1225: A
1226: B
1227: A
1228: B
1229: A
1230: B
1231: D
1232: D
1233: A
1234: A
1235: D
1236: C
1237: D
1238: A
1239: A
1240: B