🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Para instituto consulplan

Questões Discursivas

Foram encontradas 46.087 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3236416 Direito Administrativo
Um gestor público está elaborando um edital de licitação e precisa garantir que todos os princípios da licitação sejam respeitados. Dentre os princípios fundamentais, qual dos a seguir relacionados deve ser assegurado para garantir a ampla concorrência e a isonomia entre os licitantes? 
Alternativas
Q3236412 Raciocínio Lógico
Em um leilão de antiguidades, 9 esculturas estão expostas em uma fila, organizadas em ordem crescente de valor da esquerda para a direita. O preço de cada escultura é R$ 45,00 a mais do que a escultura imediatamente anterior. Da esquerda para a direita, sabe-se que a terceira escultura tem um valor que representa 1/3 do valor da oitava escultura. Dessa forma, qual o valor da escultura mais cara?
Alternativas
Q3236408 Português
Futuro da Inteligência Artificial e a necessidade da ética relacional para uma governança inclusiva


   Estamos vivendo a era da datificação, em que todos os aspectos da vida social são transformados em dados. Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes. No entanto, isso frequentemente simplifica a complexidade da vida humana em métricas e números, ignorando as relações e os contextos que tornam cada indivíduo único. Quando esses dados são usados em sistemas de IA, eles podem acabar reforçando as mesmas desigualdades e exclusões que pretendiam resolver.

   Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade. Como Coté (2022) observa, ao moldar identidades e comportamentos humanos em padrões digitais, a datificação impõe limites às representações, limitando a diversidade de experiências humanas e, em muitos casos, perpetuando estereótipos. Isso pode resultar em decisões enviesadas, criando um ciclo de exclusão e discriminação. Esse desafio nos obriga a questionar a suposta neutralidade dos algoritmos e a refletir sobre como essas decisões automatizadas moldam a sociedade, frequentemente favorecendo certos grupos em detrimento de outros.

   Pensando em uma governança que seja realmente inclusiva, Browne (2023) propõe a criação de “AI Public Body” – uma entidade pública que permite a participação de cidadãos comuns, especialmente daqueles mais afetados pelas tecnologias de IA, nas decisões sobre o uso dessas tecnologias. Inspirado em modelos de democracia deliberativa, esse corpo incluiria a voz de comunidades diversas, trazendo uma nova perspectiva para as decisões que, até hoje, são dominadas por especialistas técnicos.

   Esse modelo representa uma mudança significativa na forma como entendemos a governança, enfatizando que a IA não deve ser apenas uma questão de precisão técnica, mas também de justiça e representatividade. A inclusão dessas vozes no processo de governança cria um espaço onde os efeitos sociais das tecnologias podem ser mais bem compreendidos e endereçados, resultando em uma governança que reflete a diversidade da sociedade.

    A justiça algorítmica muitas vezes é tratada como uma questão de otimização matemática, ajustando dados e métricas para minimizar desigualdades estatísticas. No entanto, como Van Nuenen (2022) aponta, a justiça social na IA deve ir além dos ajustes técnicos, considerando as complexas desigualdades estruturais que esses dados representam. Em vez de se limitar a resultados estatísticos, a justiça social exige uma compreensão mais profunda do impacto das decisões tecnológicas na vida das pessoas.

    No caso de algoritmos usados em concessão de crédito ou reconhecimento facial, é essencial entender que esses sistemas não operam em um vácuo: eles são parte de uma sociedade com uma longa história de desigualdade. Para que a IA seja realmente justa, ela deve ser projetada com o compromisso de mitigar essas desigualdades, considerando as realidades vividas por comunidades marginalizadas e integrando suas vozes no desenvolvimento e na aplicação dessas tecnologias.


(Carine Roos. Em: 08/02/2025. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Fragmento.)
Considerando o primeiro parágrafo do texto, é correto afirmar que no encadeamento entre os períodos que o constituem pode-se observar, na introdução dos períodos, a partir do segundo:
Alternativas
Q3236407 Português
Futuro da Inteligência Artificial e a necessidade da ética relacional para uma governança inclusiva


   Estamos vivendo a era da datificação, em que todos os aspectos da vida social são transformados em dados. Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes. No entanto, isso frequentemente simplifica a complexidade da vida humana em métricas e números, ignorando as relações e os contextos que tornam cada indivíduo único. Quando esses dados são usados em sistemas de IA, eles podem acabar reforçando as mesmas desigualdades e exclusões que pretendiam resolver.

   Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade. Como Coté (2022) observa, ao moldar identidades e comportamentos humanos em padrões digitais, a datificação impõe limites às representações, limitando a diversidade de experiências humanas e, em muitos casos, perpetuando estereótipos. Isso pode resultar em decisões enviesadas, criando um ciclo de exclusão e discriminação. Esse desafio nos obriga a questionar a suposta neutralidade dos algoritmos e a refletir sobre como essas decisões automatizadas moldam a sociedade, frequentemente favorecendo certos grupos em detrimento de outros.

   Pensando em uma governança que seja realmente inclusiva, Browne (2023) propõe a criação de “AI Public Body” – uma entidade pública que permite a participação de cidadãos comuns, especialmente daqueles mais afetados pelas tecnologias de IA, nas decisões sobre o uso dessas tecnologias. Inspirado em modelos de democracia deliberativa, esse corpo incluiria a voz de comunidades diversas, trazendo uma nova perspectiva para as decisões que, até hoje, são dominadas por especialistas técnicos.

   Esse modelo representa uma mudança significativa na forma como entendemos a governança, enfatizando que a IA não deve ser apenas uma questão de precisão técnica, mas também de justiça e representatividade. A inclusão dessas vozes no processo de governança cria um espaço onde os efeitos sociais das tecnologias podem ser mais bem compreendidos e endereçados, resultando em uma governança que reflete a diversidade da sociedade.

    A justiça algorítmica muitas vezes é tratada como uma questão de otimização matemática, ajustando dados e métricas para minimizar desigualdades estatísticas. No entanto, como Van Nuenen (2022) aponta, a justiça social na IA deve ir além dos ajustes técnicos, considerando as complexas desigualdades estruturais que esses dados representam. Em vez de se limitar a resultados estatísticos, a justiça social exige uma compreensão mais profunda do impacto das decisões tecnológicas na vida das pessoas.

    No caso de algoritmos usados em concessão de crédito ou reconhecimento facial, é essencial entender que esses sistemas não operam em um vácuo: eles são parte de uma sociedade com uma longa história de desigualdade. Para que a IA seja realmente justa, ela deve ser projetada com o compromisso de mitigar essas desigualdades, considerando as realidades vividas por comunidades marginalizadas e integrando suas vozes no desenvolvimento e na aplicação dessas tecnologias.


(Carine Roos. Em: 08/02/2025. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Fragmento.)
De acordo com a prosódia, assinale o grupo de palavras que são equivalentes quanto à classificação do acento tônico das palavras.
Alternativas
Q3236404 Português
Futuro da Inteligência Artificial e a necessidade da ética relacional para uma governança inclusiva


   Estamos vivendo a era da datificação, em que todos os aspectos da vida social são transformados em dados. Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes. No entanto, isso frequentemente simplifica a complexidade da vida humana em métricas e números, ignorando as relações e os contextos que tornam cada indivíduo único. Quando esses dados são usados em sistemas de IA, eles podem acabar reforçando as mesmas desigualdades e exclusões que pretendiam resolver.

   Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade. Como Coté (2022) observa, ao moldar identidades e comportamentos humanos em padrões digitais, a datificação impõe limites às representações, limitando a diversidade de experiências humanas e, em muitos casos, perpetuando estereótipos. Isso pode resultar em decisões enviesadas, criando um ciclo de exclusão e discriminação. Esse desafio nos obriga a questionar a suposta neutralidade dos algoritmos e a refletir sobre como essas decisões automatizadas moldam a sociedade, frequentemente favorecendo certos grupos em detrimento de outros.

   Pensando em uma governança que seja realmente inclusiva, Browne (2023) propõe a criação de “AI Public Body” – uma entidade pública que permite a participação de cidadãos comuns, especialmente daqueles mais afetados pelas tecnologias de IA, nas decisões sobre o uso dessas tecnologias. Inspirado em modelos de democracia deliberativa, esse corpo incluiria a voz de comunidades diversas, trazendo uma nova perspectiva para as decisões que, até hoje, são dominadas por especialistas técnicos.

   Esse modelo representa uma mudança significativa na forma como entendemos a governança, enfatizando que a IA não deve ser apenas uma questão de precisão técnica, mas também de justiça e representatividade. A inclusão dessas vozes no processo de governança cria um espaço onde os efeitos sociais das tecnologias podem ser mais bem compreendidos e endereçados, resultando em uma governança que reflete a diversidade da sociedade.

    A justiça algorítmica muitas vezes é tratada como uma questão de otimização matemática, ajustando dados e métricas para minimizar desigualdades estatísticas. No entanto, como Van Nuenen (2022) aponta, a justiça social na IA deve ir além dos ajustes técnicos, considerando as complexas desigualdades estruturais que esses dados representam. Em vez de se limitar a resultados estatísticos, a justiça social exige uma compreensão mais profunda do impacto das decisões tecnológicas na vida das pessoas.

    No caso de algoritmos usados em concessão de crédito ou reconhecimento facial, é essencial entender que esses sistemas não operam em um vácuo: eles são parte de uma sociedade com uma longa história de desigualdade. Para que a IA seja realmente justa, ela deve ser projetada com o compromisso de mitigar essas desigualdades, considerando as realidades vividas por comunidades marginalizadas e integrando suas vozes no desenvolvimento e na aplicação dessas tecnologias.


(Carine Roos. Em: 08/02/2025. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Fragmento.)
Em “Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade.” (2º§), pode-se afirmar que a estruturação sintática do período demonstra:
Alternativas
Q3236403 Português
Futuro da Inteligência Artificial e a necessidade da ética relacional para uma governança inclusiva


   Estamos vivendo a era da datificação, em que todos os aspectos da vida social são transformados em dados. Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes. No entanto, isso frequentemente simplifica a complexidade da vida humana em métricas e números, ignorando as relações e os contextos que tornam cada indivíduo único. Quando esses dados são usados em sistemas de IA, eles podem acabar reforçando as mesmas desigualdades e exclusões que pretendiam resolver.

   Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade. Como Coté (2022) observa, ao moldar identidades e comportamentos humanos em padrões digitais, a datificação impõe limites às representações, limitando a diversidade de experiências humanas e, em muitos casos, perpetuando estereótipos. Isso pode resultar em decisões enviesadas, criando um ciclo de exclusão e discriminação. Esse desafio nos obriga a questionar a suposta neutralidade dos algoritmos e a refletir sobre como essas decisões automatizadas moldam a sociedade, frequentemente favorecendo certos grupos em detrimento de outros.

   Pensando em uma governança que seja realmente inclusiva, Browne (2023) propõe a criação de “AI Public Body” – uma entidade pública que permite a participação de cidadãos comuns, especialmente daqueles mais afetados pelas tecnologias de IA, nas decisões sobre o uso dessas tecnologias. Inspirado em modelos de democracia deliberativa, esse corpo incluiria a voz de comunidades diversas, trazendo uma nova perspectiva para as decisões que, até hoje, são dominadas por especialistas técnicos.

   Esse modelo representa uma mudança significativa na forma como entendemos a governança, enfatizando que a IA não deve ser apenas uma questão de precisão técnica, mas também de justiça e representatividade. A inclusão dessas vozes no processo de governança cria um espaço onde os efeitos sociais das tecnologias podem ser mais bem compreendidos e endereçados, resultando em uma governança que reflete a diversidade da sociedade.

    A justiça algorítmica muitas vezes é tratada como uma questão de otimização matemática, ajustando dados e métricas para minimizar desigualdades estatísticas. No entanto, como Van Nuenen (2022) aponta, a justiça social na IA deve ir além dos ajustes técnicos, considerando as complexas desigualdades estruturais que esses dados representam. Em vez de se limitar a resultados estatísticos, a justiça social exige uma compreensão mais profunda do impacto das decisões tecnológicas na vida das pessoas.

    No caso de algoritmos usados em concessão de crédito ou reconhecimento facial, é essencial entender que esses sistemas não operam em um vácuo: eles são parte de uma sociedade com uma longa história de desigualdade. Para que a IA seja realmente justa, ela deve ser projetada com o compromisso de mitigar essas desigualdades, considerando as realidades vividas por comunidades marginalizadas e integrando suas vozes no desenvolvimento e na aplicação dessas tecnologias.


(Carine Roos. Em: 08/02/2025. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Fragmento.)
A reescrita do segmento destacado em que há adequação semântica e gramatical de acordo com o texto original está indicada em: 
Alternativas
Q3236400 Português
Futuro da Inteligência Artificial e a necessidade da ética relacional para uma governança inclusiva


   Estamos vivendo a era da datificação, em que todos os aspectos da vida social são transformados em dados. Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes. No entanto, isso frequentemente simplifica a complexidade da vida humana em métricas e números, ignorando as relações e os contextos que tornam cada indivíduo único. Quando esses dados são usados em sistemas de IA, eles podem acabar reforçando as mesmas desigualdades e exclusões que pretendiam resolver.

   Os dados que alimentam esses sistemas muitas vezes refletem contextos históricos de desigualdade. Como Coté (2022) observa, ao moldar identidades e comportamentos humanos em padrões digitais, a datificação impõe limites às representações, limitando a diversidade de experiências humanas e, em muitos casos, perpetuando estereótipos. Isso pode resultar em decisões enviesadas, criando um ciclo de exclusão e discriminação. Esse desafio nos obriga a questionar a suposta neutralidade dos algoritmos e a refletir sobre como essas decisões automatizadas moldam a sociedade, frequentemente favorecendo certos grupos em detrimento de outros.

   Pensando em uma governança que seja realmente inclusiva, Browne (2023) propõe a criação de “AI Public Body” – uma entidade pública que permite a participação de cidadãos comuns, especialmente daqueles mais afetados pelas tecnologias de IA, nas decisões sobre o uso dessas tecnologias. Inspirado em modelos de democracia deliberativa, esse corpo incluiria a voz de comunidades diversas, trazendo uma nova perspectiva para as decisões que, até hoje, são dominadas por especialistas técnicos.

   Esse modelo representa uma mudança significativa na forma como entendemos a governança, enfatizando que a IA não deve ser apenas uma questão de precisão técnica, mas também de justiça e representatividade. A inclusão dessas vozes no processo de governança cria um espaço onde os efeitos sociais das tecnologias podem ser mais bem compreendidos e endereçados, resultando em uma governança que reflete a diversidade da sociedade.

    A justiça algorítmica muitas vezes é tratada como uma questão de otimização matemática, ajustando dados e métricas para minimizar desigualdades estatísticas. No entanto, como Van Nuenen (2022) aponta, a justiça social na IA deve ir além dos ajustes técnicos, considerando as complexas desigualdades estruturais que esses dados representam. Em vez de se limitar a resultados estatísticos, a justiça social exige uma compreensão mais profunda do impacto das decisões tecnológicas na vida das pessoas.

    No caso de algoritmos usados em concessão de crédito ou reconhecimento facial, é essencial entender que esses sistemas não operam em um vácuo: eles são parte de uma sociedade com uma longa história de desigualdade. Para que a IA seja realmente justa, ela deve ser projetada com o compromisso de mitigar essas desigualdades, considerando as realidades vividas por comunidades marginalizadas e integrando suas vozes no desenvolvimento e na aplicação dessas tecnologias.


(Carine Roos. Em: 08/02/2025. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Fragmento.)
Em “Esse processo, fundamental para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), nos promete um futuro onde decisões complexas podem ser automatizadas e otimizadas em uma escala sem precedentes.” (1º§), as vírgulas:

I. Podem ser substituídas por travessões.
II. Podem ser substituídas pelos parênteses.
III. Foram empregadas com adequação de acordo com a norma culta.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3236193 Atualidades
TikTok se une a artistas para promover a segurança dos jovens na internet

Campanha surgiu em decorrência da estatística de que 18% dos pais brasileiros gostariam de controlar a atividade dos filhos nas redes sociais.

    A rede social TikTok e o Instituto Vero, em parceria com os artistas e criadores de conteúdo, se uniram em torno de uma campanha para aumentar a conscientização sobre a segurança de jovens na internet. Com Mônica Martelli e Tadeu França estrelando os primeiros conteúdos, a iniciativa “#Juntos” irá promover debates, cursos de capacitação para pais e responsáveis, além de materiais de orientação aos adolescentes e seus pais.

 (Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/tiktok. Acesso em: dezembro de 2024.)
As redes sociais têm ganhado cada vez mais espaço no cotidiano dos mais jovens, sobretudo, aplicativos de vídeos rápidos e interação, como o TikTok. Tendo em vista a necessidade de pensar formas de garantir a segurança dos adolescentes na internet, além das ferramentas dos aplicativos, são estratégias para promover um ambiente on-line mais seguro:
Alternativas
Q3236192 Atualidades
Iphan reconhece tradição negra da Marujada como patrimônio do Brasil

    Agora é oficial: as Marujadas de São Benedito, no Pará, são patrimônio cultural do Brasil. Reconhecidas pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) durante reunião de seu conselho consultivo no dia 4 de setembro, as Marujadas foram inscritas como bens culturais imateriais no Livro de Registro de Celebrações. Em pormenores, a Marujada é uma forma cultural de expressão e celebração para São Benedito, em que mulheres e homens de diferentes idades homenageiam o “santo preto” através de danças e indumentárias próprias, rezas e ritualizações que caracterizam esse momento de devoção, que ocorre tradicionalmente entre os dias 18 e 26 de dezembro.


(Disponível em: https://www.geledes.org.br/iphan-reconhece-tradicao-negra-da-marujada-como-patrimonio-do-brasil/. Acesso em: dezembro de 2024.)
A Marujada, oficialmente reconhecida como patrimônio brasileiro pelo Iphan, destaca-se por sua herança histórica de contribuição para a cultura paraense. Como movimento tradicional produzido pela população negra, seu reconhecimento representa:
Alternativas
Q3236191 Atualidades
“A cultura é fundamental para um desenvolvimento sustentável e inclusivo”, diz ministra em reunião do Brics

Margareth Menezes participou da atividade com líderes de Cultura nesta quarta (11). 

    Na manhã desta quarta-feira (11), em São Petersburgo, na Rússia, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou da 9ª Reunião de Ministros de Cultura do Brics, no Museu Russo de Etnografia. O encontro é realizado desde 2015 e, na agenda, está o Plano de Ação para a Implementação do Acordo entre os Governos dos Estados do Brics sobre Cooperação no Campo da Cultura (2022-2026). Em seu discurso, a ministra ressaltou que a cooperação cultural tem o potencial de promover dinâmicas positivas nas nossas economias e sociedades. O tema da difusão da economia criativa e das indústrias culturais foi destaque.

(Disponível em: https://www.gov.br/cultura/pt-br. Acesso em: dezembro de 2024.)
A cultura tem papel fundamental no desenvolvimento dos países, por seu potencial de criar possibilidades na economia e sociedade, além das questões simbólicas. Nesse sentido, o tema ganha destaque nas relações internacionais, pois:
Alternativas
Q3236190 Conhecimentos Gerais
G-20 destaca a busca por equidade, a cooperação internacional e os impactos das mudanças climáticas na saúde

Confira as principais propostas da cúpula do Rio de Janeiro para a saúde. 

    [...] Sob o lema “construindo um mundo justo e um planeta sustentável”, a declaração enfatizou a importância de construir sistemas de saúde mais resilientes, equitativos e sustentáveis, com foco no combate à fome, no acesso à água potável, na cobertura universal de saúde e no aprimoramento dos serviços essenciais, incluindo a saúde mental. O G-20 também destacou o fortalecimento da formação da força de trabalho de saúde, com iniciativas como a Academia da OMS, reconhecendo a contribuição dos profissionais no fortalecimento dos sistemas de saúde.

(Disponível em: https://www.cofen.gov.br/g20. Acesso em: dezembro de 2024.)
O G-20, fórum que reuniu países em desenvolvimento para discutir questões econômicas, políticas e sociais, reuniu-se no Brasil e teve como uma das pautas de discussão as relações entre desenvolvimento sustentável e saúde. Assim sendo, sobre os impactos da sustentabilidade na saúde, pode-se relacionar: 
Alternativas
Q3236189 Atualidades
Funai completa 57 anos com reconhecimento do indígena como protagonista

Instituição passou por mudanças ao longo dos tempos e chega à atual configuração com reconhecimento dos povos indígenas como protagonistas e foco no respeito às diferentes etnias.

    A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) completa 57 anos nesta quinta-feira (5/12). Ao longo de quase seis décadas de existência, a autarquia passou por inúmeras mudanças até chegar à configuração atual, que reconhece os povos indígenas como protagonistas e tem como foco o respeito às diferentes etnias.

(Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/. Acesso em: dezembro de 2024.)
Os povos indígenas brasileiros possuem uma trajetória histórica de resistência, que se estende desde a colonização até os desafios atuais. Nesse sentido, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) se destaca com atuação essencial no cenário nacional. Pode-se destacar a relevância do trabalho desenvolvido pela Funai, pois:
Alternativas
Q3236188 Atualidades
Violência política atinge recorde nas disputas eleitorais municipais de 2024

Nos últimos dois anos, país contabilizou quase a metade dos casos registrados desde 2016.


    A terceira edição da pesquisa Violência Política e Eleitoral no Brasil, lançada nesta segunda-feira (16) pelas organizações Justiça Global e Terra de Direitos, revela um aumento recorde nos casos de violência política em 2024. O levantamento, que analisa o período de 1º de novembro de 2022 a 27 de outubro de 2024, registrou 714 ocorrências envolvendo candidatos e políticos em exercício, o maior número desde o início da série histórica em 2016.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br. Acesso em: dezembro de 2024.)


A violência política se manifesta nos âmbitos psicológico, econômico, físico, simbólico ou sexual quando se impede ou se manipula o acesso do indivíduo aos seus direitos políticos, contra sua vontade. Nesse sentido, tendo em vista a crescente de casos no Brasil, trata-se de atitude que pode combater a violência política:
Alternativas
Q3236187 Atualidades
O conhecimento agroecológico ‘é uma das nossas últimas saídas’ enquanto civilização, alerta presidente da ABA

O professor José Nunes destacou o papel ‘aglutinador’ da prática na diversidade e pluralidade de saberes. 


A abordagem do conhecimento agroecológico propõe uma transformação em nosso modo de vida, voltada à sustentabilidade socioambiental e à justiça climática. Essa construção cotidiana, segundo movimentos e entidades do setor, combina as práticas e saberes de povos e comunidades tradicionais com os avanços de uma ciência comprometida com o Bem Viver e com a construção de uma sociedade mais agroecológica.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br. Acesso em: dezembro de 2024.)
A agroecologia busca pensar outras formas de desenvolver a agricultura, baseadas em saberes ancestrais com vistas à melhora da qualidade de vida e sustentabilidade, sobretudo, diante da crise climática. Sobre a aplicação da agroecologia, é correto afirmar que se exemplifica por meio de:
Alternativas
Q3236186 Atualidades

          CPI das bets: relatora acata proposta da Anatel para alterar Marco Civil da Internet

   

Proposição apresentada pela agência sugere alterar artigo sobre responsabilidade de plataformas para        prever sanção administrativa de empresas responsáveis por serviços habilitadores de conectividade.


    A relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado Federal sobre jogos virtuais de apostas on-line, Soraya Thronicke (Podemos-MS), afirmou nesta terça-feira, 17, que prepara o encaminhamento de projeto de lei com sugestões apresentadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para ampliar as atribuições da autarquia no combate aos bets irregulares. 


                                                (Disponível em: https://telesintese.com.br/. Acesso em: dezembro de 2024.)  

As bets se referem a jogos de apostas, que se popularizaram no meio virtual e ganharam notoriedade principalmente através das redes sociais. Apesar da aparência de entretenimento, o assunto tem sido pauta de discussões nos termos legais brasileiros, por seus impactos à vida financeira dos usuários. Sobre o impacto econômico das bets nas finanças dos brasileiros, pode-se apontar:
Alternativas
Q3236185 Atualidades
Educação inclusiva avança no país

Na última década, o percentual de alunos de 4 a 17 anos com alguma deficiência matriculados na escola, em classes comuns, passou de 77% para 91%. 


O avanço da educação inclusiva no Brasil é uma das melhores notícias do recém-publicado Anuário Brasileiro da Educação Básica 2024 (Todos pela Educação, Fundação Santillana e Moderna). Uma escola boa para crianças e adolescentes com deficiência também é boa para crianças e adolescentes que não têm deficiência. A educação de qualidade inclui todos. 

(Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social. Acesso em: dezembro de 2024.)

A educação inclusiva é apontada no texto como fator abrangente, que beneficia não apenas os alunos com deficiência, mas também os demais colegas de classe e comunidade escolar. Nesse sentido, trata-se de benefício da educação inclusiva:
Alternativas
Q3236184 Atualidades
Bienal do Livro Rio já tem mais de 75% dos espaços vendidos

Em comparação com a edição anterior, no mesmo período de vendas, a área negociada já é 80% maior; evento ocorre entre 13 e 22 de junho de 2025. 

Faltando oito meses para um dos maiores festivais de literatura, entretenimento e cultura do país, a Bienal do Livro Rio (13 a 22 de junho de 2025) já reúne um grande número de expositores confirmados, entre veteranos e estreantes. Após o sucesso da edição de 2023, com recordes de público e de vendas, os expositores estão apostando ainda mais na edição de 2025. Até o momento, mais de 75% dos espaços da Bienal já foram comercializados e 75% dos expositores frequentes aumentaram suas áreas, com um incremento médio de 40% no tamanho de seus respectivos estandes.

(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/. Acesso em: dezembro de 2024.)

A Bienal do Livro Rio é um dos maiores eventos literários do Brasil e do mundo que ocorre a cada dois anos, contando com um público expressivo. Sobre os objetivos da realização do evento, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3236183 Matemática
A Câmara Municipal de determinada cidade contratou uma empresa para fazer a dedetização de seu arquivo. O funcionário da empresa fez os cálculos e concluiu que seriam necessários 25 litros de uma mistura de água/defensivo, com 30% de defensivo para fazer uma boa dedetização. Para isso, ele aproveitou o galão da dedetização realizada no dia anterior, que continha 5 litros da mistura água/defensivo, com 10% de defensivo. Para chegar à concentração correta, qual a porcentagem de defensivo deverá ter na mistura que o funcionário usará para completar o galão usado no dia anterior? 
Alternativas
Q3236182 Matemática
Mariana está na fase inicial da construção de sua casa e pretende murar todo o terreno. No projeto feito pela arquiteta, consta que o muro dos fundos da casa deve ter 10 metros de comprimento por 2,5 metros de altura; porém, Mariana decidiu diminuir em 2 metros o comprimento do muro mantendo sua área inicial. Feitas as mudanças, ela observou que houve uma alteração na razão da medida de comprimento pela altura do muro. A diferença entre as razões inicial e final do comprimento pela altura do muro da casa de Mariana é: 
Alternativas
Q3236181 Matemática

Determinada prefeitura realizou uma pesquisa com 1.000 funcionários sobre seu domínio em relação ao uso de computadores e smartphones. Como resultado, a pesquisa apresentou os seguintes dados:


I. 600 funcionários têm domínio de smartphones;

II. 500 funcionários têm domínio de computadores; e

III. 100 funcionários não têm domínio de nenhum dos dois aparelhos.


Ao escolher um dos funcionários aleatoriamente e, ainda, perceber que ele não tem domínio em relação ao uso de computadores, qual a probabilidade do funcionário ter domínio em relação ao uso de smartphone

Alternativas
Respostas
5961: B
5962: C
5963: A
5964: B
5965: B
5966: D
5967: A
5968: D
5969: A
5970: B
5971: A
5972: D
5973: C
5974: B
5975: B
5976: A
5977: A
5978: B
5979: B
5980: C