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A Teoria dos Mercados Contestáveis (TMC) poderia ser enquadrada no conjunto de abordagens que, partindo do pressuposto do comportamento maximizador de lucros da firma, garante que o processo de seleção natural em economias descentralizadas leva à emergência de estruturas ótimas de mercado, no longo prazo. Utilizando as próprias palavras de Baumol: “embora as estruturas industriais que emergem na realidade não sejam sempre aquelas que minimizam custos, constituem aproximações razoáveis da estrutura eficiente” (BAUMOL, 1982, p. 8). Essa visão reafirma posturas anteriores como as de McGee (1974) e do próprio Baumol e Fischer (1978), segundo as quais, exceto para indústrias dominadas por controles estatais, pode se esperar que as estruturas de mercado apresentem uma forte correspondência com as formas mais econômicas. Na abordagem da TMC, o critério de seleção é o mínimo custo e o processo seletivo se dá pela força da concorrência potencial, e não pela entrada efetiva de novas firmas, como ocorre na microeconomia tradicional. Um mercado é dito contestável se as firmas estabelecidas são vulneráveis à entrada do tipo hit and run. Isto quer dizer que face à perspectiva de obter lucros extraeconômicos, firmas concorrentes potenciais poderão ser atraídas para esse mercado, beneficiar-se do lucro, antes que as empresas estabelecidas possam alterar seus preços se, se necessário, sair do negócio. Para que isto seja possível, não pode haver barreiras à entrada, de qualquer espécie, nem custos para saída (sun costs).
(Estudos Econômicos. São Paulo. v. 20, nº1, p. 5-28, Jan. – Abril. 1990. Adaptado.)
Com base nas informações disponibilizadas anteriormente e, ainda, conhecimentos adicionais sobre contestabilidade; barreiras à entrada; P & D; e adoção de novas tecnologias, assinale a afirmativa INCORRETA.
(Nota Técnica SEI nº 123/2023/MPS. Adaptado.)
Considerando as informações disponibilizadas anteriormente e, ainda, conhecimentos macroeconômicos adicionais relativos a políticas monetárias, assinale a afirmativa correta.
Até o século XIX, os economistas tinham por responsabilidade não só explicar a economia mundial e fazer prognósticos sobre o futuro da economia, mas também estabelecer princípios de economia política, que direcionassem quais políticas poderiam levar ao bem-estar social ou ao empobrecimento. No século XX, apesar da continuidade do ideário sedimentado, surge outra vertente que vai contra esse pensamento, da qual se originou a Teoria Tradicional do Bem-Estar (HICKS, 1939). As correntes teóricas prevalecentes no século XX carregam como herança uma ciência econômica dominada, desde 1870, pela Teoria do Equilíbrio Geral (NAPOLEONI, 1979). Tal teoria tem como principal representante o economista e matemático Léon Walras e apresenta, implicitamente, um conceito de atividade econômica e de ciência econômica. O principal ponto a ser atendido por Walras era trazer um maior rigor matemático para assuntos de ordem econômica, que envolveriam a interação entre os agentes em diversos mercados e a tendência ao equilíbrio. A Teoria do Equilíbrio Walrasiana é uma das mais importantes teorias, com relação à distribuição de recursos em uma economia, e culminou no critério de eficiência de Pareto (AGAFANOW, 2007). Sob a ótica de Walras (1983), a utilização de método matemático nos estudos de economia política pura poderia resolver problemas relacionados a outras duas ciências: “economia aplicada” e “economia social” (WALRAS, 1983). De acordo com HICKS (1939), a economia do bem-estar defende a ideia de que a ciência econômica está limitada a atuar até o ponto de formular explicações universais, que não sofram juízos de valor, e considera que não cabe ao economista prescrever princípios políticos que dependam de escalas de valores sociais. Para os teóricos do bem-estar, as prescrições políticas poderiam carregar diferentes valores em distintos contextos, e isso impediria a constituição de regras ou explicações universais. Mas Colell et al (1995) apresentam como um princípio sólido da economia do bem-estar o fato de que uma formulação política não deve ser paternalista. Dessa forma, alternativas que estão diretamente ligadas aos gostos dos agentes não devem ser consideradas na formulação de políticas; apenas o valor das utilidades, das diferentes alternativas disponíveis em uma economia, deve ser considerado. Portanto, os aspectos relevantes para a formulação de políticas constituem um “conjunto de possibilidades de utilidades” e esse conjunto é que oferece, aos formuladores de políticas, as opções de ações para solucionar o problema-chave da economia do bem-estar, que é maximizar o bem-estar social. O economista e sociólogo Vilfredo Pareto publicou a sua obra “Manual de Economia Política” em 1906, na qual reconhece a importância e os avanços marginalistas com a teoria da utilidade, mas apresenta inquietações principalmente relacionadas a uma medida de bem-estar e à possibilidade de comparar níveis de bem-estar entre as pessoas (PARETO, 1996).
(Revista de Desenvolvimento Econômico – RDE. Ano XIX. v. 2. nº 38. Adaptado.)
Considerando as informações disponibilizadas anteriormente e, ainda, sobre equilíbrio geral e bem-estar, assinale a afirmativa INCORRETA.
I. O quadro de gengivite herpética primária geralmente está associado a sinais prodrômicos de febre, irritabilidade, mialgia e linfadenopatia.
II. Alguns pacientes podem obter a cura definitiva da infecção herpética, com o uso de aciclovir durante a fase prodrômica da infecção primária.
III. Todos os pacientes contaminados durante a infecção primária sofrerão reativação viral sintomática.
Está correto o que se afirma apenas em
1. Remoção do dente do alvéolo. 2. Luxação do dente com o fórceps. 3. Luxação do dente com elevador dental. 4.Divulsão do tecido mole inserido na porção cervical do dente. 5. Adaptação do fórceps ao dente.
A sequência está correta em
I. A liderança deve demonstrar comprometimento e responsabilidade em relação à saúde e à segurança ocupacional, promovendo uma cultura organizacional que suporte os resultados esperados do sistema de gestão.
II. Envolver os trabalhadores e seus representantes no processo de gestão é essencial para identificar perigos e avaliar riscos, além de promover um ambiente de trabalho mais seguro.
III. A implementação de processos que identifiquem perigos e controlem riscos de forma eficaz é crucial para a prevenção de acidentes e de doenças.
IV. A conformidade com requisitos legais e outros requisitos aplicáveis é fundamental para evitar penalidades e garantir um ambiente de trabalho seguro.
Está correto o que se afirma em
Sobre a gestão pública em seus vários aspectos, analise as afirmativas a seguir.
I. Para que a gestão pública possa atingir os resultados positivos que almeja, isto é, eficiência e eficácia na prestação de serviços à população, é necessário que haja uma integração entre as quatro funções ou processos fundamentais que a compõem – planejamento, organização, execução e controle.
II. As organizações podem ser divididas em pública, privada, mista e não governamental. A organização pública, na qual se pratica a gestão pública, é mantida pelo poder público, isto é, por qualquer nível de governo (federal, estadual ou municipal). Nesse sentido, a gestão pública visa às necessidades e ao bem-estar do público.
III. Quando se fala em princípios na gestão pública, remete-se ao conceito de servir de fundamento, isto é, dar solidez, disciplina e clareza de objetivos a um sistema. Na gestão pública são aplicados vários princípios, que são os pilares para a atuação do gestor público.
Está correto o que se afirma em