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A escala em um projeto de arquitetura é a relação de proporção entre as dimensões reais de um objeto ou espaço e sua representação no desenho técnico. A escala é fundamental para que plantas, cortes, elevações e outros elementos do projeto possam ser representados em um formato que seja legível e compreensível, considerando o espaço limitado de uma folha de papel. Uma medida de 4 cm na escala 1:20, serão quantos cm na escala 1:75?
Observe a figura a seguir:

(Geoprocessamento, 2019.)
A figura representa os sensores multiespectrais com resolução espacial de 10 a 30 m, que geralmente possuem resoluções radiométricas de 8 bits, o que quer dizer que esse sensor discrimina até 256 valores de radiância por banda espectral. Já sensores com alta resolução espacial possuem resoluções radiométricas de 10 ou 11 bits (1024 ou 2048 valores digitais), ou seja: 210= 1024 e 211= 2048. O tempo de revisita do sensor a um local específico durante sua atividade denota que quanto maior a sua resolução, mais frequente é a passagem do satélite àquele ponto específico. Ele é imprescindível para acompanhar a evolução de algum fenômeno na terra – processos de uso e ocupação do solo, desenvolvimento de cidades, desmatamento, estádios fisiológicos de espécies vegetais, desastres ambientais, entre outros. Evidentemente, quanto mais rápido são os efeitos dos processos que se quer avaliar, menor deve ser a resolução do satélite. Da mesma forma, quanto mais demorado é o fenômeno de observação, menor será a resolução dos sensores. Essa resolução é:
Segundo a definição de normas técnicas, a figura mostra linhas com o objetivo de representar tipos de materiais em áreas de corte em desenho técnico. A identificação de cortes nas peças é realizada através desse elemento, porém não se deve realizar nos cortes, no sentido longitudinal, os seguintes desenhos: dentes de engrenagens, parafusos, porcas, eixos, raios de roda, nervuras, pinos, arruelas, contra pinos, rebites, chavetas, volantes e manípulos. De maneira geral, deve ser utilizada como na figura a seguir:

Conforme o texto exposto e a figura, é possível afirmar que trata-se de:
“É a representação gráfica no desenho da característica do elemento por meio de linhas, símbolos, notas e valor numérico em uma unidade de medida. São utilizadas para demonstrar as medidas de um objeto, indicando sua verdadeira grandeza, sem a necessidade de instrumentos de medição. Deve ser representada diretamente no desenho e localizada na vista mais representativa. A unidade deve ser a mesma para todos os seus elementos, por exemplo, se for definida a utilização de milímetros, então todas as medidas devem ser representadas em milímetros (mm).” O texto trata-se de:
A simbologia em projetos de arquitetura é essencial para transmitir informações técnicas de maneira clara e padronizada. Esses símbolos são usados em plantas, cortes, elevações e outros desenhos técnicos para representar elementos construtivos, instalações, móveis e outros componentes do projeto. Considerando o exposto, observe a figura a seguir:

(NBR 6.492/2021 – Documentação técnica para projetos desenvolvidos e urbanísticos – Requisitos.)
A figura representa:
Em uma situação de avaliação na sala de aula comum, o professor solicita que o intérprete pare de interpretar, pois considera que ele esteja, durante a prova, discutindo sobre as respostas das questões ao explicar uma dúvida relativa ao vocabulário da língua portuguesa que foi expressa pelo aluno surdo e sanada pelo intérprete. Tendo em vista tal contexto, aconselha-se que o intérprete:
Os intérpretes e tradutores de Libras são responsáveis por facilitar a comunicação de maneira neutra, garantindo o acesso à informação para a pessoa surda que se comunica por meio da Língua Brasileira de Sinais, sendo conhecimento correto sobre seu papel nas instâncias sociais que:
Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A profissão “tradutor-intérprete de língua de sinais” foi inserida na Classificação Brasileira de Ocupações e descrita como atividade concernente à tradução e interpretação oral e/ou em línguas de sinais – de um idioma para outro – considerando tanto variáveis culturais quanto aspectos terminológicos e estilísticos de cada língua.
( ) Há registros documentais de que alguns professores do Instituto Nacional de Surdos-Mudos atuavam como intérpretes em cerimônias ou eventos específicos, nos quais a intermediação da comunicação entre surdos e ouvintes era requisitada.
( ) Os repetidores de classe eram, em geral, incumbidos de repetir individualmente, para um aluno surdo, o conteúdo de forma oral e/ou escrita, auxiliá-lo nos estudos e no preparo das lições e, ainda, assumir responsabilidades ligadas ao cuidado e ao disciplinamento daqueles alunos com os quais atuavam.
( ) Em 1988, ocorreu o primeiro Encontro Nacional de Intérpretes de Língua de Sinais, oportunidade em que se deu a votação e aprovação do já mencionado Código de Ética dos Tradutores e Intérpretes de Língua de Sinais no Brasil, documento que hoje integra o regimento interno do Departamento Nacional de Intérpretes da FENEIS e do INES.
( ) O Ministério da Educação lançou, em 2006, o Exame Nacional para Certificação de Proficiência no Ensino da Língua Brasileira de Sinais e para Certificação de Proficiência na Tradução e Interpretação da Libras/Língua Portuguesa – PROLIBRAS, que, segundo edital, de 2006 a 2010, concedia dois tipos de certificação – uma em nível médio e outra em nível superior.
( ) Destacam-se, na evolução da trajetória da profissão de tradutor/intérprete, em 2014, durante um curso de capacitação para guia-interpretação, realizado pela Associação Educacional para Pessoas com Múltiplas Deficiências Sensoriais – AHIMSA, na cidade de São Paulo, traduções da Libras para a língua de sinais tátil (modalidade destinada a pessoas surdo- -cegas), feitas por um surdo.
A sequência está correta em
Analise a imagem a seguir:

Em relação à imagem e comparação dos sinais nela exibidos, há informação compatível em:
O tradutor e intérprete de Língua de Sinais tem ao seu dispor diversos modelos de processamento no ato da tradução e interpretação, sendo um deles tipificado a seguir.
Os componentes fundamentais são:
1. A análise da mensagem fonte.
2. A composição da mensagem alvo.
Neste modelo consideram-se os aspectos:
• habilidade processual (habilidade de compreender a mensagem e construir a mensagem na língua-alvo);
• organização processual (monitoramento do tempo, estoque da mensagem em partes, busca de esclarecimento);
• competência linguística e cultural;
• conhecimento (experiência e formação profissional);
• preparação;
• ambiente (físico e psicológico);
• filtros (hábitos do intérprete, crenças, personalidade e influências).
A caracterização é inerente ao modelo:
Analise a amostra de interpretação realizada em sala de aula:
Português (língua fonte)
... sistema previamente selecionado
E o que eu tenho? ...
Aquilo que tem um significado para mim. O que não tem significado, eu não vou selecionar.
Como se forma isso?
Então, como é?
Eu já tenho um conhecimento prévio e adquiro um conhecimento novo.
Só que a realidade externa é diferente para cada um de nós.
Cada um tem uma interpretação diferente. Por isso, quando o professor nos dá aula, cada um tem um foco diferenciado, porquê?
Porque nós interpretamos conforme nosso sistema.
Eu estou fazendo o curso de direito também. E a dificuldade se dá e como o esquema foi possível fazer tudo.
Alguém tem alguma dúvida?
Libras (interpretação realizada por intérprete)
... ORGANIZAÇÃO ASPAS
SELECIONAR SELECIONAR
TEM SINAL (SIGNIFICADO) MEU ASPAS TEM SINAL MEU COLOCAR PEGAR COLOCAR PEGAR
AGORA CONHECER NOVO PRECISA APRENDER MELHOR:
EU LER ENTENDER FABIANO LER ENTENDER DIFERENTE
EU DELA PESSOA SENTIMENTO DIFERENTE
VARIAR
ORGANIZAR PENSAR
EU CURSO DIREITO. ANTES DIFÍCIL ESTUDAR. DEPOIS COMEÇAR ORGANIZAR E-S-Q-U-E-M-A MELHOR PORQUE EU COMEÇAR
ORGANIZAR MEU ESTUDO
ELE PERGUNTAR TEM DÚVIDA <?>
Nessa tradução e interpretação da língua portuguesa para Libras identificam-se as seguintes características, EXCETO:
Observe a proposição de uma atividade de prática dos pares de sinais a seguir representados:
FUTEBOL – CHUTAR
CADEIRA – SENTAR
ESCOVA – ESCOVAR
TELEFONE – TELEFONAR
TESOURA – CORTAR
O professor de Libras tem como objetivo:
Um professor de Libras apresentou aos seus alunos os sinais representados pelas glosas a seguir, objetivando a observação de traços construtivos; levantamento e elucidação de questionamentos acerca dos referidos traços; e prática da realização dos sinais:
BONITINHO-BONITO-MAISBONITO-BONITÃO
COITADINHO-COITADO-MAISCOITADO-COITADO
POBREZINHO-POBRE-MAISPOBRE-PROBREZÃO
A fundamentação que embasa corretamente a seleção efetuada pelo professor é:
Segundo Quadros e Karnopp (2004), os verbos na Língua Brasileira de Sinais – Libras dividem-se em classes; uma delas exibem as características:
• Verbos que não se flexionam em pessoa e número e não incorporam afixos locativos;
• Alguns desses verbos apresentam flexão de aspecto;
• Todos os verbos são ancorados no corpo;
• Há também alguns que são feitos no espaço neutro.
A descrição corresponde à classe dos verbos:
A armadura de clave, também conhecida como tonalidade ou chave, é um conjunto de sustenidos (#) ou bemóis (b) colocado no início de uma partitura, logo após a clave. Sua principal função é definir a tonalidade da música. Identifique as armaduras de clave e assinale a alternativa correta.

A notação musical ocidental, tal como a percebemos hoje, com suas figuras rítmicas e indicações de expressão escritas em um pentagrama, é o resultado de milênios de especulações, tentativas e erros, usos e costumes e reflexão de teóricos e compositores sobre a questão: “como registrar através da escrita os sons musicais?” Analise as afirmativas a seguir.
I. Os registros mais antigos remontam à Grécia e são a base desse desenvolvimento que iria culminar na partitura moderna, estabelecida na escrita musical do século XIX.
II. O fato da música ocidental ser registrada graficamente permitiu o desenvolvimento da polifonia, de modo que os compositores pudessem se debruçar sobre o legado dos mestres antigos para estudar a fundo suas práticas composicionais.
III.No Ocidente, Guido D’Arezzo (992–1050) propôs uma série de sílabas (ut, re, mi, fa, sol, la, si) para ajudar os cantores a memorizarem a sequência de tons e meios-tons das escalas. Tais sílabas derivam do Hino a São José “Ut queant laxis”, no qual a nota inicial de cada frase corresponde às silabas do texto.
IV.Guido D’ Arezzo também já desenvolvia um sistema de notação que considerava a pauta de quatro linhas então usada, associando-a, através de letras, às notas fá, dó e, por vezes, sol (F, C e G), letras que acabaram dando origem às modernas claves.
V. Muitos outros sistemas de letras e sinais foram tentados durante a Idade Média (séculos VIII a XIV). Mas o novo desenvolvimento mais significante na notação musical foi o uso de neumas (do grego neuma, significando “sinal” ou “aceno”), que gradualmente substituiu as letras do alfabeto no cantochão da igreja anglicana.
Está correto o que se afirma apenas em
As indicações de dinâmica apareceram na música primeiramente no início do século XVII. Havia, então, apenas duas palavras italianas: “piano” e “forte”. Ao longo dos anos outros sinais surgiram indicando diversas gradações de dinâmica. Diante do exposto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Considerando que compasso é a divisão de um trecho musical em partes regulares de tempos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) No início de cada peça musical, o compasso é indicado somente por números em forma de fração.
( ) O denominador indica quantas figuras entram no compasso e o numerador a sua espécie ou qualidade.
( ) São chamados de compassos alternados os compassos formados pela reunião de dois ou três compassos diferentes executados alternadamente.
( ) Compasso composto irregular é a combinação dos compassos simples desiguais.
( ) Compassos correspondentes são dois compassos (um simples e um composto) quanto têm o mesmo número de tempos e para a unidade de tempo a mesma figura, sendo a figura simples no compasso simples e a figura pontuada no compasso composto.
A sequência está correta em
As quatro propriedades do som são: intensidade, timbre, altura e duração. Cada uma delas contribui de forma única para a identidade e a qualidade do som produzido. “Permite identificar a fonte sonora, mesmo que tenha a mesma frequência e intensidade e se compare por vários aspectos, como harmônicos, envelope de ataque e decaimento, modulação de frequência e intensidade, entre outros, sendo importante para a produção de identidade sonora e para a expressão artística dos músicos.” As informações se referem a: