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Q2549155 Português
O mundo não vai acabar. Mas vai.



       O Rio Grande do Sul está enfrentando o pior desastre natural de sua história. (...) O volume de chuvas inédito – em uma semana, já caiu metade de toda a precipitação prevista para 2024 – é, em grande parte, culpa de uma sequência de frentes frias que deveriam ter cruzado os céus gaúchos só de passagem, mas acabaram estacionando em cima do estado e derramando toda a água ali.

      O trânsito de nuvens na atmosfera congestionou porque, em pleno outono, uma onda de calor atingiu o Sudeste e o Centro-Oeste e bloqueou o caminho dessas frentes para latitudes mais altas.

        E essa onda não foi a primeira, é claro. O outro surto de temperaturas extremas que o Centro-Sul do Brasil encarou no meio de março, dias antes do início do outono, foi um marco na série histórica. A cidade de São Paulo bateu um recorde de temperatura para o mês: 37,4°C em 16 de março. Um dia depois, o município do Rio registrou sensação térmica de 62,3°C. Parte do crédito por esse caos, você sabe, é do El Niño, uma mudança na circulação dos ventos e das águas no Pacífico que ocorre de maneira cíclica e sempre acentua o verão brasileiro.

     Mas a culpa também é nossa. O calor é consequência da emissão desmedida de gases de efeito estufa pelo ser humano desde o início da era industrial, no século 18. A temperatura média global no El Niño de 1998 foi 0,64°C acima da média. Em 2005, 0,69°C. Em 2010, 0,71°C. Em 2016, 0,99°C. O Menino está cada vez mais quente.

      Pouca gente, porém, parece desesperada. Uma reportagem do Jornal Hoje exibida em 18 de março descreveu o último final de semana do verão como “caprichado”, e mostra uma banhista feliz com o prospecto de tomar uma dose cavalar de radiação UV: “amo calor, amo verão, espero que nunca acabe”. Por que sofremos de uma incapacidade crônica de entender a gravidade das mudanças climáticas?

      Deslizamentos de terra e enchentes como no Rio Grande do Sul (2024), no litoral norte de São Paulo (2023) e em Petrópolis (2022) geram comoção no noticiário, mas logo desaparecem da memória de todos, com exceção dos diretamente afetados. É muito difícil entender fatos afastados no tempo como capítulos de um mesmo processo gradual de degradação ecológica. Mas eles são: com um aumento de 1°C na temperatura média global, que já aconteceu, chuvas extremas têm 6,7% mais água e inundações se tornam 30% mais comuns.

       Além de uma percepção inadequada do tempo geológico, há o problema de que somos péssimos em fazer sacrifícios em curto-prazo para colher benefícios em longo-prazo. Sair de carro alivia minha preguiça agora, enquanto pressionar as autoridades por políticas públicas para melhorar o transporte público salvará meus netos – além de ser uma ação de resultado incerto, que depende de algum grau de ação coletiva.

      São obstáculos psicológicos, acima de tudo, que precisamos transpor para combater com eficácia as mudanças climáticas. Nossos cérebros não evoluíram para entender como ameaça o que não nos afeta perceptivelmente.

     Em suma: não é o mundo que vai acabar se deixarmos as mudanças climáticas rolarem soltas. Só o mundo como o conhecemos. E o que é o mundo senão o que você conhece? Pense em cada casa, escola, restaurante etc. que estão debaixo d’água no Rio Grande do Sul: nós somos os lugares em que vivemos, as memórias que cultivamos, as pessoas que amamos e até nossos objetos favoritos. O aquecimento global pode parecer um problema abstrato, mas já estamos experimentando suas consequências reais. Para as vítimas de tragédias ambientais, o mundo já acabou. E agora elas precisam reconstruí-lo.



(VAIANO, Bruno. O mundo não vai acabar. Mas vai. Revista Superinteressante, 2024. Adaptado.)
O termo destacado na passagem “Pouca gente, porém, parece desesperada.” (5º§) apresenta valor semântico semelhante ao da conjunção destacada em:
Alternativas
Q2549154 Português
O mundo não vai acabar. Mas vai.



       O Rio Grande do Sul está enfrentando o pior desastre natural de sua história. (...) O volume de chuvas inédito – em uma semana, já caiu metade de toda a precipitação prevista para 2024 – é, em grande parte, culpa de uma sequência de frentes frias que deveriam ter cruzado os céus gaúchos só de passagem, mas acabaram estacionando em cima do estado e derramando toda a água ali.

      O trânsito de nuvens na atmosfera congestionou porque, em pleno outono, uma onda de calor atingiu o Sudeste e o Centro-Oeste e bloqueou o caminho dessas frentes para latitudes mais altas.

        E essa onda não foi a primeira, é claro. O outro surto de temperaturas extremas que o Centro-Sul do Brasil encarou no meio de março, dias antes do início do outono, foi um marco na série histórica. A cidade de São Paulo bateu um recorde de temperatura para o mês: 37,4°C em 16 de março. Um dia depois, o município do Rio registrou sensação térmica de 62,3°C. Parte do crédito por esse caos, você sabe, é do El Niño, uma mudança na circulação dos ventos e das águas no Pacífico que ocorre de maneira cíclica e sempre acentua o verão brasileiro.

     Mas a culpa também é nossa. O calor é consequência da emissão desmedida de gases de efeito estufa pelo ser humano desde o início da era industrial, no século 18. A temperatura média global no El Niño de 1998 foi 0,64°C acima da média. Em 2005, 0,69°C. Em 2010, 0,71°C. Em 2016, 0,99°C. O Menino está cada vez mais quente.

      Pouca gente, porém, parece desesperada. Uma reportagem do Jornal Hoje exibida em 18 de março descreveu o último final de semana do verão como “caprichado”, e mostra uma banhista feliz com o prospecto de tomar uma dose cavalar de radiação UV: “amo calor, amo verão, espero que nunca acabe”. Por que sofremos de uma incapacidade crônica de entender a gravidade das mudanças climáticas?

      Deslizamentos de terra e enchentes como no Rio Grande do Sul (2024), no litoral norte de São Paulo (2023) e em Petrópolis (2022) geram comoção no noticiário, mas logo desaparecem da memória de todos, com exceção dos diretamente afetados. É muito difícil entender fatos afastados no tempo como capítulos de um mesmo processo gradual de degradação ecológica. Mas eles são: com um aumento de 1°C na temperatura média global, que já aconteceu, chuvas extremas têm 6,7% mais água e inundações se tornam 30% mais comuns.

       Além de uma percepção inadequada do tempo geológico, há o problema de que somos péssimos em fazer sacrifícios em curto-prazo para colher benefícios em longo-prazo. Sair de carro alivia minha preguiça agora, enquanto pressionar as autoridades por políticas públicas para melhorar o transporte público salvará meus netos – além de ser uma ação de resultado incerto, que depende de algum grau de ação coletiva.

      São obstáculos psicológicos, acima de tudo, que precisamos transpor para combater com eficácia as mudanças climáticas. Nossos cérebros não evoluíram para entender como ameaça o que não nos afeta perceptivelmente.

     Em suma: não é o mundo que vai acabar se deixarmos as mudanças climáticas rolarem soltas. Só o mundo como o conhecemos. E o que é o mundo senão o que você conhece? Pense em cada casa, escola, restaurante etc. que estão debaixo d’água no Rio Grande do Sul: nós somos os lugares em que vivemos, as memórias que cultivamos, as pessoas que amamos e até nossos objetos favoritos. O aquecimento global pode parecer um problema abstrato, mas já estamos experimentando suas consequências reais. Para as vítimas de tragédias ambientais, o mundo já acabou. E agora elas precisam reconstruí-lo.



(VAIANO, Bruno. O mundo não vai acabar. Mas vai. Revista Superinteressante, 2024. Adaptado.)
No 5º§, há o seguinte questionamento: “Por que sofremos de uma incapacidade crônica de entender a gravidade das mudanças climáticas?”. Segundo o texto, a resposta mais adequada para a referida pergunta é: 
Alternativas
Q2549153 Português
O mundo não vai acabar. Mas vai.



       O Rio Grande do Sul está enfrentando o pior desastre natural de sua história. (...) O volume de chuvas inédito – em uma semana, já caiu metade de toda a precipitação prevista para 2024 – é, em grande parte, culpa de uma sequência de frentes frias que deveriam ter cruzado os céus gaúchos só de passagem, mas acabaram estacionando em cima do estado e derramando toda a água ali.

      O trânsito de nuvens na atmosfera congestionou porque, em pleno outono, uma onda de calor atingiu o Sudeste e o Centro-Oeste e bloqueou o caminho dessas frentes para latitudes mais altas.

        E essa onda não foi a primeira, é claro. O outro surto de temperaturas extremas que o Centro-Sul do Brasil encarou no meio de março, dias antes do início do outono, foi um marco na série histórica. A cidade de São Paulo bateu um recorde de temperatura para o mês: 37,4°C em 16 de março. Um dia depois, o município do Rio registrou sensação térmica de 62,3°C. Parte do crédito por esse caos, você sabe, é do El Niño, uma mudança na circulação dos ventos e das águas no Pacífico que ocorre de maneira cíclica e sempre acentua o verão brasileiro.

     Mas a culpa também é nossa. O calor é consequência da emissão desmedida de gases de efeito estufa pelo ser humano desde o início da era industrial, no século 18. A temperatura média global no El Niño de 1998 foi 0,64°C acima da média. Em 2005, 0,69°C. Em 2010, 0,71°C. Em 2016, 0,99°C. O Menino está cada vez mais quente.

      Pouca gente, porém, parece desesperada. Uma reportagem do Jornal Hoje exibida em 18 de março descreveu o último final de semana do verão como “caprichado”, e mostra uma banhista feliz com o prospecto de tomar uma dose cavalar de radiação UV: “amo calor, amo verão, espero que nunca acabe”. Por que sofremos de uma incapacidade crônica de entender a gravidade das mudanças climáticas?

      Deslizamentos de terra e enchentes como no Rio Grande do Sul (2024), no litoral norte de São Paulo (2023) e em Petrópolis (2022) geram comoção no noticiário, mas logo desaparecem da memória de todos, com exceção dos diretamente afetados. É muito difícil entender fatos afastados no tempo como capítulos de um mesmo processo gradual de degradação ecológica. Mas eles são: com um aumento de 1°C na temperatura média global, que já aconteceu, chuvas extremas têm 6,7% mais água e inundações se tornam 30% mais comuns.

       Além de uma percepção inadequada do tempo geológico, há o problema de que somos péssimos em fazer sacrifícios em curto-prazo para colher benefícios em longo-prazo. Sair de carro alivia minha preguiça agora, enquanto pressionar as autoridades por políticas públicas para melhorar o transporte público salvará meus netos – além de ser uma ação de resultado incerto, que depende de algum grau de ação coletiva.

      São obstáculos psicológicos, acima de tudo, que precisamos transpor para combater com eficácia as mudanças climáticas. Nossos cérebros não evoluíram para entender como ameaça o que não nos afeta perceptivelmente.

     Em suma: não é o mundo que vai acabar se deixarmos as mudanças climáticas rolarem soltas. Só o mundo como o conhecemos. E o que é o mundo senão o que você conhece? Pense em cada casa, escola, restaurante etc. que estão debaixo d’água no Rio Grande do Sul: nós somos os lugares em que vivemos, as memórias que cultivamos, as pessoas que amamos e até nossos objetos favoritos. O aquecimento global pode parecer um problema abstrato, mas já estamos experimentando suas consequências reais. Para as vítimas de tragédias ambientais, o mundo já acabou. E agora elas precisam reconstruí-lo.



(VAIANO, Bruno. O mundo não vai acabar. Mas vai. Revista Superinteressante, 2024. Adaptado.)
Releia: “Uma reportagem do Jornal Hoje exibida em 18 de março descreveu o último final de semana do verão como ‘caprichado’, [...]” (5º§). De acordo com o texto, o termo “caprichado” foi utilizado para caracterizar um verão com
Alternativas
Q2549152 Português
O mundo não vai acabar. Mas vai.



       O Rio Grande do Sul está enfrentando o pior desastre natural de sua história. (...) O volume de chuvas inédito – em uma semana, já caiu metade de toda a precipitação prevista para 2024 – é, em grande parte, culpa de uma sequência de frentes frias que deveriam ter cruzado os céus gaúchos só de passagem, mas acabaram estacionando em cima do estado e derramando toda a água ali.

      O trânsito de nuvens na atmosfera congestionou porque, em pleno outono, uma onda de calor atingiu o Sudeste e o Centro-Oeste e bloqueou o caminho dessas frentes para latitudes mais altas.

        E essa onda não foi a primeira, é claro. O outro surto de temperaturas extremas que o Centro-Sul do Brasil encarou no meio de março, dias antes do início do outono, foi um marco na série histórica. A cidade de São Paulo bateu um recorde de temperatura para o mês: 37,4°C em 16 de março. Um dia depois, o município do Rio registrou sensação térmica de 62,3°C. Parte do crédito por esse caos, você sabe, é do El Niño, uma mudança na circulação dos ventos e das águas no Pacífico que ocorre de maneira cíclica e sempre acentua o verão brasileiro.

     Mas a culpa também é nossa. O calor é consequência da emissão desmedida de gases de efeito estufa pelo ser humano desde o início da era industrial, no século 18. A temperatura média global no El Niño de 1998 foi 0,64°C acima da média. Em 2005, 0,69°C. Em 2010, 0,71°C. Em 2016, 0,99°C. O Menino está cada vez mais quente.

      Pouca gente, porém, parece desesperada. Uma reportagem do Jornal Hoje exibida em 18 de março descreveu o último final de semana do verão como “caprichado”, e mostra uma banhista feliz com o prospecto de tomar uma dose cavalar de radiação UV: “amo calor, amo verão, espero que nunca acabe”. Por que sofremos de uma incapacidade crônica de entender a gravidade das mudanças climáticas?

      Deslizamentos de terra e enchentes como no Rio Grande do Sul (2024), no litoral norte de São Paulo (2023) e em Petrópolis (2022) geram comoção no noticiário, mas logo desaparecem da memória de todos, com exceção dos diretamente afetados. É muito difícil entender fatos afastados no tempo como capítulos de um mesmo processo gradual de degradação ecológica. Mas eles são: com um aumento de 1°C na temperatura média global, que já aconteceu, chuvas extremas têm 6,7% mais água e inundações se tornam 30% mais comuns.

       Além de uma percepção inadequada do tempo geológico, há o problema de que somos péssimos em fazer sacrifícios em curto-prazo para colher benefícios em longo-prazo. Sair de carro alivia minha preguiça agora, enquanto pressionar as autoridades por políticas públicas para melhorar o transporte público salvará meus netos – além de ser uma ação de resultado incerto, que depende de algum grau de ação coletiva.

      São obstáculos psicológicos, acima de tudo, que precisamos transpor para combater com eficácia as mudanças climáticas. Nossos cérebros não evoluíram para entender como ameaça o que não nos afeta perceptivelmente.

     Em suma: não é o mundo que vai acabar se deixarmos as mudanças climáticas rolarem soltas. Só o mundo como o conhecemos. E o que é o mundo senão o que você conhece? Pense em cada casa, escola, restaurante etc. que estão debaixo d’água no Rio Grande do Sul: nós somos os lugares em que vivemos, as memórias que cultivamos, as pessoas que amamos e até nossos objetos favoritos. O aquecimento global pode parecer um problema abstrato, mas já estamos experimentando suas consequências reais. Para as vítimas de tragédias ambientais, o mundo já acabou. E agora elas precisam reconstruí-lo.



(VAIANO, Bruno. O mundo não vai acabar. Mas vai. Revista Superinteressante, 2024. Adaptado.)
O título do texto – “O mundo não vai acabar. Mas vai.” – sugere uma aparente contradição. Considerando as informações veiculadas no texto, pode-se compreender que o mundo
Alternativas
Q2549151 Português
O mundo não vai acabar. Mas vai.



       O Rio Grande do Sul está enfrentando o pior desastre natural de sua história. (...) O volume de chuvas inédito – em uma semana, já caiu metade de toda a precipitação prevista para 2024 – é, em grande parte, culpa de uma sequência de frentes frias que deveriam ter cruzado os céus gaúchos só de passagem, mas acabaram estacionando em cima do estado e derramando toda a água ali.

      O trânsito de nuvens na atmosfera congestionou porque, em pleno outono, uma onda de calor atingiu o Sudeste e o Centro-Oeste e bloqueou o caminho dessas frentes para latitudes mais altas.

        E essa onda não foi a primeira, é claro. O outro surto de temperaturas extremas que o Centro-Sul do Brasil encarou no meio de março, dias antes do início do outono, foi um marco na série histórica. A cidade de São Paulo bateu um recorde de temperatura para o mês: 37,4°C em 16 de março. Um dia depois, o município do Rio registrou sensação térmica de 62,3°C. Parte do crédito por esse caos, você sabe, é do El Niño, uma mudança na circulação dos ventos e das águas no Pacífico que ocorre de maneira cíclica e sempre acentua o verão brasileiro.

     Mas a culpa também é nossa. O calor é consequência da emissão desmedida de gases de efeito estufa pelo ser humano desde o início da era industrial, no século 18. A temperatura média global no El Niño de 1998 foi 0,64°C acima da média. Em 2005, 0,69°C. Em 2010, 0,71°C. Em 2016, 0,99°C. O Menino está cada vez mais quente.

      Pouca gente, porém, parece desesperada. Uma reportagem do Jornal Hoje exibida em 18 de março descreveu o último final de semana do verão como “caprichado”, e mostra uma banhista feliz com o prospecto de tomar uma dose cavalar de radiação UV: “amo calor, amo verão, espero que nunca acabe”. Por que sofremos de uma incapacidade crônica de entender a gravidade das mudanças climáticas?

      Deslizamentos de terra e enchentes como no Rio Grande do Sul (2024), no litoral norte de São Paulo (2023) e em Petrópolis (2022) geram comoção no noticiário, mas logo desaparecem da memória de todos, com exceção dos diretamente afetados. É muito difícil entender fatos afastados no tempo como capítulos de um mesmo processo gradual de degradação ecológica. Mas eles são: com um aumento de 1°C na temperatura média global, que já aconteceu, chuvas extremas têm 6,7% mais água e inundações se tornam 30% mais comuns.

       Além de uma percepção inadequada do tempo geológico, há o problema de que somos péssimos em fazer sacrifícios em curto-prazo para colher benefícios em longo-prazo. Sair de carro alivia minha preguiça agora, enquanto pressionar as autoridades por políticas públicas para melhorar o transporte público salvará meus netos – além de ser uma ação de resultado incerto, que depende de algum grau de ação coletiva.

      São obstáculos psicológicos, acima de tudo, que precisamos transpor para combater com eficácia as mudanças climáticas. Nossos cérebros não evoluíram para entender como ameaça o que não nos afeta perceptivelmente.

     Em suma: não é o mundo que vai acabar se deixarmos as mudanças climáticas rolarem soltas. Só o mundo como o conhecemos. E o que é o mundo senão o que você conhece? Pense em cada casa, escola, restaurante etc. que estão debaixo d’água no Rio Grande do Sul: nós somos os lugares em que vivemos, as memórias que cultivamos, as pessoas que amamos e até nossos objetos favoritos. O aquecimento global pode parecer um problema abstrato, mas já estamos experimentando suas consequências reais. Para as vítimas de tragédias ambientais, o mundo já acabou. E agora elas precisam reconstruí-lo.



(VAIANO, Bruno. O mundo não vai acabar. Mas vai. Revista Superinteressante, 2024. Adaptado.)

Assinale a alternativa em que a expressão destacada em I, quando substituída pelo termo destacado em II, acarreta sensível alteração de sentido.

Alternativas
Q2547812 Artes Gráficas
Processos de acabamento e encadernação são essenciais na produção gráfica, pois desempenham um papel fundamental na qualidade e no impacto visual dos materiais impressos. Desde a seleção dos materiais até a aplicação de técnicas específicas, cada etapa do acabamento contribui para a estética final do produto e sua capacidade de transmitir a mensagem desejada de forma clara e impactante. Nesse sentido, é essencial compreender os diferentes métodos disponíveis e sua aplicação adequada para atender às necessidades específicas de cada projeto gráfico. Ao explorar os diversos processos de acabamento, pode-se ampliar nossas opções criativas e garantir resultados visualmente impressionantes. Sobre os processos de acabamento e encadernação em trabalhos gráficos, assinale, a seguir, o processo de acabamento mais adequado para adicionar textura e destacar elementos impressos em um projeto.
Alternativas
Q2547811 Design Gráfico
No contexto contemporâneo, a fotografia desempenha um papel fundamental na transmissão e preservação de informações visuais. Desde os seus primórdios, a evolução tecnológica tem contribuído para uma ampla gama de formatos digitais que armazenam imagens fotográficas. Esses formatos não apenas diferem em suas características técnicas, mas também em sua adequação para diferentes meios de uso, seja na web, em mídias eletrônicas, ou impressas. Nesse sentido, compreender as especificidades de cada formato é essencial para profissionais que lidam com imagens, seja na fotografia, no design gráfico ou em outras áreas afins. Com base nas informações apresentadas, analise as afirmativas a seguir.

I. O formato JPEG é amplamente utilizado na web devido à sua capacidade de compactação; mas é necessário cautela quanto à qualidade ao ser utilizado em publicações devido à perda de informações.
II. O formato PNG é recomendado para mídias impressas devido à sua capacidade de compressão sem perdas e suporte a um excelente padrão de cores.
III. O formato GIF, embora seja aceitável em imagens para web de qualidade inferior, é inadequado para uso em mídias eletrônicas modernas devido à sua limitação de cores.
IV. O formato RAW, conhecido como uma imagem “crua” sem compactação, é recomendado para situações que exigem alta qualidade visual e impressa; é menos eficiente em termos de armazenamento em comparação com outros formatos.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2547810 Design Gráfico
Os quatro princípios básicos do design desempenham um papel fundamental na criação de composições visuais eficazes e coesas. Leia a situação hipotética a seguir:
Certo designer gráfico foi encarregado de criar um cartaz promocional para um evento cultural na cidade, com o objetivo de chamar a atenção do público e transmitir a mensagem de forma clara e impactante. Decidindo-se pela xilogravura como tema central, o designer opta por utilizar apenas as cores preto e branco. Ele destaca um título marcante em uma fonte bold, seguido por um subtítulo em uma fonte mais leve. Além disso, em toda a composição do cartaz, o designer emprega variações de tamanho, peso e tonalidades para adicionar dinamismo e movimento à peça.
Qual princípio básico do design gráfico é mais evidente na abordagem do designer para criar o cartaz?
Alternativas
Q2547809 Design Gráfico
O estudo da tipografia e a sua aplicação em projetos gráficos são fundamentais para profissionais e acadêmicos que atuam no campo do design. No entanto, a utilização dos termos tipografia e tipologia ainda gera dúvidas, levando a diferentes interpretações e entendimentos. Sobre a relação entre os termos tipografia e tipologia, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2547808 Design Gráfico
Em um mundo onde as cores desempenham um papel fundamental na percepção visual e na transmissão de mensagens, compreender os princípios fundamentais da teoria das cores é essencial. Levando-se em consideração os conceitos e a visão das cores e suas diferentes sínteses, qual é a principal diferença entre a síntese aditiva e a síntese subtrativa? 
Alternativas
Q2547807 Artes Gráficas
A rotogravura, uma técnica de impressão desenvolvida em 1875, é um sistema rotativo alimentado por bobina amplamente utilizado para altas tiragens de impressão em diversos tipos de mídia. Esse processo envolve a preparação de uma matriz de impressão em cilindro com pontos em baixo relevo, que determinam as variações de tonalidade na imagem. Apesar de suas vantagens, a rotogravura enfrenta desafios relacionados aos custos de produção e tamanho das máquinas. Qual das seguintes afirmativas melhor descreve uma particularidade desse processo?
Alternativas
Q2547806 Design Gráfico
O formato PDF (Portable Document Format) revolucionou a maneira como os documentos são compartilhados e visualizados, oferecendo praticidade, compatibilidade e compactação. Surgido em 1993 pela Adobe Systems, o PDF permitiu a representação de documentos de forma independente de plataforma e hardware, tornando-se padrão na indústria gráfica. Considerando a importância e os aspectos técnicos do formato PDF, trata-se de uma característica específica do PDF/X-1a, um padrão internacional normalizado pela ISO para uso gráfico:
Alternativas
Q2547805 Design Gráfico
No processo de produção gráfica, as provas desempenham um papel crucial ao permitir a verificação prévia da qualidade da reprodução de um trabalho antes da impressão em larga escala. Existem diferentes tipos de provas, como as analógicas e as digitais, cada uma com suas características e finalidades específicas. Considerando os diferentes tipos de provas utilizadas no processo de produção gráfica e suas características, assinale a afirmativa que melhor descreve uma vantagem específica das provas analógicas em comparação com as provas digitais.
Alternativas
Q2547804 Design Gráfico
Na complexa e diversificada indústria gráfica, a escolha do tipo de papel adequado desempenha um papel fundamental na qualidade e no sucesso de um projeto de impressão. Com uma variedade impressionante de tipos, texturas e propriedades, cada papel é projetado para atender a diferentes necessidades e finalidades de impressão. Além disso, fatores como tiragem, disponibilidade no mercado e restrições técnicas influenciam diretamente na seleção do papel mais apropriado para cada trabalho. Considerando os diferentes tipos de papel utilizados na produção gráfica, é o mais adequado para a impressão de jornais, revistas e folhetos promocionais: 
Alternativas
Q2547803 Artes Gráficas
A história da impressão offset remonta ao século XVIII, quando técnicas precursoras começaram a ser exploradas, mas foi somente no século XX que esse processo ganhou sua forma moderna e se tornou uma das principais técnicas de impressão utilizada em larga escala, pois, neste período, houve uma série de desenvolvimentos tecnológicos que aprimoraram este processo de impressão, tornando-o mais eficiente e versátil. Isso incluiu melhorias nos materiais de impressão, avanços na tecnologia de máquinas de impressão e a introdução de tintas e substratos de alta qualidade. Tendo em vista o desenvolvimento histórico da impressão offset, desde sua origem com Aloys Senefelder até os avanços tecnológicos contemporâneos, trata-se de uma característica específica desse processo:
Alternativas
Q2547792 Auditoria
Na condução de trabalhos de auditoria, o objetivo do auditor é coletar evidências apropriadas e suficientes que o permitam expressar uma opinião sobre as Demonstrações Contábeis em conjunto, a fim de aumentar o grau de confiança dos usuários previstos. Se em determinado trabalho o auditor concluir que as demonstrações contábeis da entidade auditada contêm distorções relevantes e generalizadas, prejudicando o julgamento dos usuários previstos, deverá emitir uma opinião: 
Alternativas
Q2547791 Administração Financeira e Orçamentária
“Imbuído de status constitucional, há determinado princípio orçamentário que veda a transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra ou de um órgão para outro, sem prévia autorização legislativa.” Podemos afirmar que tal afirmação trata-se do Princípio do(a): 
Alternativas
Q2547790 Contabilidade Geral
A liquidação da despesa orçamentária é a etapa que visa conferir liquidez e certeza à obrigação patrimonial da entidade do Setor Público, através da verificação da execução contratual por parte do fornecedor. Nos termos da Lei nº 4.320/1964, a liquidação da despesa por fornecimentos feitos ou serviços prestados terá por base os seguintes elementos, EXCETO:
Alternativas
Q2547789 Contabilidade Geral
Para resolução da questão, considere o Balancete de Verificação da Cia. Galática, encerrado em 31/12/2022 (que contém apenas contas integrantes do Ativo e do Passivo):



De acordo com as informações apresentadas, assinale o valor do Patrimônio Líquido da Cia. Galática em 31/12/2022.
Alternativas
Q2547788 Contabilidade Geral
Para resolução da questão, considere o Balancete de Verificação da Cia. Galática, encerrado em 31/12/2022 (que contém apenas contas integrantes do Ativo e do Passivo):



Considerando os dados fornecidos, é correto afirmar que o valor do Ativo Não-Circulante da Cia. Galática, em 31/12/2022, era de: 
Alternativas
Respostas
16621: C
16622: C
16623: B
16624: B
16625: A
16626: D
16627: B
16628: A
16629: D
16630: A
16631: C
16632: D
16633: D
16634: B
16635: A
16636: A
16637: B
16638: D
16639: C
16640: B